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23 jan 2026

UM SÍTIO OU UM RESORT PARA CHAMAR DE SEU


O TEMPO NÃO APAGA TUDO...

Uma certeira prova de que -O TEMPO NÃO APAGA TUDO- está plenamente contida, por exemplo, na afirmação feita -alto e bom som- pelo vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, no dia 09 de dezembro de 2017, ao se referir ao então candidato LULA: -DEPOIS DE TER QUEBRADO O BRASIL, LULA DIZ QUE QUER VOLTAR AO PODER-, OU SEJA, -LULA QUER VOLTAR À CENA DO CRIME-.


SETOR CRIME

Ora, passados mais de -OITO ANOS- do dia em que Geraldo Alkimin fez a clara e incontestável afirmação de que -LULA QUERIA VOLTAR À CENA DO CRIME-, O TEMPO SE MOSTROU MAIS DO QUE IMPLACÁVEL NO SENTIDO DE -REAVIVAR-, CONSTANTEMENTE, A MEMÓRIA DO POVO BRASILEIRO. Mais: o TEMPO CIMENTOU A CERTEZA DE QUE O -SETOR CRIME- CRESCEU ACIMA DE TODAS AS EXPECTATIVAS, DEIXANDO PARA TRÁS QUALQUER POSSIBILIDADE DE SER SUPERADO. 


SÍTIOS DE LAZER

O mais curioso nesta clara constatação é que EM MEIO A TANTA FALCATRUA sempre aparece um SÍTIO DE LAZER para confirmar a existência de ROUBALHEIRAS. Pois, da mesma forma que LULA deixou suas impressões digitais nas portas e janelas no SÍTIO DE ATIBAIA, que se tornou central nas investigações da OPERAÇÃO LAVA JATO, por conta de REFORMAS PAGAS PELAS EMPREITEIRAS -ODEBRECHT E OAS-; o ministro do STF, Dias Toffoli também deixa claras pistas de que está enroscado com um RESORT de nome -TAYAYÁ- Ou seja, o-TAYAYÁ já é visto como o SÍTIO DE ATIBAIA DO SUSPEITO MINISTRO DA SUPREMA CORTE. Que tal?  


RESORT DO TOFFOLI

Como bem diz o jornalista Cláudio Dantas, -embora Toffoli não seja formalmente dono do resort localizado em Ribeirão Claro (PR), o fato é que funcionários do Tayayá o tratam como PROPRIETÁRIO. Na cidade, o empreendimento é conhecido como “RESORT DO TOFFOLI -.



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22 jan 2026

DENTRO DA BOLHA


MAIS DO QUE SABIDO...

Antes de tudo há que se admitir que todos os TEXTOS OU PENSAMENTOS produzidos por LIBERAIS e/ou CONSERVADORES, que DEFENDEM a -VALORIZAÇÃO DA LIBERDADE INDIVIDUAL, A LIMITAÇÃO DO PODER DO ESTADO E A ECONOMIA DE MERCADO- não raro esbarram num MACIÇO E SUBSTANCIAL BLOCO formado por ANALFABETOS FUNCIONAIS, dotados, infelizmente, de SEVERAS LIMITAÇÕES PARA ENTENDER, COMPREENDER E INTERPRETAR TEXTOS e/ou FAZER CÁLCULOS FINANCEIROS BÁSICOS. 


DENTRO DA BOLHA

Como sobram muito poucos brasileiros com real CAPACIDADE DE DISCERNIMENTO, do tipo que exercitam constantemente a -RELAÇÃO DE CAUSA E EFEITO- ginástica FUNDAMENTAL PARA O DESENVOLVIMENTO DO RACIOCÍNIO LÓGICO, quem se dispõe a EXPOR AS INEQUÍVOCAS VANTAGENS DAQUILO QUE OS LIBERAIS e/ou CONSERVADORES DEFENDEM acaba se COMUNICANDO -DENTRO DE UMA BOLHA- cujo universo -pouco representativo- INTERAGE E TROCA INFORMAÇÃO com quem -invariavelmente- JÁ COMPARTILHA DE VALORES E/OU IDEIAS SEMELHANTES.  


DIREITO FUNDAMENTAL

Pois, mesmo diante DESTA ESTRONDOSA E CLARA REALIDADE vejo, com satisfação enorme, que a maioria desses PENSADORES segue em frente, ou seja -NÃO SÃO DO TIPO QUE -JOGAM A TOALHA-. Esta, aliás, é a CARACTERÍSTICA do GRUPO PENSAR+, que reúne PENSADORES sempre PRONTOS E DISPOSTOS A EXPLICAR O QUANTO A LIBERDADE É ESSENCIAL, PELO FATO DE QUE PERMITE A ESCOLHA, A EXPRESSÃO E A ORGANIZAÇÃO DA VIDA INDIVIDUAL E SOCIAL PARA A DIGNIDADE HUMANA E O FUNCIONAMENTO DEMOCRÁTICO.    


O CASO GROENLÂNDIA SOB A ÓTICA DO DISCERNIMENTO

Pois, mesmo sabendo que o CONTINGENTE DE ANALFABETOS FUNCIONAIS é fortemente INFLUENCIADO PELA MÍDIA TRADICIONAL e suas EMBRIAGANTES NARRATIVAS, dificultando assim a COMPREENSÃO SOBRE ASSUNTOS REALMENTE IMPORTANTES, achei oportuno compartilhar o texto do pensador LEANDRO RUSCHEL que explica, com discernimento, o -CASO GROENLÂNDIA-. Eis: 

Nos últimos dias, a postura de Donald Trump em relação à Groenlândia causou uma verdadeira comoção global. Segundo ele, o controle daquele território é estratégico para a defesa dos Estados Unidos e do próprio Ocidente, especialmente diante da crescente presença chinesa e russa no Ártico. Com o recuo do gelo e o aumento da navegabilidade na região, o território torna-se mais vulnerável.

Além disso, a Groenlândia funciona como um posto avançado em uma possível rota de ataque com mísseis intercontinentais contra o território americano.

Há quem diga que Trump está motivado por interesses minerais. Outros falam em vaidade pessoal ou na tentativa de deixar um legado. O fato é que diversos presidentes americanos já tentaram, ao longo da história, adquirir esse território — sem sucesso. Recentemente, no Fórum Econômico Mundial em Davos, Trump afirmou que descarta o uso de força militar e que continuará buscando uma solução negociada, apesar de ter levantado essa hipótese dias antes.

Mesmo assim, muita gente passou a tratar essa movimentação como uma espécie de traição dos Estados Unidos à Europa. Como se Trump estivesse desmontando a OTAN por iniciativa própria e os europeus fossem vítimas passivas dessa postura.

Mas será que essa leitura faz sentido?

A fixação na Groenlândia faz com que muitos deixem de enxergar algo muito mais profundo: o fim de um ciclo. Um ciclo que não foi produzido por Donald Trump, mas pela própria Europa e pelo seu projeto globalista de poder. Existe uma crença difundida — especialmente no Brasil — de que a Europa ainda representa o Ocidente como ele era conhecido durante a Guerra Fria. Um bloco liderado pelos Estados Unidos, ancorado nas liberdades individuais, na propriedade privada, na liberdade de expressão, de culto, de associação política e em um Estado contido.

Esse modelo se opunha claramente ao modelo soviético, em que o Estado esmagava o indivíduo, eliminava a propriedade privada e suprimia direitos fundamentais. Com a queda do Muro de Berlim, parecia que o Ocidente havia vencido.

Mas, desde então, emergiu um novo projeto totalitário, travestido de democracia socialista. Um modelo que não é nem o capitalismo americano clássico, nem o comunismo soviético, mas uma síntese representada pela União Europeia.

Nesse modelo, os Estados se tornam cada vez maiores, a burocracia se expande, o poder se concentra em Bruxelas, as soberanias nacionais perdem relevância, os impostos aumentam, o mercado existe apenas até a página dois e a iniciativa individual é substituída por uma dependência estrutural do Estado. Empresas e cidadãos passam a viver sob um Estado regulador que interfere em todas as esferas da vida humana.

Esse sistema se ancora no globalismo: fronteiras abertas, imigração em massa, relativização de valores culturais, exportação de empregos e produção para países de mão de obra barata, enquanto a classe média europeia e americana é achatada. Não por acaso, esse modelo gerou revolta popular, resultando em fenômenos como o Brexit e a eleição de Trump em 2016.

A reação do establishment foi imediata. Veio a censura da internet, a criminalização do chamado “populismo”, a narrativa das fake news e a perseguição política sob o pretexto de salvar a democracia.

Paralelamente, avançaram agendas que concentram poder: ideologia de gênero, ataque ao cristianismo, destruição das bases culturais do Ocidente, ambientalismo radical e controle crescente da vida econômica e da mobilidade das pessoas.

Hoje, a Europa não se parece em nada com a Europa que se dizia livre em oposição ao bloco soviético. Pessoas são presas por rezar em silêncio, partidos de oposição são ameaçados de criminalização, líderes políticos são impedidos de concorrer e eleições são anuladas quando o resultado desagrada ao sistema. Trata-se de um projeto abertamente antiliberdade, antieconomia e antihumano.

Essa lógica foi importada para o Brasil. A censura e a perseguição política aqui implementadas seguem o mesmo modelo europeu e globalista, com apoio de ONGs, think tanks internacionais e até estruturas ligadas ao Departamento de Estado americano durante o governo Biden.

Os Twitter Files e investigações independentes já expuseram esse mecanismo.

É nesse contexto que deve ser entendida a atuação de Trump e da direita americana. Há um rebalanceamento de forças, um questionamento sobre o papel da OTAN e sobre quem ela realmente serve. A Europa, que se acostumou a viver sob o guarda-chuva militar americano, agora é forçada a encarar a realidade: seu Estado de bem-estar social é insustentável, sua economia estagnou e o autoritarismo cresce à medida que o empreendedorismo é sufocado.

Talvez estejamos diante de um ponto de inflexão. Talvez tardio demais. Mas o que ameaça o mundo não é Donald Trump. É o projeto globalista europeu, somado ao projeto totalitário chinês.

Ambos buscam o mesmo fim: o poder concentrado esmagando o indivíduo — um usando a força explícita, o outro usando a máscara da democracia e da liberdade.



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21 jan 2026

LIQUIDAÇÕES POR ATACADO


POR ATACADO

Desde o dia 18/11/25 até hoje, 21/01/26, - lá se vão pouco mais de 60 dias corridos-, o Banco Central se viu obrigado a decretar -com atraso indesculpável- a LIQUIDAÇÃO EXTRAJUDICIAL -POR ATACADO- das seguintes instituições financeiras apodrecidas: BANCO MASTER S.A., CBSF (ANTIGA REAG INVESTIMENTOS); e WILL FINANCEIRA S.A. (WILL BANK), todas elas -COMPROVADAMENTE- envolvidas em FRAUDES BILIONÁRIAS.


BRB - BANCO DE BRASÍLIA

Por ora, o que mais está chamando a atenção é o FATO do Banco Central, não se sabe as devidas razões, ainda não ter -DECRETADO, pelos mesmos e sobrados motivos, a LIQUIDAÇÃO EXTRAJUDICIAL DO BRB -BANCO DE BRASÍLIA. Mais do que sabido, por conta da GRAVE CRISE REPUTACIONAL que está enfrentando, o BRB, por óbvio e por consequência, já não DISPÕE DE LASTRO SUFICIENTE PARA SEGUIR OPERANDO. 


CULPADO

Como já era mais do que esperado, a turma do PT e da esquerda em geral, está fazendo de tudo para colocar a CULPA DAS MÁS ADMINISTRAÇÕES DAS INSTITUIÇÕES FALIDAS NO COLO DO BANCO CENTRAL. Enquanto isso, arrisco a dizer, COLOCO EM SÉRIA DÚVIDA que algum desses espertos continue usando o BRB como INSTITUIÇÃO FINANCEIRA preferida e capaz para OPERAR E/OU CUIDAR DE SEUS INVESTIMENTOS. Que tal? 


FGC

Enquanto isso, caso o BC siga em frente decretando novas LIQUIDAÇÕES EXTRAJUDICIAIS, uma coisa é mais do que certa: os recursos do FGC -FUNDO GARANTIDOR DE CRÉDITOS- não serão suficientes para cobrir o tamanho da encrenca. Com isso, na melhor das hipóteses, os valores inferiores a R$ 250 MIL só poderão ser pagos -A PRAZO-, dependendo sempre do crescimento dos depósitos obtidos pelo FGC.


ESPAÇO PENSAR +

No ESPAÇO PENSAR+ de hoje: CANGOCRACIA: ONDE TUDO FUNCIONA NA NARRATIVA, por Alex Pipkin. Confira aqui: https://www.pontocritico.com/espaco-pensar



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20 jan 2026

FELICIDADE SÁDICA


DECLARAÇÃO SÁDICA

Ontem, na entrevista que concedeu ao site de notícias -UOL-, o -SÁDICO- ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ao ser questionado sobre as prontas e perseguidas ações que resultaram em MAIS IMPOSTOS, coisa que lhe rendeu o apelido de -TAXXAD-, abriu um largo sorriso e disse -alto e bom som - TAXEI MESMO! FICO MUITO FELIZ EM SER LEMBRADO COMO O ÚNICO MINISTRO DA FAZENDA DOS ÚLTIMOS 30 ANOS QUE TAXOU OFFSHORES, FUNDOS FAMILIARES FECHADOS, PARAÍSOS FISCAIS E AS BETs.


PADRÃO COMPORTAMENTAL

Como se vê, o ministro TAXXAD faz questão de ESCANCARAR que é dotado de uma ÍNDOLE DOENTIA, que revela um PADRÃO COMPORTAMENTAL E EMOCIONAL NOCIVO, DESEQUILIBRADO E PERSISTENTE, QUE TEM COMO OBJETIVO A PRODUÇÃO DE DÉFICIT PÚBLICO, CORRUPÇÃO ILIMITADA, SAFADEZAS, DE TODOS OS TIPOS E TAMANHOS, ROMBOS ESPETACULARES, ETC., ETC.., jogando os PREJUÍZOS OBTIDOS no colo da sociedade brasileira como um todo. 


ABERRAÇÃO

Chama atenção, nas suas incontáveis aberrações, o fato de que o MINISTRO TAXXAD IMPÕE UMA ALÍQUOTA DE IMPOSTO DE RENDA DE 15% SOBRE O LUCRO DAS BETs, ENQUANTO OS -JSCP-JUROS SOBRE CAPITAL PRÓPRIO sofrem TAXAÇÃO DE 17,5%. Ou seja, TAXXAD COBRA -MAIS IR- DE QUEM INVESTE EM EMPRESAS, E -MENOS IR- DE QUEM PROMOVE JOGOS DE AZAR.  Pode? 


PIB

Com o foco total em IMPOSTOS, o SÁDICO ministro TAXXAD não dá a mínima para o crescimento do PIB, lembrando que nesta semana o FMI revisou para baixo o PIB do Brasil, apontando um crescimento, para 2026, de apenas 1,6%; e de 2,1% para 2027. Resumindo: TAXXAD se declara -FELIZ E REALIZADO- por ter AUMENTADO IMPOSTOS, que, em primeira e última análise, contribuem para a ESTAGNAÇÃO DA ECONOMIA DE QUALQUER LUGAR DO MUNDO. 


DESTINO DOS IMPOSTOS ARRECADADOS

Para piorar ainda mais, TAXXAD não esconde que A FARTA ARRECADAÇÃO TRIBUTÁRIA TEM COMO DESTINO -COBRIR ROMBOS, DÉFICITS E OUTRAS SAFADEZAS MAIS...Que tal? 


ESPAÇO PENSAR +

No ESPAÇO PENSAR+ de hoje: O SILÊNCIO PREMIADO, por Alex Pipkin. Confira aqui: https://www.pontocritico.com/espaco-pensar



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19 jan 2026

ECONOMISTAS QUE PODEM FAZER DIFERENÇA


ADOLFO SACHSIDA E MANSUETO ALMEIDA

Dentre os economistas respeitados e/ou em condições de ocupar o MINISTÉRIO DA FAZENDA, ou da ECONOMIA dos CANDIDATOS DOS PARTIDOS POLÍTICOS QUE SE DEFINEM COMO LIBERAIS e/ou CONSERVADORES, dois deles: 

-ADOLFO SACHSIDA- (integrou a equipe de economia de Paulo Guedes até 11 de maio de 2022, quando foi nomeado ministro de Minas e Energia); e -MANSUETO ALMEIDA- (ex-secretário do TESOURO NACIONAL, considerado um dos maiores especialistas do país em CONTAS PÚBLICAS), caso venham a ser convidados para compor a -EQUIPE ECONÔMICA- de qualquer candidato, contribuiriam, inclusive, para um efetivo crescimento das pesquisas de intenção de voto do político interessado.  


HADDAD É O EFEITO...

Mais ainda porque o atual ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ministro de LULA cujo cérebro é dotado de ANOMALIA CONGÊNITA, disse, como se estivesse altamente alcoolizado, que o problema da DÍVIDA PÚBLICA está nos JUROS, não no DÉFICIT.  Ou seja, para mostrar o quanto é DESPREPARADO para conduzir ASSUNTOS ECONÔMICOS, o ministro petista, sem ruborizar, CONFUNDE ESTRONDOSAMENTE CAUSA com EFEITO. 


CARA DE SURPRESA

No que diz respeito ao -BANCO MASTER-, Haddad, fazendo CARA DE SURPRESA, disse que o caso inspira MUITO CUIDADO e que podemos estar diante da MAIOR FRAUDE BANCÁRIA DA HISTÓRIA DO PAÍS, sem, no entanto, apontar o dedo para os LADRÕES, todos muito próximos do GOVERNO LULA. Para piorar, na condição de presidente do Conselho Monetário Nacional, é impossível que Haddad não soubesse da roubalheira que estava acontecendo com o Banco Master assim como do envolvimento direto com o Banco de Brasília. Entretanto, está exigindo UM APORTE de R$ 4 BILHÕES PARA O BRB -com recursos do Tesouro Nacional (impostos pagos pelo povo brasileiro), para impedir que o BC decrete a LIQUIDAÇÃO EXTRAJUDICIAL do banco público. Pode?


PREJUDICIAIS

Como se vê, Fernando Haddad, assim como aconteceu com Ricardo Lewandowski, quer deixar o governo. Ambos sabem que suas permanências não contribuem para a reeleição do Chefe Lula. Logo logo as pesquisas de opinião pública vão retratar esta realidade. A ver...



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16 jan 2026

AINDA SOBRE O BANCO MASTER


MASTER

Por tudo que as investigações revelam (muita coisa o péssimo e pra lá de comprometido ministro Dias Toffoli mantém em sigilo), no dia 3 de dezembro de 2025, quando o BANCO CENTRAL -DE FORMA UNÂNIME-, REJEITOU a PROPOSTA DE COMPRA do BANCO MASTER PELO BRB -BANCO DE BRASÍLIA-, justificando para tanto a IDENTIFICAÇÃO DE RISCOS ELEVADOS E INCONSISTÊNCIA NOS ATIVOS DO MASTER, mesmo assim o BRB seguiu comprando CARTEIRAS DE CRÉDITO -PODRES- DO JÁ FALIDO BANCO MASTER.  

 

 


ADIAMENTO INEXPLICÁVEL

Mais: entre julho de 2024 e outubro de 2025, o BRB TRANSFERIU EM TORNO DE R$ 16,7 BILHÕES PARA O GRUPO MASTER, sendo que desse total R$ 12,2 BILHÕES FORAM TRANSFERIDOS EM OPERAÇÕES COM FORTES INDÍCIOS DE FRAUDE. Só por aí fica difícil entender o que levou o BANCO CENTRAL esperar até o dia 18 de novembro de 2025 para DECRETAR A LIQUIDAÇÃO EXTRAJUDICIAL DO BANCO MASTER. 


CAPITAL INSUFICIENTE

Ora, ninguém mais do que o BANCO CENTRAL sabe muito bem que o CAPITAL SOCIAL DO BANCO BRB, no valor de R$ 2.344.020.829,07, é absolutamente insuficiente para GARANTIR OS R$ 12,2 BILHÕES QUE FORAM TRANSFERIDOS PARA O PODRE BANCO MASTER. Ou seja, só por aí o BANCO CENTRAL DEVERIA -DECRETAR a LIQUIDAÇÃO EXTRAJUDICIAL DO BANCO MASTER E DO BANCO DE BRASÍLIA-, tornando -INDISPONÍVEIS- OS BENS DOS DIRETORES DE AMBAS AS INSTITUIÇÕES. 

 


FGC

Em tempo - lembro que, em 2024, o senador Ciro Nogueira tentou elevar a cobertura do FUNDO GARANTIDOR DE CRÉDITO -FGC- para R$ 1 milhão, mas a ideia foi imediatamente rechaçada pela FEBRABAN . Atenção: - caso a proposta tivesse sido aprovada, o FUNDO GARANTIDOR DE CRÉDITO não teria dinheiro suficiente para cobrir o ROMBO DO BANCO MASTER. Que tal? 



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