Frase do dia
O fanatismo e a inteligência nunca moram na mesma casa.
- Ariano Suassuna - (PontoCritico.Com)
VISIBILIDADE PARA TEXTOS INTELIGENTES
No editorial de ontem publiquei o artigo escrito pelo jornalista e consultor estratégico Antonio Fernando Pinheiro Pedro, com o título -O DAY AFTER DO ABISMO- LULA REELEITO E O FIM DA LINHA-:. Hoje, na mesma linha, o editorial dá espaço para o oportuno texto do pensador Alex Pipkin, -GEOMETRIA DA FUGA-. Eis:
INGENUIDADE TOCANTE
O Brasil das bolhas e do exército do Lula acordou brincando de "fujão". Em nome de uma virtude seletiva, idiotas úteis de carteirinha decretam que Flávio Bolsonaro é mentiroso e covarde por ter deixado o país. É uma ingenuidade tocante, para não dizer grotesca.
MENTIRA SOCIAL
A mentira social é um dado da psicologia humana. Serve à autopreservação, ao pertencimento. Todos mentimos, brancamente. Mas o lulopetismo elevou a falsidade à condição de método de governo e religião civil. São os profissionais do engodo posando agora como fiscais da sinceridade alheia. Ignoram, com cinismo deliberado, a pergunta elementar: como permanecer quando o jogo está viciado? Alguns da cor rubra mentem, mas eles sabem que mentem. Diante do conluio explícito entre o palácio vermelho e a toga, uma engenharia para transformar oposição em caso de polícia, buscar refúgio não é covardia. É instinto de sobrevivência. Chamar isso de fuga é próprio de quem torce pela cela alheia.
VOLUNTARISMO EM SILÊNCIO
Enquanto o país se entretém com o teatro do aeroporto, os bondosos do ódio do bem consomem o estelionato real. O reluzente "Pix de R$ 5 mil" para o MEI, prometido na véspera como dinheiro imediato na conta, dissolveu-se no labirinto burocrático de regulamentações incertas e calendários que nunca chegam. O truque clássico da esmola que encanta na urna e some na feira. Mais uma mágica e o ilusionismo maior. O fim da escala 6x1, aprovado por um bando de populistas no Congresso que legislam como se produtividade fosse maná estatal e empresário fosse abstração com recursos infinitos. Quem emprega e assume o risco não absorverá o voluntarismo em silêncio. Repassa ao preço ou fecha as portas. Some a isso a reforma fiscal que nos dará o maior imposto do mundo. O resultado dessa generosidade lúbrica não será o repouso idílico do trabalhador. Será a inflação devorando o supermercado e a promoção compulsória à escala 0x7. Digo eu, a jornada plena do desemprego. O regime promete Suécia no palanque e entrega Venezuela na esquina. Até esses idiotas úteis sabem que já estamos quase lá. As almas puras do "ódio do bem", anestesiados, aplaudem a própria ruína enquanto gritam "fujão" para quem se recusa a ser a próxima vítima do tribunal.
LUTO OFICIAL
No nosso empobrecido Brasil, o PRAZO PADRÃO DE OBEDIÊNCIA DE -LUTO OFICIAL- costuma ser de TRÊS DIAS, podendo ser estendido para -SETE DIAS- em CASOS EXCEPCIONAIS, e, em caso de falecimento do presidente da República, para -OITO DIAS-. Entretanto, quando o FALECIDO é o PAÍS, e a MORTE FOI CAUSADA POR UM ATENTADO ELEITORAL, aí o LUTO OFICIAL É DE -QUATRO ANOS-, ou seja -ATÉ A PRÓXIMA ELEIÇÃO-, desde que não se repita a MANOBRA ASSASSINA.
SNIPER
Mais do que sabido, exatamente às 17h03 do último domingo, 25, o BRASIL, representado por CIDADÃOS BRASILEIROS IDENTIFICADOS com a -DIREITA-, que lutavam -DENTRO DA LEI E DO VOTO-para dar fim ao -SISTEMA- PETISTA, identificado como -PROJETO DE APARELHAMENTO DO ESTADO-, foi alvejado com um tiro mortal, disparado por um MINISTRO -SNIPER-, quando deu início ao LUTO OFICIAL DE -QUATRO ANOS-, com a certeza inequívoca de que o PERÍODO SERÁ MARCADO POR GRANDE SOFRIMENTO DO POVO BRASILEIRO e não apenas dos eleitores de DIREITA.
FIM DA LINHA
Pois, em meio a centenas de manifestações que recebi apontando para as enormes dificuldades que o povo brasileiro vai enfrentar, eis aí o que diz o artigo do jornalista e consultor estratégico Antonio Fernando Pinheiro Pedro, com o título -O DAY AFTER DO ABISMO- LULA REELEITO E O FIM DA LINHA-:
- A conta chegou, as urnas fecharam e a ilusão de que o Brasil encontraria uma saída negociada virou pó. Lula está reeleito. Mas a celebração no Palácio do Planalto dura exatamente o tempo de abrir a primeira planilha de contas públicas ou olhar para o plenário do Congresso Nacional. A vitória de virada, cavada no detalhe e ancorada no ressentimento cultural e regional, não entrega um país pacificável; entrega uma carcaça institucional em estado de combustão espontânea. O pacto de 1988 morreu, foi enterrado neste pleito, e o que temos pela frente não é um mandato comum: é a aceleração terminal rumo a uma ruptura de proporções inéditas.
A FARSA DA MAIORIA
Vamos falar a verdade nua e crua: o novo mandato nasce sem autoridade moral e sem maioria real no país que produz. A engenharia eleitoral vencedora apostou todas as fichas em jogar o Brasil contra o Brasil. Estimulou-se o rancor geográfico, transformando o Nordeste em uma trincheira eleitoral blindada por programas assistenciais, enquanto o Centro-Sul, onde estão os motores da indústria, dos serviços e do agronegócio, foi tratado na retórica oficial como território hostil.
O resultado é um país rachado ao meio por linhas geográficas e econômicas muito claras. De um lado, uma população que depende visceralmente do cheque emitido por Brasília para sobreviver; do outro, quem acorda cedo para gerar a riqueza que banca esse cheque e que, no dia seguinte à apuração, descobre que seu voto, seu trabalho e seus valores foram derrotados por uma máquina de subsistência eleitoral. A solidariedade federativa artificial acabou. Ninguém sustenta um sócio que só consome e ainda por cima cospe no prato.
A PINÇA FISCAL
O modelo econômico que sustenta esse arranjo opera como uma pinça implacável sobre a classe média e o setor produtivo. NO TOPO, vige o parasitismo de elite: Uma corte burocrática encastelada nos Três Poderes, intocável, imune à realidade do mercado, acumulando supersalários, penduricalhos e privilégios previdenciários nababescos que drenam dezenas de bilhões todo ano. NA BASE, vige a dependência clientelista: Metade das transferências de renda drenadas para regiões onde o dinheiro público já supera com folga a massa salarial do setor privado formal, criando um eleitorado cativo que vota pela sobrevivência do benefício, nunca pela produtividade. NO MEIO dessa engrenagem está o pagador de impostos do Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Ele trabalha cinco meses por ano só para pagar impostos de primeiro mundo. Em troca, recebe ruas esburacadas, hospitais colapsados e o medo constante da violência. No mais, assiste ao fruto do seu suor financiar o luxo de Brasília e o assistencialismo em série. Essa conta estourou. A tolerância tributária atingiu o limite matemático da exaustão.
O DIA SEGUINTE: E AGORA?
Constatar o colapso e denunciar a podridão da engrenagem é o passo elementar da lucidez. Porém, cruzar os braços e esperar a carcaça explodir não é estratégia, é suicídio cívico. Se a quebra da ordem atual é inevitável, a pergunta que realmente importa para a sobrevivência do Brasil produtivo não é se ela virá, mas quando e o que vamos colocar de pé, no dia seguinte aos escombros. Precisamos discutir abertamente as bases de um novo pacto. Demandaremos uma refundação federativa radical.
Inevitavelmente, ocorrerá o fim definitivo dos privilégios de casta burocrática, o desmonte do assistencialismo eleitoreiro e a devolução do poder e do dinheiro para quem trabalha e produz. Adiar esse resgate... somente tornará o desfecho mais trágico.
O debate é inadiável, e é exatamente sobre esse projeto de reconstrução e sobrevivência que nos debruçaremos no próximo ensaio.
DECISÃO ESTRANHA
Ontem, na medida em que tentava entender a estranha decisão tomada pelo ministro-petista do STF, Cristiano Zanin, que resolveu, às 17h e 01m, invadir brutalmente a competência do TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL, eis que de repente comecei a ouvir o famoso samba composto por Neguinho da Beija-Flor e eternizado na voz de Bezerra da Silva, -MALANDRO É MALANDRO E MANÉ É MANÉ.
O MALANDRO E O MANÉ
Antes de tudo, embora mais do que sabido, o -MALANDRO- é o sujeito SAFO, que sabe das coisas, tem dinheiro, desenrola seus caminhos e não se prende a regras. Já o -MANÉ- é o sujeito IDIOTA, que não ganha de ninguém, é azarado e ainda por cima acredita que as regras do jogo existem para serem cumpridas...
DESCONFIANÇA RECORRENTE
Pois, como se viu ontem à noite, a GRANDE E RECORRENTE -DESCONFIANÇA- QUE OCORRE SEMPRE NO MOMENTO PREVISTO PARA O INÍCIO DA CONTAGEM DOS VOTOS PARA PRESIDENTE DO BRASIL, algo pra lá de SINISTRO ACONTECE. E em todas as ocasiões, sem exceção, a ESPERTA ESQUERDA se apresenta vestida de -MALANDRO- enquanto a ESTÚPIDA DIREITA, sem ter a quem recorrer, acaba assumindo o triste papel de MANÉ. Simples assim.
PENSAMENTO DE JOSEPH STALIN
A propósito para que fique bem claro, como integrante do GRUPO DOS MANÉS seguirei lutando no sentido de que as VITÓRIAS devam ser plenamente reconhecidas desde que obtidas DENTRO DA LEI. Diferente do GRUPO DOS MALANDROS, cujos integrantes rezam pela cartilha de JOSEPH STALIN, que -CONSIDERA COMPLETAMENTE SEM IMPORTÂNCIA QUEM NO PARTIDO VAI VOTAR, OU COMO, O QUE É EXTRAORDINARIAMENTE IMPORTANTE É QUEM CONTARÁ OS VOTOS E COMO-.
GOOGLE MAPS
Ontem, na medida em que o PATÉTICO CANDIDATO LULA-PETISTA, por diversas vezes, provocou o seu adversário, FLÁVIO BOLSONARO, dizendo que bastaria ao candidato consultar o GUGO para saber e entender TUDO DE BOM que ele FEZ em todas as vezes que governou o nosso empobrecido Brasil, não deixei por menos: ao invés de consultar o GUGO, preferi consultar o -GOOGLE MAPS- para saber qual a ESTRADA que o APLICATIVO SUGERE PARA QUEM ESTÁ EM BUSCA DE PAZ, FELICIDADE, LIBERDADE E DECÊNCIA.
BR 22 - A ROTA DA FELICIDADE
Pois, com total clareza, o- poderoso SERVIÇO DE PESQUISA E VISUALIZAÇÃO DE MAPAS E IMAGENS DE SATÉLITE DA TERRA, que de antemão é -absolutamente gratuito para navegadores- apontou imediatamente para um único caminho, afirmando, em todos os idiomas, que a
BR 22 é a ROTA DA LIBERDADE E DA FELICIDADE.
COMBINADO
Então, meus caros leitores, amanhã à noite, estamos combinados: depois de digitar, com muita confiança,, o 22 nas urnas, tratem de seguir o plano do -GOOGLE MAPS- que indica como acessar a -BR 22-, já conhecida como ESTRADA QUE LEVA À LIBERDADE, FELICIDADE E PROSPERIDADE. . .
Formado em Administração, o comunicador de PENSAMENTO LIBERAL, nome de grande credibilidade na comunidade gaúcha, com ideias próprias e firmes, é defensor da economia de mercado e do fim de qualquer subsídio por parte do governo.
Gilberto Simões Pires iniciou sua carreira na área de comunicação em 1986, no Rádio. A seguir atuou como comentarista econômico na TVE (Mercado em Ação); na TV Guaíba (Câmera 2); no Grupo RBS (Rádio Gaúcha, RBS TV e Jornal Zero Hora); na TV Pampa (Pampa Boa Noite).
Após, na Rede Bandeirantes Porto Alegre, ancorou os programas -PRIMEIRO PLANO- na Band AM, e CONTROLE REMOTO na Band TV.
Por oito anos ancorou Programa -PONTOCRITICO.COM- no canal 20 da NET e, desde 2009, escreve diariamente a E-OPINION LIBERAL - PONTOCRITICO.COM- .
Em ambientes associativos é membro efetivo do Clube de Editores e Jornalistas de Opinião e coordenador da Sociedade Pensar+.
EQUIPE EDITORIAL
Editor: Gilberto Simões Pires
Assinaturas: Lúcia Pedroso
Para Anunciar: Cristina Sacks