Frase do dia

  O socialismo não pode coexistir com uma imprensa livre, porque a verdade desmascara suas falácias.  

- Robert Nisbert

Artigos


05 fev 2026

OS OTIMISTAS NÃO VEEM O ABISMO


TRISTE REALIDADE

Mais do que sabido, pouquíssimas pessoas compreendem e/ou se interessam por -notícias, comentários e opiniões- sobre o que acontece no complicado ambiente econômico do nosso empobrecido Brasil. Some-se aí o fato -marcante- de que a maioria dos jornalistas escalados para cobrir o noticiário econômico confunde -sistematicamente- CAUSA com EFEITO, o que resulta em desinteresse e/ou desconhecimento ainda maior. 


OTIMISMO SEM CAUSA

Pois, enquanto milhões de brasileiros EMBALADOS PELO -OTIMISMO- acreditam piamente que combatendo os EFEITOS as CAUSAS DESAPARECEM, aqueles que, COM BASE REAL E CONSCIENTE, veem o crescimento de ADVERSIDADES INCONTESTÁVEIS, que implicam em BAIXO CRESCIMENTO ECONÔMICO,  acabam sendo criticados e/ou rotulados como PESSIMISTAS, do tipo que não merecem ser ouvidos, lidos ou assistidos. 


PARTICIPAÇÃO NO PIB MUNDIAL

Dentro desse clima de desinteresse motivado pelo -PREGUIÇOSO OTIMISMO SEM CAUSA-, pouquíssimos brasileiros são capazes de entender que o BRASIL TEM PERDIDO PARTICIPAÇÃO NA ECONOMIA MUNDIAL NAS ÚLTIMAS DÉCADAS, segundo informaram, com farta base numérica, alguns especialistas que foram consultados pelo CNN MONEY, onde TODOS apontam que -ENTRAVES FISCAIS, BAIXA PRODUTIVIDADE E O ELEVADO CUSTO DO ESTADO- AJUDAM A EXPLICAR POR QUE O PAÍS VEM ENCOLHENDO NO PIB GLOBAL. 


BAIXA PRODUTIVIDADE DO TRABALHO

FATO: segundo dados do BANCO MUNDIAL, entre os anos 1980 e 1990, a -PARTICIPAÇÃO BRASILEIRA NO PIB MUNDIAL- saiu de 2,96% para mais de 3,5%. Nos anos seguintes, o indicador praticamente não avançou, oscilando entre 3,2% e 3,4%. Entretanto, em 2023, a FATIA DO BRASIL NO PIB GLOBAL DESPENCOU PARA 2,08%.

Um dos principais fatores por trás desse desempenho é a BAIXA PRODUTIVIDADE DO TRABALHO. Segundo Lucas Ferraz, ex-secretário de Comércio Exterior do governo, o BRASIL CORRE O RISCO DE VER A RENDA PER CAPITA ESTAGNAR OU ATÉ RECUAR SE NÃO CONSEGUIR PRODUZIR MAIS COM A MESMA FORÇA DE TRABALHO.


A CAUSA É O ESTADO

Na real, a despeito do que pensam os OTIMISTAS, o ESTADO É IMENSO E CAUSA UMA DISTORÇÃO TRIBUTÁRIA ENORME. Se uma EMPRESA QUER CRESCER, PAGA MUITO IMPOSTO E FICA DIFÍCIL ABSORVER MELHOR TECNOLOGIA, diz Fabio Kanczuk, diretor de Macroeconomia do ASA e ex-diretor do Banco Central. Mais: a AGENDA FISCAL PESA DEMASIADAMENTE SOBRE O DESEMPENHO ECONÔMICO. A ampliação de BENEFÍCIOS SOCIAIS, O CUSTO DO SISTEMA PREVIDENCIÁRIO E O PESO DOS JUROS estão entre os fatores que elevam os GASTOS FEDERAIS, PRESSIONAM A DÍVIDA E MANTÉM OS JUROS EM PATAMAR ELEVADO, O QUE DESESTIMULA INVESTIMENTO E REDUZ A COMPETITIVIDADE DO PAÍS. 

Esse ciclo ajuda a explicar por que outras economias avançaram mais rapidamente. Nos últimos 25 anos, a CHINA viu seu PIB crescer 518%. Países como Vietnã, Índia e Bangladesh registraram expansão superior a 200% no mesmo período. Até o Cazaquistão, entre os últimos do grupo, teve crescimento de 183%.


ABISMO

O que mais impressiona é que o presidente LULA ainda quer acabar -rapidamente- com a ESCALA 6 X 1, mantendo os salários intactos. Com isso, certamente, o BRASIL VAI CORRER AINDA MAIS RÁPIDO EM DIREÇÃO AO ABISMO. Que tal?


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No ESPAÇO PENSAR+ de hoje: UM ERRO PREVISÍVEL, MAS REINCIDENTE, por Alex Pipkin. Confira: https://www.pontocritico.com/espaco-pensar



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04 fev 2026

SATANÁS DE TRÊS PATAS


PATAS ENORMES

Mais do que sabido, percebido e sentido, é enorme o sacrifício imposto PELAS ENORMES PATAS dos INDECENTES E SAFADOS PODERES -EXECUTIVO, chefiado pelo presidente Lula, responsável pela administração pública federal, nomeação de ministros e comando das Forças Armadas; JUDICIÁRIO, cujos membros do STF atuam como AUTORIDADE MÁXIMA do tipo que TOMA DECISÕES TIRÂNICAS (sem dar a mínima para a Constituição); e LEGISLATIVO, composto por deputados federais e senadores responsáveis por criar e aprovar leis. 


COMPETIÇÃO

Pois, como se os integrantes dos TRÊS PODERES estivessem participando de uma COMPETIÇÃO onde o SATANÁS VENCEDOR é aquele que PRODUZ MAIS SACRIFÍCIOS AOS PAGADORES DE IMPOSTOS, ontem à noite, para marcar a VOLTA RETUMBANTE DO RECESSO PARLAMENTAR, o CONGRESSO NACIONAL SAIU NA FRENTE AO APROVAR PROJETOS DE LEI QUE AMPLIAM OS JÁ AMPLIADOS REAJUSTES E GRATIFICAÇÕES PARA OS SERVIDORES DA CÂMARA E DO SENADO. Mais: COM MECANISMOS QUE PODEM CHEGAR A DOBRAR AS FANTÁSTICAS REMUNERAÇÕES. Pode? 


LICENÇA SAFADA

Mais ainda: os projetos também CRIAM UMA LICENÇA COMPENSATÓRIA QUE, NA PRÁTICA, VAI PERMITIR QUE BOA PARTE DOS SERVIDORES TENHAM UMA -LICENÇA A CADA TRÊS DIAS TRABALHADOS (??),- LIMITADO A 10 FOLGAS POR MÊS. Que tal? Detalhe nojento: as votações foram simbólicas, ou seja, IMPOSSIBILITANDO SABER COMO VOTOU CADA PARLAMENTAR.


PRIMEIRA CLASSE

Como se não bastasse tamanha SAFADEZA, cujo CUSTO É EXTREMAMENTE ELEVADO, o que vai exigir MAIS IMPOSTOS PARA A SOCIEDADE, hoje pela manhã, o site Poder 360 informou que o governo Lula concluiu 2025 com 579.070 funcionários públicos na ativa. Ou seja, são 4.140 profissionais a mais na comparação com 2024, quando eram 574.930. Mais: é o 3º ano seguido que sobe o número de funcionários do governo federal. O total registrado ao final de 2025 é o maior desde 2021, quando havia 583.674 trabalhadores.... Que tal?


O PACOTE DA CASTA

A propósito, eis a sensata opinião do jornalista Felipe Vieira, a respeito dessa FANTÁSTICA E INOMINÁVEL SAFADEZA.

O PACOTE DA CASTA, OU POR QUE O TETO É SEMPRE PARA OS OUTROS -   

- O Congresso Nacional acaba de mostrar, mais uma vez, que no Brasil o Estado até pode ser lento — desde que o assunto não seja o bolso dos protegidos. Quando é para cuidar dos seus, a máquina funciona como um relógio suíço. Em apenas cinco horas, parlamentares apresentaram, votaram e aprovaram um pacote que cria penduricalhos, amplia benefícios e libera pagamentos acima do teto constitucional para servidores da Câmara e do Senado.

Cinco horas. Menos do que dura uma sessão qualquer cheia de discursos vazios. Menos do que o tempo gasto em falas solenes sobre democracia, responsabilidade fiscal ou “sensibilidade social”. Mas foi tempo suficiente para garantir reajustes escalonados até 2029, gratificações capazes de dobrar salários e licenças compensatórias transformadas em dinheiro vivo. Tudo muito bem embalado sob a etiqueta “indenizatória” — aquela palavra mágica que faz privilégio parecer legal, técnico e inevitável.

O resultado é simples de entender — e difícil de engolir: salários mensais que podem chegar a R$ 77 mil, livres, leves e soltos, acima do teto constitucional.

E aqui vale lembrar o básico. O teto do funcionalismo público hoje é de R$ 44 mil, valor que corresponde ao salário de um ministro do Supremo Tribunal Federal. Em tese, ninguém no serviço público deveria ganhar mais do que isso. É o princípio que sustenta toda a lógica do teto: o maior salário da República serve de limite para todos os outros.

Na prática, porém, isso virou conversa fiada. O teto existe no papel, nos discursos e nas entrevistas. Na vida real, foi driblado por gratificações, auxílios, bônus, licenças “indenizatórias” e todo tipo de criatividade contábil. Resultado: há milhares de servidores ganhando acima do teto — alguns muito acima — e ninguém faz absolutamente nada.

Não é erro, nem exceção. É método. Sempre que o contribuinte é chamado a apertar o cinto, o Estado afrouxa o seu. Sempre que se fala em ajuste, eficiência ou sacrifício coletivo, o Congresso responde com benefícios corporativos — aprovados longe do debate público, cheios de termos técnicos e apresentados como se fossem uma exigência da civilização moderna.

O timing diz tudo. O Brasil discute déficit, dívida crescente, cortes, contingenciamentos e a dificuldade crônica de entregar serviços públicos decentes. A resposta do Legislativo não é cortar excessos ou dar exemplo. É o contrário: ampliar estruturas, criar vantagens e garantir aumentos automáticos. Para eles, a crise nunca chega. Para nós, ela nunca vai embora.

E não estamos falando de trocados. Só na Câmara dos Deputados, o impacto anual estimado é de R$ 500 milhões. No Senado, mais R$ 277 milhões. Quase R$ 800 milhões por ano para engordar contracheques, num país que vive repetindo que “não há espaço no Orçamento”.

A justificativa oficial é o velho disco arranhado: “valorização das carreiras” e “retenção de talentos”. Curioso como essa preocupação só aparece quando o tema é salário. Nunca surge quando se fala em produtividade, qualidade das leis ou resultados entregues à sociedade. Se eficiência fosse o critério, talvez o Congresso tivesse de devolver dinheiro — não pedir mais.

Mais revelador do que o conteúdo do pacote é o método. Não houve debate público, não houve tempo para análise e, claro, não houve constrangimento. As lideranças se acertaram, apertaram o botão da urgência e passaram o trator. Os votos contrários vieram de poucos parlamentares dos extremos — do Novo e do PSOL — que, apesar das diferenças, chamaram a coisa pelo nome: criação de supersalários em plena crise fiscal.

No restante do plenário, reinou o silêncio cúmplice. Corporativismo, afinal, não tem ideologia. Quando o assunto é benefício próprio, direita, esquerda e centro se entendem como nunca conseguem fazer para discutir saúde, educação ou segurança pública.

Enquanto isso, o brasileiro comum segue ouvindo sermões sobre paciência, sacrifícios e reformas duras. O ajuste fiscal, como sempre, começa longe de Brasília e termina dentro no bolso do povo.

Depois, quando cresce a descrença na política, os parlamentares fingem surpresa. Falam em crise de representação, em radicalização, em desinformação. Não é nada disso. É aritmética moral básica: um Congresso que legisla em causa própria não pode esperar respeito de quem paga a conta.

Agora, o projeto do Senado segue para sanção presidencial. O da Câmara ainda passa pelos senadores. Se houver veto, será surpresa. Se não houver, será apenas mais um dia normal em Brasília.

Não há, em momento algum, discussão séria sobre mérito, desempenho ou impacto social. Não se mede produtividade, não se cobra resultado, não se avalia custo-benefício. A lógica é simples e antiga: quem está dentro protege quem está dentro. A casta cuida da casta.

Enquanto o brasileiro faz malabarismo para pagar aluguel, comida e transporte, o Congresso segue fazendo o que faz melhor: cuidando de si e dos seus — com o dinheiro dos nossos impostos.

No Brasil, o teto existe. Só não é para todos.



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03 fev 2026

RADIOGRAFIA DA REGIÃO SUL DO BRASIL


PARANÁ

A título de informação, entre os TRÊS ESTADOS DO SUL DO BRASIL (PR, SC E RS), o PARANÁ tem a MENOR DÍVIDA CONSOLIDADA LÍQUIDA DE TODO O BRASIL, com um SALDO NEGATIVO DE R$ 7,77 BILHÕES, segundo dados de junho de 2025 do Tesouro Nacional. Com isso, tem uma posição de credor líquido, ou seja, TEM MAIS DINHEIRO EM CAIXA DO QUE O TOTAL DE COMPROMISSOS ASSUMIDOS.


SANTA CATARINA

Com base em números de abril de 2025, o Estado de SANTA CATARINA vem logo atrás, DEVENDO POUCO MAIS DE R$ 11 BILHÕES à UNIÃO (Tesouro Nacional) e da mesma forma como acontece com o Estado do PARANÁ, segue pagando -PONTUALMENTE- as parcelas definidas pela negociação, que giram em torno de R$ 65 milhões mensais. 


RIO GRANDE DO SUL

O Estado RIO GRANDE DO SUL, na rabeira, fechou o ano de 2025 com DÍVIDA ASTRONÔMICA que ultrapassa a marca de R$ 100 BILHÕES. Mais: para gerenciar esse ENORME PASSIVO, que beira o CALOTE, o Estado recorreu ao Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag), que permite a renegociação dos contratos de dívida por um período de 360 meses. 


LIDERANÇA

Pois, com base nas projeções/resultados parciais de 2025, o PARANÁ, que possui a MENOR DÍVIDA CONSOLIDADA LÍQUIDA DE TODO O BRASIL, LIDERA A ECONOMIA DA REGIÃO SUL EM TERMOS DE PIB TOTAL, VOLUME INDUSTRIAL E CRESCIMENTO DA ATIVIDADE ECONÔMICA. Mais: o Paraná consolidou-se como a quarta maior economia do Brasil, superando o Rio Grande do Sul e Santa Catarina na participação no PIB regional.


O QUE MAIS CRESCE NO RS É A DÍVIDA

SANTA CATARINA, por sua vez, tem MOSTRADO UM CRESCIMENTO INVEJÁVEL E ALTAMENTE COMPETITIVO, com forte SETOR DE SERVIÇOS. Enquanto isso, no complicado ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL o que REALMENTE CRESCE, E MUITO, É O ENDIVIDAMENTO, já considerado por todos como simplesmente IMPAGÁVEL.



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02 fev 2026

O SORRISO DOS INOCENTES NADA ÚTEIS


ÂNCORAS SORRIDENTES

Na semana passada, mais do que felizes e sorridentes, os PREGUIÇOSOS ÂNCORAS de TODAS AS EMISSORAS DE RÁDIO E TELEVISÃO DO PAÍS noticiaram, com muita pompa e circunstância, que a TAXA DE DESEMPREGO DO ÚLTIMO TRIMESTRE DE 2025, segundo o pouco confiável IBGE, fechou em 5,1%. Mais: no ano de 2025, a TAXA DE DESEMPREGO ficou em 5,6% -menor patamar desde o início da série histórica-. Com isso a POPULAÇÃO DESOCUPADA somou 6,2 milhões de pessoas, uma redução de cerca de 1,0 milhão em relação a 2024, ou seja, uma queda de 14,5% frente aos 7,2 milhões registrados no ano anterior.


INFLUÊNCIA NEGATIVA

Pois, na REAL, como bem aponta a correta análise feita pelo pensador e economista Igor Moraes, quem -desavisadamente- e/ou -influenciada- pelos âncoras também desavisados- está COMEMORANDO a TAXA DE DESEMPREGO BAIXA NO BRASIL no 5,1% no último trimestre, NÃO ENTENDEU O QUE OS NÚMEROS ESTÃO REVELANDO.


3 PONTOS

Igor explica essa realidade em 3 PONTOS:

1. Vivemos um "crowding-out" no mercado de trabalho. O termo é usado para mostrar COMO O GASTO DO GOVERNO (AUMENTO DE CUSTO PARA A SOCIEDADE) OCUPA ESPAÇO NA ECONOMIA E EXPULSA O SETOR PRIVADO. Em 1 ano o total de pessoas ocupadas no Brasil aumentou em 1,16 milhão e desse total, 1 milhão (86%) estão ligados a ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, DEFESA, SAÚDE E EDUCAÇÃO. Segmentos majoritariamente público ou então financiado pelos Governos. Quer ver o efeito "crowding out" no emprego? - A INDÚSTRIA terminou 2025 com -62 mil pessoas em relação a 2024, hotéis, bares e restaurantes -218 mil, a construção civil -220 mil e os serviços domésticos -289 mil. O SETOR PÚBLICO está competindo por trabalhadores, pressionando salários SEM A CORRESPONDENTE ALTA NA PRODUTIVIDADE E RETIRANDO MÃO DE OBRA DISPONÍVEL PARA OS SETORES PRODUTIVOS. 


FORÇA DE TRABALHO

2. Na verdade a economia vai mal. Muitos avaliam a taxa de desemprego baixa como um sinal de saúde da economia. Mas o que vemos hoje não é a DEMANDA POR TRABALHADORES AUMENTANDO. Veja bem, em 1 ano, a população acima de 14 anos aumentou em 1,3 milhão e, em uma economia saudável, essas pessoas deveriam estar no que chamamos de "FORÇA DE TRABALHO". Mas não estão. A Força de Trabalho está estagnada em 108 milhões de pessoas. Para onde foram? Ficaram "Fora da Força de Trabalho". Ou seja, NÃO HÁ AUMENTO NA PROCURA POR EMPREGO, POIS ELAS DESISTIRAM (chamamos isso de desalento), ou então ENGROSSARAM O GRUPO QUE RECEBE BENEFÍCIOS SOCIAIS. Nesse caso, o que resta para as empresas é buscar as pessoas que ainda procuram, fazendo com que a TAXA DE DESEMPREGO CAIA.


INCHANDO A FOLHA DE PAGAMENTO E DA PREVIDÊNCIA

3. Estamos perdendo o bonde. A POPULAÇÃO BRASILEIRA FICOU 0,38% MAIOR EM 2025, MAS EM IDADE PARA TRABALHAR FOI +0,76%. Isso se chama "BÔNUS DEMOGRÁFICO". O cenário no qual a população que pode trabalhar, aumentar mais que a população total. Mas esse bônus está acabando e estamos desperdiçando a oportunidade de aproveitar essas pessoas para gerar crescimento econômico e riqueza, isso porque elas não estão indo para o mercado de trabalho. Estão virando INATIVOS ESTATÍSTICOS, o que pressiona os GASTOS SOCIAIS E DE PREVIDÊNCIA .

Conclusão: O que temos hoje é um "FALSO POSITIVO " no mercado de trabalho, com ATROFIA NO SETOR PRIVADO, AUMENTO DA INATIVIDADE E MUITA OCUPAÇÃO NO SETOR PÚBLICO. Não estamos CRIANDO RIQUEZA. Estamos apenas INCHANDO A FOLHA DE PAGAMENTO DO ESTADO E REDUZINDO A COMPETIÇÃO POR VAGAS VIA DESALENTO. 


ESPAÇO PENSAR +

No ESPAÇO PENSAR+ de hoje: O GRANDE ESTADO DO CORAÇÃO GRANDE, por Alex Pipkin. Confira aqui: https://www.pontocritico.com/espaco-pensar



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GILBERTO SIMÕES PIRES

Formado em Administração, o comunicador de PENSAMENTO LIBERAL, nome de grande credibilidade na comunidade gaúcha, com ideias próprias e firmes, é defensor da economia de mercado e do fim de qualquer subsídio por parte do governo.

 

Gilberto Simões Pires iniciou sua carreira na área de comunicação em 1986, no Rádio. A seguir atuou como comentarista econômico na TVE (Mercado em Ação); na TV Guaíba (Câmera 2); no Grupo RBS (Rádio Gaúcha, RBS TV e Jornal Zero Hora); na TV Pampa (Pampa Boa Noite).
Após, na Rede Bandeirantes Porto Alegre, ancorou os programas -PRIMEIRO PLANO- na Band AM, e CONTROLE REMOTO na Band TV.
Por oito anos ancorou Programa -PONTOCRITICO.COM- no canal 20 da NET e, desde 2009, escreve diariamente a E-OPINION LIBERAL - PONTOCRITICO.COM- .


Em ambientes associativos é membro efetivo do Clube de Editores e Jornalistas de Opinião e coordenador da Sociedade Pensar+.

 

EQUIPE EDITORIAL

 

Editor: Gilberto Simões Pires
Assinaturas: Lúcia Pedroso
Para Anunciar: Cristina Sacks

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