Frase do dia
O objetivo da vida não é estar do lado da maioria, mas evitar encontrar-se nas fileiras dos insanos.
- Marco Aurélio
ENTERRO COLETIVO
Antes de tudo, o que se viu ontem, além de uma histórica e acachapante VITÓRIA DA DIREITA nas ELEIÇÕES 2026 e, por consequência, uma DERROTA ESPETACULAR DA ESQUERDA APODRECIDA, foi o ENTERRO COLETIVO DE VÁRIOS INSTITUTOS DE PESQUISA, motivada por GROSSEIRAS MANIPULAÇÕES DE DADOS e NÚMEROS, com o NÍTIDO E INSINUANTE PROPÓSITO DE -INFLUENCIAR- OS ELEITORES DE QUE LULA E O PT RESULTARIAM COMO CERTEIROS VENCEDORES DO PLEITO.
CAIXÕES LACRADOS
Na capela onde ocorreu o VELÓRIO COLETIVO, os responsáveis pelos INSTITUTOS -DATAFOLHA, QUAEST, ATLAS-INTEL, PODERDATA / AYA e CNT MDA-, face ao AVANÇADO ESTADO DE DECOMPOSIÇÃO PROPORCIONADO POR INÚMERAS PESQUISAS DE INTENÇÃO DE VOTO ABSOLUTAMENTE FALSAS, foram obrigados a manter os CAIXÕES devidamente LACRADOS.
ESQUERDISTAS HISTÓRICOS
Pois, entre os mais variados motivos que levaram a DIREITA A COMEMORAR O RESULTADO DAS URNAS, uma delas, que está deixando a DIREITA AINDA MAIS ALEGRE E SATISFEITA foi o FATO de ver DERROTADOS alguns históricos ESQUERDISTAS, como é o caso, por exemplo, de José Dirceu, Gleisi Hoffmann, Fernando Haddad, Rui Falcão, Delúbio Soares, Randolfe Rodrigues, Fabiano Contarato, Eliziane Gama, Paulo Pimenta, Manuela d`Avila, Simone Tebet, Renan Calheiros, Ciro Nogueira, Tiririca, Leila do Vôlei, etc. etc...
MÃOS E MENTES À OBRA
Dentro deste clima de euforia, o que nos resta agora é DAR O MÁXIMO POSSÍVEL para ENTERRAR O LULISMO ELEGENDO FLÁVIO BOLSONARO no SEGUNDO TURNO, por uma AMPLA DIFERENÇA DE VOTOS. Sintam-se, portanto, meus caros e bravos leitores, convocados para que LULA DESAPAREÇA PARA SEMPRE DA VIDA DO EMPOBRECIDO POVO BRASILEIRO. VAMOS LÁ. MÃOS E MENTES À OBRA!
GOLPE EM FORMA DE CENSURA
Ontem à noite, após o -GRANDE GOLPE-, desta vez em forma de -CENSURA- desferido à queima roupa na testa da -SOCIEDADE BRASILEIRA- pela afinada -DUPLA PETISTA- formada pelo ministro do órgão máximo do Poder Judiciário, Gilmar Mendes, e pela ministra Estela Aranha, do TSE, ficou ainda mais claro e evidente o quanto a frase -ELEIÇÃO NÃO SE VENCE, SE TOMA-, esculpida no dia 12 de agosto de 2021 pelo então presidente do TSE, Luis Roberto Barroso, era séria, comprometida e deveria ser perseguida ao máximo.
TOMAR O PODER
Na real, tudo leva a crer que Luiz Roberto Barroso deve ter se inspirado na declaração dada pelo também PETISTA TIRÂNICO, José Dirceu, em 28/09/2018, em entrevista que concedeu ao jornal El País, quando cunhou, com muita sinceridade e propósito, a seguinte frase -É UMA QUESTÃO DE TEMPO PRA GENTE TOMAR O PODER, O QUE É DIFERENTE DE GANHAR UMA ELEIÇÃO. Mais: para confirmar, José Dirceu, ainda repetiu: -NÓS VAMOS TOMAR O PODER, QUE É DIFERENTE DE GANHAR UMA ELEIÇÃO.
O CAMPO MINADO ESTÁ PREPARADO
Ora, quem leu, ouviu e processou as SINCERAS DECLARAÇÕES dadas por Dirceu e Barroso, tem motivos de sobra para DESCONFIAR DO RESULTADO DAS URNAS DAS ELEIÇÕES DE 2022, assim como, das ELEIÇÕES DESTE ANO. Nesta edição, como se percebe através do -GOLPE- DESFERIDO ONTEM PELA DUPLA TIRÂNICA PETISTA -GILMAR MENDES E ESTELA ARANHA- o campo minado do STF já está pronto e preparado para anunciar a reeleição do presidente LULA.
CANDIDATOS DA DIREITA
Entretanto, enquanto TEM BAMBU TEM FLECHA, o que nos cabe, antes de tudo, é conclamar o maior número de eleitores -DO PAÍS TODO- para que compareçam nos locais de votação e votem em FLÁVIO BOLSONARO PARA PRESIDENTE (22). E em cada um dos ESTADOS, VOTEM EM CANDIDATOS DA DIREITA.
No RS, por exemplo, para o SENADO, votem com muita firmeza em -
1- MARCEL VAN HATTEM (300), e
2- UBIRATAN SANDERSON (222)
ESPAÇO PENSAR+
No ESPAÇO PENSAR+ de hoje: O DISFARCE CANSOU DE DISFARÇAR, por Alex Pipkin. Confira aqui: https://www.pontocritico.com/espaco-pensar
BARBAS DE MOLHO
Faltando apenas TRÊS DIAS para as ELEIÇÕES 2026, é perceptível o FATO de que uma boa parcela de eleitores de FLÁVIO BOLSONARO acredita que há razoáveis chances de VITÓRIA ainda no PRIMEIRO TURNO. Entretanto, a considerar que a maioria dos ministros do STF sempre decide, de acordo com o que pensa, faz e exige a -TURMA DA ESQUERDA-, aí todo cuidado é pouco.
URNAS FUNERÁRIAS COM AS CINZAS DA DEMOCRACIA?
Assim, mais do que nunca e muito a propósito, sugiro a leitura do artigo -URNAS FUNERÁRIAS COM AS CINZAS DA DEMOCRACIA? CONTROVÉRSIAS SOBRE O -VOTO ELETRÔNICO-. da advogada pública, comentarista e articulista de política, Zizi Martins, publicado na Gazeta do Povo em 27/12/2025. Eis:
- O Brasil é um caso único entre as grandes democracias. Foi um dos primeiros países a informatizar integralmente o voto, mas é um dos poucos que ainda confia todo o processo a um sistema eletrônico. Quase três décadas depois da estreia das urnas eletrônicas, muita gente se orgulha da velocidade da apuração, mas ainda tropeça na pergunta essencial: o eleitor pode realmente verificar o próprio voto?
ATO DE FÉ TECNOLÓGICA
Desde 1996, o eleitor brasileiro deposita sua fé em uma máquina. O VOTO é digitado, gravado e transmitido por software sob sigilo total. Nenhum papel, nenhuma recontagem física. O resultado sai em minutos e, com ele, uma dúvida que nunca se dissipou. O jurista Felipe Gimenez, Procurador do Estado do MS e um dos autores do livro Sereis como Deuses, chama isso de “ATO DE FÉ TECNOLÓGICA”. No capítulo “Urna virtual: a roupa nova do rei”, ele afirma que o modelo brasileiro transformou a confiança pública em crença religiosa. Para ele, a ausência de trilha física viola o princípio constitucional da publicidade dos atos estatais e afasta o cidadão da soberania popular. Sua metáfora é dura e precisa: o sistema faz o povo aplaudir a roupa invisível do rei, acreditando na segurança que não pode ver.
ALINHADO APENAS AO BUTÃO
Entre os países do G20, nenhum adota modelo semelhante. A Alemanha aboliu as urnas eletrônicas em 2009, por decisão de sua Corte Constitucional, que considerou o sistema inconstitucional por não permitir verificação pública. França, Reino Unido, Canadá, Japão e Coreia do Sul mantêm o voto em papel, com contagem manual ou leitura óptica sob fiscalização pública. A Índia utiliza urnas eletrônicas com comprovante impresso, auditado por amostragem, decisão reafirmada pela Suprema Corte em 2024. A Holanda abandonou as máquinas eletrônicas em 2007 e voltou ao lápis vermelho e às cédulas manuais. Bangladesh (sim!) fez o mesmo em 2024, após problemas de confiança popular. O Brasil, portanto, está isolado, alinhado apenas ao Butão, um pequeno reino himalaio. É um contraste incômodo para uma das maiores democracias do mundo.
DESCONFIANÇA
No Brasil, cada tentativa de ampliar a verificabilidade foi bloqueada, seja no Legislativo, seja no Judiciário. A Lei 12.034/2009 previa a impressão do voto, mas o STF declarou o dispositivo inconstitucional em 2013, alegando risco ao sigilo. Em 2015, o Congresso restabeleceu o voto impresso pela Lei 13.165, e o Supremo, novamente, suspendeu a aplicação em 2018, por liminar confirmada em 2020. Em 2021, a PEC 135/2019, conhecida como PEC do voto auditável, chegou ao Plenário da Câmara. A proposta previa que cada voto eletrônico fosse acompanhado de um registro físico depositado automaticamente em urna lacrada. O texto obteve 229 votos a favor e 218 contrários, insuficiente para aprovação.
Mas o episódio mais marcante não foi o resultado, e sim a atuação do então presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, que foi pessoalmente à Câmara dos Deputados e se reuniu com líderes partidários antes da votação. Em discurso público, afirmou que o voto impresso resolveria um problema que não existe e abriria caminho para fraudes. A fala, e sobretudo o gesto de um ministro do Supremo participando de articulações políticas, causaram desconforto até entre parlamentares governistas e oposicionistas. O senador Eduardo Girão (e vários outros parlamentares na mesma linha) acusou Barroso de interferência indevida. O ministro respondeu que apenas defendeu a democracia e o SISTEMA QUE FUNCIONE. O efeito, porém, foi o oposto: quanto mais o TSE dizia que o sistema era infalível, mais parte da população passou a desconfiar da sua resistência à transparência.
TRANSFORMAÇÃO DA DESINFORMAÇÃO EM INFRAÇÃO PENAL
Os Testes Públicos de Segurança realizados pelo TSE desde 2009 têm exposto fragilidades reais. Em 2017, peritos convidados conseguiram reconstruir parcialmente a ordem de votos a partir de registros internos. Em 2021, novos testes apontaram vulnerabilidades na transmissão dos boletins de urna. Embora o TSE tenha alegado ter corrigido as falhas, o próprio formato dos testes é limitado: trata-se de experimentos controlados, e não de auditorias independentes, públicas e replicáveis. Em 2024, um artigo técnico propôs um sistema de auditoria paralela, aberta e verificável, justamente para corrigir a ausência de independência no modelo brasileiro. O texto lembrou que o Brasil não adota o princípio de software-independence, adotado como norma internacional de segurança pelo NIST, nos Estados Unidos, o qual exige que o resultado de uma eleição possa ser verificado sem depender do próprio software que o produziu.
Desde 2022, o STF e o TSE passaram a enquadrar “campanhas de desinformação sobre o processo eleitoral” em inquéritos por “atos antidemocráticos e milícias digitais”. Parte dessas ações atingiu também pessoas e grupos que defendiam auditoria independente, ainda que sem incitar atos ilícitos. Na prática, a fronteira entre crítica técnica e discurso criminoso tornou-se nebulosa. Enquanto países como Alemanha, Índia, Canadá e Estados Unidos mantêm o debate público sobre auditoria eleitoral aberto a universidades e partidos, no Brasil, o simples questionamento do sistema pode ser interpretado como ameaça à democracia. Essa reação excessiva acabou intimidando a discussão legítima e alimentou justamente o que pretendia evitar: a desconfiança.
O mais recente capítulo dessa escalada foi o julgamento do “núcleo de desinformação” da “trama golpista” pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal, que condenou sete pessoas usando uma tese relacionada a críticas sistemáticas às urnas eletrônicas como sendo crime contra o Estado Democrático de Direito. Na prática, para além de proteger o procedimento do sistema de votação como quase cláusula constitucional pétrea, o tribunal criou uma nova fronteira jurídica: o limite entre liberdade de crítica e crime de opinião.
Ao transformar a desconfiança em infração penal, o Supremo acabou reforçando a percepção de que o sistema eleitoral se blinda contra qualquer forma de questionamento e que, em vez de dissipar dúvidas, prefere punir quem as formula. O resultado é mais uma vez o contrário do esperado. Ao criminalizar a crítica, o próprio Estado amplia a sensação de opacidade e insegurança que deveria combater.
A confiança dos cidadãos no sistema de votação é hoje um dos indicadores mais precisos da saúde democrática de um país. Pesquisas recentes mostram que a legitimidade das eleições não depende apenas da lisura técnica do processo, mas, sobretudo, da percepção pública de justiça e transparência. Como observa Maarten Halff em Confidence in Elections and the Acceptance of Results (2015), “as eleições são o coração da democracia”, e o que as mantém batendo é a confiança coletiva de que cada voto conta.
MOBILIZAÇÃO GERAL
Antes de tudo festejo muito pelo FATO de que 99% dos leitores gozam de DISCERNIMENTO E BOA SAÚDE MENTAL e como tal estão PRONTOS E DISPOSTOS A ELEGER CANDIDATOS DE DIREITA, do tipo que apresentam reais possiblidades de serem eleitos nessas ELEIÇÕES 2026. Entretanto, para que esta vontade se traduza em VITÓRIA é extremamente importante que nesses QUATRO DIAS QUE NOS SEPARAM DA NECESSÁRIA VITÓRIA ELEITORAL esses GUERREIROS se mobilizem ao máximo no sentido de;
1- convencer todas as pessoas de suas relações para que NÃO DEIXEM DE VOTAR; e,
2- produzir COLAS expondo CANDIDATOS DE DIREITA com BOAS E REAIS PROPOSTAS.
ABSTENÇÃO ELEVADA
Não esqueçam, portanto, que a TAXA DE ABSTENÇÃO, ou NÃO COMPARECIMENTO, está, em média, em nível superior a 20% dos eleitores. Isto significa que mais de 11 milhões de brasileiros SIMPLESMENTE NÃO COMPARECEM AO LOCAL DE VOTAÇÃO. Esse alto número de VOTOS QUE DEIXARAM DE SER DIGITADOS- seria mais do que suficiente para MUDAR UMA ELEIÇÃO.
SEGUNDO TURNO
Também é sempre importante lembrar e relembrar, por exemplo, que só há um eventual -SEGUNDO TURNO em ELEIÇÕES PARA PRESIDENTE E VICE-PRESIDENTE DA REPÚBLICA, GOVERNADORES E VICE-GOVERNADORES DOS ESTADOS E DO DISTRITO FEDERAL. Assim, -SENADORES- ( que no caso desta eleição são DUAS VAGAS POR ESTADO) e DEPUTADOS FEDERAIS E ESTADUAIS SÃO ELEITOS EM UMA -ÚNICA VOTAÇÃO-.
BOA DICA
Em tempo, eis uma excelente dica do pensador Roberto Rachewsky: - Há poucos anos, vivíamos uma escassez de candidatos mais liberais no Rio Grande do Sul. Votávamos em quem era mais popular, no menos corrupto ou no mais simpático, independentemente da ideologia. Agora temos candidatos alinhados com nossas ideias e nosso senso de moralidade em abundância. Isso é resultado do MOVIMENTO LIBERAL que se iniciou na década de 80. Dezenas de candidatos influenciados pelo IEE, pelo IL-RS, pelo SFL, pelo Atlantos, pelo Clube Farroupilha, pelo IFL e muitas outras entidades surgidas no meio acadêmico com viés pró-Iluminismo e pró-Liberalismo. De todos, escolhi os que são mais próximos de mim para estarem nesse card. Acompanhei sua formação e venho apoiando-os desde que os conheço. Aí vai uma colinha:
Senador
300 - Marcel Van Hatten
222 - Sanderson
Dep. Estadual (escolha 1)
3003 - Fábio Ostermann
3007 - Alini Artioli
3030 - Felipe Camozzato
3034 - Julia Zardo
Dep. Estadual (escolha 1)
30000 - Ramiro Rosário
30123 - Matheus Schilling
30222 - Samila Monteiro
30500 - Giuseppe Riesgo
Formado em Administração, o comunicador de PENSAMENTO LIBERAL, nome de grande credibilidade na comunidade gaúcha, com ideias próprias e firmes, é defensor da economia de mercado e do fim de qualquer subsídio por parte do governo.
Gilberto Simões Pires iniciou sua carreira na área de comunicação em 1986, no Rádio. A seguir atuou como comentarista econômico na TVE (Mercado em Ação); na TV Guaíba (Câmera 2); no Grupo RBS (Rádio Gaúcha, RBS TV e Jornal Zero Hora); na TV Pampa (Pampa Boa Noite).
Após, na Rede Bandeirantes Porto Alegre, ancorou os programas -PRIMEIRO PLANO- na Band AM, e CONTROLE REMOTO na Band TV.
Por oito anos ancorou Programa -PONTOCRITICO.COM- no canal 20 da NET e, desde 2009, escreve diariamente a E-OPINION LIBERAL - PONTOCRITICO.COM- .
Em ambientes associativos é membro efetivo do Clube de Editores e Jornalistas de Opinião e coordenador da Sociedade Pensar+.
EQUIPE EDITORIAL
Editor: Gilberto Simões Pires
Assinaturas: Lúcia Pedroso
Para Anunciar: Cristina Sacks