ESTAGFLAÇÃO
O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, ao ser perguntado sobre a situação econômica do país pelos preocupados membros da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, adiantou que não há crise alguma e que o quadro atual não identifica a existência de estagflação.INFLAÇÃO
Quanto à inflação, o presidente do BC admitiu que ela precisa ser mais baixa. Sabedor de que a Comissão é composta por senadores pouco ou nada iniciados em assuntos econômicos, Tombini tranquilizou a plateia dizendo que não há descontrole algum.PREÇOS ADMINISTRADOS
A falta de conhecimento dos senadores é tamanha que nenhum deles questionou sobre a intervenção do governo nos preços do câmbio, da energia e combustíveis, que o governo vem segurando para não deixar a inflação subir.INDICADORES CLAROS
Ora, todos os indicadores, internos e externos, sem exceção, registram um mesmo quadro : baixo crescimento, inflação alta e uma queda expressiva da atividade industrial. Para quem leu apenas meia página de qualquer livro de economia sabe que o nome disto é ESTAGFLAÇÃO.RECESSÃO
Se levarmos em conta que mais dia menos dia o governo, irremediavelmente, terá que fazer a correção dos preços administrados (energia e petróleo) assim como liberar o câmbio, aí, meu caro Tombini e senadores da CAE, a ESTAGFLAÇÃO sai de cena para dar lugar à RECESSÃ0.TAXA DE INVESTIMENTO
Por mais que o governo e seus apoiadores insistam que a economia passa por uma readaptação, onde o nível de consumo passa a ser menor por ter batido no teto da euforia, o fato é que a grande causa disso tudo, A TAXA DE INVESTIMENTO, continua intacta.REFORMAS
E, para fazer com que a TAXA DE INVESTIMENTO atinja o percentual necessário, para garantir crescimento minimamente aceitável, é imprescindível que o governo, além de gastar menos, faça pelo menos as REFORMAS - Tributária, Fiscal, Trabalhista e Previdenciária.Sem reformas, simplesmente não há possibilidade de crescimento. Pior ainda se gastos públicos continuarem aumentando. Aí a única coisa que o governo garante é a RECESSÃO.SEMINÁRIO - SIMPLIFICAÇÃO TRIBUTÁRIA
Ao término dos trabalhos do Seminário -Simplificação Tributária e Gestão Pública Eficiente-, promovido e realizado, conjuntamente, pelo LIDE (Lideranças Empresariais) e pelo Movimento Brasil Eficiente, do qual o grupo PENSAR+ é apoiador desde a primeira hora, foi divulgada a seguinte -Carta do Povo Brasileiro-:CARTA
Sr.(a) Governante:Quem aqui se manifesta é o coletivo que chamamos de Brasil. Nossa voz aprendeu a reconhecer, a respeitar e a defender a terra onde escrevemos nossa história e a transmitimos à geração seguinte. Esse é o Brasil que fala agora ao Governante. (vejam NOTA no final)RECADO
Dessa vez é o povo que manda o recado. Um recado mais do que necessário, porque o velho monólogo dos marqueteiros do governo, soprando crenças no ouvido do povo, não funciona mais. O povo que lê e escreve nas redes sociais não precisa de intérpretes de pensamento. O governante que queremos é aquele que vai governar com o povo. O governante moderno aprende porque escuta, em seguida planeja suas ações e as executa como combinado. Governo sem plano é desgoverno.DESPERDÍCIO E INEFICIÊNCIAS
Chegamos ao ponto-limite. Brasília virou uma fantasia bilionária, de fato trilionária, cercada de desperdícios e ineficiências. O poder que manipula trilhões de reais nos orçamentos públicos ainda tem a petulância de afirmar ao povo que -faltam recursos-. Não! Recursos abundam. Fizemos, nas ruas, essa denúncia, em junho de 2013. O recado deveria ter sido suficiente, mas caiu no vazio.CARGA TRIBUTÁRIA
Nesta Carta, retomamos a luta de Tiradentes, nosso maior manifestante civil: não aceitamos mais carregar no lombo um governo que aplica uma tributação impiedosa sobre o bolso do contribuinte indefeso. O empresário, que poderia estar gerando empregos, virou um proletário do governo. Este está sempre cobrando sua fatia na frente; não espera nem o lucro acontecer. E o povo continua carregando uma das cargas tributárias mais onerosas do planeta: trabalha até a metade do ano só para sustentar o governo e os governantes.PONTO DE VIRADA
O povo brasileiro quer treinamento e trabalho. Quer aposentadorias e pensões compatíveis com os aportes que faz ao longo da vida. O povo brasileiro não precisa de salvadores; precisa mesmo é de gestão séria e confiável, rotativa e verificável, em todos os níveis de governo. Chega de burocracia e de roubar descaradamente o tempo e a saúde do povo nas filas do atendimento médico e nas paradas de ônibus; ou queimar o futuro dos jovens com classes sem bons professores, com a falta de um computador por aluno. Esta Carta marca um ponto de virada. O povo brasileiro só precisa de condições e ambiente adequado para trabalhar, para empreender seus negócios, para desenvolver sua pesquisa, se educar e cuidar do ambiente.ORDEM NO GOVERNO
Perdas são pedagógicas. Perdemos, um dia, a democracia, para aprendermos a não perdê-la nunca mais; com a inflação, perdemos o sentido e o valor do dinheiro para, hoje, darmos todo o valor à moeda estável. Temos perdido tempo e energia demais com governos que governam mal e nos custam cada vez mais caro. Nossa paciência não tem o tamanho da vida inteira. O povo brasileiro exige ser senhor do seu tempo. Para o Brasil se projetar como líder em sua região e como um exemplo de nação próspera, moderna e justa, perante o mundo.Queremos de volta a ordem no governo, para termos de volta o progresso, que perdemos.NOTA: As opiniões emitidas nesta Carta foram objeto de pesquisa nacional de opinião pública conduzida pelo Instituto Datafolha em fevereiro de 2014, com 2.091 entrevistados em 120 municípios, abrangendo todos os grupos sociais e regiões brasileiras.EFEITOS NA ECONOMIA
A exitosa realização da Copa do Mundo, que a presidente Dilma Neocomunista e seus apaixonados seguidores não param de se vangloriar, como se a organização do evento fosse uma obra do governo e não da FIFA, já desnuda alguns efeitos na nossa pobre economia.PADRÃO FIFA
Antes de tudo, para que não paire qualquer tipo de dúvida, o sucesso do evento se deu porque a FIFA, mesmo pressionada, jamais abriu mão dos padrões de qualidade e organização exigidos e calculados (Padrão Fifa) para que a Copa se transformasse num grande sucesso.DIAS PARADOS
O fato é que tudo aquilo que ficou por conta dos nossos governantes resultaram em mau negócio para o nosso pobre país. Não bastassem os gastos exorbitantes com estádios altamente superfaturados, o Brasil ainda saiu fortemente prejudicado em função do excessivo número de dias em que escolas, indústrias e comércio em geral ficaram fechados durante o longo período de realização da Copa.AGOURENTOS E/OU PESSIMISTAS
O mais triste nisso tudo é que todos aqueles que só diziam que as providências tomadas pelo governo (não pela FIFA) resultariam em puro e claro agravamento das nossas atividades econômicas, passaram a ser chamados por Dilma Neocomunista e seus apoiadores como AGOURENTOS e/ou PESSIMISTAS.RESULTADOS NEGATIVOS
Pois, como informa o gerente de Coordenação de Indústria do IBGE, André Macedo, o desempenho da indústria, em junho (primeiro mês da Copa), foi marcado por resultados negativos nas diferentes bases de comparação, frente a maio, a junho de 2013, e nos resultados acumulados no ano e em doze meses.? O mês de junho, diz Macedo, foi caracterizado por perda de intensidade da atividade industrial, sob qualquer olhar que se faça sobre a pesquisa. Há um perfil disseminado de taxas negativas, com claro destaque de bens de capital e bens de consumo duráveis.INFLUÊNCIA DIRETA
O relatório diz, claramente, que a Copa do Mundo teve forte influência no mês de junho, diante do menor número de dias úteis por causa de feriados em função dos jogos, e também da redução de horas trabalhadas. ? São quatro meses de resultado negativo, mas é claro que a magnitude da queda (-1,4%) tem relação direta com a Copa do Mundo, salienta Macedo. Mais: - Como a final da Copa do Mundo só ocorreu em 13 de julho, o gerente do IBGE reconhece que o resultado do mês ainda deve sofrer impacto de redução de jornadas de trabalho em função do campeonato.NOVA EXPCETATIVA DO PIBINHO
Hoje, para não fugir à regras dos últimos dez boletins Focus, produzidos e divulgados a cada segunda-feira pelo Banco Central, a economia brasileira voltou a mostrar nova perspectiva alarmante de crescimento: a expansão do PIB para este ano caiu para 0,86% ante 0,90% na semana passada. Que tal, Dilma Neocomunista? A senhora continua OTIMISTA?ESPECULAR
Pela forma agressiva, e muitas vezes irada, com que a presidente Dilma-Neocomunista trata todos aqueles que -ESPECULAM- sobre o escancarado e incontestável (mau) desempenho que a economia brasileira vem apresentando, antes que o termo vire sinônimo de -COISA DO DIABO- nada melhor do que conhecer o seu real e correto significado.ENXERGA ANTES
Como bem escreveu Stephen Kanitz, em 2009, a palavra tem sua origem na raiz indo-germânica -SPEC-, que significa OLHAR. Especulador, portanto, é aquele que enxerga antes; aquele que enxerga aquilo que os outros não veem.VENERÁVEIS
Toda sociedade, completa Kanitz o seu raciocínio, necessita de especuladores, pessoas que enxergam na frente (antes) e mostram o caminho. Deveríamos venerar nossos especuladores, e não vilipendiá-los como fazemos costumeiramente.GOLEADA
A rigor, a presidente Dilma-Neocomunista, pela maneira como reage aos ESPECULADORES que não acreditam no sucesso da Matriz Econômica-Petista, se comporta também como uma ESPECULADORA. Só que no sentido contrário. Até agora, no entanto, pelo desempenho pífio da nossa economia, aqueles que previram o fracasso estão ganhando de goleada.FALAM POR SI
Ora, não é necessário estudar muito a situação para entender que a visão dos -ESPECULADORES- que estão deixando Dilma Neocomunista irada e de cabelo em pé. Os indicadores que medem o desempenho da indústria, do comércio, da inflação, dos preços administrados, dos resultados colhidos pelos países que, assim como o Brasil, defendem a Matriz Econômica Bolivariana, por exemplo, falam por si.FRACASSO CANTADO
A rigor, como se vê, a admissão desse retumbante fracasso nem deveria ser considerada como -ESPECULAÇÃO_. Mesmo porque, tudo aquilo que, provadamente, nunca deu certo em lugar algum deste mundo, por óbvio que teria como não dar certo aqui. O fracasso, pois, já estava cantado.TRÊS NOTAS
Vejam, por exemplo, somente três notícias divulgadas hoje:1- A produção industrial recuou 6,9% em junho ante o mesmo período de 2013, de acordo com a Pesquisa Industrial Mensal (PIM) do IBGE. Foi a queda mais significativa nesses termos de comparação desde setembro de 2009, quando houve declínio de 7,4%. 2- A piora nas contas públicas registrada nos últimos dois meses torna mais -difícil- o cumprimento da meta fiscal para esse ano, segundo informa o Banco Central. 3- O setor público consolidado - governos federal, estaduais e municipais e empresas estatais- registrou pelo segundo mês seguido déficit primário. Em junho, o déficit primário chegou a R$ 2,1 bilhões. Em maio, o déficit ficou em R$ 11,046 bilhões. Essa foi a primeira vez na série histórica do Banco Central (BC) que foi registrado déficit primário no mês de junho. A série histórica teminício em dezembro de 2001. Com esses resultados, no primeiro semestre o superávit primário ficou em R$29,380 bilhões, contra R$ 52,158 bilhões registrados em igual período de 2013. Que tal? Bom fim de semana...ASSUNTOS DE ECONOMIA
Os jornalistas, em geral, mais do que sabido, por falta de gosto e/ou por absoluta falta de afinidade para tratar de assuntos de economia, quando recebem alguma informação que diga respeito ao setor mal conseguem explicar ou o que realmente está por trás do assunto.DESINTERESSE
Daí a razão para que muitos jornais, (um bom exemplo disso está nas páginas diárias do jornal Zero Hora, do RS, que confessadamente já manifestou que não há profissionais competentes para cobrir o setor), deixem de dar atenção adequada (na maioria das vezes nenhuma) ao que acontece na área de economia.CIÊNCIAS EXATAS
De parte dos jornalistas, a razão para tamanho desinteresse tem uma correta explicação: as matérias que tratam das ciências exatas, principalmente a matemática, não são exigidas, tanto para o exame vestibular quanto no próprio curso de jornalismo.CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS
Diante da clara incapacidade que os jornalistas em geral têm para desenvolver o raciocínio lógico que só as ciências exatas propiciam, quem acaba perdendo, e muito, é o povo-leitor, que deixa de obter, através dos jornais, os esclarecimentos sobre as CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS das medidas econômicas que são tomadas, constantemente, pelo governo.MATRIZ ECONÔMICA
Neste crucial momento que a economia brasileira está vivendo, de inflação alta, crescimento cada dia mais baixo, intervenções governamentais de todo tipo e a toda hora, despesas públicas aumentando sem parar, etc, etc, por exemplo, é raro encontrar um periódico que faça a correta constatação de que tudo isso não passa de pura CONSEQUÊNCIA de uma Matriz Econômica (BOLIVARIANA) totalmente equivocada.ESTRAGO
Ora, é inegável que, ao longo dos últimos anos o Brasil vive um claro processo de paulatina deterioração econômica. Infelizmente, por falta de interesse e/ou conhecimento necessário de quem trabalha com a informação, a evolução do estrago não vem sendo mostrado. E, pelo visto, só será estampado quando estivermos perto do caos.PESSIMISTAS
Isto explica o forte desprezo que muita gente acaba nutrindo por aqueles que, através do discernimento, expõem os perigos que a economia brasileira está vivendo e continuará vivendo nas mãos e pés do PT. Estes que deveriam ser chamados de RESPONSÁVEIS, a presidente Dilma Neocomunista e seus seguidores chamam de -PESSIMISTAS-. Pode?VOLTANDO AO TEMA
Ainda sobre a mensagem contida nos extratos dos clientes do Santander, de que a reeleição de Dilma pode ser ruim para a economia do país, só pelas reações manifestadas, tanto pela própria presidente Neocomunista quanto pelo seu criador, o ex-presidente Lula, e pelo presidente do PT, Rui Falcão, volto ao tema.CASO CONTRÁRIO
Observem o seguinte: caso o mesmo analista (já despedido por vontade do governo) escrevesse o contrário, de que a economia brasileira passaria a crescer fortemente com Dilma reeleita, aí o recado seria altamente festejado pelos acima citados. Mais: os marqueteiros da campanha de Dilma-Neocomunista usariam a mensagem para tentar capturar votos daqueles que aplicam suas poupanças no mercado financeiro.BANIDO
Ou seja, todas as manifestações a respeito do desempenho presente e futuro do governo Dilma-Neocomunista são permitidas. Com um detalhe importante: desde que sejam sempre favoráveis. Quem ousar dizendo, ou escrevendo, algo que vá contra a vontade do governo será banido imediatamente do sistema.TUDO PARA PIORAR
Ainda que também corra o risco de vir a ser banido, a qualquer momento, só porque exponho, tecnicamente e de forma constante, que o governo petista-neocomunista está enterrando a economia brasileira, insisto: a situação do país, com Dilma e sua equipe no poder por mais quatro anos, tem tudo para piorar.ALERTAS MANIFESTADOS
Caso os alertas manifestados pelo Ponto Critico, pelo Santander e pela Empiricus, quanto aos destinos do país, consequência lógica das decisões equivocadas que o governo Dilma vem tomando, ainda não sejam suficientes, vejam, por exemplo, o que diz o relatório do FMI, divulgado ontem:FMI
- O Fundo Monetário Internacional (FMI) alerta para a situação -moderadamente frágil- da economia brasileira. O déficit em transações correntes, divulgado pelo Banco Central na sexta-feira, indica que os investimentos estrangeiros não são mais suficientes para cobrir os gastos dos brasileiros no exterior. Tal conta, diz o relatório, é o maior indicativo da fragilidade do país em momentos de turbulências externas. De acordo com o FMI, o Brasil consta, ao lado de Índia, Turquia, Indonésia e África do Sul, no grupo dos CINCO PAÍSES EMERGENTES MAIS VULNERÁVEIS.EM DEFESA DA ARGENTINA
Por óbvio, o ministro Mantega fez o que mais gosta: desancou o pau no FMI. Já a faceira presidente Dilma-Neocomunista, em reunião do -Mercosul- , em Caracas, com seus prediletos amigos, defendeu a postura da Argentina, que está em um processo de negociação de dívida com credores e corre o risco de calote se não honrar o pagamento até a noite de hoje, quarta-feira. Dilma classificou como -inaceitável- que a ação de -uns poucos especuladores- coloque em risco a estabilidade de um país. Dilma, que já havia defendido o país vizinho durante a cúpula da Unasul, no início de julho, se prontificou a levar a questão argentina ao encontro do G20. Pode?