MÊS DA ALEGRIA
Ontem, finalmente foi estabelecido o rito final do demorado processo de Impeachment da criminosa e malvada neocomunista Dilma Rousseff. E, para alegria da maioria do povo brasileiro, que dá clara demonstração de recuperação da confiança e esperança num Brasil melhor, tudo leva a crer que o mês de agosto, conhecido como MÊS DO DESGOSTO, pode terminar como MÊS DA ALEGRIA, ou do INÍCIO DA RECUPERAÇÃO.
QUANDO SETEMBRO VIER...
Assim, QUANDO SETEMBRO VIER, mesmo sabendo que não são poucas as medidas e ações que precisam ser tomadas para tirar o nosso país da encrenca que o PT nos meteu, de forma deliberada e consistente, precisamos ter em mente que só poderemos obter uma colheita de bons frutos, com muita inteligência e forte persistência.
URGÊNCIA
De novo: ainda que as mudanças careçam de grande URGÊNCIA, não podemos ignorar que muitos obstáculos serão colocados no caminho, notadamente comandadas pelas mais diversas Corporações. Nada, nada mesmo, pode diminuir o enorme ânimo que vem sendo retratado nas REDES SOCIAIS, responsável direto pelo início da recuperação da confiança e esperança do povo.
PARLAMENTARISMO
Ao longo dos últimos anos tenho insistido muito com as REFORMAS que, se bem feitas, podem mudar a fotografia da ECONOMIA BRASILEIRA. Entretanto, como não vamos nos livrar tão cedo (ou jamais) da mão pesada do Estado na Economia, para melhorar o trânsito das decisões políticas e nos livrarmos das demoradas CRISES impostas pelo PRESIDENCIALISMO, vejo este momento como muito propício para a adoção do sistema PARLAMENTARISTA.
PEC 9/2016
A propósito: o líder do governo no Senado, Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) já colocou em tramitação a Proposta de Emenda à Constituição 9/2016, que estabelece o sistema parlamentar no país. Para ser aprovado e dar fim ao período de presidencialismo, seria necessário maioria de 3/5 de ambas as casas do Congresso e um plebiscito para legitimação.
IVES GANDRA MARTINS
Vejam, inclusive, o que diz a respeito o jurista e pensador Ives Gandra Martins, sobre este importante tema, no livro que conta com 24 autores que examinam as vantagens da instauração do parlamentarismo, a ser lançado em 19 de setembro:
Do ponto de vista do retrato histórico, o presidencialismo é um fracasso em toda a América Latina. “Torna-se um governo de um homem só, em que o presidente é o dono do poder. O partido não existe. Temos legendas, com pessoas se unindo e mudando de partido de acordo com interesses”, diz o jurista.
POLÍTICAS ECONÔMICAS
Em reportagem publicada no site Exame.com, Ives Gandra cita as políticas econômicas tomadas pela presidente Dilma Rousseff em relação à Petrobras e setor energético como “impossíveis” em tal regime, já que seu partido não teria o poder de barganha das coalizões feitas para aprová-las no Congresso.
“As práticas são efetivamente decididas de acordo com o interesse nacional”, diz. “A Margaret Thatcher [primeira-ministra do Reino Unido de 1979 a 1990, famosa por reformas liberais] era obrigada a dar explicações quase diariamente ao Congresso”. O modelo de referência britânico é defendido pelo jurista e proposto pelo senador Aloysio Nunes em sua PEC — excetuando-se apenas o título monárquico ao chefe de Estado.
Para Ives Gandra Martins, o parlamentarismo evita também as uniões questionáveis de coligações de partidos e políticos sem qualquer intimidade. O esquema de alianças, comuns no sistema atual, são motivação para votações guiadas no Legislativo pelo interesse em cargos no alto escalão do poder.
COMPETIÇÃO
Aproveitando que estamos próximos do encerramento dos Jogos Olímpicos -Rio 2016-, que mereceu inúmeras críticas e comentários, muitos elogiosos e outros nem tanto, o que mais espero e desejo, com todas as minhas forças, é que os brasileiros em geral, notadamente governantes, tenham aprendido a importância da COMPETIÇÃO.
MÉRITO
Antes de tudo um importante esclarecimento: quem decide apenas PARTICIPAR é porque não está se propondo a ser um COMPETIDOR. Competidor é aquele que se prepara para concorrer de igual para igual. E a vitória é MÉRITO conquistado por aquele que apresentou o melhor desempenho.
QUADRO DE MEDALHAS
Dito isto vamos ao quadro de medalhas: aí fica notório o quanto o Brasil só COMPETIU mesmo em poucas modalidades esportivas. Na maioria, certamente, figurou apenas como mero PARTICIPANTE. E mesmo assim mostrou ao mundo todo que DERROTAS servem mais para produzir lágrimas e menos para produzir efetivos COMPETIDORES.
MERITOCRACIA
Pois, se os brasileiros em geral entendem, e exigem, que no esporte, nas suas mais variadas competições, só devem ser premiados aqueles que mostram melhores desempenhos, o que mais espanta é que não agem da mesma forma quando estão em jogo todas as demais atividades. Aí, infelizmente, não vale a MERITOCRACIA.
CAPITALISMO
Esta inquestionável lógica que o esporte impõe e evidencia serve para um outro esclarecimento: O CAPITALISMO é a prova da mais completa COMPETIÇÃO ECONÔMICA, onde os atores se dividem entre produtores e consumidores que procuram, através das REGRAS IMPOSTAS PELO LIVRE MERCADO, tirar o melhor proveito daquilo que fazem e adquirem.
COTAS
Esta correta e indiscutível lógica que o esporte oferece para oxigenar o discernimento precisa ser muito bem compreendida para que possamos realmente COMPETIR EM TUDO. Mais: COMPETIDORES não são escolhidos por COR DE PELE ou por COTAS. Quem impõe este tipo de coisa não quer COMPETIDORES, mas apenas PARTICIPANTES, que não conseguem mostrar MÉRITO ALGUM.
FRASE DE GOEBBELS
De todas as frases ditas e repetidas por Joseph Goebbels, quando ministro da Propaganda do governo Hitler, a mais famosa é aquela que diz: - DE TANTO SE REPETIR UMA MENTIRA, ELA ACABA SE TRANSFORMANDO EM VERDADE-.
MIL VEZES
Quando perguntado sobre o NÚMERO ideal de repetições para fazer com que uma mentira se transforme numa verdade, Goebbels especificou dizendo: - UMA MENTIRA REPETIDA MIL VEZES TORNA-SE VERDADE.
DEZ VEZES
Passadas algumas semanas, Goebbels percebeu que com um forte controle dos meios de comunicação não seria preciso repetir uma mentira MIL VEZES, mas apenas DEZ VEZES, como provavam as estatísticas e estudos a respeito. Pronto: a partir daí, mesmo sabendo que não convenceria todos, Goebbels ficou satisfeito, pois sabia que mais de 90% dos alemães acreditariam em tudo que os jornais nazistas publicavam.
PRÁTICA GOEBBELIANA
Pois, passados mais de 70 anos, a prática Goebbeliana continua valendo, notadamente nos países onde os povos são menos esclarecidos. Nestes, infelizmente, qualquer mentira pronunciada ganha -status- de verdade absoluta por grande parte do público, que não mostra o mínimo interesse em verificar a procedência do anúncio ou informação.
Mais: para quem já foi contaminado pelo processo da repetição das MENTIRAS, aí não tem jeito: nem mesmo repetindo UM MILHÃO DE VEZES UMA VERDADE faz com que ela seja entendida como VERDADE VERDADEIRA. Pode?
POPULISMO
Se por outro lado já está provado que -É POSSÍVEL ENGANAR MUITA GENTE POR MUITO TEMPO; POUCOS POR ALGUM TEMPO; E NINGUÉM POR TODO O TEMPO- , o fato é que dependendo do tempo em que o POPULISMO ganhou adeptos, o estrago é muito grande.
ATROFIA MENTAL
Aí o estrago não atinge apenas a economia, que sofre demasiadamente com as mentiras aplicadas ao longo do tempo. O maior estrago se verifica de forma brutal nas mentes do povo mal educado e informado, onde as mentiras ditas e repetidas várias vezes provocam uma forte atrofia cerebral, impedindo o desenvolvimento do raciocínio lógico.
O MUNDO DA VERDADE
Este foi o ponto mais crucial a ser enfrentado depois da queda do fim da segunda guerra mundial e da queda do Muro de Berlim: milhões de cérebros estavam destruídos pelo populismo, impossibilitando a visão do mundo real, sem as mentiras vendidas pelo socialismo. O mundo, portanto, da VERDADE.
TRISTES PARA SEMPRE
De forma geral, por mais difíceis e complicadas que sejam os problemas e/ou situações a serem enfrentados, a ordem é acreditar que uma saída acabará sendo encontrada. É assim que funciona a ESPERANÇA de que no final tudo acabará bem e todos serão felizes para sempre.
INVIÁVEL
Pois, quem vem desafiando a própria ESPERANÇA de que pode vir a ser minimamente VIÁVEL é o falido Estado do Rio Grande do Sul, que por decisão e vontade do povo e de seus péssimos governantes, notadamente petistas, continua focado na ideia de se perpetuar no abismo.
CAUSA
Se para muitos o problema é identificado como FINANCEIRO, me apresso em esclarecer, pela enésima vez, que isto nunca foi a CAUSA, mas tão somente a CONSEQUENCIA do caos ou da total, absoluta e crucial INVIABILIDADE DO ESTADO DO RS.
RESPONSÁVEIS
De uma vez por todas: as CAUSAS do CAOS DAS CONTAS PÚBLICAS DO ESTADO GAÚCHO, independente de ordem, se apoiam:
1- na mediocridade dos governantes (em todas as áreas -executiva, legislativa e judiciária-);
2- no domínio impiedoso das Corporações;
3- no silêncio e/ou aceitação do povo e do setor empresarial
LEIS PÉTREAS
Volto a afirmar, pela enésima vez, que os principais problemas (não todos) que levaram o RS ao ESTADO DE INVIABILIDADE foram promovidos por LEIS PÉTREAS, que uma vez aprovadas nunca mais podem ser modificadas, nem mesmo por meio de emenda Constitucional.
Vale, portanto, observar, que as PORTAS DE SAÍDA para os cruciais problemas do Estado do RS, foram BLINDADAS PARA SEMPRE.
NÃO PODE!
Isto significa que o governo NÃO PODE, em hipótese alguma, REDUZIR:
1- o número de funcionários, que por lei pétrea gozam de estabilidade;
2- os salários de quem está em atividade, que por lei pétrea não podem ser reduzidos;
3- os ganhos dos funcionários aposentados, que tanto em número de pessoas quanto no custo financeiro já é maior do que aqueles que estão em atividade.
Pode?
ARMADILHA
Como aí repousam mais de 75% de tudo que o Tesouro do Estado arrecada, e a cada dia mais e mais funcionários se aposentam, beneficiados, obviamente, pela INTEGRALIDADE DOS SALÁRIOS (independente, portanto, de estar ou não em atividade), o Estado do Rio Grande do Sul construiu, definitivamente, a sua própria armadilha. Para não sair mais dela!
SERVIÇOS PÚBLICOS IMPRESTÁVEIS
Endividado a ponto de não conseguir honrar compromissos financeiros, o RS já não consegue prestar os serviços pagos pelos impostos dos seus cidadãos:
1- a EDUCAÇÃO está caótica (nos últimos anos o Estado não cumpre nem 50% do ANO LETIVO).
2- a SEGURANÇA foi entregue aos bandidos que pintam e bordam em todos os cantos.
3- a SAÚDE vai de mal a pior.
Resumo: ou as LEIS PÉTREAS são enfrentadas, ou o CAOS É PARA SEMPRE E CADA VEZ MAIOR.
LUSO TERCEIRO MUNDISTA
Quando os navegadores portugueses se lançaram ao mar com suas naus e chegaram, por acaso, na costa brasileira para se instalaram como colonizadores, junto com eles vieram os costumes, a educação e o comportamento luso-terceiro-mundista.
REGRAS
Assim, de 22 de abril de 1500 até o momento em que foi declarada a Independência, a ordem era respeitar as regras impostas pelo reino de Portugal. A partir do dia 7 de setembro de 1822, portanto, coube ao povo brasileiro-independente estabelecer as suas próprias regras e tratar de se responsabilizar por tudo que viesse a acontecer no nosso território.
PIOROU
Pois, decorridos quase 200 anos da declaração da Independência, o que mais se vê e confirma é que ainda não nos livramos de grande parte das regras impostas pelos portugueses. E em muitos casos o que fizemos foi para piorar ainda mais a vida daqueles que compõem a lamentável -SEGUNDA CLASSE- DE BRASILEIROS.
LEGADO
Mais: por incrível que pareça, como que querendo sempre transferir a responsabilidade dos péssimos atos e decisões tomadas a partir de 7/9/1822, há quem esteja convencido de que somos vítimas do legado deixado pelos colonizadores portugueses. Pode?
PRIVILÉGIOS
O fato é que além dos CARTÓRIOS, da ALTA CARGA TRIBUTÁRIA e dos MAUS SERVIÇOS PÚBLICOS, que em muitos casos aumentaram ainda mais após a Independência, uma outra grande maldade permaneceu intocável, POR EXCLUSIVA VONTADE DOS BRASILEIROS. Trata-se dos vergonhosos privilégios concedidos aos brasileiros de PRIMEIRA CLASSE, que de forma geral se tornaram ainda maiores.
REGOZIJO
Não é necessário fazer uso de lupas para identificar o quanto fizemos para piorar aquilo que já estava ruim. Poderia, inclusive, ficar um bom tempo discorrendo sobre a má administração que se instalou depois que os portugueses perderam a Colônia. Só com as acima descritas já consigo mostrar o quanto pioramos e nos regozijamos com os fracassos.
INDAGAÇÃO PROVOCADORA
Ontem, baseado nos conteúdos dos dois últimos editoriais, que trataram da fantástica vontade que os brasileiros em geral mostram para criar PROBLEMAS, ao invés de gerar SOLUÇÕES, um leitor (suponho que sua intenção era provocadora) enviou uma mensagem com duas indagações: 1-quando este mau processo foi deflagrado; e, 2- onde estão as provas.
PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA
Pois, sem pestanejar, mostrei que o lamentável processo iniciou com a Proclamação da República, em 1889. Até então, como se sabe, o Brasil era governado pelo monarca Pedro II, que foi destituído por um Golpe Militar, encabeçado pelo marechal Deodoro da Fonseca.
ENCILHAMENTO
Pois, como que querendo marcar território, posição e muita disposição, naquele exato momento o Brasil-República fez questão de mostrar ao mundo todo o quanto era capaz de produzir uma grande BOLHA DE CRÉDITO, que ficou conhecida como CRISE DO ENCILHAMENTO.
DOIS DESTRUIDORES
Naquela época dois ministros da Fazenda dividiam a tarefa que já tinha como propósito AFUNDAR FINANCEIRAMENTE O PAÍS: um, o renomado jurista Ruy Barbosa; outro, o poeta Afonso Celso de Assis Figueiredo, que ficou conhecido como Visconde de Ouro Preto.
De novo: com um jurista e um poeta no comando da economia, só podia resultar em CRISE. Bingo!
POLÍTICA ECONÔMICA
Ambos, sem o mínimo conhecimento de economia, estavam convencidos que tinham a receita certa para estimular a industrialização no País. Com isso adotaram uma POLÍTICA ECONÔMICA DESASTROSA, baseada em créditos livres e descontrolados para quem quisesse fazer investimentos. Tudo garantido por farta e irresponsável emissão monetária.
MATRIZ DE DESENVOLVIMENTO
Ora, através da estúpida Matriz de Desenvolvimento, iniciada com a Proclamação -Golpista- da República, o resultado não poderia se outro: o país enfrentou ali a sua primeira e desenfreada especulação financeira, que resultou, por óbvio, numa espetacular elevação dos índices de inflação.
Em tempo: - No governos Lula e Dilma tivemos a versão petista do desastre.
RECADO AO MUNDO
Como se vê, ao abandonar a Monarquia, coisa que não foi decidida pelo povo, mas pelos militares -GOLPISTAS-, o Brasil deu um recado ao mundo todo: aqui sabemos, como ninguém, produzir PROBLEMAS e não SOLUÇÕES. Mais: aproveitamos para esclarecer que DEMOCRACIA significa, tão somente, o direito (dever) de escolha dos governantes. Pode?