Frase do dia

  O socialismo funciona - para adquirir poder, prestígio e lucro para políticos sem princípios.  

- Alice Smith

Artigos


10 jul 2026

AS CASAS DE APOSTAS E O GOVERNO PETISTA


REGRAS PARA PUBLICIDADE DE BETs

Ontem, o GOVERNO LULA resolveu anunciar NOVAS REGRAS PARA A PUBLICIDADE de apostas esportivas no Brasil. As medidas, apresentadas pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, impõem que empresas autorizadas a operar no país terão que INCLUIR ALERTAS OBRIGATÓRIOS SOBRE OS RISCOS DAS APOSTAS EM SUAS CAMPANHAS. 


PUBLICIDADE GOVERNAMENTAL

Entretanto, como é do pleno FEITIO ORIGINAL PETISTA, a FALSA E PRA LÁ DE MENTIROSA -PUBLICIDADE GOVERNAMENTAL-, que se revela como muito mais NOCIVA para todos os brasileiros, segue INTACTA e/ou PERMITIDA DE FORMA NOJENTA E SEM REGRA ALGUMA. 


FOCO ELEITORAL

Mais do que sabido, só no primeiro semestre de 2026, o GOVERNO PETISTA empenhou mais de R$ 178 MILHÕES EM PUBLICIDADE INSTITUCIONAL, com -FOCO ELEITORAL- na Presidência da República. Mais: considerando as ações de COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL, o valor destinado pela SECOM -Secretaria de Comunicação Social- saltou para R$ 520 MILHÕES, representando MAIS QUE O DOBRO DO REGISTRADO NO MESMO PERÍODO DE 2022, gerando inúmeros, porém infrutíferos questionamentos legais e representações políticas.


CASAS DE APOSTAS E O GOVERNO PETISTA

Mesmo que alguém entenda como necessária a imposição de NOVAS REGRAS para as BETs, o FATO é que enquanto a -PUBLICIDADE DAS CASAS DE APOSTAS ESPORTIVAS- é custeada pelos APOSTADORES, a -PUBLICIDADE GOVERNAMENTAL- é bancada, integralmente, de forma -COMPULSÓRIA (de maneira OBRIGATÓRIA e FORÇADA) pelos PAGADORES DE IMPOSTOS (totalidade do povo brasileiro). 


ESPAÇO PENSAR+

No ESPAÇO PENSAR+ de hoje: COMO FABRICAR POBREZA SEM PERDER A -VIRTUDE-, por Alex Pipkin. Confira: https://www.pontocritico.com/espaco-pensar



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09 jul 2026

SALVAR O BRASIL


PRODUZIR CONTEÚDOS

SALVAR O BRASIL

Gostem ou não, acreditem ou não, o FATO é que a maioria das pesquisas de intenção de voto aponta para uma vitória do presidente LULA nas próximas eleições. Entretanto, antes que alguém resolva JOGAR A TOALHA por conta da -sistemática- vantagem que LULA leva sobre os demais competidores, o que cabe a todos aqueles que querem SALVAR O BRASIL do -COMUNISMO PETISTA- é produzir, produzir e produzir conteúdos do tipo que sejam capazes de, no tempo que resta até o dia 4 de outubro (primeiro turno) e/ou 25 de outubro (segundo turno), ABRIR A MENTE de boa parte dos eleitores que se mostram dispostos a reeleger o presidente LULA. 


CORRIDA CONTRA O TEMPO

Pois, nesta CORRIDA CONTRA O TEMPO, abro espaço para conteúdos que tenham como propósito ABRIR MENTES POLUÍDAS PELO DESTRUIDOR POPULISMO. É caso, por exemplo, do texto -O CEO QUE FALIU O BRASIL- produzido pelo CEO da AZ Quest, Walter Maciel, no qual afirma que o GOVERNO APROFUNDOU A EXPANSÃO DOS GASTOS PÚBLICO E EMPURROU SEUS EFEITOS PARA O FUTURO. Eis: 

- Vou dizer o que precisa ser dito. Há pouco mais de um ano chamei LULA de -CEO QUE FALIU O BRASIL- e muita gente achou exagero. Hoje eu preciso atualizar o diagnóstico, e desta vez não estou sozinho. Eu disse, naquele momento, que ele era o homem que implementou o PROJETO QUE QUEBROU O PAÍS. Ele olhou para o abismo à frente, sabendo exatamente o que tem lá, e decidiu acelerar. Não freou. Não desviou. Olhou para o precipício e pisou fundo. Com todas as letras, e me perdoem a franqueza: ele olhou para o abismo e disse “dane-se”.


BTD, XP E BRAZIL JOURNAL

E não sou eu dizendo. Nestas últimas semanas,

1- o BTG, dos economistas Mansueto Almeida e Samuel Pessôa, cravou que a despesa primária do governo central cresceu 14% em termos reais no primeiro quadrimestre, e chamou o que está acontecendo de reedição da desastrosa Nova Matriz Econômica;

2- a XP estimou a conta das medidas fiscais e parafiscais em pelo menos R$ 200 bilhões; e

3- o BRAZIL JOURNAL, que é lido por quem faz o PIB, usou a mesma palavra que eu, como gestor regulado, vou deixar na boca deles: -PEDALADAS-

Quando o mercado inteiro diz a mesma coisa no mesmo dia, não é mais opinião. É consenso. E o consenso é sombrio.


IMPEACHMENT

Existe um gráfico que conta essa história melhor do que qualquer discurso. Ele mede o CRESCIMENTO REAL DO GASTO PÚBLICO EM CADA GOVERNO DESDE FERNANDO HENRIQUE, e o que ele mostra é uma ASSINATURA. Os três maiores crescimentos de toda a série carregam o mesmo nome: Lula 1, Lula 2, Lula 3. No segundo mandato, o gasto cresceu quase 10% ao ano. Mas preste atenção em quem pagou a conta, porque é aqui que está a engenhosidade do esquema. NÃO FOI ELE. Lula gastou, e na hora de enfrentar o estrago escolheu uma SUCESSORA que julgava controlar, certo de que voltaria por cima dela. E aqui é preciso ser justo com a história: DILMA NÃO FOI VÍTIMA DE NADA. Foi ela quem inaugurou o método que Lula hoje aperfeiçoa.

As pedaladas fiscais de 2014, que o TCU classificou como operação de crédito ilegal e que se tornaram o coração jurídico do impeachment, foram exatamente isto: atrasar de propósito os repasses do Tesouro à Caixa, ao Banco do Brasil e ao BNDES, para que os bancos públicos bancassem os programas do governo com o próprio dinheiro e a despesa sumisse das contas oficiais. O procurador foi cirúrgico ao descrever a intenção: melhorar artificialmente as contas públicas em ano eleitoral. Leia de novo, porque é a mesma frase que se aplica hoje. Dilma armou a bomba, ganhou a eleição com ela, e foi no colo dela que a bomba explodiu. Veio o impeachment.


PEDALADA AINDA MAIOR

E quem teve que fazer o TRABALHO SUJO, segurar o crescimento real das despesas a níveis próximos de zero, foram Michel Temer e depois o ministro da Economia Paulo Guedes, durante o governo de Jair Bolsonaro. De novo: depois da explosão de gastos dos governos Lula e Dilma I, Temer e Bolsonaro governaram sob um dos períodos de maior contenção fiscal de toda a série. Esse é o padrão, e ele é mais frio do que parece. Lula gasta. Outro paga. Lula volta. Não estamos diante de um homem que não entende as consequências.

Estamos diante de um homem que já viu as consequências acontecerem, que assistiu de camarote ao impeachment da sua própria sucessora, e que descobriu a única coisa que precisava descobrir: que a fatura nunca chega no endereço dele.

Dilma pagou. Temer e Bolsonaro administraram os anos seguintes tentando conter os efeitos. O próximo presidente está sendo preparado para receber essa herança. E pode ser ele mesmo.

Agora veja como a conta é escondida, porque é aqui que mora a desonestidade, e é aqui que Lula prova que aprendeu a lição de 2014. Segundo Marcos Mendes, pesquisador do Insper, graças às manobras orçamentárias apenas 4% dessas despesas têm impacto direto no resultado primário. 4%.

Os outros 96% ficam fora dos limites do arcabouço fiscal. Leia de novo: de cada R$ 100 dessa farra, R$ 96 somem do indicador que o governo exibe para dizer que está tudo sob controle. O crédito subsidiado entra na conta financeira e não conta como gasto, mas a dívida bruta engorda do mesmo jeito. É a pedalada de Dilma, agora industrializada. O BTG calcula que o estoque desse crédito subsidiado cresceu cerca de R$ 275 bilhões, perto de 2% do PIB. É a contabilidade criativa elevada a política de Estado. É a maquiagem antes da foto.

Impostos maiores, dívida maior. E para sustentar tudo isso só existe um caminho: extrair mais. A carga tributária bateu o recorde histórico em 2025, 32,4% do PIB, o maior nível desde que a série existe, com arrecadação federal recorde de quase R$ 2,9 trilhões. E mesmo assim o déficit cresce.

Entenda, porque é a falência da tese inteira: nem a maior tributação da história fecha a conta, porque o gasto corre na frente. O imposto recorde não tapa o buraco. Ele só transfere o oxigênio da economia produtiva para dentro da fogueira.

E o resultado dessa asfixia tem nome e número. Em 2025 o Brasil bateu o recorde histórico de empresas em recuperação judicial: 2.466 companhias, o pior desde que se mede. Havia ainda 8,7 milhões de CNPJs negativados em janeiro. As famílias em níveis recordes de endividamento, afundando no rotativo.


CAUSA

E a CAUSA apontada por boa parte dos analistas é a mesma: JUROS NAS ALTURAS, O CUSTO BRUTAL DE FINANCIAR UMA DÍVIDA QUE ESTE GOVERNO ENGORDA TODO DIA. Os juros futuros já estão no maior patamar desde 2015, o ano da crise de Dilma. O mercado não esqueceu o que esse filme significa.

O empresário que fecha as portas, a família que não paga o cartão, o produtor que não rola a safra. Esses são os pagadores. São eles que estão financiando a reeleição. Tudo o que está sendo feito agora tem um único objetivo, e não é o desenvolvimento, não é o pobre, não é a justiça social. É o poder. É a reeleição. As próprias casas de análise apontam que parte dessas bondades mira justamente grupos nos quais o PT enfrenta maior resistência eleitoral. Isenção de imposto que custa hoje e se compensa só depois da urna. Subsídio em combustível e gás que já soma mais de R$ 20 bilhões e vale até dezembro, com o tributo voltando em janeiro. Crédito empurrado para dentro de famílias que já comprometem metade da renda.


A CONTA JÁ CHEGOU

E a bomba mais cínica de todas, a nova tributação de dividendos, desenhada com requinte: retém 10% na fonte sobre o valor total quando a distribuição mensal passa de R$ 50 mil, infla o caixa de 2026, e parte vira crédito que o próximo governo terá que restituir em 2027.

Nessa medida específica, não há programa social direto. Não há pobre na ponta. Há apenas antecipação de caixa. As outras medidas você pode chamar de populismo. Essa é a confissão. O benefício chega antes do voto, a conta chega depois, e a conta nunca é endereçada a quem gastou. E onde estão os fiscais? Fazendo vista grossa. O TCU chegou a abrir auditoria sobre o uso desses fundos, mas até aqui não produziu uma resposta capaz de interromper a engrenagem. As instituições que deveriam acender o alarme escolheram o silêncio no ano em que ele é mais conveniente. É a mesma omissão que, lá atrás, deixou as pedaladas crescerem até virarem impeachment. E o que mais me indigna não é nem a irresponsabilidade. É a indiferença. É um homem que não dá a mínima para a geração que vai herdar essa dívida, não dá a mínima para o pobre que ele usa como bandeira e abandona como estatística, não dá a mínima para o país que ele já quebrou uma vez. Ele se importa com uma coisa só, e essa coisa tem data: outubro de 2026. Tudo o mais é paisagem.

A dívida brasileira não é uma fatalidade. Não é a guerra lá fora, não é a herança maldita, não é o azar. Ela é uma construção. Tem autor, tem projeto, tem assinatura.

É o monumento que esse projeto de poder ergue toda vez que chega perto do cofre, tijolo por tijolo, e deixa de presente para quem tiver a coragem de governar depois. O legado não são as obras, ou os programas sociais, é o boleto que chega.

Quando a conta volta para quem gastou

E há uma ironia final que esse projeto de poder finge não enxergar. Durante toda a sua história, o segredo do CEO foi um só: gastar e entregar a fatura para o sucessor. Dilma pagou. Temer pagou. Bolsonaro pagou.

Mas existe um único cenário em que essa engrenagem trava, em que o incendiário é obrigado a ficar dentro da casa em chamas. Esse cenário é a reeleição. Se ele vencer em outubro, pela primeira vez será o próprio Lula a herdar a bomba que ele mesmo armou.

Pela primeira vez, o endereço da conta é o mesmo do responsável. E aí não vai ter sucessor para varrer o estrago. Vai ter só ele, e o estrago.

Lembram do Aston Martin do James Bond, na época de Sean Connery? Tinha um botão escondido no câmbio que ejetava o passageiro pelo teto, e o agente seguia dirigindo, intacto, enquanto o problema era arremessado para longe. Foi assim que esse governo dirigiu o Brasil a vida inteira.

Acelera no precipício, aperta o botão, e ejeta o sucessor para que ele caia com o estrago enquanto o motorista escapa. Dilma foi ejetada. Temer foi ejetado. Bolsonaro foi ejetado. O detalhe que ninguém contou a ele é que o botão só funciona quando há um passageiro no banco ao lado.

Se Lula se reeleger, não haverá sucessor para ejetar. Haverá só ele, sozinho no carro, em alta velocidade, em direção ao mesmo abismo de sempre, e desta vez sem o assento de ejeção, porque ele nunca fez, nunca fará e não tem a menor intenção de fazer o ajuste fiscal que seguraria o carro. A conta já chegou. A única dúvida é se, finalmente, o motorista estará dentro do veículo na hora da batida.



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08 jul 2026

O CONTEÚDO É MAIS DO QUE VERDADEIRO


WALL STREET JOURNAL

Há quem afirme ser FALSA a notícia de que o WALL STREET JOURNAL, considerado como um dos jornais mais influentes do mundo, tenha publicado um artigo da colunista Mary Anastasia O'Grady, que integra o Conselho Editorial do jornal, carregado de duras, porém sinceras, críticas à danosa gestão petista, apontando para um cenário de DESORDEM ECONÔMICA, INCOMPETÊNCIA ADMINISTRATIVA E AUTORITARISMO DISFARÇADO DE DEMOCRACIA


OS NÚMEROS NÃO MENTEM

Na real, pouco ou nada importa se o ARTIGO -LULA, UM DESASTRE ANUNCIADO- é FALSO. O que importa mesmo é que tudo que conta no referido texto é ABSOLUTAMENTE VERDADEIRO, como pode ser atestado, a seguir, por todos os interessados. 

Enquanto Lula tenta vender ao mundo a narrativa de que seu governo é voltado para os pobres, os NÚMEROS NÃO MENTEM e mostram, de forma clara e indiscutível, que o Brasil está mergulhado em uma CRISE FISCAL, INFLAÇÃO ALTA E FUGA DE INVESTIMENTOS, tudo CONSEQUÊNCIA DIRETA das políticas desastrosas do seu governo.


O BRASIL NÃO É CONFIÁVEL

No suposto, ou FALSO, artigo, O'Grady diz que Lula é um dos principais responsáveis pelo COLAPSO DAS ECONOMIAS DA AMÉRICA LATINA. Sob sua liderança, o Brasil, que já foi visto como uma POTÊNCIA EMERGENTE, está hoje à BEIRA DO ABISMO ECONÔMICO, com um governo que PRIVILEGIA ALIADOS IDEOLÓGICOS E IGNORA AS DEMANDAS DO MERCADO. Mais: critica duramente a aproximação de Lula com REGIMES AUTORITÁRIOS, afirmando que sua postura mina os valores democráticos e envia um péssimo recado ao mundo: o BRASIL SOB O PT NÃO É CONFIÁVEL!


ONDE ESTÁ A FALSIDADE?

O suposto ARTIGO- também destaca como as POLÍTICAS ECONÔMICAS -POPULISTAS- do governo petista estão levando o Brasil para um CENÁRIO DE DESINDUSTRIALIZAÇÃO, AUMENTO DA POBREZA E ESTAGNAÇÃO ECONÔMICA. Enquanto isso, o presidente continua distribuindo benesses para aliados políticos, ampliando privilégios para sindicatos e expandindo um estado inchado e ineficiente.

A crítica, que não tem nada de -FAKE- também recai sobre o tratamento dado aos empresários e investidores, tratados como inimigos pelo governo petista. Lula está construindo um ambiente hostil para negócios, desestimulando o empreendedorismo e espantando capitais estrangeiros. Resultado: -O BRASIL-, que deveria estar crescendo e se consolidando como uma potência global, caminha a passos largos RUMO AO DECLÍNIO. 

A pergunta é a seguinte: ONDE está a FALSIDADE???



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07 jul 2026

A ONDA SENOIDAL A NOSSO FAVOR


MOVIMENTO SENOIDAL

Mais do que sabido o -MOVIMENTO SENOIDAL-, ou -ONDA SENOIDAL- ocorre naturalmente na NATUREZA, podendo ser observado, por exemplo, no nosso batimento cardíaco, no movimento de um pêndulo, nas ondas do mar, nos terremotos, na eletricidade, etc. Como tal, os gráficos que desenham as frequências se manifestam por ciclos -ora subindo e ora descendo- com picos de alta e de baixa, que se identificam claramente como uma SENOIDE.


FADIGA

Praticamente obedecendo a mesma lógica, o economista Gustavo Franco, em artigo recente publicado no site da Exame, diz que o principal adversário do presidente que concorre a seu quarto mandato é a FADIGA. Como a idade vem para todos, LÍDERES E REGIMES, é inexorável o envelhecimento da pessoa e do projeto. A longevidade do líder tem muito a ver com a INEXISTÊNCIA DE HERDEIROS e com a tibieza dos projetos alternativos, tanto da oposição quanto da situação. Mas não é um acidente. Tampouco um esquecimento da autoridade: - o que pode ser mais ameaçador que um substituto especialmente preparado pelo titular, pronto para começar sua missão antes do tempo?

Muitos líderes são longevos porque não preparam sucessores, nem seus partidos, para existir sem eles. A eleição que se aproxima com irritante lentidão vai se tornando um plebiscito sobre um presidente longevo. Sublinhe-se, não há NEM HERDEIRO, NEM PROGRAMA.


COMBO ELEITORAL

A página inteira de jornal tomada por programas sociais e bondades eleitorais com impecável curadoria marqueteira, cada programa com seu material publicitário, não é um programa de governo, ou uma ideia de país. É, na verdade, um poderoso COMBO ELEITORAL DE ALTÍSSIMA OCTANAGEM (ou SACANAGEM, eu diria). 

Muitos líderes SÃO LONGEVOS PORQUE NÃO PREPARAM SUCESSORES, NEM SEUS PARTIDOS, para existir sem eles. A eleição que se aproxima com irritante lentidão vai se tornando um PLEBISCITO sobre um presidente longevo. Sublinhe-se, não há NEM HERDEIRO, NEM PROGRAMA.

Na visão dos economistas, da maior parte deles, na verdade, ressalvadas as exceções de sempre, o PACOTE ELEITORAL bem demonstra a CONTINUIDADE DA INCONSISTÊNCIA ENTRE AS POLÍTICAS FISCAL E MONETÁRIA, cuja expressão mais flagrante é a TAXA DE JUROS, que o GOVERNO ACHA QUE NÃO LHE PERTENCE, e que não consegue fazer cair.


DESCONFORTO

Claro que os juros não podem cair se a POLÍTICA FISCAL política fiscal SÓ FICA PIOR. O que podem fazer os dirigentes do Banco Central do Brasil se lhes é dada uma META DE INFLAÇÃO QUE NÃO FUNCIONA COMO RESULTADO FISCAL QUE O PALÁCIO ENTREGA?

Mas o presidente da República não está pensando em herdeiros, ou na continuidade do seu projeto. O único herdeiro da inconsistência é o IMPASSE. Na verdade, não se concebe que a presente inconsistência possa se manter por muito mais tempo, sem provocar uma mudança de rumos.

O Brasil parece procurar estabelecer a máxima de Lampedusa (tudo tem que mudar para que tudo fique como está) só que ao contrário: é preciso manter as coisas como estão, inclusive com este mesmo Presidente, para que tudo possa, afinal, mudar.

Pois é. Enquanto não muda, o Banco Central do Brasil precisa articular a espera, um enorme desafio de comunicação. Na verdade, quando se estuda a disciplina “comunicação para bancos centrais” não há notícia de protocolos para a defesa de uma política fiscal inconsistente com a meta, para não dizer coisa pior.

Parecem próximos de se esgotar os primeiros meses de harmonia entre o Palácio do Planalto e o seu indicado para a presidência do Banco Central. O Palácio emite sinais de desconforto com os comunicados da Autoridade Monetária, o que pode trazer o Doutor Sidônio para o comitê de redação dos comunicados do COPOM. Para evitar isso, ao que tudo indica, o presidente Galípolo explicou que o Banco Central do Brasil não deve se exceder em explicações.


SÓ FALTA O BRASIL...

Por tudo que estamos vendo na América Latina, o MOVIMENTO SENOIDAL está se fazendo presente, claramente, através do voto da maioria dos eleitores. A curva mostra que a FADIGA deu lugar à necessidade de mudança de líderes e, principalmente, do REGIME. Só falta o eleitor fazer valer o que impõe a ONDA SENOIDAL. 



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GILBERTO SIMÕES PIRES

Formado em Administração, o comunicador de PENSAMENTO LIBERAL, nome de grande credibilidade na comunidade gaúcha, com ideias próprias e firmes, é defensor da economia de mercado e do fim de qualquer subsídio por parte do governo.

 

Gilberto Simões Pires iniciou sua carreira na área de comunicação em 1986, no Rádio. A seguir atuou como comentarista econômico na TVE (Mercado em Ação); na TV Guaíba (Câmera 2); no Grupo RBS (Rádio Gaúcha, RBS TV e Jornal Zero Hora); na TV Pampa (Pampa Boa Noite).
Após, na Rede Bandeirantes Porto Alegre, ancorou os programas -PRIMEIRO PLANO- na Band AM, e CONTROLE REMOTO na Band TV.
Por oito anos ancorou Programa -PONTOCRITICO.COM- no canal 20 da NET e, desde 2009, escreve diariamente a E-OPINION LIBERAL - PONTOCRITICO.COM- .


Em ambientes associativos é membro efetivo do Clube de Editores e Jornalistas de Opinião e coordenador da Sociedade Pensar+.

 

EQUIPE EDITORIAL

 

Editor: Gilberto Simões Pires
Assinaturas: Lúcia Pedroso
Para Anunciar: Cristina Sacks

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