MUITA COISA AO MESMO TEMPO
Mais do que sabido, toda vez que alguém se dispõe a fazer muita coisa ao mesmo tempo, o que geralmente acontece é uma baixa produção em relação ao que foi anunciado e/ou pretendido. Mais: na melhor das hipóteses o resultado é muita coisa feita de forma errada e/ou incompleta.
PÂNICO
Como o nosso empobrecido Brasil está soterrado em meio aos escombros de uma enorme montanha de problemas, a maioria deles de alta gravidade e, portanto, recheados de terríveis complicações, o que mais se ouve por todos os cantos e lados são gritos de socorro, evidenciando a existência de um generalizado ESTADO DE PÂNICO.
CAPACIDADE E CONHECIMENTO
Diante deste quadro terrível, tanto as equipes de salvamento quanto os técnicos mais experientes sabem que o caminho que geralmente leva ao fracasso de uma -OPERAÇÃO RESGATE- começa quando alguém, querendo agradar a todos, se declara suficientemente capaz para tirar todos os soterrados com saúde.
DO TAMANHO DO TERRITÓRIO
Considerando que o Brasil é um País muito grande, e a montanha de problemas ocupa todo o território nacional, por mais que as equipes de salvamento se proponham a remexer os escombros com o máximo de rapidez, sabe-se que, lamentavelmente, muita coisa permanecerá soterrada por muito tempo.
SALVAR O MAIOR NÚMERO DE PESSOAS
Uso esta metáfora para dizer que os esforços que devem ser despendidos na OPERAÇÃO RESGATE BRASIL devem ser planejados e direcionados com o propósito de poder salvar, em primeiríssimo lugar, o maior número possível de brasileiros, todos soterrados por poderosos ROMBOS NAS CONTAS PÚBLICAS.
ÊXITO
Ora, no meio desta enorme montanha, o que se vê, com absoluta clareza, são nacos gigantescos identificados como ROMBOS EXPLÍCITOS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL. Portanto, o êxito da OPERAÇÃO RESGATE do povo brasileiro como um todo começa por uma boa e eficaz REFORMA DA PREVIDÊNCIA.
Antes de tudo, neste momento crucial, o que nos cabe é ajudar as equipes de salvamento para que o nosso Brasil se livre desta colossal parte do enorme escombro. As outras etapas, por mais importantes que sejam (e são), ficam para depois dessa, considerada como mais importante. Que tal?
SENTIMENTO DE ÓDIO EXPLÍCITO
Se por algum tempo pairou alguma dúvida de que a mídia brasileira, em geral, não suporta e/ou muito menos aprova tudo que diz e/ou pretende fazer o presidente Jair Bolsonaro, hoje, face aos constantes e indisfarçáveis ataques que são disparados a todo momento, qualquer possibilidade de que este sentimento de -ódio explícito- não passa de uma fantasia, ou um sonho de verão, deve ser considerada como nula.
MELHOR PARA TODOS
Na real, tudo começou a partir do momento em que Bolsonaro se lançou como candidato. Foi quando boa parte da mídia brasileira, sem dar a mínima trégua, tratou de bombardear as suas boas ideias e propostas, pouco importando que a maioria delas tem como propósito apenas fazer do nosso empobrecido Brasil um País efetivamente melhor para todos.
ARTE DE INFLUENCIAR ELEITORES
Pois, mesmo fazendo uso da sua força -descomunal- na arte de INFLUENCIAR os leitores, ouvintes e telespectadores, para que abandonassem a ideia de querer eleger Jair Bolsonaro, ainda assim a maioria dos meios de comunicação, liderada pelas organizações Globo, que sabidamente detém mais de 50% da audiência nacional, amargou uma derrota acachapante.
A comprovação disto é que o candidato do PSL resultou eleito, de forma inquestionável, com mais de 57 milhões de votos. Mais, também elegeu vários governadores, deputados e senadores Brasil afora.
ESPORTE PREFERIDO
Como se vê, nem mesmo o sagrado e claríssimo desejo do povo brasileiro, que foi às urnas para eleger o REFORMISTA BOLSONARO, consegue mudar a cabeça de tantos maus jornalistas, cujo esporte preferido é, exclusivamente, bater no presidente. Mais: para tanto se valem do apoio irrestrito de praticamente todas as também derrotadas corporações, que não admitem perder as absurdas vantagens obtidas nos governos socialistas.
APOIAR AS MEDIDAS
Ora, uma vez que estamos diante de uma nua e crua realidade, onde grande parte da mídia brasileira, gostem ou não, seguirá bombardeando, sem trégua, o governo Bolsonaro, a minha proposta é a seguinte: ao invés de ficar perdendo tempo discutindo e reprovando este ódio constante que os meios de comunicação nutrem, sem parar, o melhor a fazer é APOIAR AS MEDIDAS/REFORMAS que o Brasil precisa para sair do imenso atoleiro que está metido.
AMANTE DAS REFORMAS
Como integrante deste universo de sensatos, desde já informo que pouco me importa o que está acontecendo (ou vai acontecer) com os filhos de Jair Bolsonaro. Só estou ligado, e muito, naquilo que pode, enfim, fazer do nosso Brasil um País realmente próspero e com mais liberdade. Em outras palavras, me defino como UM INVETERADO AMANTE DAS REFORMAS. Nada me tira deste foco!
Bom seria se todos aqueles que pensam da mesma forma viessem a participar de um MOVIMENTO PELAS REFORMAS. Que tal?
TIPO E ABRANGÊNCIA DA REFORMA DA PREVIDÊNCIA
Passados quase 20 dias desde que Jair Bolsonaro assumiu o comando do nosso empobrecido Brasil, até agora não foi divulgado o TIPO e a ABRANGÊNCIA da urgentíssima REFORMA DA PREVIDÊNCIA, sem a qual sumirão por completo todas as expectativas de crescimento econômico.
PROJETO PRONTO PARA SER DIVULGADO
Tudo leva a crer que o projeto final já foi concluído e pronto para ser divulgado, quem sabe ainda neste final de semana, ou mais tardar no início da próxima. Mais: estou inclinado a entender que a proposta elaborada pela equipe econômica se define por uma importante e necessária mudança de regime, que deve passar a ser de CAPITALIZAÇÃO e não mais de REPARTIÇÃO.
CUSTO DA TRANSIÇÃO
Caso esta seja a grande mudança a ser proposta, aí as atenções devem recair sobre a forma que será adotada para CUSTEAR a TRANSIÇÃO, ou seja, de onde sairão os recursos necessários para financiar o atual REGIME DE REPARTIÇÃO até que seja pago o último benefício de quem contribui e/ou se aposenta por esta injusta forma.
DADOS ESCLARECEDORES
Enquanto aguardo a divulgação (confesso que diante do tamanho da encrenca a minha impaciência só aumenta) do projeto de REFORMA DA PREVIDÊNCIA, trato de buscar dados que contribuam para mostrar o quanto se faz necessário dar fim aos constantes e crescentes ROMBOS que as contas das PREVIDÊNCIAS do setor privado e setor público impõem aos pagadores de impostos.
PIB 2017 E 2018
Em 2017, por exemplo, como bem informam os números oficiais do IBGE, o PIB do Brasil cresceu 1,3% fechando o ano em R$ 6,6 trilhões. Em 2018, a se confirmar uma alta de 1,4% como propõe o índice IBC-Br, divulgado ontem, o PIB brasileiro deve ficar em torno de R$ 6,7 trilhões.
6% DO PIB
Como a Previdência Social produz, ANUALMENTE, fantásticos e crescentes -ROMBOS-, os quais são financiados através de emissão constante de TÍTULOS PÚBLICOS, que por sua vez fazem crescer de forma exponencial a DIVIDA PÚBLICA, é importante que todos saibam que apenas o ROMBO DA PREVIDÊNCIA apontado em 2017, representa algo como 6% do PIB.
UM PIB A CADA DOZE OU TREZE ANOS
De novo: como o ROMBO é crescente, e mesmo com uma boa REFORMA DA PREVIDÊNCIA ele continuará aumentando por vários anos, por conta do alto estoque que precisará ser honrado, isto significa que só o DÉFICIT desta terrível e injusta conta se apropria do equivalente a UM PIB a cada doze ou treze anos. Pode?
Sem Título
GOVERNANÇA
Não foram poucos os editoriais que escrevi ao longo da última campanha eleitoral, alertando que da mesma forma como os eleitores devem se preocupar em escolher um presidente honesto e competente, também precisam escolher deputados e senadores que tenham o mesmo perfil e defendam as mesmas ideias. Isto é fundamental para uma boa governança.
AFINIDADE
Pois, como se viu, nas Eleições 2018, os eleitores em geral cumpriram bem, e até de forma muito surpreendente, esta importante tarefa. Mesmo que o PT ainda tenha a maior bancada na Câmara Federal, a maioria dos deputados eleitos está mais afinada com os propósitos e reformas defendidas pelo presidente Jair Bolsonaro.
RODRIGO MAIA
Mesmo que Rodrigo Maia esteja longe de ser considerado uma -brastemp política- tudo leva a crer que a sua escolha como presidente da Câmara, já no início do mês de fevereiro, como dão a entender os analistas políticos, o importante é que ele tem se apresentado como um líder bem afinado com as propostas de Bolsonaro.
RENAN CALHEIROS
Já no ambiente do Senado a situação é bem diferente, para não dizer trágica. Tudo porque o péssimo senador Renan Calheiros, candidato que os analistas políticos (os mesmos que veem Maia como o mais provável presidente da Câmara), goza de maior preferência para presidir o novo Senado. Coisa que, por si só, exige atenção e ação redobrada por parte dos eleitores brasileiros.
FICHA POLÍTICA E CRIMINAL
A ficha política e criminal do senador Renan Calheiros, além de longa e muito conhecida, é repleta de péssimas intenções para quem elegeu Bolsonaro e, portanto, exige um Brasil realmente novo e melhor para viver e empreender. Enquanto a maioria da Câmara está com Bolsonaro, isto não acontece no Senado (o governo soma 33 votos, ante 25 da oposição, 12 independentes e 11 indefinidos, segundo estimativa dos analistas).
IMPEDIR A CATÁSTROFE
Para piorar, além de petista/socialista declarado, como pode ser visto no vídeo no qual declara, de forma franca e aberta, Renan confirma adesão total à campanha -Lula Livre-. Ora, só por aí já há motivo de sobra para não aceitar que o pilantra venha a presidir o Senado a partir de fevereiro.
Como faltam poucos dias para a eleição dos presidentes das duas Casas, e a maioria dos senadores está inclinada a eleger Renan Calheiros, só nos resta ir para as ruas para tentar impedir esta catástrofe.
MÍDIA APLICADA
Desde o dia 5 de janeiro de 2018, quando Jair Bolsonaro revelou, oficialmente, que seria candidato a presidente do Brasil, a turma -socialista- que domina a pobre mídia brasileira, tratou de trabalhar e/ou confundir, de forma firme e propositada, a cabeça do nosso povo dizendo que, se eleito, Bolsonaro trataria de liberar o PORTE de armas a todos os cidadãos brasileiros.
PORTE
Na realidade, coisa que boa parte da mídia esconde, Bolsonaro sempre disse e repetiu que em caso de se eleger presidente, o primeiro decreto que assinaria seria para flexibilizar a POSSE e comercialização de armas de fogo e munição. Ou seja, Jair Bolsonaro jamais falou em liberar o PORTE de armas.
INCENTIVADOR DO CRIME
Pois, ontem, 15/01, quando o Decreto-Lei 9.685/2019 foi, enfim, assinado, a maioria dos meios de comunicação eletrônicos tidos como socialistas não falou de outra coisa. E, como já se esperava, todos aqueles que eram convidados a palpitar só eram bem recebidos desde que manifestassem que o Decreto tinha como propósito INCENTIVAR O CRIME.
DIREITO
Nem mesmo quando um ou outro convidado tratava de esclarecer que em nenhum momento o Decreto fala em flexibilizar o PORTE de armas, mas apenas e tão somente a POSSE das mesmas, a ordem do apresentador (ou apresentadores) era confundir, ou seja, impedir ao máximo a compreensão de que a POSSE é um DIREITO e não um DEVER de quem pretende adquirir uma arma. Pode?
INFANTIL
Como passei boa parte do dia na estrada, viajando de Porto Alegre para Florianópolis, ao invés de música tratei de ouvir o que diziam os apresentadores a respeito do Decreto que estava por ser assinado. Um deles, que não mora mais no Brasil, disse que o povo brasileiro é INFANTIL, IRRESPONSÁVEL e NÃO ESTÁ PREPARADO PARA TER UMA ARMA EM CASA.
FALTA DE ESCLARECIMENTO
Pensando bem, o jornalista ( que inclusive mostra capacidade de escrever ótimas colunas) está certíssimo. Como o veículo no qual trabalha detém grande audiência, esta INFANTILIDADE, IRRESPONSABILIDADE e FALTA DE PREPARO DO POVO que ele alega e expõe é fruto das muitas bobagens que diz e repete no seu programa. Se tratasse de esclarecer minimamente, e não só confundir os seus INFANTIS OUVINTES, com ares de quem imagina celestial, o RS estaria bem menos atrasado.
PREVIDENTE
Mais do que sabido, PREVIDENTE é o indivíduo sensato, prevenido e/ou precavido, que age com prudência. Infelizmente, no nosso empobrecido Brasil, o regime de -REPARTIÇÃO- adotado para gerir (?) a PREVIDÊNCIA SOCIAL, que consagra a existência de DUAS CLASSES SOCIAIS EXTREMAMENTE DESIGUAIS, nada tem de sensata e muito menos de prudente.
INJUSTIÇA MISTURADA COM PRIVILÉGIOS
Na realidade, o que propõe a nossa PREVIDÊNCIA SOCIAL, e aí de forma pra lá de gigantesca, é a soma de exagerada INJUSTIÇA para muitos e excesso de VANTAGENS INCONCEBÍVEIS para poucos, notadamente para quem ocupa a PRIMEIRA CLASSE, reservada apenas aos privilegiados funcionários públicos e militares.
REGIME DE CAPITALIZAÇÃO
Para sair, definitivamente, deste -IMBRÓGLIO E INJUSTO SISTEMA PREVIDENCIÁRIO-, que além de injustiça ainda produz ROMBOS IMPAGÁVEIS, é preciso abandonar o detestável REGIME DE REPARTIÇÃO e entrar, de forma triunfal, no fantástico REGIME DE CAPITALIZAÇÃO.
SOMA DOS ROMBOS
Considerando que a soma dos ROMBOS produzidos pelo horripilante REGIME DE REPARTIÇÃO de ambas previdências (setor público, ou PRIMEIRA CLASSE, e setor privado, ou SEGUNDA CLASSE), superou, em 2018, a marca de R$ 400 BILHÕES, não há como esperar mais para introduzir o REGIME DE CAPITALIZAÇÃO.
O QUANDO E O QUANTO
Observem que por ser estritamente individual, no REGIME DE CAPITALIZAÇÃO não há privilégios e/ou injustiças. Tudo porque o governo simplesmente deixa de se intrometer na decisão de quem, efetivamente, deve decidir -QUANDO- pretende se aposentar e -QUANTO- pretende receber da poupança que acumulou ao longo do período que contribuiu.
EM TESE
Em tese, o REGIME DE CAPITALIZAÇÃO, como exemplificou, dias atrás, o pensador Roberto Rachewsky, é o seguinte: quem, por exemplo, conseguiu aos vinte e cinco anos criar valor suficiente para se aposentar e viver de renda até morrer, que o faça. E quem, como eu, não gerou valor suficiente para isso, que trabalhe até morrer ou viva de caridade.
Ah, se alguém perguntar o que faremos com os pobres, Rachewsky vai direto ao ponto: - Meus amigos, olhem a realidade. O que os governantes têm feito com os pobres é explorá-los sob o pretexto, hipócrita e improvável, de que a exploração é para ajudá-los.
Não apenas os pobres são os que mais se sacrificam, proporcionalmente a sua renda, para sustentar os privilegiados do governo, como são os que mais perdem com a regulamentação e a tributação que lhes tira as oportunidades de florescer e prosperar que somente são encontradas onde há liberdade.
Liberdade de decidir o que fazer para buscar a própria felicidade, sem que sejam obrigados a sustentar sob a mira de uma arma do estado, esse verdadeiro exército de militares e civis privilegiados.
Não quero reforma. Quero um novo sistema, individualizado, privado, capitalizado, para proteger os indivíduos da ganância atávica e irrefreável do estado.