Frase do dia

  Uma vez que o fanatismo tenha gangrenado o cérebro, a doença piora e se torna quase incurável.  

- Voltaire

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01 out 2026

URNAS FUNERÁRIAS COM AS CINZAS DA DEMOCRACIA?


BARBAS DE MOLHO

Faltando apenas TRÊS DIAS para as ELEIÇÕES 2026, é perceptível o FATO de que uma boa parcela de eleitores de FLÁVIO BOLSONARO acredita que há razoáveis chances de VITÓRIA ainda no PRIMEIRO TURNO. Entretanto, a considerar que a maioria dos ministros do STF sempre decide, de acordo com o que pensa, faz e exige a -TURMA DA ESQUERDA-, aí todo cuidado é pouco.


URNAS FUNERÁRIAS COM AS CINZAS DA DEMOCRACIA?

Assim, mais do que nunca e muito a propósito, sugiro a leitura do artigo -URNAS FUNERÁRIAS COM AS CINZAS DA DEMOCRACIA? CONTROVÉRSIAS SOBRE O -VOTO ELETRÔNICO-. da advogada pública, comentarista e articulista de política, Zizi Martins, publicado na Gazeta do Povo em 27/12/2025. Eis: 

- O Brasil é um caso único entre as grandes democracias. Foi um dos primeiros países a informatizar integralmente o voto, mas é um dos poucos que ainda confia todo o processo a um sistema eletrônico. Quase três décadas depois da estreia das urnas eletrônicas, muita gente se orgulha da velocidade da apuração, mas ainda tropeça na pergunta essencial: o eleitor pode realmente verificar o próprio voto?


ATO DE FÉ TECNOLÓGICA

Desde 1996, o eleitor brasileiro deposita sua fé em uma máquina. O VOTO é digitado, gravado e transmitido por software sob sigilo total. Nenhum papel, nenhuma recontagem física. O resultado sai em minutos e, com ele, uma dúvida que nunca se dissipou. O jurista Felipe Gimenez, Procurador do Estado do MS e um dos autores do livro Sereis como Deuses, chama isso de “ATO DE FÉ TECNOLÓGICA”. No capítulo “Urna virtual: a roupa nova do rei”, ele afirma que o modelo brasileiro transformou a confiança pública em crença religiosa. Para ele, a ausência de trilha física viola o princípio constitucional da publicidade dos atos estatais e afasta o cidadão da soberania popular. Sua metáfora é dura e precisa: o sistema faz o povo aplaudir a roupa invisível do rei, acreditando na segurança que não pode ver.


ALINHADO APENAS AO BUTÃO

Entre os países do G20, nenhum adota modelo semelhante. A Alemanha aboliu as urnas eletrônicas em 2009, por decisão de sua Corte Constitucional, que considerou o sistema inconstitucional por não permitir verificação pública. França, Reino Unido, Canadá, Japão e Coreia do Sul mantêm o voto em papel, com contagem manual ou leitura óptica sob fiscalização pública. A Índia utiliza urnas eletrônicas com comprovante impresso, auditado por amostragem, decisão reafirmada pela Suprema Corte em 2024. A Holanda abandonou as máquinas eletrônicas em 2007 e voltou ao lápis vermelho e às cédulas manuais. Bangladesh (sim!) fez o mesmo em 2024, após problemas de confiança popular. O Brasil, portanto, está isolado, alinhado apenas ao Butão, um pequeno reino himalaio. É um contraste incômodo para uma das maiores democracias do mundo.


DESCONFIANÇA

No Brasil, cada tentativa de ampliar a verificabilidade foi bloqueada, seja no Legislativo, seja no Judiciário. A Lei 12.034/2009 previa a impressão do voto, mas o STF declarou o dispositivo inconstitucional em 2013, alegando risco ao sigilo. Em 2015, o Congresso restabeleceu o voto impresso pela Lei 13.165, e o Supremo, novamente, suspendeu a aplicação em 2018, por liminar confirmada em 2020. Em 2021, a PEC 135/2019, conhecida como PEC do voto auditável, chegou ao Plenário da Câmara. A proposta previa que cada voto eletrônico fosse acompanhado de um registro físico depositado automaticamente em urna lacrada. O texto obteve 229 votos a favor e 218 contrários, insuficiente para aprovação.

Mas o episódio mais marcante não foi o resultado, e sim a atuação do então presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, que foi pessoalmente à Câmara dos Deputados e se reuniu com líderes partidários antes da votação. Em discurso público, afirmou que o voto impresso resolveria um problema que não existe e abriria caminho para fraudes. A fala, e sobretudo o gesto de um ministro do Supremo participando de articulações políticas, causaram desconforto até entre parlamentares governistas e oposicionistas. O senador Eduardo Girão (e vários outros parlamentares na mesma linha) acusou Barroso de interferência indevida. O ministro respondeu que apenas defendeu a democracia e o SISTEMA QUE FUNCIONE. O efeito, porém, foi o oposto: quanto mais o TSE dizia que o sistema era infalível, mais parte da população passou a desconfiar da sua resistência à transparência.


TRANSFORMAÇÃO DA DESINFORMAÇÃO EM INFRAÇÃO PENAL

Os Testes Públicos de Segurança realizados pelo TSE desde 2009 têm exposto fragilidades reais. Em 2017, peritos convidados conseguiram reconstruir parcialmente a ordem de votos a partir de registros internos. Em 2021, novos testes apontaram vulnerabilidades na transmissão dos boletins de urna. Embora o TSE tenha alegado ter corrigido as falhas, o próprio formato dos testes é limitado: trata-se de experimentos controlados, e não de auditorias independentes, públicas e replicáveis. Em 2024, um artigo técnico propôs um sistema de auditoria paralela, aberta e verificável, justamente para corrigir a ausência de independência no modelo brasileiro. O texto lembrou que o Brasil não adota o princípio de software-independence, adotado como norma internacional de segurança pelo NIST, nos Estados Unidos, o qual exige que o resultado de uma eleição possa ser verificado sem depender do próprio software que o produziu.

Desde 2022, o STF e o TSE passaram a enquadrar “campanhas de desinformação sobre o processo eleitoral” em inquéritos por “atos antidemocráticos e milícias digitais”. Parte dessas ações atingiu também pessoas e grupos que defendiam auditoria independente, ainda que sem incitar atos ilícitos. Na prática, a fronteira entre crítica técnica e discurso criminoso tornou-se nebulosa. Enquanto países como Alemanha, Índia, Canadá e Estados Unidos mantêm o debate público sobre auditoria eleitoral aberto a universidades e partidos, no Brasil, o simples questionamento do sistema pode ser interpretado como ameaça à democracia. Essa reação excessiva acabou intimidando a discussão legítima e alimentou justamente o que pretendia evitar: a desconfiança.

O mais recente capítulo dessa escalada foi o julgamento do “núcleo de desinformação” da “trama golpista” pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal, que condenou sete pessoas usando uma tese relacionada a críticas sistemáticas às urnas eletrônicas como sendo crime contra o Estado Democrático de Direito. Na prática, para além de proteger o procedimento do sistema de votação como quase cláusula constitucional pétrea, o tribunal criou uma nova fronteira jurídica: o limite entre liberdade de crítica e crime de opinião.

Ao transformar a desconfiança em infração penal, o Supremo acabou reforçando a percepção de que o sistema eleitoral se blinda contra qualquer forma de questionamento e que, em vez de dissipar dúvidas, prefere punir quem as formula. O resultado é mais uma vez o contrário do esperado. Ao criminalizar a crítica, o próprio Estado amplia a sensação de opacidade e insegurança que deveria combater.

A confiança dos cidadãos no sistema de votação é hoje um dos indicadores mais precisos da saúde democrática de um país. Pesquisas recentes mostram que a legitimidade das eleições não depende apenas da lisura técnica do processo, mas, sobretudo, da percepção pública de justiça e transparência. Como observa Maarten Halff em Confidence in Elections and the Acceptance of Results (2015), “as eleições são o coração da democracia”, e o que as mantém batendo é a confiança coletiva de que cada voto conta.



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30 set 2026

MOBILIZAÇÃO GERAL


MOBILIZAÇÃO GERAL

Antes de tudo festejo muito pelo FATO de que 99% dos leitores gozam de DISCERNIMENTO E BOA SAÚDE MENTAL e como tal estão PRONTOS E DISPOSTOS A ELEGER CANDIDATOS DE DIREITA, do tipo que apresentam reais possiblidades de serem eleitos nessas ELEIÇÕES 2026. Entretanto, para que esta vontade se traduza em VITÓRIA é extremamente importante que nesses QUATRO DIAS QUE NOS SEPARAM DA NECESSÁRIA VITÓRIA ELEITORAL esses GUERREIROS se mobilizem ao máximo no sentido de;

1- convencer todas as pessoas de suas relações para que NÃO DEIXEM DE VOTAR; e,

2- produzir COLAS expondo CANDIDATOS DE DIREITA com BOAS E REAIS PROPOSTAS.


ABSTENÇÃO ELEVADA

Não esqueçam, portanto, que a TAXA DE ABSTENÇÃO, ou NÃO COMPARECIMENTO, está, em média, em nível superior a 20% dos eleitores. Isto significa que mais de 11 milhões de brasileiros SIMPLESMENTE NÃO COMPARECEM AO LOCAL DE VOTAÇÃO. Esse alto número de VOTOS QUE DEIXARAM DE SER DIGITADOS- seria mais do que suficiente para MUDAR UMA ELEIÇÃO. 


SEGUNDO TURNO

Também é sempre importante lembrar e relembrar, por exemplo, que só há um eventual -SEGUNDO TURNO em ELEIÇÕES PARA PRESIDENTE E VICE-PRESIDENTE DA REPÚBLICA, GOVERNADORES E VICE-GOVERNADORES DOS ESTADOS E DO DISTRITO FEDERAL. Assim, -SENADORES- ( que no caso desta eleição são DUAS VAGAS POR ESTADO) e DEPUTADOS FEDERAIS E ESTADUAIS SÃO ELEITOS EM UMA -ÚNICA VOTAÇÃO-.  


BOA DICA

Em tempo, eis uma excelente dica do pensador Roberto Rachewsky:  - Há poucos anos, vivíamos uma escassez de candidatos mais liberais no Rio Grande do Sul. Votávamos em quem era mais popular, no menos corrupto ou no mais simpático, independentemente da ideologia. Agora temos candidatos alinhados com nossas ideias e nosso senso de moralidade em abundância. Isso é resultado do MOVIMENTO LIBERAL que se iniciou na década de 80. Dezenas de candidatos influenciados pelo IEE, pelo IL-RS, pelo SFL, pelo Atlantos, pelo Clube Farroupilha, pelo IFL e muitas outras entidades surgidas no meio acadêmico com viés pró-Iluminismo e pró-Liberalismo. De todos, escolhi os que são mais próximos de mim para estarem nesse card. Acompanhei sua formação e venho apoiando-os desde que os conheço. Aí vai uma colinha:

Senador

300 - Marcel Van Hatten

222 - Sanderson

Dep. Estadual (escolha 1)

3003 - Fábio Ostermann

3007 - Alini Artioli

3030 - Felipe Camozzato

3034 - Julia Zardo

Dep. Estadual (escolha 1)

30000 - Ramiro Rosário

30123 - Matheus Schilling

30222 - Samila Monteiro

30500 - Giuseppe Riesgo



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29 set 2026

O INIMIGO É O SISTEMA


CONTAGEM REGRESSIVA

Mais do que nunca, esses próximos CINCO DIAS que nos separam do dia 4 de outubro, data marcada para a realização das ELEIÇÕES 2026, faz-se mais do que necessário e urgente que os ELEITORES dotados de um mínimo de discernimento se mobilizem ao máximo com o FRANCO PROPÓSITO DE DESTRUIR O -SISTEMA- que ao longo dos últimos anos foi COMANDADO E EXERCITADO -PELAS MÃOS, PÉS E MENTES DEMONÍACAS DA ESQUERDA-, com apoio da MAIORIA ESCANDALOSA DA NOSSA TERRÍVEL SUPREMA CORTE.


O INIMIGO É O SISTEMA

Mais do que sabido e reconhecido, o candidato FLÁVIO BOLSONARO (22) é o ÚNICO que, segundo TODAS as pesquisas de intenção de voto, reúne condições efetivas para VENCER O -SISTEMA- cujo PROGRAMA DE GOVERNO TEM COMO CLARO OBJETIVO A -DESTRUIÇÃO- ECONÔMICA E SOCIAL DO NOSSO CADA DIA MAIS EMPOBRECIDO BRASIL. Ora, como o INIMIGO É O -SISTEMA-, agora, mais do que nunca, é hora de -UNIÃO DA DIREITA- e não de fazer qualquer tipo de julgamento sobre quem é o melhor ou o pior CANDIDATO DE DIREITA. Antes de tudo, repito à exaustão, é preciso TIRAR A ESQUERDA DO PODER -A QUALQUER PREÇO-.  


É HORA DE ACERTAR

Mais: além de eleger FLÁVIO BOLSONARO (22), como representante da DIREITA BRASILEIRA, é extremamente importante eleger candidatos ao SENADO que tenham a mesma vontade e disposição. Como nesta edição eleitoral o povo brasileiro tem o direito de escolher DOIS CANDIDATOS, é absolutamente necessário, portanto, que os DOIS SENADORES ELEITOS SEJAM CANDIDATOS DE DIREITA. De novo: É FUNDAMENTAL PARA DERRUBAR O -SISTEMA- O QUANTO ANTES-. 

Da mesma forma é preciso que a CÂMARA DE DEPUTADOS tenha na sua maioria CANDIDATOS DE DIREITA. Não é hora de VACILAR. É hora de ACERTAR. 


SENADO

No Rio Grande do Sul, meu estado, por exemplo, volto a lembrar: só -DOIS CANDIDATOS AO SENADO- são reconhecidamente de -DIREITA-: MARCEL VAN HATTEM (300) e UBIRATAN SANDERSON (222). 



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28 set 2026

COMO ENFRENTAR O PROBLEMA FISCAL


THE ECONOMIST

A conclusão -simples-, ou -acaciana- observada pela revista britânica -THE ECONOMIST- no editorial da semana passada, é de que o Brasil chega às eleições de 4 de outubro com uma COMBINAÇÃO QUE HÁ DÉCADAS DESAFIA O PAÍS: UMA ECONOMIA APOIADA EM RECURSOS NATURAIS. AGROPECUÁRIA, ENERGIA RENOVÁVEL E UM GRANDE MERCADO CONSUMIDOR, MAS QUE ENCONTRA DIFICULDADES PARA TRANSFORMAR ESSAS VANTAGENS EM CRESCIMENTO SUSTENTADO E AUMENTO DE PRODUTIVIDADE. 


PERDA DE DINAMISMO

O editorial ainda argumenta, como se fosse uma novidade, que nas últimas décadas O BRASIL PERDEU DINAMISMO E RELAÇÃO A OUTRAS ECONOMIAS E A MÉDIA MUNDIAL DE CRESCIMENTO, ENQUANTO PROBLEMAS FISCAIS E INSTITUCIONAIS LIMITARAM A CAPACIDADE DE INVESTIMENTO E DE ELEVAR A PRODUTIVIDADE. 


PROBLEMA FISCAL

MAIS DO QUE SABIDO,  O GRAVE -PROBLEMA FISCAL- CRIADO PELO GOVERNO LULA, de forma -CRIMINOSA-, É AGRAVADO PELA ESTRUTURA DO ORÇAMENTO. ATÉ PORQUE CERCA DE 92% DAS DESPESAS DENTRO DO LIMITE DE GASTOS PARA CUSTEIO E INVESTIMENTOS SÃO CLASSIFICADAS COMO -OBRIGATÓRIAS-, INCLUINDO OS BENEFÍCIOS PREVIDENCIÁRIOS. ISSO POR SI SÓ REDUZ A MARGEM DE MANOBRA DO GOVERNO PARA REALIZAR CORTES OU REDIRECIONAR RAPIDAMENTE.

MAIS DO QUE NUNCA, PORTANTO, PRECISAMOS ELEGER REPRESENTANTES DO LEGISLATIVO QUE ESTEJAM PRONTOS PARA COLOCAR UM FREIO NA GASTANÇA GOVERNAMENTAL. 


SENADO

Como tal, quem é eleitor do RS, por exemplo, precisa votar no próximo domingo, 04/10, em MARCEL VAN HATTEM (300) E UBIRATAN SANDERSON (222) para o SENADO. Peço que os leitores que votam em outros estados indiquem aos seus amigos e familiares candidatos que comunguem das mesmas ideias defendidas por Marcel e Sanderson.  


ESPAÇO PENSAR +

No ESPAÇO PENSAR+: A MENTIRA JÁ TRABALHOU, por Alex Pipkin. Confira: https://www.pontocritico.com/espaco-pensar



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GILBERTO SIMÕES PIRES

Formado em Administração, o comunicador de PENSAMENTO LIBERAL, nome de grande credibilidade na comunidade gaúcha, com ideias próprias e firmes, é defensor da economia de mercado e do fim de qualquer subsídio por parte do governo.

 

Gilberto Simões Pires iniciou sua carreira na área de comunicação em 1986, no Rádio. A seguir atuou como comentarista econômico na TVE (Mercado em Ação); na TV Guaíba (Câmera 2); no Grupo RBS (Rádio Gaúcha, RBS TV e Jornal Zero Hora); na TV Pampa (Pampa Boa Noite).
Após, na Rede Bandeirantes Porto Alegre, ancorou os programas -PRIMEIRO PLANO- na Band AM, e CONTROLE REMOTO na Band TV.
Por oito anos ancorou Programa -PONTOCRITICO.COM- no canal 20 da NET e, desde 2009, escreve diariamente a E-OPINION LIBERAL - PONTOCRITICO.COM- .


Em ambientes associativos é membro efetivo do Clube de Editores e Jornalistas de Opinião e coordenador da Sociedade Pensar+.

 

EQUIPE EDITORIAL

 

Editor: Gilberto Simões Pires
Assinaturas: Lúcia Pedroso
Para Anunciar: Cristina Sacks

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