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17 mar 2005

COMO ASSASSINAR EMPRESAS


ADVERTÊNCIA SÉRIA

Esta é uma advertência muito séria: É sempre muito importante saber o que está acontecendo com os nossos vizinhos. Principalmente quando se trata da Venezuela, cujo presidente é o magnífico democrata Hugo Chávez, que tanto frisson causa no Brasil e que é considerado um grande amigo do governo brasileiro. Ah, e que faz parte também do Foro de São Paulo, junto com o PT, o ELN, o Partido único de Cuba, etc...

ESTUPRO EMPRESARIAL

Pois bem, lá na Venezuela, o presidente Chávez conseguiu aprovar uma lei que simplesmente vai matar as redes privadas de varejo. Vejam o estupro empresarial do ditador: a lei cria redes de supermercados ? estatais -, com zero de impostos, tanto para produtos adquiridos no país quanto para produtos importados. Resultado: as empresas privadas, os supermercados, por não obterem as mesmas vantagens, não tem como competir.

CONFISCO

Além disto, até as áreas de estacionamento dos supermercados privados estão sendo confiscadas pelo governo. A atitude brutal é para acabar com alguma vantagem de conforto que já deixaria de existir. Acredite, se quiser. Mas é a mais pura verdade. Viva Hugo Chávez.

TUDO PREVISTO

No balanço feito do Ministério do Desenvolvimento Social (por favor, o levantamento não é meu, mas do Ministério) foi constatado que mais de 286 mil beneficiados pelo Pífio Programa -Bolsa Família -, o equivalente a 4,4% do total, têm renda maior do que o permitido para participar do programa. Previsível, não?

CHEIO DE IRREGULARIDADES

Mas, mesmo assim, o programa foi considerado o carro-chefe da área social do governo federal. Vejam: esse número de bolsas irregulares corresponde a 32% dos beneficiados pelo Bolsa Família que têm emprego formal. Sobre estes é que foi possível ter acesso a informações de renda, além do salário auto-declarado, informação com a qual o governo trabalhava até agora.

AVANÇO DA CIÊNCIA

Um simples cruzamento dos dados do Cadastro Único do Ministério e da Relação de Informações Sociais (RAIS), do Ministério do Trabalho, mostrou que 68% dos beneficiários do Bolsa Família, que têm emprego formal, atendem aos critérios de renda de até R$100,00 per capita por família. Apesar disso, o levantamento divulgado mostra que há sérios problemas no cadastro, como gravidez e amamentação citados por beneficiários do sexo masculino. Vejam a que ponto a ciência já chegou aqui no Brasil.

SUPERDOTADOS

No RJ, por exemplo, usado como referência pelo estudo, já são 47 homens grávidos e 17 pessoas com idades entre dois e seis anos que estariam amamentando. Que tal? No estado do RJ, 487.281 famílias recebem o programa, equivalendo a 1,67 milhão de beneficiários. O teste de consistência dos beneficiários também aponta problemas como faltas de endereços e dos nomes das mães. E, ACREDITEM: 54 pessoas com mais de 110 anos de idade, e crianças com menos de 1 ano, que teriam completado a 4ª série. Superdotados, certamente. Este, gente, é o governo piedoso e assistencialista que tanto custa para todos nós. Viva.

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16 mar 2005

ANARQUIA FIRME, GRADUAL E IRRESTRITA


PREVALECEU A TOLERÂNCIA

A abertura política no Brasil, que está completando 20 anos, promoveu uma forte revelação no período: houve uma grossa confusão entre o que é democracia e o que representa a tolerância. Todo mundo foi às ruas pedindo desesperadamente a primeira. Por falta de conhecimento e discernimento ficaram mesmo com a segunda, que acabou se transformando numa anarquia firme, gradual, irrestrita e crescente. Ficamos, portanto, sem uma democracia para valer.

DIREITOS EXAGERADOS

Tudo começou com a concessão exagerada de direitos aos manifestantes, que resolveram assim testar o não cumprimento das leis. Pronto. A porta foi arrombada e tudo passa hoje por ali. Ao longo do tempo cada vez mais exageros foram sendo testados e, como não foram contidos pelo constrangimento de que pudesse ser entendido que estávamos voltando ao regime militar, a tolerância tomou conta.

VALE TUDO

A polícia, por recomendação, passou a fazer vistas grossas querendo observar até onde iam as coisas. Hoje, como se vê, ela está completamente amedrontada e sem ação. Do outro lado, os fora da lei entenderam bem o recado e o comportamento das autoridades e convenceram de que são mais astutos, mais rápidos e mais preparados do que a polícia. Gente, virou um Vale Tudo. O crime começou a tomar conta da sociedade e já está difícil entender, educar e praticar a honestidade.

COLHENDO O PLANTADO

Na real, tudo o que foi plantado está sendo colhido. E a safra está cada vez mais abundante. Somos vítimas porque assim preferimos ser. Agora, para abafar o estrago, nem uma nova ditadura resolve. O medo de deixar de ser tolerante, o que impede a existência da democracia, promove alguns tipos de declarações, como esta que foi proferida, ontem, pelo coronel da Brigada Militar, em Sarandi, RS, por ocasião da queima do veículo da RBS, pela turma da Via Campesina: -Só em último caso usaremos a força! ? Pois é, a tolerância é isto. Nunca chega o tal de ?último caso?.

UMA OUTRA CERTEZA

Houve um tempo em que a única certeza que a humanidade tinha é de que ninguém escapa da morte. A ciência, por sua vez, até vem ajudando para que a vida seja mais longa, mas a verdade e a certeza permanecem. Com o passar do tempo, uma outra certeza ficou clara e transparente tão logo os povos resolveram se organizar pela montagem de seus governos. É a de que os impostos vão aumentar para todo o sempre. Em alguns países isto conseguiu ser contido, mas no Brasil não tem jeito. Observem mais razões para isto:

PEC PARALELA

Ontem, depois de várias semanas de discussões, manifestos e protestos, os parlamentares resolveram ignorar tudo isto e aprovaram alguns destaques da famigerada PEC paralela da Previdência, aumentando os gastos do governo. O resultado disso para a sociedade? Ora, ora, minha gente: mais e mais impostos. Ou alguém imagina que os milagres bíblicos vão aparecer?

FORÇA BURRA

A Força Sindical prova que é uma força contrária à lógica e a inteligência. Ontem, mesmo antes da reunião do Copom, resolveu fazer um protesto contra os juros altos. Na medida em que não quer uma reforma sindical para valer e impede uma reforma trabalhista ideal, não tem o que reclamar de juros. Quem não quer matar a causa basta conviver com a conseqüência.

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15 mar 2005

O REAL VOLTOU A SE DESVALORIZAR


SEM TRADIÇÃO

Nos últimos dias a principal notícia econômica, no Brasil, tem sido a recuperação do dólar. Fantástico, não? Pois é. Antes se dizia que era o real que se desvalorizava e perdia valor frente ao dólar. Agora é o dólar que se recupera. Ridículo. E, tão logo as cotações se modificaram, alguns jornais já informaram que o trigo ficou mais caro e que o preço do pão deverá ser reajustado. Triste país que não tem qualquer tradição com o comércio internacional.

O PROBLEMA

Pensando bem é preciso entender que somos um país que exporta muito pouco e importamos quase nada. Vejam, o Brasil conseguiu a ainda tímida proeza de exportar US$ 100 bi nos últimos 12 meses. Não gosto de ser um estraga prazer, mas convenhamos, é muito pouco se comparado com a China (U$ 500 bi) e a Coréia do Sul (U$ 400 bi). E as importações nestes mesmos países também estão quase no mesmo nível. O nosso problema está longe, mas muito longe de ser cambial. O real problema, como se vê é pouca exportação e quase nenhuma importação.

SEM PROJEÇÕES

Diante dessa realidade, não faço projeções para uma cotação do dólar/real para prazo algum. E desconfio muito de quem faz. O ponto de venda ou de compra das moedas, com pagamento em real, é algo tão sensível e subjetivo que combinado com as sempre possíveis declarações sobre questões políticas ou econômicas mais influentes, acaba jogando por terra qualquer projeção ou estudo econométrico.

RESISTÊNCIA

E uma das razões para viver sempre desconfiado e estar sujeito a muita volatilidade é o tamanho do nosso risco Brasil. Por mais que possamos, e até devemos, festejar a queda observada nos últimos meses, o fato é que estamos resistindo em torno de 400 pb (pontos base). Ou seja, estamos com o dobro do índice apresentado pelo México e cinco vezes maior do que o do Chile. Resumo: como pertencemos a um país ainda muito arriscado estamos sempre sujeitos a mudanças de humores minuto a minuto.

DIFICULDADES

E esta resistência numérica, oscilando em mais 10% para mais ou 10% para menos na pontuação, representa a dificuldade que temos em fazer as reformas microeconômicas. E quando conseguimos alterar alguma coisa é sempre muito tímida. Devido a estas dificuldades para acertar o passo, ficamos girando em torno do círculo vicioso de juros elevados, impostos insustentáveis e inúmeras contribuições fantasmagóricas.

DÊ-LHE SEVERINO!

O presidente da Câmara dos Deputados, Severino Cavalcanti, conseguiu uma grande proeza e mostrar que até tem alguma utilidade: resolveu dizer que vai barrar a MP 232. Creio que ele nem sabe mesmo as razões para tanto. Mas, felizmente, e por instinto, tomou esta decisão. Dê-lhe Severino!

PREFERÊNCIAS CLARAS

O PT nunca escondeu suas preferências, que por sinal vêm sendo mostradas diariamente nas devoções dedicadas a Cuba e a Venezuela, através de seus dignos representantes Fidel e Hugo Chávez. A revista Veja, assim como esta web-letter e outras mais, felizmente resolveu abrir as baterias mostrando o caminho perigoso que estamos trilhando. Se queremos o inferno muito que bem. Pelo menos não podemos nos surpreender em algum momento.

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14 mar 2005

O GRANDE INSTRUMENTO DA MODERNIDADE


PANELA DE PRESSÃO

Só no Brasil e em Cuba virou notícia a decisão ridícula e infantil de Fidel Castro em facilitar e subsidiar a compra de panelas de pressão ao rico povo cubano. Antes mesmo de pretender que todos os lares disponham do magnífico e moderno instrumento de cozinha, cujos moradores ainda desconhecem o que vão cozinhar nele, a firme e clara vontade de Fidel é só uma: acabar com as empresas que hoje vendem as panelas.

VIVA O REGIME!

Simplesmente porque Fidel e seu grupo tem ódio de empresa que não seja estatal. E mais: daqui para frente, qualquer iniciativa privada que por algum tempo conseguiu a duras penas ser testada durante o fantástico regime ultrademocrático da Ilha está suspenso. Segundo o Dr. Castro, isto é coisa do diabo e não pode mais ser realizada. É tudo estatal e pronto. Assim, nada mais resta do que fazer um - Viva! - ao regime cubano. Portanto, vamos lá: Viva! Maravilha, gente.

FICHA UM

Quando foi sancionada a nova Lei de Falências, o ponto que ganhou maior notoriedade mesmo foi a possibilidade de inclusão das companhias aéreas dentre as empresas que podem utilizar o novo instrumento legal. A ficha UM para a estréia das empresas que estavam esperando a aprovação do diploma, como já é por demais conhecido, estava com assento de reserva marcada para a Varig. Prontinha e esperando a aprovação, a empresa dava a impressão e a certeza de que seria mesmo a estreante.

INTERVENÇÃO

E se motivos não já faltavam, continuam não faltando. A eventual luta pela recuperação da empresa, prevista em Lei, esta sim é que está cada vez mais longe de acontecer. É quase impossível. E o que não se entende é que os deputados e senadores ainda insistem numa intervenção. Como? Porque? Intervenção é o que não está prevista na nova Lei de Falências. Isto é um absurdo. A própria Fundação Rubem Berta, pelas atitudes demonstradas quer a falência, não a intromissão governamental. Sai dessa.

PENEIRA ARROMBADA

Não adianta querer tapar o sol com a peneira. Primeiro porque a peneira da VIOLÊNCIA já está com furos enormes que mais parecem mil peneiras. Fazer perguntas às autoridades é uma legítima perda de tempo, onde ainda se ouve coisas do tipo: está tudo sob controle. Se a resposta é uma lógica, a pergunta só serve para se obter tal resposta que tem como objetivo evitar o pânico. Ninguém, porém, ignora que a coisa está pretíssima.

PRODUTIVIDADE NO CRIME

Com a estúpida lei do desamamento, conforme já foi comentado, os bandidos já iniciados na carreira do crime ganharam muito mais produtividade. E os ainda iniciantes se sentiram confiantes para ingressar na nova e lucrativa atividade. Pelo que se tem notícia, a verdade é que todos estão tendo muito sucesso. E a imprensa, com a estúpida repetição de que - ninguém deve reagir ? aumenta a certeza do êxito em qualquer tentativa de assalto. Um erro imperdoável, pois o correto é ensinar como proceder para reagir e não se entregar facilmente aos bandidos.

BARCO À DERIVA

Agora vejam o que acontece, por exemplo, para quem navega nos nossos rios. Aí é uma verdadeira barbada. Qualquer assalto é gol. Sem ter como se defender, uma vez que não é possível portar armas, não há insucesso na operação crime. No mínimo, se não houver morte, o barco já está perdido. E ainda tem gente que acredita que vamos desarmar os malfeitores. Santa burrice.

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11 mar 2005

A CARGA E O TAMANHO DA TRIBUTAÇÃO


A SENTENÇA DE PALOCCI

Depois da divulgação, ontem, de que foi de 35,45% o percentual de arrecadação de impostos, em relação ao PIB em 2004, o ministro Palocci sentenciou: o limite deste governo é não chegar a 35,53%, ou seja, o percentual atingido pelo governo anterior. Felizmente, como se vê, já temos um limite, pelo que deixou claro o super ministro.

O ENGANO

Creio que os leitores já devem ter percebido que não falei em tamanho da carga tributária, mas em percentual arrecadado sobre o PIB. Este é o conceito verdadeiro e correto de arrecadação de tributos no Brasil. Não é carga, como a imprensa de massa faz questão de divulgar. Aí o grande equívoco, pois falar em carga, quando a informalidade e a sonegação atingem níveis impressionantes, nos leva a este profundo engano.

PESO DA SONEGAÇÃO

Carga é o quanto de imposto atinge a produção, o consumo, o serviço, a renda e a propriedade, com transparência. Como não são todos os que pagam impostos, por várias razões, temos um valor arrecadado tão somente. A carga tributária, gente, é muito, mas muito maior, a considerar o percentual de inadimplência e sonegação existente. Se todos fossem atingidos a carga, aí sim, mostraria que já é superior a 60%

ABRINDO O CAMINHO

Os quatro governadores do Conselho de Desenvolvimento Integração Sul -CODESUL- decidiram, ontem, 10, em reunião no Palácio do Iguaçu, em Curitiba, ajuizar ação no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a União para reivindicar a reposição das perdas decorrentes da desoneração dasexportações. Segundo o governador do Rio Grande do Sul, Germano Rigotto, as procuradorias gerais dos estados já estão preparando os processos.

JUSTIÇA

Da mesma maneira com que os governadores entendem que estão sendo injustiçados, os empresários também precisam se mexer. Devem tratar imediatamente de entrar na justiça para se defender. O que vale para um, vale para todos. Os governadores, pelo visto, mostraram o caminho.

CALOTE?

Se o governo pretende recolher 500 mil armas pagando em média R$ 150,00, por unidade, teremos um valor total de aproximadamente R$ 75.000.000,00. Mas se só há no Caixa do Governo R$ 30.000.000,00, como pagar essa conta? A observação foi feita pelo especialista em segurança pública, prof. Bene Barbosa, que também é presidente da ONG Movimento Viva Brasil, completando: -Ou o governo está ruim de matemática ou dará um calote geral em quem entregar sua arma.- Com tudo isso e mais um pouco, sugiro: não entregue coisa alguma para governos. É fria.

CEBIT

A Cebit abriu ontem suas portas em Hannover, Alemanha, apresentando crescimento no número de expositores. Um destaque foi a premiação de produtos brasileiros com o iF (Industrie Forum) Design Award. O designer Fernando Prado ganhou o troféu iF Award Gold - considerado o ?Oscar? do design internacional - na categoria iluminação. A maior feira de informática do mundo firma-se, assim, na liderança entre os eventos internacionais de tecnologia da informação e telecomunicações. Este ano, são 6.270 expositores, dos quais 3.292 vêm do exterior, o que significa um recorde na quantidade de participantes estrangeiros. O Brasil está participando da Cebit 2005 com 14 empresas. É muito pouco, gente.

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10 mar 2005

PROCURANDO O BURACO


JEITINHO PERIGOSO

De nada adianta ficar fazendo acordos, decidir formas de pagamento das dívidas dos Estados e municípios, se alguns espertos sequer esperam a tinta da caneta secar para pensar como fugir da responsabilidade, do acordo firmado. Este estúpido e já famoso jeitinho brasileiro, que, lamentavelmente, poucas vezes é usado pelo lado bom e ético, tem sido um dos grandes responsáveis pela nossa baixa credibilidade.

EXEMPLOS LAMENTÁVEIS

Vejam tal exemplo destes expedientes nas propostas populistas e perigosas promovidas, tanto pelo prefeito de São Paulo, José Serra, quanto pelo deputado Ônix Lorenzoni. Ambas bastante decepcionantes. O primeiro tenta influenciar os prefeitos das capitais a contornar a LRF. O segundo quer que o Estado do RS, seja declarado como de situação de emergência e peça, assim, uma moratória da dívida do RS para com a União por seis meses.

BRINCADEIRA?

Até parece brincadeira, não é mesmo? Mas não poderia nem deveria, pois brincar com coisa séria só demonstra mais irresponsabilidade e grande chance para o desastre. Até parece que com medidas tão estranhas nós vamos nos livrar das dívidas pesadas que por jeitinhos foram aumentando drasticamente e sendo contabilizadas ao longo de séculos.

REDUÇÃO DOS JUROS?

E depois, são os mesmos que movimentam a opinião pública para a redução das taxas de juros. Como? A cada forma de contorno proposta e criada, como a dívida não desaparece, novos títulos precisam sempre ser emitidos para poder saldar aquilo que os devedores irresponsáveis vivem tentando se esquivar.

UMA TAL DE REFORMA

A votação de uma tal de reforma tributária, por acordo de parlamentares e governo, foi adiada para o dia 29 de março próximo. O projeto, caso aprovado, até que é um avanço se comparado com a forma atualmente praticada. Mas é um desastre se comparado com a necessária excelência tributária.

ALTA TECNOLOGIA

Com a alta tecnologia hoje disponível, o que poderia contribuir decisivamente para estabelecer um sistema ideal e insonegável de impostos, esta que está sendo proposta fica muito longe de ser considerada uma reforma. A experiência feita, por exemplo com a CPMF, apesar de ser um imposto desastroso, vale para mostrar como todos podem e são atingidos. E a eficiência da forma é atribuída exclusivamente à tecnologia da informação.

PORCARIA TRIBUTÁRIA

Em resumo, como não temos maturidade, vontade e interesse, comprovados, em fazer aquilo que é necessário e certo, muita gente vai encerrar o assunto e dizer aos quatro cantos do mundo de que finalmente tivemos uma reforma. Gente, não é nada disso: vamos continuar, isto sim, vivendo com uma fedorenta porcaria tributária.

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