Frase do dia
Que ingenuidade, pedir a quem tem o poder para mudar o poder.
- Giordano Bruno
UM PAÍS QUE NÃO CONFIA EM SI MESMO
Hoje cedo, ao me deparar com o excelente artigo do cientista político Lucas Aragão,- com o título -UM PAÍS QUE NÃO CONFIA EM SI MESMO-, publicado na coluna OPINIÃO do BRASIL JOURNAL, achei por bem que textos deste tipo e conteúdos precisam ser lidos e muito bem compreendidos por todos os brasileiros. Eis:
ESCAPAR DELES
No Brasil, melhorar de vida muitas vezes não significa acessar serviços públicos melhores. Significa escapar deles. -Plano de saúde para não depender do SUS, escola privada para não depender da pública, carro para não depender do transporte coletivo. A ascensão social é frequentemente medida pela distância que se consegue colocar entre si e o Estado.
Não é exatamente um projeto de cidadania. É mais um PLANO DE SAÍDA. Isso não é só desigualdade: é um traço mais profundo. O Brasil funciona em larga medida como uma sociedade de baixa confiança. Os dados confirmam essa intuição. Segundo um levantamento de 2022 da OCDE, apenas 26% dos brasileiros declararam ter confiança alta ou moderada no governo federal.
O PROBLEMA É DE SOCIEDADE
Mais revelador: cerca de SETE EM CADA DEZ BRASILEIROS acreditam que as instituições públicas não funcionam no interesse da sociedade. A confiança nos partidos e no serviço público segue o mesmo padrão. Mas o dado mais incômodo não está em Brasília. Está em nós mesmos.
Pesquisa da Ipsos em 30 países mostrou que menos de 15% dos brasileiros acreditam que a maioria das pessoas pode ser confiada, um dos menores índices do levantamento. O LATINOBARÔMETRO, ao longo de décadas, registra padrão semelhante. O problema, portanto, não é só de governo. É de sociedade.
Mas há um ponto mais relevante do que a simples percepção de corrupção. O brasileiro não desconfia apenas porque acredita que o Estado é desonesto. Desconfia porque não acredita que ele funcione. E essa distinção muda tudo.
CETICISMO
A desconfiança de natureza moral é uma acusação de caráter: aponta para a corrupção, para o desvio, para o político que rouba. A desconfiança operacional é uma acusação de capacidade: questiona se o Estado consegue entregar, se as políticas se adaptam, se reclamar serve para alguma coisa.
A segunda forma é estruturalmente mais difícil de reverter. Não se responde com prisões ou com escândalos punidos. Responde-se com décadas de entrega consistente. Os dados apontam nessa direção. A mesma pesquisa da OCDE indica que apenas um terço dos brasileiros acredita que o governo alteraria uma política pública diante de pressão popular, e menos de um em cada três acredita que o Estado incorporaria opiniões coletadas em consultas públicas. Não é ceticismo sobre a honestidade do governante. É ceticismo sobre a utilidade de participar. A pergunta que organiza esse comportamento não é se há desvio, mas se adianta. Isso transforma o problema de governança em problema de expectativa. Uma sociedade que desconfia moralmente ainda pode ser mobilizada por indignação, por lideranças que prometem mudança. Uma sociedade que desconfia operacionalmente é mais difícil de alcançar.
CONFIANÇA
Instituições que não são confiáveis tornam-se inevitavelmente mais frágeis. Sem confiança, o cumprimento de regras depende de fiscalização constante, a cooperação vira exceção, e o custo de implementar políticas públicas aumenta. O sistema passa a operar com mais atrito, mais burocracia e menos previsibilidade. Nesse ambiente, a corrupção deixa de ser apenas um desvio e passa a ser parte do funcionamento. Em sociedades de baixa confiança, pequenos desvios tendem a ser racionalizados. Furar fila, acionar um conhecido, acelerar um processo não são vistos apenas como falhas individuais, mas como formas de navegar um sistema percebido como ineficiente ou arbitrário. Não se trata exatamente de aprovação da corrupção, mas de algo mais desconfortável: a sensação de que seguir as regras pode ser, em muitos casos, a pior estratégia disponível. Este é o ponto em que a baixa confiança deixa de ser percepção e vira comportamento coletivo. Quando podem, as pessoas saem. O setor de saúde suplementar fechou 2024 com mais de 52 milhões de beneficiários, um crescimento contínuo mesmo em anos de crise econômica. A migração para o transporte individual e a preferência por educação privada seguem trajetória parecida. Não se trata apenas de escolha, e sim de defesa.
O EFEITO É ESTRUTURAL
A cidadania deixa de ser a demanda por serviços públicos universais de qualidade e passa a ser a capacidade de não precisar deles. O efeito disso sobre o sistema político é mais profundo do que parece. Uma sociedade que não confia também não cobra de forma coordenada. Cada grupo busca sua própria solução, cada indivíduo tenta resolver seu próprio problema, e o espaço para projetos coletivos vai encolhendo. Não por falta de ideias, mas por falta de base social para sustentá-las. A política se adapta a esse ambiente. Em sociedades de baixa confiança o incentivo para construir projetos coletivos é menor: o cálculo individual prevalece porque a experiência ensina que a coordenação raramente compensa. O sistema político brasileiro reflete essa lógica com precisão.
Nos últimos anos, o País assistiu ao fortalecimento do Congresso e à descentralização progressiva do orçamento. Em tese, isso poderia aproximar o gasto público das necessidades locais. Na prática, produziu fragmentação em escala.
As emendas parlamentares, que representavam menos de 4% das despesas discricionárias da União em 2014, chegaram a quase 29% em 2020 e ainda respondem por cerca de 20% em 2024, segundo dados do FGV-IBRE. Em valores absolutos, saltaram de R$ 6 bilhões para mais de R$ 44 bilhões no mesmo período. O efeito é estrutural. Quando quase metade das transferências federais diretas para municípios e estados passa pelo Legislativo, o orçamento deixa de ser a expressão de um plano nacional e passa a ser a soma de planos individuais. Cada parlamentar opera como uma unidade autônoma de alocação de recursos.
POLARIZAÇÃO
Há uma racionalidade nisso: num ambiente de baixa confiança no Estado central, parlamentares têm incentivo para controlar diretamente a alocação de recursos, reduzindo a dependência de um Executivo percebido como pouco confiável. O problema é que essa lógica individual inviabiliza a coordenação coletiva. O que faz sentido para cada um torna mais difícil o que funciona para todos.
A polarização completa o quadro. Se a responsabilidade é sempre do outro lado, as instituições deixam de ser vistas como espaços de solução e passam a ser tratadas como instrumentos de disputa. Isso corrói ainda mais a confiança e reforça o ciclo. Menos confiança leva a mais fragmentação, que por sua vez reduz ainda mais a capacidade de coordenação.
Uma sociedade de baixa confiança não é apenas uma sociedade que suspeita de tudo. É uma sociedade em que o sucesso coletivo vai sendo substituído por estratégias individuais de sobrevivência, tanto no comportamento cotidiano quanto na organização política. Democracias precisam de cidadãos dispostos a apostar em um plano de País, a aceitar perdas temporárias em troca de ganhos futuros compartilhados, a confiar que as regras valem mesmo quando ninguém está olhando. Numa sociedade em que essa aposta parece ingênua, a democracia não desaparece formalmente. Ela se esvazia por dentro. Continua existindo como procedimento, mas perde progressivamente o que a torna relevante: a crença de que ela serve para alguma coisa.
MONITOR FISCAL
Nesta semana, para quem ainda não sabe, o Fundo Monetário Internacional (FMI) ao divulgar o relatório -MONITOR FISCAL, ou FISCAL MONITOR-, documento que semestralmente analisa, projeta e publica o comportamento das FINANÇAS PÚBLICAS GLOBAIS, apontou que a -DÍVIDA BRUTA DO BRASIL- atingirá 100% do PIB em 2027. Como tal sugere uma urgente necessidade de fortalecer o -ARCABOUÇO FISCAL- um conjunto pífio de regras e parâmetros ilusórios que Lula e o PT criaram com claro propósito de IGNORAR ou MATAR NO NASCEDOURO.
RESPOSTA IMEDIATA
Pois, ontem, para deixar ainda mais claro ao FMI E TODAS AS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS DO PLANETA, que a GRANDE PAIXÃO do DESCONTROLADO PRESIDENTE LULA e dos PETISTAS EM GERAL é AUMENTAR -SEM PARAR- IMPOSTOS, GASTOS PÚBLICOS, ENDIVIDAMENTO E DÉFICIT PÚBLICO, a RESPOSTA ao FMI foi dada pelo novo ministro José Guimarães, da SRI (Secretaria de Relações Institucionais), ao sugerir, escandalosamente, a -POSSIBILIDADE DE UM AUMENTO DO ENDIVIDAMENTO NACIONAL PARA PRESERVAR A ECONOMIA POPULAR DOS IMPACTOS DA GUERRA-. Que tal?
SUGESTÃO TÍPICA
Dotado de enorme e sabida irresponsabilidade, José Guimarães, o tipo que ganhou notoriedade internacional por conta do -ESCÂNDALO DOS DÓLARES NA CUECA-, justificou a sua estúpida sugestão dizendo que -não podemos transferir para a população os prejuízos da guerra-. Ora, como o ENDIVIDAMENTO PÚBLICO, por óbvio, vai para a conta do povo brasileiro, todo e qualquer aumento da JÁ ELEVADÍSSIMA DÍVIDA PÚBLICA, ao invés de SALVAR A ECONOMIA, como enfatizou, vai, inevitavelmente, causar prejuízos ainda maiores para a economia do país e, por consequência lógica, para a população em geral, que ele diz que pretende proteger. Pode?
ILUSÃO
Mais do que sabido, a cada vez que o IBGE divulga a TAXA DE DESEMPREGO NO BRASIL, a MÍDIA PROFISSIONAL, antes de REPASSAR A NOTÍCIA AOS SEUS -LEITORES, OUVINTES E TELESPECTADORES-, cuida sempre de EMBALAR O -PRODUTO- COM PAPEL DE PRESENTE, com o claro objetivo de ILUDIR O PÚBLICO EM GERAL. Na última divulgação feita pelo IBGE, por exemplo, ocorrida em fevereiro deste ano (2026), a MÍDIA PROFISSIONAL FESTEJOU a TAXA DE DESEMPREGO DE 5,8%, A MENOR PARA O PERÍODO TRIMESTRAL NA SÉRIE HISTÓRICA, sem ANALISAR as razões que levaram os pesquisadores a obter o referido percentual.
DESMISTIFICAÇÃO
Pois, enquanto a MÍDIA PROFISSIONAL mais parece uma FÁBRICA DE ILUSÕES construídas à base de -NARRATIVAS CALCULADAS-, alguns comunicadores da MÍDIA AMADORA, fazendo uso ilimitado das esclarecedoras REDES SOCIAIS, não raro tratam de -DESMISTIFICAR- INFORMAÇÕES FORNECEDIDAS POR JORNALISTAS PREGUIÇOSOS, OU MAL INTENCIONADOS. É o caso, por exemplo, do analista e estrategista em política, economia e tecnologia, Roberto Reis, que mostra em artigo recente, a resultante da TAXA DE DESEMPREGO de 5,8%. Eis:
PLANILHA ESCLARECEDORA
O governo Lula pode apontar um número GRANDE, VISTOSO, VENDAVEL ao dizer que entre janeiro de 2023 e dezembro de 2025, o Brasil ABRIU MAIS DE 4 MILHÕES DE EMPREGOS FORMAIS. O problema começa quando essa planilha é aberta: QUASE TODA A CRIAÇÃO LÍQUIDA FICOU CONCENTRADA NAS FAIXAS MAIS BAIXAS.
1- a faixa de 1 até 1,5 salário mínimo, sozinha, ABSORVEU 3.976.438 vagas
2- a faixa de até 1 salário mínimo SOMOU MAIS 963.035 vagas
Dali para cima, a paisagem muda de forma brutal:
- Entre 1,5 e 2 salários mínimos, o saldo foi NEGATIVO em 113.187 vagas
- Entre 2 e 3 salários mínimos, a PERDA CHEGOU a 336.585
- Entre 3 e 5, 162.654 NEGATIVOS
- Entre 5 e 10, 111.215 NEGATIVOS
- Acima de 10 salários mínimos, 70.391 NEGATIVOS
A CLASSE MÉDIA -CLT- ACABOU
Estes indiscutíveis números deixam bem claro que a CLASSE MÉDIA CLT simplesmente ACABOU. Restaram só os FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS. O Brasil segue gerando ocupação, mas a ocupação que mais cresce está ENCOSTADA NO PISO. A escada que levava o trabalhador do emprego de entrada para um padrão de vida de classe média ficou praticamente inexistente. Quando se soma o triênio, o desenho fica ainda mais claro: cerca de 5,16 milhões de vagas líquidas até 1,5 salário mínimo e destruição líquida de aproximadamente 790 mil acima disso. Ou seja, O PAÍS LOTOU A BASE E ESVAZIOU O MEIO. A tese fica mais forte quando se olha a porta de entrada. Em fevereiro de 2026, o salário médio real de admissão foi de R$ 2.346,97. Com o salário mínimo em R$ 1.518,00 em 2025 e R$ 1.621,00 em 2026, isso significa que a vaga média nova gira em torno de 1,4 a 1,6 salário mínimo. Isso ajuda a DESMONTAR A PROPAGANDA FÁCIL DO PLENO EMPREGO.
O Brasil pode ter desemprego baixo e, ao mesmo tempo, destruir mobilidade social. A PNAD registrou taxa anual de desocupação de 5,6% em 2025, população ocupada recorde de 103 milhões e rendimento médio real habitual de R$ 3.560. Tudo isso convive, sem contradição alguma, com um mercado em que 35,3% dos trabalhadores recebem até 1 salário mínimo e apenas 7,6% passam de 5 salários mínimos.
A MÉDIA MENTE
Outro detalhe melhora muito a leitura do quadro: a média conta uma história otimista demais. A mediana conta a história real. Na RAIS (Relação Anual de Informações Sociais) do setor privado, a REMUNERAÇO MÉDIA REAL em dezembro de 2023 foi de R$ 3.514,24. A MEDIANA foi de R$ 2.290. A diferença é enorme. -A média sobe puxada pelo topo. A mediana mostra o trabalhador típico. O diploma perdeu força. A erosão chega ao coração da promessa da classe média. O ensino superior perdeu parte importante de seu prêmio salarial. O rendimento real médio de trabalhadores com diploma caiu de R$ 7.495,00 por mês em 2012 para R$ 6.619,00 em 2024, queda real de 11,7%.
Em paralelo, a informalidade entre trabalhadores com ensino superior cresceu, a presença de pejotizados avançou em setores qualificados e mais de um terço dos diplomados passou a atuar em ocupações abaixo da qualificação adquirida. Esse é um dos dados mais devastadores de todo o quadro, porque atinge o pacto psicológico da classe média. Durante décadas, a mensagem foi clara: estudar, acumular credenciais e entrar no mercado formal geraria estabilidade, progressão e previsibilidade. O mês seguinte virou problema. A Renda não é o único ponto. Previsibilidade também virou luxo. A taxa ajustada de rotatividade do emprego bateu 33,64% em 2025. (1/3). Isso ajuda a explicar por que tanta gente olha para o noticiário econômico, vê celebração oficial e sente irritação. O saldo líquido pode ser positivo no papel e, ainda assim, a vida concreta piorar. Rotatividade alta, faixa salarial apertada, crédito caro e horizonte curto produzem um trabalhador empregado, mas inseguro. E insegurança continuada corrói a sensação de futuro e joga a favor de alternância de governo.
Enquanto o setor privado aperta, o Estado preserva ilhas muito mais protegidas. O Censo 2022 registrou rendimento médio de R$ 4.131,00 no setor público, contra R$ 2.406,00 no privado, diferença de 71,7%. Em outro recorte citado nos materiais, servidores federais recebem prêmio salarial de 96% sobre trabalhadores privados com qualificação equivalente.
É aqui que o modelo lulista fica exposto:
- O pobre está assistido por transferência e valorização da base
- O rico se protege com patrimônio, capital e renda financeira
- O topo estatal conserva remuneração, estabilidade corporativa
- O trabalhador privado de classe média fica no corredor do meio, pagando imposto alto, endividado, comprando escola e saúde no mercado e vendo sua posição material derreter aos poucos.
A MÁQUINA TRAVOU. Esse esvaziamento do meio não nasce só de vontade política. Ele também decorre de uma economia travada. *A produtividade do trabalho brasileiro cresceu apenas 0,6% ao ano nas últimas quatro décadas. A Selic chegou a 15% em 2025. Os juros reais ficaram entre os maiores do planeta. Esse ponto também precisa de honestidade analítica. A origem do problema antecede Lula, mas é ele que vai pagar a conta. A desindustrialização de décadas e a estagnação produtiva já vinham empurrando o mercado para baixo. A crítica séria ao lulismo é outra. Lula não inventou a doença. Lula governou dentro dela, conviveu com ela e não fez nada. O Brasil de Lula 3 gerou muito emprego. Gerou, sobretudo, emprego de entrada. A base foi alimentada. O meio foi abandonado por esse governo. A classe média privada perdeu renda relativa, perdeu proteção, se endividou, perdeu prêmio educacional e perdeu previsibilidade. Ela continuou trabalhando, continuou pagando a conta e continuou afundando. Lula chutou de vez todas as escadas de ascensão da classe média.*
TAMANCAS DA ONIPOTÊNCIA
Ontem, tão logo o relator da CPI do Crime Organizado, Alessandro Vieira, pediu o indiciamento dos ministros do STF -Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes- e -do procurador-geral da República, Paulo Gonet- por crimes de responsabilidade e condutas consideradas incompatíveis com o exercício de suas funções, dois deles -Toffoli e Gilmar Mendes- subiram imediatamente nas TAMANCAS DA ONIPOTÊNCIA, para deixar bem claro que os ministros do STF têm -PODER ILIMITADO, ABSOLUTO-.
LEMA
Aliás, não por acaso, a partir do momento em que Jair Bolsonaro passou a usar a frase -BRASIL ACIMA DE TUDO, DEUS ACIMA DE TODOS-, refletindo uma agenda conservadora, nacionalista e religiosa, a maioria dos ministros do STF, de forma organizada e coesa, passou a adotar e perseguir, incondicionalmente, o seguinte lema: -DITADURA ACIMA DE TUDO, STF ACIMA DE TODOS-. Desde então, mais do que sabido e comprovado, NÃO TEVE PARA NINGUÉM. MUITO MENOS PARA O QUE AINDA ESTÁ ESCRITO NA CONSTITUIÇÃO, chamada de CIDADÃ.
REAÇÕES ENFÁTICAS
Dias Toffoli, numa clara atitude de -VINGANÇA- admitiu, publicamente, a REAL POSSIBILIDADE DE CASSAR PARLAMENTARES QUE VOTARAM A FAVOR DOS INDICIAMENTOS. Já o ESCUDEIRO ministro Gilmar Mendes disse que a proposta da CPI é TACANHA, defendeu enfaticamente a apuração por abuso de autoridade e que vai processar o senador Alessandro Vieira, relator da CPI do Crime Organizado. Que tal?
CUMPRIMENTO DA VONTADE DITATORIAL
Como se vê, com muita tristeza, pouco ou nada resta à SOCIEDADE BRASILEIRA senão o CUMPRIMENTO DA VONTADE DITATORIAL DA SUPREMA CORTE. Há quem acredite que, PELO VOTO, existe alguma chance de uma VIRADA DE JOGO. O FATO, vale sempre lembrar, é que a maioria dos ministros do STF não dão a menor pelota para as decisões do PODER LEGISLATIVO. Da mesma forma, até as INSTITUIÇÕES DE ESTADO, consideradas -GUARDAS DA CONSTITUIÇÃO- também não se mostram dispostas a enfrentar a ONIPOTÊNCIA DO STF.
ESPAÇO PENSAR+
No ESPAÇO PENSAR+ de hoje: A NOTA, A CASCA E O CHEIRO QUE INSISTE, por alex Pipkin. Confira aqui: https://www.pontocritico.com/espaco-pensar
Formado em Administração, o comunicador de PENSAMENTO LIBERAL, nome de grande credibilidade na comunidade gaúcha, com ideias próprias e firmes, é defensor da economia de mercado e do fim de qualquer subsídio por parte do governo.
Gilberto Simões Pires iniciou sua carreira na área de comunicação em 1986, no Rádio. A seguir atuou como comentarista econômico na TVE (Mercado em Ação); na TV Guaíba (Câmera 2); no Grupo RBS (Rádio Gaúcha, RBS TV e Jornal Zero Hora); na TV Pampa (Pampa Boa Noite).
Após, na Rede Bandeirantes Porto Alegre, ancorou os programas -PRIMEIRO PLANO- na Band AM, e CONTROLE REMOTO na Band TV.
Por oito anos ancorou Programa -PONTOCRITICO.COM- no canal 20 da NET e, desde 2009, escreve diariamente a E-OPINION LIBERAL - PONTOCRITICO.COM- .
Em ambientes associativos é membro efetivo do Clube de Editores e Jornalistas de Opinião e coordenador da Sociedade Pensar+.
EQUIPE EDITORIAL
Editor: Gilberto Simões Pires
Assinaturas: Lúcia Pedroso
Para Anunciar: Cristina Sacks