MARCEL, O MEU DEPUTADO
Divido este editorial com outros dois pensadores que integram o Pensar+: Marcel Van Hattem, que também é deputado estadual do RS, e Percival Puggina, editor do site - www.puggina.org -.
A parte que me cabe é mais introdutória e oportuniza um importante esclarecimento quanto às razões que me levam a defender, sistematicamente, as ideias e projetos do deputado Marcel Van Hattem. Pois, para que os leitores saibam, os pensadores que integram o Pensar+ entenderam, na última eleição, que seria por demais importante eleger (ou ajudar a eleger) um membro do grupo.
RELAÇÃO ELEITOR/ELEITO
Tal decisão foi motivada pela necessidade de exercitar a estreita relação que precisa haver entre ELEITOR e ELEITO, coisa que, infelizmente, tem se mostrado como algo inexistente na realidade político-eleitoral do nosso País, Estado e Município.
PARA CHAMAR DE SEU
Na ocasião já estávamos convencidos de que elegendo o Marcel Van Hattem os integrantes do Pensar+ passariam a ter um legítimo e fiel representante na Assembleia Legislativa (Casa do Povo). Como foi exatamente isto que aconteceu sugiro que tal experiência seja copiada por todos os eleitores, para que possam interagir diretamente com os seus parlamentares.
Esta foi a maneira que o Pensar+ construiu para ter um efetivo representante político para poder CHAMAR DE SEU.
ARTIGO DE MARCEL VAN HATTEM
Aliás, a propósito do programa ESCOLA SEM PARTIDO, de autoria do deputado Marcel Van Hattem, que segue sendo alvo de atenção da sociedade gaúcha e brasileira, principalmente depois de ter sido atacado pelo jornalista Paulo Germano, eis o texto do nosso (meu) deputado, que a ZH de ontem publicou e a partir de então tirem suas conclusões:
"Fui expulso da aula de sociologia por defender o livre mercado e um Estado menor – e a professora, do PC do B, doutrinando os alunos a seguirem Marx e Lenin.” “Induzido sempre pelos professores de História, saí da escola achando que socialismo era paraíso e capitalismo era opressão.” “Já sofri muita doutrinação. Fico à disposição da ZH para relatar tudo.”
Esses relatos são uma pequena amostra de casos de doutrinação ou defesa partidária feita por professores dentro de sala de aula. Retirei essa amostra dos mais de mil comentários que recebi quando solicitei que meus seguidores no Facebook contassem casos de doutrinação. São histórias de uma prática já disseminada em escolas e universidades públicas e privadas.
Paulo Germano, no artigo “A ideologia do professor” (ZH, 2/7), declarou que meu projeto teria como único motivo evitar que professores manifestassem “opinião diferente” da minha. Terrível equívoco! Muito antes pelo contrário: o projeto Escola sem Partido prevê justamente que o professor abranja o conteúdo com pluralidade, abordando todos os diferentes pontos de vista. A ideia é impedir que professores doutrinem ideologicamente seus alunos, garantindo-lhes o direito e o dever de ensinar sobre tudo o que diz respeito à sua matéria. A lei afetará somente a minoria docente que se tem dedicado a moldar suas abordagens, recortando e distorcendo fatos, ocultando boa parte do conteúdo e direcionando os alunos para o brete ideológico ou partidário. A maioria de bons professores, portanto, só tem a ganhar com esse reforço a seus direitos e deveres.
Desde que protocolei o projeto Escola sem Partido, centenas de pais, alunos e professores mandam relatos desesperados, denunciando professores que usam desse expediente ilegal. Pais, alunos e professores precisam de um canal de comunicação para se pronunciarem. É o que estabelece o projeto: a Secretaria da Educação do Estado poderá criar uma ouvidoria para receber as inconformidades e tomar as medidas cabíveis. Tudo por uma escola que forme e informe de forma plural, como deve ser. Simples assim.
ARTIGO DE PERCIVAL PUGGINA
E, para arrematar, eis o que escreveu o pensador Percival Puggina, sobre o rumoroso tema:
Em Zero Hora do último dia 5 de julho, um estudante entrou na esteira aberta pelo jornalista Paulo Germano que escreveu coluna criticando o projeto Escola Sem Partido. A carta desse leitor soma-se a incontáveis relatos que pessoalmente recebi sobre a militância política, ideológica e partidária que usa a sala de aula como concessão para fazer cabeças. Senhores absoluto de tempo e conteúdo, das respostas certas e das notas, os pseudoeducadores militantes têm seu trabalho facilitado pelo material didático igualmente político, ideológico e partidário que o MEC lhes proporciona.
IDEOLOGIA DE ESQUERDA
Em sua carta à redação de ZH, o estudante mencionado no início deste texto informa que a UFRGS, onde cursa História, "foi tomada por essa ideologia de esquerda. Aulas são canceladas para que os alunos assistam 'aulas democráticas', 'palestras sobre democracia', que sempre começam e terminam com odes ao PT". O acadêmico também poderia ter dito PSol, PSTU, PCdoB.
FATO SABIDO
É fato sabido que a história das ideias inspiradoras de todos esses partidos não registra a construção de uma única democracia. Igualmente documentado que o PT no poder fez vários ensaios para controlar os meios de comunicação e se valeu de métodos escusos para iludir a população durante os processos eleitorais. O discurso da democracia, portanto, deve ser entendido como outra impostura para perverter a democracia. Não há democracia possível com o polinômio que orienta esses partidos: luta de classes, relativização do direito à propriedade privada, incentivo à violência, construção de hegemonia em bases gramscistas, combate aos valores da civilização ocidental, entre os quais a própria democracia liberal, representativa.
LEGÍTIMOS RESPONSÁVEIS
Se você, leitor, for chefe de família e puder optar, na escolha do colégio de seus filhos, entre uma escola com partido e uma sem partido, qual das duas teria sua preferência? Desnecessário dizer o que acontece na primeira: é isso que está aí, com alunos cantando revolução e louvando Marighella e Che Guevara. Na outra, indiscutivelmente, maior foco no ensino e na aprendizagem. Na primeira, o preparo de militantes. Na segunda, o preparo para a vida.
Na primeira, o incentivo à desordenada rebeldia. Na segunda, a criatividade positivamente estimulada. Na primeira, as artimanhas do combate político. Na segunda, o desenvolvimento das habilidades e competências para uma vida produtiva. Na primeira, a renitente interpretação marxista dos fatos sociais, políticos e econômicos. Na segunda, o incentivo ao estudo e ao trabalho.
Não devemos esquecer que os pais são os primeiros e mais legítimos responsáveis pela educação dos filhos. Com esta premissa, não creio que muitos desejem para eles uma escola com partido, ainda que seja isso que o poder público lhes proporciona e seja por aí que se tem desviado, também, o ensino particular, vitimado pela mesma contaminação ideológica. Todo apoio, portanto, ao projeto Escola Sem Partido.
LIBERDADE
Ainda que nada acontece por acaso, independente de lugar ou situação, confesso que fico muito espantado quando vejo um contingente enorme de brasileiros, notadamente gaúchos, que se dizem abertamente a favor da LIBERDADE, quando, na mais pura realidade não passam de reféns de corporações, que não admitem que cada indivíduo escolha aquilo que mais lhe convém.
UBER
Esta questão que envolve o uso de aplicativos, tipo UBER por exemplo, que estão fazendo os indivíduos ficarem cada vez mais soberanos e livres para ESCOLHER qual o meio de transporte que desejam para se locomover é o grande exemplo do quanto, por força das corporações, é obrigado a se manter REFÉM de CARTÓRIOS, REGULAMENTOS E CONVENÇÕES.
MERCADO
Desde sempre estive convencido de que quem decide qual o número de táxis que devem existir em qualquer município é apenas e tão somente o MERCADO. Isto significa que todos têm o direito de exercer qualquer atividade, e não o governo, que como um SER CELESTIAL sempre decide quantos podem exercer a profissão. Só por aí já se vê o quanto inexiste a LIBERDADE no nosso país para que cada uma faça o que melhor lhe aprouver.
CARTÓRIOS
A propósito: imaginem o que aconteceria se os governantes, aliados às mais diversas corporações, resolvessem limitar, por exemplo, o número de carrocinhas de pipoca, bancas de frutas, padarias, lojas de departamento, etc. Pois, ainda que estejamos livres desta loucura, melhor seria se todas as atividades gozassem de total LIBERDADE para existir. Sem essa, portanto, de CARTÓRIOS.
DESTRUIÇÃO CRIATIVA
Aliás, por oportuno vale a pena ler o texto a seguir, escrito pelo pensador Felipe Camozzato, que integra o Pensar+, com o título -DESTRUIÇÃO CRIATIVA EM PORTO ALEGRE-. Assim, os leitores do Ponto Crítico poderão sentir o que se passa na Capital do RS, quanto aos aplicativos que estão chegando para dar ao povo o direito de escolha. Algo, enfim, que estabelece a DEMOCRACIA ou o SAGRADO DIREITO DE ESCOLHA de cada cidadão. Eis:
INOVAÇÕES
Segundo o economista Joseph Schumpeter, as inovações são força motriz do crescimento econômico. A destruição criativa, como nomeou, rompe com negócios bem estabelecidos, reduzindo o monopólio do poder. Em seu lugar, são criados novos produtos, serviços e lógicas de mercado. Neste momento, observamos a destruição criativa em Porto Alegre com o Uber e, mais recentemente, com o seu concorrente indiano, o WillGo. Aqui, a destruição criativa pode ser vista tanto no impacto ao fechado mercado dos taxistas, empresas de ônibus e lotações, quanto na lógica de regulamentação e arrecadação da prefeitura.
QUEBRAR PARADIGMAS
A meu ver, mais que quebrar paradigmas acerca da qualidade dos serviços de transporte da Capital, o Uber mostrou aos porto-alegrenses que não faz sentido a prefeitura regulamentar o serviço de táxis. Uma vez que já temos o Código de Defesa do Consumidor e o Código Brasileiro de Trânsito para proteger as pessoas de abusos e ilegalidades, não há sentido em exigir mais regulamentos que atrapalham o surgimento de alternativas inovadoras e de qualidade para a mobilidade urbana de Porto Alegre.
PRÉ-REQUISITOS
Além disso, as taxas cobradas aos taxistas são abusivas. No Uber, qualquer pessoa que cumpra com os pré-requisitos da empresa pode iniciar o serviço de transporte sem pagar taxa alguma à prefeitura, o que é uma grande oportunidade para quem está desempregado ou buscando complementar sua renda, especialmente nessa crise. Será que há necessidade de mais cobranças, uma vez que estas pessoas já pagam taxas ao adquirirem o veículo, ao mantê-lo ano a ano, e ao fazer a autorização de motorista profissional?
WillGo
Para finalizar, o melhor de tudo: a partir de agora há mais concorrência! Com a chegada da WillGo em Porto Alegre, quem mais irá ganhar é o consumidor, que terá outra opção de aplicativo. O Uber e o WillGo não precisam de regulamentação da prefeitura. A melhor fiscalização que existe é a do consumidor.
A IDEOLOGIA DOS PROFESSORES
Diante da repercussão do infeliz e desastroso conteúdo assinado pelo colunista Paulo Germano, com o título -A IDEOLOGIA DOS PROFESSORES-, publicado no jornal ZH de sábado, 02/07, o qual já contou com a devida manifestação do caluniado deputado Marcel Van Hattem, como já referi no editorial de ontem, volto ao tema.
PRINCÍPIO
Volto a insistir que o jornalista preferiu mostrar o quanto é incapaz para analisar e conhecer, de fato, o pensamento de quem não é adepto de sua ideologia -do atraso-. Só por aí garanto aos leitores do Ponto Crítico que pessoas como o jornalista Paulo Germano jamais poderiam integrar o PENSAR+, que tem como princípio o uso da razão e do discernimento.
ESCOLA SEM GOVERNO
Como o tema exige o máximo de compreensão da sociedade, para que não fique ilhado no desconhecimento sobre o que propõe o Programa -Escola sem Partido-, eis aí o inteligente conteúdo, produzido pelo pensador Roberto Rachewsky, com o título -ESCOLA SEM GOVERNO-.
SUBORDINAÇÃO AO PARTIDO NO PODER
Aqui no Brasil, quando uma criança frequenta uma escola pública, ou até mesmo privada, ela está subordinada obrigatoriamente à política educacional estabelecida pelo governo.
É o governo, leia-se o partido que está no poder, que determina o currículo, a literatura, o teor das provas, a pedagogia e a matéria a ser utilizada em salas de aula.
ANGARIAR VOTOS
Assim, a EDUCAÇÃO deixa de ser um projeto individual para que se possa fazer as descobertas necessárias para prosperar na vida, espiritual, intelectual e materialmente, para se tornar mais um instrumento de política pública que visa angariar votos, dinheiro dos pagadores de impostos e doutrinação descarada.
PROJETO CAPAZ
O projeto -Escola sem Partido- pode indicar o que seria um objetivo a ser atingido: universalidade, irrestrita abordagem crítica e racional dos fatos históricos e das filosofias que os moldaram.
No entanto, só há um projeto efetivamente capaz de acabar com a lavagem cerebral disfarçada de educação e a submissão de quem não pode escolher: o ESCOLA SEM GOVERNO.
COERÇÃO
Educar e aprender não pode depender do governo, uma instituição cuja natureza é a coerção. Escolher se nossos filhos estudarão em casa, em escolas católicas ou israelitas, protestantes ou liberais, marxistas ou positivistas, construtivistas ou montessorianas é prerrogativa do indivíduo ou dos indivíduos que detém a guarda das crianças ou, no ensino superior, do próprio estudante.
RESULTADOS DESEJADOS
ESCOLA SEM GOVERNO pode ser mais fácil de implementar e de se obter os resultados desejados do que o Escola sem Partido. É como informar-se lendo o jornal. Quem quer saber o que pensa a esquerda, compra ZH e lê Paulo Germano. Quem não quer, compra e lê outra coisa que lhe seja mais conveniente, tendo em vista suas convicções.
ESCOLA SEM GOVERNO é escola sem sindicatos perniciosos, sem invasões, sem déficits orçamentários, sem greves, sem coerção, sem resultados vexatórios, sem merenda vencida por causa da corrupção. Escola sem Governo é a busca por uma sociedade livre, centrada no individuo, no conhecimento e na razão e não naquilo que o governo representa: coletivização, padronização, obediência e coerção.
MENTE INDEPENDENTE
Quando alguém perguntar: - mas, nesse sistema de Escola sem Governo o que faremos com os pobres? Eu responderia com outra pergunta: mas, o que o tal Programa está fazendo com os pobres neste sistema falacioso que propagandeia educação pública, gratuita e de qualidade?
Pois ainda assim eu mesmo respondo: isso que aí está, está tornando-os mais miseráveis, sem oportunidades, sem um futuro próspero e digno, sem a possibilidade de estabelecer propósitos mais audaciosos para florescerem em busca de uma vida melhor.
Uma mente independente, criativa e laboriosa não se constrói com pregação, com obediência cega, nem com doutrinação. Se podemos ter escolas com professores e material escolar, por que precisamos pagar por escolas, professores, material escolar e o governo?
LEITURAS DE FINAL DE SEMANA
Dentre as leituras que fiz durante o final da semana, uma que me chamou a atenção, ainda que não tenha me causado qualquer surpresa, foram as críticas que a afastada presidente Dilma Neocomunista Rousseff fez, via Twitter, às medidas econômicas tomadas pelo seu sucessor.
AO DOBRO
Faço questão de me manifestar a respeito mais para mostrar o quanto é importante e necessário para o país se ver livre o quanto antes da estúpida ex-presidente. Só pela crítica que fez quanto aos cortes de gastos, definidos pelo ministro Meirelles, fica pra lá de evidente que se a tonta não fosse afastada da presidência o nosso déficit primário, projetado em R$ 170,5 bilhões, chegaria, quem sabe, ao dobro do teto prometido.
ESTRUTURA FISCAL
Mais: Dilma, por A+B, através do Twitter, resolveu provar o quanto tinha (e continua tendo) a intenção de levar o país a uma CRISE ECONÔMICA ainda maior. Ela disse, alto e bom som (está lá no Twitter), que Temer está mexendo na estrutura fiscal mudando para pior, ou seja prejudicando toda a Nação e o País. Pode?
EQUIPE ECONÔMICA
Ora, volto a afirmar o que mencionei nos dois últimos editoriais: o governo Temer só acertou mesmo e para valer na área econômica. Tanto na escolha dos condutores quanto nas propostas anunciadas. Pois, para mostrar o quanto são demoníacas as ideias da comunista, ela só atacou aquilo que está promovendo a recuperação da confiança do povo.
COFECON
Aliás, quem fez coro às críticas emitidas pela Dilma Neocomunista Afastada Rousseff foram os 18 conselheiros do Conselho Federal de Economia (Cofecon). Liderados pelo militante petista, Júlio Miragaya, os conselheiros assinaram uma nota criticando os -rumos propostos- na política econômica do governo do presidente interino Michel Temer.
IPSIS LITERIS
Para mostrar que a estupidez é ilimitada para os petistas, a nota do Conselho confirma -ipsis literis- a defesa de políticas bolivarianas que o PT (leia-se Foro de São Paulo) vinha adotando como solução para a economia do país. Ou seja, medidas que visam, clara e exclusivamente, o aprofundamento da crise.
RAZÃO DO CRESCIMENTO DO DÉFICIT
Pasmem: para o Cofecon "a principal razão do crescimento do déficit primário não foi a elevação dos gastos, mas a forte contração da receita, em decorrência da retração econômica e da elevação da elisão e sonegação fiscais". Que tal?
Sem Título
POR FORMAÇÃO E PRINCÍPIO
Antes de tudo, ainda que venha a desagradar e/ou contrariar muitos leitores, que se mostram mais confiantes com o governo Temer, por questão de formação e princípio tenho o dever de deixar bem claro aquilo que muito está me preocupando.
SEM VOLTA
Até o presente momento, no que diz respeito ao Custo Brasil, o governo Temer atendeu demandas que, uma vez aprovadas, a ordem é pagar. Ou seja, não cabe mais qualquer arrependimento. É o caso, por exemplo, dos aumentos concedidos ao Judiciário e MPF, Bolsa Família, carência da dívida dos Estados, valor entregue ao RJ para garantir as Olimpíadas, que já somam R$ 125 bilhões.
PREÇO
Há quem diga e repita, nas várias mensagens que recebo, que as bondades que o governo Temer vem concedendo nada mais são do que o preço que os brasileiros precisam pagar para que os obstáculos que, desde sempre, impedem o crescimento e o desenvolvimento econômico do país, sejam removidos.
CONTRAPARTIDA
Ora, o meu ceticismo quanto ao êxito das propostas de Reformas e Privatizações que vem sendo anunciadas é procedente. Afinal, ao longo da minha existência não foram poucas as promessas deste tipo que jamais se concretizaram.
Como o preço (altíssimo) já foi pago (não tem mais volta) e não há a mínima garantia de que a contrapartida seja atendida, não há como ser otimista.
ESCLARECIMENTO
Só para esclarecer: o que me agrada, aplaudo. O que me prejudica, critico. Com fundamentos. Mais: também quero que o Brasil vá em frente. Aliás, só pelo fato do Brasil ter se livrado do PT, de Lula e de Dilma já é muita coisa. Só por aí já é possível ser mais confiante. Entretanto, o que não me satisfaz nem um pouco é aceitar pagar um preço alto sem garantia de coisa alguma. É isto que me deixa preocupado.
SAÚDE
Volto a dizer que PRIVATIZAÇÕES não se tornaram necessárias depois da descoberta dos incontáveis atos de CORRUPÇÃO NAS ESTATAIS. Tirar empresas das mãos e pés do Estado é questão de eficiência e respeito com o dinheiro dos pagadores de impostos.
Alguns, neste momento, estão se dizendo favoráveis às PRIVATIZAÇÕES, por CONVENIÊNCIA; outros por CONVICÇÃO. Pouco importa. O fato é que PRIVATIZAR é ótimo para a saúde do país.
PARLAMENTARISMO - VOCÊ SABIA...
A partir desta edição, com a colaboração do pensador Vinicius Boeira, os leitores poderão se familiarizar ainda mais com o importante PARLAMENTARISMO. Para tanto dou início à série - VOCÊ SABIA... Eis o primeiro:
VOCÊ SABIA... Que, atualmente, a única via possível para que tenhamos o sistema parlamentarista no Brasil é com a aprovação da PEC 20A (Proposta de Emenda Constitucional no 20A, de 1995)?
E que essa PEC já tramitou, sendo aprovada em todas as comissões e está pronta para ir à plenário?
FECHANDO O 1º SEMESTRE
Hoje estamos fechando o primeiro semestre de 2016, que, sem sombra de dúvida entrará para a história como um dos mais caóticos da história do nosso pobre país. Atenção: digo -um dos mais caóticos- porque, francamente, não estou muito convencido de que o segundo semestre será melhor.
POR UM LADO
Por um lado, o afastamento de Dilma Neocomunista Rousseff representou para a maioria do povo brasileiro a volta da confiança no país, principalmente porque o novo governo livrou o país da Matriz Econômica Bolivariana, imposta pelo Foro de São Paulo.
POR OUTRO LADO
Por outro lado, infelizmente, as decisões que o governo Temer vem tomando, impondo esplêndidos aumentos da Despesa Pública, que já somam algo como R$ 125 bilhões, alimentam a ideia de que o déficit orçamentário aprovado, de R$ 170,5 bilhões, deixe de ser TETO e passe a ser PISO.
DESPESAS E REAJUSTES
O fato do governo dizer que as despesas/reajustes que estão sendo propostos e aprovados, como Bolsa Família, salários do Judiciário e MPF, negociação da Dívida com Estados, ajuda a fundo perdido ao RJ para salvar as Olimpíadas, para ficar só por aí, já estavam previstos e combinados não têm qualquer fundamento lógico.
PRIVILEGIADOS
Insisto: o governo, pelo visto, não entendeu que quando não há disponibilidade de recursos, não há previsão e/ou combinação que deva ser respeitada. Aí quem manda é, exclusivamente, o caixa.
Mais: notadamente, porque os recursos que beneficiam os privilegiados saem do bolso dos pagadores de impostos. E a maior parte do dinheiro, como se sabe, sai do bolso da Segunda Classe, que pouco ou nada recebe.
INSTRUMENTO DE JUSTIFICATIVA
Como bem afirma, aliás, o pensador Ricardo Bergamini: - o déficit público deixou de ser um termômetro de orgia dos gastos públicos e passou a ser um instrumento de justificativa dos novos governantes. Os novos arautos da moralidade pública atualmente no poder a tudo justificam, não mais que está previsto no orçamento, mas sim que está previsto no déficit. É uma imoralidade sem precedentes na história econômica do Brasil.
PROJETO SEPULTADO
Como se vê o Brasil está realmente em fase de crescimento. Crescimento brutal, da DESPESA PÚBLICA. Quanto aquilo que pode sustentar a orgia, como é o caso das REFORMAS E PRIVATIZAÇÕES, até agora nada. E dificilmente acontecerá, pois até o (único) projeto apresentado, que promovia a internacionalização das empresas aéreas, já foi sepultado. Pode?