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29 out 2026

ENTÃO É UM PATO


SUSPEIÇÃO GERAL

Por mais que dirigentes e lideranças de partidos que apoiaram FLÁVIO BOLSONARO no segundo turno das eleições acharam por bem aceitar o resultado das urnas, o FATO é que nenhum cidadão brasileiro, ou mesmo estrangeiro, de ESQUERDA ou de DIREITA, CONFIA NO SISTEMA DE APURAÇÃO DOS VOTOS DIGITADOS NAS URNAS ELETRÔNICAS. Esse sentimento de SUSPEIÇÃO e/ou DESCONFIANÇA, vale lembrar, nasceu lá em 2014, quando DILMA ROUSSEFF venceu AÉCIO NEVES, e se repetiu nas últimas ELEIÇÕES PARA PRESIDENTE DO BRASIL. 


TESTE DO PATO

Pois, esta incrível sucessão de -APURAÇÕES SUSPEITAS-, ou ESTRANHAS, tem tudo a ver com o que diz o velho e famoso ditado conhecido como TESTE DO PATO: "Se parece com um pato, nada como um pato e grasna como um pato, então é um PATO.

Ou seja, ainda que alguém tente disfarçar algo, a realidade dos FATOS e as EVIDÊNCIAS mostram exatamente o que está pensando, processando e concluindo...


A MANOBRA E A ESPECULAÇÃO

O TSE e o STF até podem (não deveriam) PROIBIR e PRENDER todos aqueles que digam que o RESULTADO DAS URNAS É FAKE. Mas jamais conseguirão impedir que alguém, por conta 1- do estranho PROLONGAMENTO DO PRAZO PARA VOTAR, decidido monocraticamente pelo ministro-petista C. Zanin, e, 2- da impossibilidade de haver uma imperiosa -AUDITORIA DOS VOTOS-, admita -intimamente (para não se complicar)- que estamos diante de algo semelhante ao TESTE DO PATO. 


JOHN GALT

A propósito desse ambiente dantesco que cobre o Brasil todo com CERTEZAS ABSOLUTAS, eis aí o artigo publicado no Brasil Journal de hoje, com o título JOHN GALT:  

Meu nome é John Galt. Nasci há quase setenta anos nas páginas de A Revolta de Atlas, o romance da escritora Ayn Rand. Na história de Rand, um país afunda aos poucos graças a um Estado que regula, tributa e controla tudo; que trata quem produz como suspeito; e quem pede auxílio, como credor.

Com o tempo, as fábricas fecham, os trens param, os negócios definham, e nas ruas as pessoas repetem uma pergunta que ninguém sabe responder:

“Quem é John Galt?” A frase virou um dar de ombros, um jeito de dizer “sei lá, que diferença faz” diante de um mundo que parecia não ter mais conserto. Ninguém sabia quem eu era – mas eu era um dos que carregavam o mundo nas costas, como o titã Atlas do mito grego. Eu inventava, construía, produzia e pagava a conta. Carreguei o mundo até cansar.

Um dia, decidi parar, e convenci outros como eu a parar também. Os que moviam o mundo simplesmente foram embora, e a sociedade enfim descobriu o quanto o mundo pesava. Quase setenta anos depois, a pergunta voltou, e desta vez no Brasil. Quem é John Galt?

Hoje, John Galt é você.

Clique aqui para ver na integra: https://braziljournal.com/opiniao-os-john-galts-do-brasil


ESPAÇO PENSAR +

No ESPAÇO PENSAR+: RECUAR PARA CONTINUAR, por Dagoberto Lima Godoy. Confira: https://www.pontocritico.com/espaco-pensar



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28 out 2026

A GEOMETRIA DA FUGA


VISIBILIDADE PARA TEXTOS INTELIGENTES

No editorial de ontem publiquei o artigo escrito pelo jornalista e consultor estratégico Antonio Fernando Pinheiro Pedro, com o título -O DAY AFTER DO ABISMO- LULA REELEITO E O FIM DA LINHA-:. Hoje, na mesma linha, o editorial dá espaço para o oportuno texto do pensador Alex Pipkin, -GEOMETRIA DA FUGA-. Eis: 


INGENUIDADE TOCANTE

O Brasil das bolhas e do exército do Lula acordou brincando de "fujão". Em nome de uma virtude seletiva, idiotas úteis de carteirinha decretam que Flávio Bolsonaro é mentiroso e covarde por ter deixado o país.  É uma ingenuidade tocante, para não dizer grotesca.


MENTIRA SOCIAL

A mentira social é um dado da psicologia humana. Serve à autopreservação, ao pertencimento. Todos mentimos, brancamente. Mas o lulopetismo elevou a falsidade à condição de método de governo e religião civil. São os profissionais do engodo posando agora como fiscais da sinceridade alheia. Ignoram, com cinismo deliberado, a pergunta elementar: como permanecer quando o jogo está viciado? Alguns da cor rubra mentem, mas eles sabem que mentem. Diante do conluio explícito entre o palácio vermelho e a toga, uma engenharia para transformar oposição em caso de polícia, buscar refúgio não é covardia. É instinto de sobrevivência. Chamar isso de fuga é próprio de quem torce pela cela alheia.


VOLUNTARISMO EM SILÊNCIO

Enquanto o país se entretém com o teatro do aeroporto, os bondosos do ódio do bem consomem o estelionato real. O reluzente "Pix de R$ 5 mil" para o MEI, prometido na véspera como dinheiro imediato na conta, dissolveu-se no labirinto burocrático de regulamentações incertas e calendários que nunca chegam. O truque clássico da esmola que encanta na urna e some na feira. Mais uma mágica e o ilusionismo maior. O fim da escala 6x1, aprovado por um bando de populistas no Congresso que legislam como se produtividade fosse maná estatal e empresário fosse abstração com recursos infinitos. Quem emprega e assume o risco não absorverá o voluntarismo em silêncio. Repassa ao preço ou fecha as portas. Some a isso a reforma fiscal que nos dará o maior imposto do mundo. O resultado dessa generosidade lúbrica não será o repouso idílico do trabalhador. Será a inflação devorando o supermercado e a promoção compulsória à escala 0x7. Digo eu, a jornada plena do desemprego. O regime promete Suécia no palanque e entrega Venezuela na esquina. Até esses idiotas úteis sabem que já estamos quase lá. As almas puras do "ódio do bem", anestesiados, aplaudem a própria ruína enquanto gritam "fujão" para quem se recusa a ser a próxima vítima do tribunal.



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27 out 2026

LUTO OFICIAL DE 4 ANOS


LUTO OFICIAL

No nosso empobrecido Brasil, o PRAZO PADRÃO DE OBEDIÊNCIA DE -LUTO OFICIAL- costuma ser de TRÊS DIAS, podendo ser estendido para -SETE DIAS- em CASOS EXCEPCIONAIS, e, em caso de falecimento do presidente da República, para -OITO DIAS-. Entretanto, quando o FALECIDO é o PAÍS, e a MORTE FOI CAUSADA POR UM ATENTADO ELEITORAL, aí o LUTO OFICIAL É DE -QUATRO ANOS-, ou seja -ATÉ A PRÓXIMA ELEIÇÃO-, desde que não se repita a MANOBRA ASSASSINA. 


SNIPER

Mais do que sabido, exatamente às 17h03 do último domingo, 25, o BRASIL, representado por CIDADÃOS BRASILEIROS IDENTIFICADOS com a -DIREITA-, que lutavam -DENTRO DA LEI E DO VOTO-para dar fim ao -SISTEMA- PETISTA, identificado como -PROJETO DE APARELHAMENTO DO ESTADO-, foi alvejado com um tiro mortal, disparado por um MINISTRO -SNIPER-, quando deu início ao LUTO OFICIAL DE -QUATRO ANOS-, com a certeza inequívoca de que o PERÍODO SERÁ MARCADO POR GRANDE SOFRIMENTO DO POVO BRASILEIRO e não apenas dos eleitores de DIREITA.


FIM DA LINHA

Pois, em meio a centenas de manifestações que recebi apontando para as enormes dificuldades que o povo brasileiro vai enfrentar, eis aí o que diz o artigo do jornalista e consultor estratégico Antonio Fernando Pinheiro Pedro, com o título -O DAY AFTER DO ABISMO- LULA REELEITO E O FIM DA LINHA-: 

- A conta chegou, as urnas fecharam e a ilusão de que o Brasil encontraria uma saída negociada virou pó. Lula está reeleito. Mas a celebração no Palácio do Planalto dura exatamente o tempo de abrir a primeira planilha de contas públicas ou olhar para o plenário do Congresso Nacional. A vitória de virada, cavada no detalhe e ancorada no ressentimento cultural e regional, não entrega um país pacificável; entrega uma carcaça institucional em estado de combustão espontânea. O pacto de 1988 morreu, foi enterrado neste pleito, e o que temos pela frente não é um mandato comum: é a aceleração terminal rumo a uma ruptura de proporções inéditas.


A FARSA DA MAIORIA

Vamos falar a verdade nua e crua: o novo mandato nasce sem autoridade moral e sem maioria real no país que produz. A engenharia eleitoral vencedora apostou todas as fichas em jogar o Brasil contra o Brasil. Estimulou-se o rancor geográfico, transformando o Nordeste em uma trincheira eleitoral blindada por programas assistenciais, enquanto o Centro-Sul, onde estão os motores da indústria, dos serviços e do agronegócio, foi tratado na retórica oficial como território hostil.

O resultado é um país rachado ao meio por linhas geográficas e econômicas muito claras. De um lado, uma população que depende visceralmente do cheque emitido por Brasília para sobreviver; do outro, quem acorda cedo para gerar a riqueza que banca esse cheque e que, no dia seguinte à apuração, descobre que seu voto, seu trabalho e seus valores foram derrotados por uma máquina de subsistência eleitoral. A solidariedade federativa artificial acabou. Ninguém sustenta um sócio que só consome e ainda por cima cospe no prato.


A PINÇA FISCAL

O modelo econômico que sustenta esse arranjo opera como uma pinça implacável sobre a classe média e o setor produtivo. NO TOPO, vige o parasitismo de elite: Uma corte burocrática encastelada nos Três Poderes, intocável, imune à realidade do mercado, acumulando supersalários, penduricalhos e privilégios previdenciários nababescos que drenam dezenas de bilhões todo ano. NA BASE, vige a dependência clientelista: Metade das transferências de renda drenadas para regiões onde o dinheiro público já supera com folga a massa salarial do setor privado formal, criando um eleitorado cativo que vota pela sobrevivência do benefício, nunca pela produtividade. NO MEIO dessa engrenagem está o pagador de impostos do Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Ele trabalha cinco meses por ano só para pagar impostos de primeiro mundo. Em troca, recebe ruas esburacadas, hospitais colapsados e o medo constante da violência. No mais, assiste ao fruto do seu suor financiar o luxo de Brasília e o assistencialismo em série. Essa conta estourou. A tolerância tributária atingiu o limite matemático da exaustão.


O DIA SEGUINTE: E AGORA?

Constatar o colapso e denunciar a podridão da engrenagem é o passo elementar da lucidez. Porém, cruzar os braços e esperar a carcaça explodir não é estratégia, é suicídio cívico. Se a quebra da ordem atual é inevitável, a pergunta que realmente importa para a sobrevivência do Brasil produtivo não é se ela virá, mas quando e o que vamos colocar de pé, no dia seguinte aos escombros. Precisamos discutir abertamente as bases de um novo pacto. Demandaremos uma refundação federativa radical.

Inevitavelmente, ocorrerá o fim definitivo dos privilégios de casta burocrática, o desmonte do assistencialismo eleitoreiro e a devolução do poder e do dinheiro para quem trabalha e produz. Adiar esse resgate... somente tornará o desfecho mais trágico.

O debate é inadiável, e é exatamente sobre esse projeto de reconstrução e sobrevivência que nos debruçaremos no próximo ensaio.



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26 out 2026

MALANDRO É MALANDRO E MANÉ É MANÉ


DECISÃO ESTRANHA

Ontem, na medida em que tentava entender a estranha decisão tomada pelo ministro-petista do STF, Cristiano Zanin, que resolveu, às 17h e 01m, invadir brutalmente a competência do TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL, eis que de repente comecei a ouvir o famoso samba composto por Neguinho da Beija-Flor e eternizado na voz de Bezerra da Silva, -MALANDRO É MALANDRO E MANÉ É MANÉ.


O MALANDRO E O MANÉ

Antes de tudo, embora mais do que sabido, o -MALANDRO- é o sujeito SAFO, que sabe das coisas, tem dinheiro, desenrola seus caminhos e não se prende a regras. Já o -MANÉ- é o sujeito IDIOTA, que não ganha de ninguém, é azarado e ainda por cima acredita que as regras do jogo existem para serem cumpridas...


DESCONFIANÇA RECORRENTE

Pois, como se viu ontem à noite, a GRANDE E RECORRENTE -DESCONFIANÇA- QUE OCORRE SEMPRE NO MOMENTO PREVISTO PARA O INÍCIO DA CONTAGEM DOS VOTOS PARA PRESIDENTE DO BRASIL, algo pra lá de SINISTRO ACONTECE. E em todas as ocasiões, sem exceção, a ESPERTA ESQUERDA se apresenta vestida de -MALANDRO- enquanto a ESTÚPIDA DIREITA, sem ter a quem recorrer, acaba assumindo o triste papel de MANÉ. Simples assim. 


PENSAMENTO DE JOSEPH STALIN

A propósito para que fique bem claro, como integrante do GRUPO DOS MANÉS seguirei lutando no sentido de que as VITÓRIAS devam ser plenamente reconhecidas desde que obtidas DENTRO DA LEI. Diferente do GRUPO DOS MALANDROS, cujos integrantes rezam pela cartilha de JOSEPH STALIN, que -CONSIDERA COMPLETAMENTE SEM IMPORTÂNCIA QUEM NO PARTIDO VAI VOTAR, OU COMO, O QUE É EXTRAORDINARIAMENTE IMPORTANTE É QUEM CONTARÁ OS VOTOS E COMO-.



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24 out 2026

BR 22 - A ROTA DA FELICIDADE


GOOGLE MAPS

Ontem, na medida em que o PATÉTICO CANDIDATO LULA-PETISTA, por diversas vezes, provocou o seu adversário, FLÁVIO BOLSONARO, dizendo que bastaria ao candidato consultar o GUGO para saber e entender TUDO DE BOM que ele FEZ em todas as vezes que governou o nosso empobrecido Brasil, não deixei por menos: ao invés de consultar o GUGO, preferi consultar o -GOOGLE MAPS- para saber qual a ESTRADA que o APLICATIVO SUGERE PARA QUEM ESTÁ EM BUSCA DE PAZ, FELICIDADE, LIBERDADE E DECÊNCIA. 


BR 22 - A ROTA DA FELICIDADE

Pois, com total clareza, o- poderoso SERVIÇO DE PESQUISA E VISUALIZAÇÃO DE MAPAS E IMAGENS DE SATÉLITE DA TERRA, que de antemão é -absolutamente gratuito para navegadores- apontou imediatamente para um único caminho, afirmando, em todos os idiomas, que a

BR 22 é a ROTA DA LIBERDADE E DA FELICIDADE.


COMBINADO

Então, meus caros leitores, amanhã à noite, estamos combinados: depois de digitar, com muita confiança,, o 22 nas urnas, tratem de seguir o plano do -GOOGLE MAPS- que indica como acessar a -BR 22-, já conhecida como ESTRADA QUE LEVA À LIBERDADE, FELICIDADE E PROSPERIDADE. . . 



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23 out 2026

NESTE DOMINGO, MAIS DO QUE NUNCA, DIGITE 22 E CONFIRME!


ÚLTIMO EDITORIAL ANTES DO SEGUNDO TURNO

Antes de tudo, escrevo este EDITORIAL -último antes da realização do SEGUNDO TURNO das ELEIÇÕES 2026- com a PLENA CERTEZA DO DEVER CUMPRIDO e REPLETO DE ESPERANÇA de que POSSAMOS COMEMORAR NO FINAL DESTE DOMINGO O -FIM DA ERA PETISTA-, marcada por MUITA CORRUPÇÃO, GASTANÇA ILIMITADA, ROMBOS NAS CONTAS PÚBLICAS E NAS ESTATAIS, ELEVAÇÃO DE IMPOSTOS, ENORME ENDIVIDAMENTO, ETC., ETC. 


RELAÇÃO DE CAUSA E EFEITO

Ao longo desses últimos SEIS MESES, como os leitores bem sabem e acompanharam, me propus a PRODUZIR e/ou COMPARTILHAR CONTEÚDOS sempre bem identificados com a importante -RELAÇÃO DE CAUSA E EFEITO- sobre as mais terríveis decisões -tomadas, ou que deixaram de ser tomadas-, 1- por vários MINISTROS-TIRANOS DO STF; 2- pelo POPULISTA E MENTIROSO PRESIDENTE LULA-PETISTA ; e, 3- PELOS PRESIDENTES DA CÂMARA E DO SENADO.  


EXERCER O DIREITO DO VOTO

Entretanto, para que possamos, enfim, COMEMORAR o -FIM DA ERA LULA-PETISTA, basta comparecer às urnas, DIGITAR 22 para PRESIDENTE e CONFIRMAR. 

Como bem refere o jornalista Alexandre Garcia -é importante exercermos o direito e a obrigação do voto. Está em jogo NÃO SÓ O PRÓXIMO QUADRIÊNIO, porque os efeitos das escolhas de agora se tornam duradouros. Por exemplo, o Brasil tem quase R$ 11 trilhões em dívida pública, paga mais de R$ 1 trilhão por ano em juros, é como jogar fora duas Petrobras a cada ano. Por quê? Porque o governo gasta demais e não consegue cobrar tudo em impostos, porque do contrário as pessoas param de pagar.

A Curva de Laffer mostra que, quando a TRIBUTAÇÃO chega a certo ponto, as pessoas preferem deixar de produzir, ou então começam a sonegar. Então, o governo tem de tomar dinheiro emprestado: vende papéis e tem de pagar juros; como o governo gasta muito, só consegue vender seus papéis se oferecer juros altos. E assim os juros sobem para todos. As empresas que dão emprego estão cobertas até o pescoço não só em pagamento de juros, mas também em tributos altíssimos.


VOTAR

Alexandre Garcia também aponta para o importante FATO de que ainda há INDECISOS, pessoas pensando em VOTAR EM BRANCO, ANULAR, OU NEM IR VOTAR. Como tal ressalta, exemplarmente, que sua mãe, que passou dos 100 anos, votou sempre e lhe ensinou a ter essa consciência de que nós, por meio do voto, somos a origem do poder que conferimos a um presidente da República, a um deputado, a um senador, a um vereador. 


ESPAÇO PENSAR+

No ESPAÇO PENSAR+: OS VIRTUOSOS DO NAUFRÁGIO, por Alex Pipkin. Confira: https://www.pontocritico.com/espaco-pensar



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