PROJETOS INDECENTES
Ontem, 09, com forte apoio da MÍDIA POPULISTA, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, encaminhou à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) as duas estúpidas PECs -Propostas de Emenda à Constituição- que preveem o -FIM DA ESCALA DE TRABALHO 6 X 1-: uma, da deputada do PSOL, Erika Hilton; outra, do deputado PETISTA, Reginaldo Lopes.
LEI NÃO ALTERA O QUE O TRABALHADOR PRODUZ
Pois, em primeiríssimo lugar, bem antes de começarem as discussões na CCJ é mais do que importante que os deputados, os senadores e todos aqueles que atuam no mercado, quer seja na condição de empregados, empregadores ou consumidores, tenham sempre em mente que -LEI ALGUMA É CAPAZ DE ALTERAR O QUE O TRABALHADOR PRODUZ. Ponto!
VIA DE NEGOCIAÇÃO E NÃO DE LEGISLAÇÃO
Em segundo lugar, no mesmo nível de importância, faz-se necessário informar aos -deputados e senadores- que as CONTRATAÇÕES, SALÁRIOS e BENEFÍCIOS DEMANDADOS E/OU OFERTADOS pelos agentes do MERCADO DE TRABALHO (empregados e empregadores) devem ser regidos e estabelecidos, por todo o sempre, pela VIA DA NEGOCIAÇÃO e não por LEGISLAÇÃO. Esta premissa, aliás, é um PILAR CENTRAL da REFORMA TRABALHISTA DE 2017 (Lei 13.467). Essa abordagem defende que CONVENÇÕES E ACORDOS COLETIVOS (entre sindicatos e empresas) TENHAM PREVALÊNCIA SOBRE A CLT -Consolidação das Leis do Trabalho-, permitindo MAIOR FLEXIBILIDADE NAS RELAÇÕES DE TRABALHO.
ALTAMENTE PREJUDICIAL
Partindo dessas inequívocas premissas, todos aqueles que desenvolvem o RACIOCÍNIO LÓGICO sabem que -REDUZIR, POR LEI, A ESCALA DE TRABALHO-, sem a menor sombra de dúvida, que -O FIM DA ESCALA 6 X 1 SEM ALTERAÇÃO DE SALÁRIO-, AO INVÉS DE PROTEGER O TRABALHADOR VAI PREJUDICÁ-LO SUBSTANCIALMENTE. Mais ainda os trabalhadores das pequenas e médias empresas.
PRODUTIVIDADE
Como todos, sem exceção, sabem muito bem (exceto a TURMA DO PSOL E DO PT), a PRODUTIVIDADE BRASILEIRA É HISTORICAMENTE BAIXA E ESTAGNADA, COM CRESCIMENTO MUITO INFERIOR AOS DE PAÍSES DESENVOLVIDOS, RESULTANDO EM UM TRABALHADOR QUE GERA MENOS VALOR POR HORA TRABALHADA (cerca de 25% do TRABALHADOR AMERICANO), por conta de notória BAIXA QUALIFICAÇÃO E BUROCRACIA EXCESSIVA.
ESPAÇO PENSAR +
No ESPAÇO PENSAR+ de hoje: ANTES DE PERTENCER -PENSE-!, por Alex Pipkin. Confira: https://www.pontocritico.com/espaco-pensar
PEITO ABERTO
Em vários lugares do mundo, onde TIRANOS CORRUPTOS resolveram MANDAR, DEMANDAR e ACONTECER de acordo com seus próprios interesses e/ou de seus parentes e amigos, a história escancara que até os cidadãos menos corajosos resolveram ENCARAR DE PEITO ABERTO A SITUAÇÃO, pouco se importando com os riscos que certamente viriam a enfrentar.
CACHORRO QUE LATE NÃO MORDE
No nosso empobrecido país, muito por conta da ÍNDOLE DO POVO BRASILEIRO, que se caracteriza pela -CORDIALIDADE, RESILIÊNCIA EXCESSIVA, ELEVADO SENSO DE HUMOR E, PRINCIPALMENTE, PELA CRENÇA DE QUE TUDO SE FARÁ DE ACORDO COM A VONTADE DE DEUS, os TIRANOS E OS CORRUPTOS PINTAM E BORDAM CONVENCIDOS DE QUE O BRASILEIRO EM GERAL AGE E REAGE DE ACORDO COM O DITADO POPULAR -CACHORRO QUE LATE NÃO MORDE-. Ou seja, É CAPAZ DE FAZER AMEAÇAS, MAS NÃO TOMA ATITUDES PRÁTICAS.
POVO MANSO
Pois, mesmo sabendo que o POVO BRASILEIRO É MANSO e como tal NÃO OFERECE O MENOR RISCO DE VIR A PRATICAR ATOS DE INSURREIÇÃO, o presidente do STF e do Conselho Nacional de Justiça, Edson Fachin, anunciou, na sessão solene de abertura do Ano Judiciário de 2026, na semana passada, que a ministra Cármen Lúcia será a relatora da proposta de um CÓDIGO DE ÉTICA DO TRIBUNAL. Que tal?
PADRÕES DE CONDUTA
Ora, sem a menor sombra de dúvida, quando se faz necessário a proposição de um CÓDIGO DE ÉTICA NO STF há que se admitir que o STF escancara aos QUATRO CANTOS DO MUNDO QUE A MAIORIA DOS MINISTROS DA SUPREMA CORTE TOMA DECISÕES ONDE OS PADRÕES DE CONDUTA NÃO TÊM COMPROMISSO ALGUM COM A ÉTICA. Ou seja, tudo leva a crer que o CÓDIGO PROPOSTO POR FACHIN NÃO CONTEMPLA O QUE SE ENTENDE POR ÉTICA.
ESPAÇO PENSAR +
No ESPAÇO PENSAR+ de hoje: VOCÊ NÃO ESTÁ COM O MESMO NOJO QUE EU?, por Paulo Polzonoff. Confira aqui: https://www.pontocritico.com/espaco-pensar.
RESFRIAMENTO GLOBAL
Nesses dias de CALOR INTENSO na América do Sul e um FRIO DE MATAR na América do Norte e Europa, o que mais vem a lembrança é o discutível -AQUECIMENTO GLOBAL-, fenômeno que a grande maioria dos AMBIENTALISTAS e, principalmente a MÍDIA, não suportam, minimamente que alguém possa discordar.
Pois, a propósito dessas FALSAS NARRATIVAS, o professor Luiz Carlos B. Molion, graduado em Física pela Universidade de São Paulo (1969), PhD em Meteorologia pela University of Wisconsin, Madison (1975), com pós-doutorado em Hidrologia de Florestas pelo Institute of Hydrology, Wallingford, UK (1982), achou por bem voltar a este intrigante tema para explicar, calmamente, que a -TENDÊNCIA DO CLIMA É DE RESFRIAMENTO GLOBAL NOS PRÓXIMOS 10 ANOS-. Eis o que diz o professor:
CONHECEDORES DA MATÉRIA
Existe muita gente bem-intencionada no que concerne a mudanças climáticas, aquecimento global e conservação do meio ambiente. No entanto, sem conhecimento algum, nem raciocínio crítico sobre o que ouve falar e sobre o que fala ou escreve. Tais pessoas simplesmente repetem o que ouviram de outras consideradas “conhecedoras da Ciência do Clima”.
Por outro lado, muitos dos que se dizem conhecedores da matéria, também têm interesses próprios e nem sempre estão dispostos a revelar as limitações e incertezas do conhecimento atual sobre o tema.
CONFUSÃO TEMÁTICA
Não se pode confundir “mudanças climáticas” com conservação ambiental. São temas muito distintos! A conservação ambiental é necessária para que a espécie humana continue a sobreviver neste Planeta, independentemente de o clima se aquecer ou se resfriar. Mudanças climáticas têm ocorrido naturalmente ao longo dos milhões de anos e mudanças globais se processam independentemente das ações humanas.
GEE E EFEITO-ESTUFA
O efeito-estufa é definido como sendo o processo físico pelo qual gases constituintes minoritários da atmosfera, absorvem a radiação infravermelha térmica (IV), emitida pela superfície terrestre, que irradia ao ser aquecida pelo Sol. A hipótese é que a radiação IV absorvida pelos Gases de Efeito Estufa é reemitida em direção à superfície, e sua retenção a manteria aquecida.
Embora não haja comprovação, propala-se que o aumento da concentração do GEE reduziria a perda da radiação IV, emitida pela superfície para o espaço exterior, aumentando a temperatura do Planeta. Daí a necessidade de se reduzirem as emissões dos GEE. Com efeito, a atmosfera terrestre é constituída de nitrogênio (N2=78%), oxigênio (O2=21%) e argônio (Ar=0,9%)- que não absorvem IV, enquanto os GEE estão presentes em minúsculas concentrações, medidas em partes por milhão por volume (1 ppmv= 0,0001%), como a do CO2 igual a 390 ppmv (0,039%), a do CH4 igual a 1,7 ppmv e a do N2O igual a 0,33 ppmv.
Teoricamente, o GEE mais importante é o vapor d’água (H2O? = umidade atmosférica) que é produzido principalmente pela evaporação dos oceanos, e tem concentração variável com o tempo e espaço, chegando a 4% por volume (40.000 ppmv) em regiões oceânicas tropicais. Porém, o vapor d’água não é considerado pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), porque se torna difícil convencer as pessoas que o H2O? seria produzido pelas atividades humanas... Os GEE restantes, ao contrário, têm algum tipo de ligação com as atividades humanas - e, portanto, podem ser culpados pelo aquecimento global.
GEEs E SUA INSIGNIFICÂNCIA
Demonstra-se, a seguir, que, à exceção do H2O, os GEE não têm papel significativo no efeito-estufa, e o aumento de suas emissões e concentrações não interfere no clima global, não havendo emergência climática e urgência ou necessidade de reduzir suas emissões.
Um gás, cujas moléculas tenham mais de 3 átomos (poliatômico), que é o caso dos GEE, absorve radiação IV por meio de vibração e rotação de suas moléculas.
Ao absorver um quantum de IV, a molécula se excita, roda ou seus átomos vibram em torno do centro de massa, e ela passa para um estado energético mais elevado.
Porém, vibração e rotação são resultantes da transformação da energia radiante (IV), absorvida em energia mecânica de vibração/rotação. A Física Quântica comprova que o decaimento da molécula excitada para seu estado básico de energia, se dá primeiramente por meio de choques inelásticos e não por emissão de IV, sendo o processo de perda por choques inelásticos 10 mil vezes mais eficiente que o decaimento por emissão radiativa.
Em volta de cada molécula de CO2, que é o GEE que se apresenta em maior concentração, existem pelo menos 2.600 moléculas de outros gases, como N2, O2 e Ar. Ao vibrar e rodar, a molécula de CO2 se choca com essas outras moléculas e transfere, para elas, a energia de excitação, contribuindo para um aquecimento do ar que é minúsculo, imensurável e, portanto, desprezível, uma vez que sua concentração é ínfima. Ora, se a molécula de CO2 perde sua energia por choques, ela não pode emitir energia que já não mais possui. Se o fizesse, estaria violando a Lei da Conservação da Energia! O mesmo processo ocorre com o CH4 e N2O, cujas concentrações são bem mais inferiores à do CO2.
Então, a afirmação que “os GEE absorvem radiação IV e emitem em direção à superfície terrestre, aquecendo-a”, é deveras questionável. Assim, o papel dos GEE no efeito-estufa, como descrito pelo IPCC, além de questionável, é improvável.
RADIAÇÃO E MASSA DE AR
A radiação IV medida na superfície, proveniente da atmosfera, é emitida pela mistura gasosa denominada “ar”, pois o ar possui “massa”. Um metro cúbico de ar pesa 1,2 kg a 20°C. Quando ar se aquece, ele emite radiação IV de acordo com a Lei de Stefan-Boltzmann, como faz todo corpo com temperatura acima do zero absoluto.
Não são apenas os GEE que emitem IV e, sim, o ar e sua umidade, composto quase que totalmente (99,9%) de N2, O2, Ar e H2O?.
Outro argumento, de mais difícil compreensão, é que os GEE são seletivos, absorvendo apenas em algumas faixas ou bandas de absorção estreitas de IV.
As do CO2 estão localizadas na região espectral de comprimentos de onda de 4,3 μm e 15 μm. As bandas de absorção do CH4 em 3,3 μm e 7,5 μm e, as do N2O, em 4,5 μm e 7,9 μm (1 μm =milionésima parte do metro).
A superfície emite o máximo fluxo de radiação IV em 10 μm e emite muita pouca energia na região espectral dos comprimentos de onda, em torno de 4 μm e após 20 μm.
Portanto, embora os GEE sejam bons absorvedores nas bandas localizadas em torno de 4 μm, como a emissão da superfície da Terra é pequena nessa parte do espectro, a radiação IV absorvida é ínfima e não tem impacto na temperatura global.
O H2O? apresenta uma forte e larga banda de absorção, um continuum, centrada em 6,3 μm e bandas de rotação a partir de 16 μm. A radiação IV emitida nas bandas de absorção do CH4 em 7,5 μm e a do N2O em 7,9 μm, já é absorvida pelo H2O? , pois sua concentração é muito mais alta que a desses GEE uma vez que o poder de absorção aumenta com a densidade do gás absorvedor.
A concentração do CH4, por exemplo, teria que aumentar de 20 mil vezes para ter efeito comparável ao do H2O?.
Logo, esses gases não contribuem significativamente para aquecer o ar.
Resta a banda de absorção do CO2 em 15 μm. Estimativas de absorção pelo CO2 nessa banda mostraram que a concentração atual desse gás já é suficiente para absorver toda radiação IV emitida nesse comprimento de onda nos primeiros 10 metros da atmosfera. Dobrar a concentração de CO2, que é o pior cenário climático futuro do IPCC, aumentaria a absorção em apenas 3 W/m2, correspondente a um aumento da temperatura global inferior a 0,5°C da temperatura global. Por exemplo, William van Wijngaard e William Happer, em 2019, confirmaram essas conclusões já obtidas por vários outros cientistas.
Em adição, sobre os oceanos tropicais, a banda de absorção rotacional do H2O?, entre 16 μm e 50 μm, parece ser mais eficiente em absorver IV nessa parte do espectro eletromagnético do que a banda de 15 μm do CO2 em função de a concentração de H2O? ser cerca de 100 vezes maior que a do CO2 .
Geopolítica, eletricidade e agropecuária
Considere-se o caso dos GEES emitidos pela geração de energia elétrica e atividades agropecuárias - notadamente dióxido de carbono (CO2), metano (CH4) e óxidos de nitrogênio ( NxOy ), na intensificação do erroneamente chamado “efeito-estufa” e consequente aquecimento global.
Como acima detalhado, o aumento das emissões dos chamados GEE produzidos pela queima de combustíveis fósseis, atividades agropecuárias e lagos artificiais, não aqueceriam o Planeta, pois esses GEE não têm papel importante no efeito-estufa.
Faz 27 anos que a temperatura média global está estável, enquanto a concentração desses gases tem aumentado. O CO2, por exemplo, aumentou cerca de 5% nesse período. Há uma grande hipocrisia quando se fala em reduzir as emissões, como nas Conferências das Partes [COP], cuja trigésima edição será no Brasil em 2025.
Na Alemanha, termelétricas foram postas novamente em funcionamento, já que as energias renováveis, solar e eólica, não conseguem suprir as necessidades do país.
O Japão, depois do acidente de Fukushima em 2011, desativou a maior parte das nucleares e, agora, está usando termelétricas a carvão.
Na COP 26, em Glasgow, Escócia (2021), o primeiro ministro da Índia, Narendra Modri, recusou-se a acabar com o uso do carvão mineral na geração de energia elétrica, sob o argumento que, em seu país, 3% da população ainda não tem acesso a esse bem. Os combustíveis fósseis ainda são a maneira mais prática e barata para gerar energia elétrica confiável, firme e segura. Se assim é, esses países estão conscientes que vão emitir mais CO2 à medida que a população e a economia crescem?
É claro que estão! Mas, o importante para eles é bem estar social e crescimento econômico e não o "aquecimento global".
Assim, ou parece que vários países - com grande carga teórica e científica - não estão preocupados com o aumento dos GEE, ou sabem que os GEE não controlam o clima global.
CONCLUSÃO
Não se nega que houve um aquecimento global entre 1976 e 2005. Diverge-se, porém, quanto à sua causa, que na opinião deste autor foi natural e resultante da redução da cobertura global de nuvens em 5%, e da maior frequência de eventos El Niño - muito fortes - e que, sabidamente, liberaram enormes quantidades de calor para a atmosfera, a ponto de aquecê-la globalmente. A tendência do clima, no entanto, é de resfriamento global nos próximos 10 anos.
A pergunta que fica é: se os GEEs, emitidos pela agropecuária e pela geração de energia elétrica, não interferem no clima global, a quem interessa a redução de suas emissões?
TRISTE REALIDADE
Mais do que sabido, pouquíssimas pessoas compreendem e/ou se interessam por -notícias, comentários e opiniões- sobre o que acontece no complicado ambiente econômico do nosso empobrecido Brasil. Some-se aí o fato -marcante- de que a maioria dos jornalistas escalados para cobrir o noticiário econômico confunde -sistematicamente- CAUSA com EFEITO, o que resulta em desinteresse e/ou desconhecimento ainda maior.
OTIMISMO SEM CAUSA
Pois, enquanto milhões de brasileiros EMBALADOS PELO -OTIMISMO- acreditam piamente que combatendo os EFEITOS as CAUSAS DESAPARECEM, aqueles que, COM BASE REAL E CONSCIENTE, veem o crescimento de ADVERSIDADES INCONTESTÁVEIS, que implicam em BAIXO CRESCIMENTO ECONÔMICO, acabam sendo criticados e/ou rotulados como PESSIMISTAS, do tipo que não merecem ser ouvidos, lidos ou assistidos.
PARTICIPAÇÃO NO PIB MUNDIAL
Dentro desse clima de desinteresse motivado pelo -PREGUIÇOSO OTIMISMO SEM CAUSA-, pouquíssimos brasileiros são capazes de entender que o BRASIL TEM PERDIDO PARTICIPAÇÃO NA ECONOMIA MUNDIAL NAS ÚLTIMAS DÉCADAS, segundo informaram, com farta base numérica, alguns especialistas que foram consultados pelo CNN MONEY, onde TODOS apontam que -ENTRAVES FISCAIS, BAIXA PRODUTIVIDADE E O ELEVADO CUSTO DO ESTADO- AJUDAM A EXPLICAR POR QUE O PAÍS VEM ENCOLHENDO NO PIB GLOBAL.
BAIXA PRODUTIVIDADE DO TRABALHO
FATO: segundo dados do BANCO MUNDIAL, entre os anos 1980 e 1990, a -PARTICIPAÇÃO BRASILEIRA NO PIB MUNDIAL- saiu de 2,96% para mais de 3,5%. Nos anos seguintes, o indicador praticamente não avançou, oscilando entre 3,2% e 3,4%. Entretanto, em 2023, a FATIA DO BRASIL NO PIB GLOBAL DESPENCOU PARA 2,08%.
Um dos principais fatores por trás desse desempenho é a BAIXA PRODUTIVIDADE DO TRABALHO. Segundo Lucas Ferraz, ex-secretário de Comércio Exterior do governo, o BRASIL CORRE O RISCO DE VER A RENDA PER CAPITA ESTAGNAR OU ATÉ RECUAR SE NÃO CONSEGUIR PRODUZIR MAIS COM A MESMA FORÇA DE TRABALHO.
A CAUSA É O ESTADO
Na real, a despeito do que pensam os OTIMISTAS, o ESTADO É IMENSO E CAUSA UMA DISTORÇÃO TRIBUTÁRIA ENORME. Se uma EMPRESA QUER CRESCER, PAGA MUITO IMPOSTO E FICA DIFÍCIL ABSORVER MELHOR TECNOLOGIA, diz Fabio Kanczuk, diretor de Macroeconomia do ASA e ex-diretor do Banco Central. Mais: a AGENDA FISCAL PESA DEMASIADAMENTE SOBRE O DESEMPENHO ECONÔMICO. A ampliação de BENEFÍCIOS SOCIAIS, O CUSTO DO SISTEMA PREVIDENCIÁRIO E O PESO DOS JUROS estão entre os fatores que elevam os GASTOS FEDERAIS, PRESSIONAM A DÍVIDA E MANTÉM OS JUROS EM PATAMAR ELEVADO, O QUE DESESTIMULA INVESTIMENTO E REDUZ A COMPETITIVIDADE DO PAÍS.
Esse ciclo ajuda a explicar por que outras economias avançaram mais rapidamente. Nos últimos 25 anos, a CHINA viu seu PIB crescer 518%. Países como Vietnã, Índia e Bangladesh registraram expansão superior a 200% no mesmo período. Até o Cazaquistão, entre os últimos do grupo, teve crescimento de 183%.
ABISMO
O que mais impressiona é que o presidente LULA ainda quer acabar -rapidamente- com a ESCALA 6 X 1, mantendo os salários intactos. Com isso, certamente, o BRASIL VAI CORRER AINDA MAIS RÁPIDO EM DIREÇÃO AO ABISMO. Que tal?
ESPAÇO PENSAR +
No ESPAÇO PENSAR+ de hoje: UM ERRO PREVISÍVEL, MAS REINCIDENTE, por Alex Pipkin. Confira: https://www.pontocritico.com/espaco-pensar
PATAS ENORMES
Mais do que sabido, percebido e sentido, é enorme o sacrifício imposto PELAS ENORMES PATAS dos INDECENTES E SAFADOS PODERES -EXECUTIVO, chefiado pelo presidente Lula, responsável pela administração pública federal, nomeação de ministros e comando das Forças Armadas; JUDICIÁRIO, cujos membros do STF atuam como AUTORIDADE MÁXIMA do tipo que TOMA DECISÕES TIRÂNICAS (sem dar a mínima para a Constituição); e LEGISLATIVO, composto por deputados federais e senadores responsáveis por criar e aprovar leis.
COMPETIÇÃO
Pois, como se os integrantes dos TRÊS PODERES estivessem participando de uma COMPETIÇÃO onde o SATANÁS VENCEDOR é aquele que PRODUZ MAIS SACRIFÍCIOS AOS PAGADORES DE IMPOSTOS, ontem à noite, para marcar a VOLTA RETUMBANTE DO RECESSO PARLAMENTAR, o CONGRESSO NACIONAL SAIU NA FRENTE AO APROVAR PROJETOS DE LEI QUE AMPLIAM OS JÁ AMPLIADOS REAJUSTES E GRATIFICAÇÕES PARA OS SERVIDORES DA CÂMARA E DO SENADO. Mais: COM MECANISMOS QUE PODEM CHEGAR A DOBRAR AS FANTÁSTICAS REMUNERAÇÕES. Pode?
LICENÇA SAFADA
Mais ainda: os projetos também CRIAM UMA LICENÇA COMPENSATÓRIA QUE, NA PRÁTICA, VAI PERMITIR QUE BOA PARTE DOS SERVIDORES TENHAM UMA -LICENÇA A CADA TRÊS DIAS TRABALHADOS (??),- LIMITADO A 10 FOLGAS POR MÊS. Que tal? Detalhe nojento: as votações foram simbólicas, ou seja, IMPOSSIBILITANDO SABER COMO VOTOU CADA PARLAMENTAR.
PRIMEIRA CLASSE
Como se não bastasse tamanha SAFADEZA, cujo CUSTO É EXTREMAMENTE ELEVADO, o que vai exigir MAIS IMPOSTOS PARA A SOCIEDADE, hoje pela manhã, o site Poder 360 informou que o governo Lula concluiu 2025 com 579.070 funcionários públicos na ativa. Ou seja, são 4.140 profissionais a mais na comparação com 2024, quando eram 574.930. Mais: é o 3º ano seguido que sobe o número de funcionários do governo federal. O total registrado ao final de 2025 é o maior desde 2021, quando havia 583.674 trabalhadores.... Que tal?
O PACOTE DA CASTA
A propósito, eis a sensata opinião do jornalista Felipe Vieira, a respeito dessa FANTÁSTICA E INOMINÁVEL SAFADEZA.
O PACOTE DA CASTA, OU POR QUE O TETO É SEMPRE PARA OS OUTROS -
- O Congresso Nacional acaba de mostrar, mais uma vez, que no Brasil o Estado até pode ser lento — desde que o assunto não seja o bolso dos protegidos. Quando é para cuidar dos seus, a máquina funciona como um relógio suíço. Em apenas cinco horas, parlamentares apresentaram, votaram e aprovaram um pacote que cria penduricalhos, amplia benefícios e libera pagamentos acima do teto constitucional para servidores da Câmara e do Senado.
Cinco horas. Menos do que dura uma sessão qualquer cheia de discursos vazios. Menos do que o tempo gasto em falas solenes sobre democracia, responsabilidade fiscal ou “sensibilidade social”. Mas foi tempo suficiente para garantir reajustes escalonados até 2029, gratificações capazes de dobrar salários e licenças compensatórias transformadas em dinheiro vivo. Tudo muito bem embalado sob a etiqueta “indenizatória” — aquela palavra mágica que faz privilégio parecer legal, técnico e inevitável.
O resultado é simples de entender — e difícil de engolir: salários mensais que podem chegar a R$ 77 mil, livres, leves e soltos, acima do teto constitucional.
E aqui vale lembrar o básico. O teto do funcionalismo público hoje é de R$ 44 mil, valor que corresponde ao salário de um ministro do Supremo Tribunal Federal. Em tese, ninguém no serviço público deveria ganhar mais do que isso. É o princípio que sustenta toda a lógica do teto: o maior salário da República serve de limite para todos os outros.
Na prática, porém, isso virou conversa fiada. O teto existe no papel, nos discursos e nas entrevistas. Na vida real, foi driblado por gratificações, auxílios, bônus, licenças “indenizatórias” e todo tipo de criatividade contábil. Resultado: há milhares de servidores ganhando acima do teto — alguns muito acima — e ninguém faz absolutamente nada.
Não é erro, nem exceção. É método. Sempre que o contribuinte é chamado a apertar o cinto, o Estado afrouxa o seu. Sempre que se fala em ajuste, eficiência ou sacrifício coletivo, o Congresso responde com benefícios corporativos — aprovados longe do debate público, cheios de termos técnicos e apresentados como se fossem uma exigência da civilização moderna.
O timing diz tudo. O Brasil discute déficit, dívida crescente, cortes, contingenciamentos e a dificuldade crônica de entregar serviços públicos decentes. A resposta do Legislativo não é cortar excessos ou dar exemplo. É o contrário: ampliar estruturas, criar vantagens e garantir aumentos automáticos. Para eles, a crise nunca chega. Para nós, ela nunca vai embora.
E não estamos falando de trocados. Só na Câmara dos Deputados, o impacto anual estimado é de R$ 500 milhões. No Senado, mais R$ 277 milhões. Quase R$ 800 milhões por ano para engordar contracheques, num país que vive repetindo que “não há espaço no Orçamento”.
A justificativa oficial é o velho disco arranhado: “valorização das carreiras” e “retenção de talentos”. Curioso como essa preocupação só aparece quando o tema é salário. Nunca surge quando se fala em produtividade, qualidade das leis ou resultados entregues à sociedade. Se eficiência fosse o critério, talvez o Congresso tivesse de devolver dinheiro — não pedir mais.
Mais revelador do que o conteúdo do pacote é o método. Não houve debate público, não houve tempo para análise e, claro, não houve constrangimento. As lideranças se acertaram, apertaram o botão da urgência e passaram o trator. Os votos contrários vieram de poucos parlamentares dos extremos — do Novo e do PSOL — que, apesar das diferenças, chamaram a coisa pelo nome: criação de supersalários em plena crise fiscal.
No restante do plenário, reinou o silêncio cúmplice. Corporativismo, afinal, não tem ideologia. Quando o assunto é benefício próprio, direita, esquerda e centro se entendem como nunca conseguem fazer para discutir saúde, educação ou segurança pública.
Enquanto isso, o brasileiro comum segue ouvindo sermões sobre paciência, sacrifícios e reformas duras. O ajuste fiscal, como sempre, começa longe de Brasília e termina dentro no bolso do povo.
Depois, quando cresce a descrença na política, os parlamentares fingem surpresa. Falam em crise de representação, em radicalização, em desinformação. Não é nada disso. É aritmética moral básica: um Congresso que legisla em causa própria não pode esperar respeito de quem paga a conta.
Agora, o projeto do Senado segue para sanção presidencial. O da Câmara ainda passa pelos senadores. Se houver veto, será surpresa. Se não houver, será apenas mais um dia normal em Brasília.
Não há, em momento algum, discussão séria sobre mérito, desempenho ou impacto social. Não se mede produtividade, não se cobra resultado, não se avalia custo-benefício. A lógica é simples e antiga: quem está dentro protege quem está dentro. A casta cuida da casta.
Enquanto o brasileiro faz malabarismo para pagar aluguel, comida e transporte, o Congresso segue fazendo o que faz melhor: cuidando de si e dos seus — com o dinheiro dos nossos impostos.
No Brasil, o teto existe. Só não é para todos.
PARANÁ
A título de informação, entre os TRÊS ESTADOS DO SUL DO BRASIL (PR, SC E RS), o PARANÁ tem a MENOR DÍVIDA CONSOLIDADA LÍQUIDA DE TODO O BRASIL, com um SALDO NEGATIVO DE R$ 7,77 BILHÕES, segundo dados de junho de 2025 do Tesouro Nacional. Com isso, tem uma posição de credor líquido, ou seja, TEM MAIS DINHEIRO EM CAIXA DO QUE O TOTAL DE COMPROMISSOS ASSUMIDOS.
SANTA CATARINA
Com base em números de abril de 2025, o Estado de SANTA CATARINA vem logo atrás, DEVENDO POUCO MAIS DE R$ 11 BILHÕES à UNIÃO (Tesouro Nacional) e da mesma forma como acontece com o Estado do PARANÁ, segue pagando -PONTUALMENTE- as parcelas definidas pela negociação, que giram em torno de R$ 65 milhões mensais.
RIO GRANDE DO SUL
O Estado RIO GRANDE DO SUL, na rabeira, fechou o ano de 2025 com DÍVIDA ASTRONÔMICA que ultrapassa a marca de R$ 100 BILHÕES. Mais: para gerenciar esse ENORME PASSIVO, que beira o CALOTE, o Estado recorreu ao Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag), que permite a renegociação dos contratos de dívida por um período de 360 meses.
LIDERANÇA
Pois, com base nas projeções/resultados parciais de 2025, o PARANÁ, que possui a MENOR DÍVIDA CONSOLIDADA LÍQUIDA DE TODO O BRASIL, LIDERA A ECONOMIA DA REGIÃO SUL EM TERMOS DE PIB TOTAL, VOLUME INDUSTRIAL E CRESCIMENTO DA ATIVIDADE ECONÔMICA. Mais: o Paraná consolidou-se como a quarta maior economia do Brasil, superando o Rio Grande do Sul e Santa Catarina na participação no PIB regional.
O QUE MAIS CRESCE NO RS É A DÍVIDA
SANTA CATARINA, por sua vez, tem MOSTRADO UM CRESCIMENTO INVEJÁVEL E ALTAMENTE COMPETITIVO, com forte SETOR DE SERVIÇOS. Enquanto isso, no complicado ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL o que REALMENTE CRESCE, E MUITO, É O ENDIVIDAMENTO, já considerado por todos como simplesmente IMPAGÁVEL.