PARABÉNS, D. TRUMP!
Antes de tudo parabenizo o presidente dos EUA, Donald Trump, pela ESPETACULAR OPERAÇÃO AMERICANA NA VENEZUELA, realizada neste final de semana. Uma prova de que a INTELIGÊNCIA BEM APLICADA é capaz de produzir resultados que superam o PODER MILITAR, como se viu através do MAGNÍFICO trabalho feito pela -DELTA FORCE-, na operação de captura do CASAL TIRÂNICO -Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores. Mais espetacular ainda porque a DUPLA CRIMINOSA não sofreu nenhum arranhão.
POSTURA
Pois, enquanto os -JUSTOS, INTELIGENTES E SENSATOS- aplaudiram a notável CAPTURA DO TERRORISTA-DITADOR, levando em boa e correta conta o FATO de que a SOBERANIA POPULAR -EXERCIDA POR MEIO DO VOTO DIRETO E SECRETO-GARANTIDO PELA CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988- DEVE SER RESPEITADA; os INJUSTOS, NADA INTELIGENTES E DESPROVIDOS DE SENSATEZ trataram de CONDENAR A OPERAÇÃO AMERICANA NA VENEZUELA.
SOBERANIA DE LULA
Por óbvio, sem surpreender, o presidente Lula saiu em DEFESA DO TIRANO MADURO dizendo que a ação representa uma afronta gravíssima à SOBERANIA DA VENEZUELA. Ou seja, sem levar em conta o fato de que Maduro é comprovadamente um TERRORISTA, Lula e seus seguidores ainda pregam e juram de pés juntos que o POVO (ELEITOR) NÃO É SOBERANO. Pior: Lula está convencido de que SOBERANIA É ROUBAR A ELEIÇÃO, COMO MOSTRAM CLARAMENTE AS ATAS ELEITORAIS DA VENEZUELA. Pode?
NOTA SEM-VERGONHA
A propósito, o pensador Roberto Rachewsky classificou, com sobrada SENSATEZ, que a nota emitida por Lula é uma NOTA SEM-VERGONHA. Eis:
- Defender a soberania de um Estado que viola sistematicamente a SOBERANIA DOS INDIVÍDUOS É UMA CONTRADIÇÃO EM SI. SOBERANIA não é um atributo mágico concedido a territórios, bandeiras ou burocracias. Ela só faz sentido como derivação da liberdade individual. Quando o Estado se transforma no agente central da violação dessas liberdades, ele perde qualquer legitimidade moral para invocar soberania como escudo.
CONTRADIÇÃO LÓGICA
O texto reconhece que a Venezuela vive sob uma DITADURA que suprimiu liberdades, destruiu instituições, empobreceu a população e produziu um êxodo em massa. Ao admitir isso, reconhece implicitamente que a soberania dos venezuelanos foi destruída pelo próprio regime. Ainda assim, afirma que a soberania do país é inviolável “sob qualquer circunstância”. Isso equivale a dizer que a soberania do opressor deve prevalecer sobre a soberania das vítimas. É uma inversão moral evidente.
Há também uma contradição lógica: o texto enumera crimes gravíssimos, mas conclui que esses crimes não autorizam absolutamente nenhuma consequência prática. Se nem a supressão de liberdades, nem a destruição institucional, nem a crise humanitária alteram o princípio da soberania estatal, então a enumeração dessas violações é irrelevante. Trata-se de indignação retórica sem efeito normativo. Denuncia-se tudo para concluir que nada pode ser feito.
A afirmação de que essa posição não implica apoio ou complacência com o regime é falsa no plano prático. Complacência não é uma intenção subjetiva; é um efeito objetivo. Quando se veta, por princípio, qualquer forma de pressão externa contra um regime que oprime sua população, o resultado concreto é a preservação do status quo. A neutralidade declarada funciona, na prática, como proteção indireta do opressor.
PODER DE COERÇÃO
O texto ainda critica governos brasileiros por terem ignorado durante anos a deterioração política, econômica e social da Venezuela, mas defende um princípio que justificaria essa mesma omissão indefinidamente. Condena-se a inação passada enquanto se institucionaliza a inação presente, agora travestida de respeito absoluto à soberania. A crítica perde coerência porque o princípio defendido leva exatamente ao comportamento criticado.
No fundo, o erro central é tratar o Estado como sujeito moral primário e o indivíduo como elemento secundário do discurso. As vítimas aparecem como argumento retórico; o ente protegido é a estrutura estatal que as oprime. Isso subverte completamente qualquer noção séria de liberalismo, direitos humanos ou moralidade política.
SOBERANIA que não protege o indivíduo não é SOBERANIA LEGÍTIMA. É apenas o nome elegante dado ao PODER DE COERÇÃO. Quando se absolutiza esse conceito, o que se está defendendo não é o direito dos povos, mas o direito dos tiranos de continuarem agindo sem interferência.
GABINETE DE CRISE
Em situações que exigem o enfrentamento e a busca de soluções decorrentes de CALAMIDADES, os governantes (União, Estados e Municípios) tratam de instalar os -GABINETES DE CRISE-, formado por pessoas dotadas de boa experiência para planejar, prevenir, comunicar e conduzir a gestão dos riscos inerentes aos estragos previstos.
GABINETE DA CORRUPÇÃO
Pois, para desespero geral, ao dar início aos DOIS MANDATOS DE LULA (2003 A 2010); passando pelos MANDATOS DE DILMA (2011 a 2014 e 2015 a 2016, quando sofreu o Impeachment); e no atual TERCEIRO MANDATO DE LULA (2023 a 2026), o presidente petista, bem antes de formar e/ou escolher a sua equipe de governo tratou de criar, e liderar, o -GABINETE DA CORRUPÇÃO-, com resultados simplesmente extraordinários.
EPISÓDIO LEWANDOWSKI
Mais do que sabido as PEDALADAS FISCAIS promovidas pela DILMA PETISTA resultaram no impeachment da PRESIDENTA, pelo fato de que, à época, o STF ainda não estava totalmente engajado. Totalmente, porque o então ministro Ricardo Lewandowski classificou de “um tropeço na nossa democracia” o impeachment da ex-presidente. Lembrando: LEWANDOWSKI PRESIDIU O PROCESSO DE IMPEACHMENT DA DILMA E A SUA DECISÃO ACABOU MARCADA PELO AVAL DADO À ESTÚPIDA MANOBRA QUE ACABOU FATIANDO A PUNIÇÃO DA PETISTA, OU SEJA, CASSANDO O SEU MANDATO, MAS MANTENDO SUA HABILITAÇÃO POLÍTICA, PERMITINDO QUE VIESSE A OCUPAR CARGOS EM FUNÇÕES PÚBLICAS.
ACORDO FECHADO
Como se vê, tão logo os eleitores brasileiros elegeram Jair Bolsonaro como presidente do Brasil, o STF tratou de FECHAR o ACORDO COM LULA E O PT. A partir daí TODOS OS ENVOLVIDOS NOS PROCESSOS DE -CORRUPÇÃO- assim como as -PRISÕES DOS BANDIDOS ENVOLVIDOS, LULA INCLUÍDO, TIVERAM SUAS PENAS ANULADAS. Resumindo: o GABINETE DA CORRUPÇÃO cumpriu o papel para o qual foi criado, com esmero e dedicação, pelo presidente Lula.
ESPAÇO PENSAR +
No ESPAÇO PENSAR+ de hoje: SINOS DA ESPERANÇA, SIRENES DE ALARME, por Percival Puggina. Confira aqui: https://www.pontocritico.com/espaco-pensar
PATERE LEGEM QUAM IPSE FECIST
Neste último editorial de 2025, ano em que a -CORRUPÇÃO- se destacou como nunca no nosso empobrecido Brasil, compartilho o ótimo texto -PATERE LEGEM QUAM IPSE FECIST-, do advogado Félix Soibelman. Eis: - Contra Alexandre de Moraes devem ser aplicados todos os abusos e violações do devido processo legal que ele praticou. A esquerda, sem inteligência e cultura, como sempre, zurra.
SUPORTA A LEI QUE TU MESMO FIZESTE
- Na França , durante o reinado de Francisco I (1515 a 1547) , o chanceler Guillaume Poyet veio a julgamento. Poyet havia sido o principal autor da Ordenança de Villers-Cotterêts, pela qual o acusado ficava privado da assistência de um advogado. No seu julgamento, no entanto, solicitou um advogado, o que foi negado pelos juízes que então lhe repetiram o famoso adágio "PATERE LEGEM QUAM IPSE FECIST, que significa -SUPORTA A LEI QUE TU MESMO FIZESTE-.
ALEXANDRE FASCÍNORA DE MORAES
Alexandre de Moraes deveria ter contra si, agora, toda a legalidade transviada que ele mesmo criou, sem poder reclamar, como:
- ter sua casa invadida e seu celular confiscado para praticar o fishing and expedition (coleta de pesca probatória);
- ter a oportunidade de fazer delação premiada com um juiz lhe dizendo que seu filho e sua esposa serão presos se ele não confessar o que quer;
- ter admitida contra si, como prova, uma "minuta" que nunca assinou, impressa por alguém do escritório de sua esposa, constituindo essa uma "prova cabal";
- ficar preso sem acesso aos autos, por meses;
- ter como provado seu comparecimento ao Banco Central para falar sobre o Master mesmo que se prove nunca viajou para São Paulo (aplicando a regra que criou com Filipe Martins);
- ter determinado, contra si, como início de execução do crime de advocacia administrativa (art. 321 do CP), a simples conversa que tenha realizado com alguém;
- ter todas as contas dele e do escritório de sua esposa bloqueadas;
- ser impedido de se manifestar nas redes, dar entrevista e falar com qualquer um dos outros ministros;
- ter seu passaporte bloqueado;
- ser obrigado a usar tornozeleira eletrônica.
MASTER, MORAES & CIA
Visitando as páginas da "Revista Fórum" e de conhecidos blogs/blogueiros de esquerda, poucas vezes vi tamanha concentração de burrice entre os comentaristas, no tocante à matéria sobre o Master, Moraes & Cia. A maioria deles acena com a ideia de que Alexandre prenderá todos, uns verdadeiros imbecis que não se dão conta do que estão falando. Ou seja, estão endossando claramente os desmandos pelos quais se converteu em normalidade que o próprio juiz denunciado seja aquele que vai promover o inquérito, acusar, e sentenciar, numa verdadeira aberração processual pela qual o STF decapitou o devido processo legal no curso da farsa pela qual promoveu um golpe de Estado Judicial, banindo dos institutos processuais a suspeição e afundando a imparcialidade que essencializa o papel do juiz. Na Itália o tribunal caiu na gargalhada ao saber que ele mesmo, como juiz denunciado, seria o juiz a julgar Tagliaferro, o que, aliás, seria de fazer mesmo corar de rir qualquer tribunal sério.
PROVAS...
Amiúde entre essa classe de idiotas fala de "provas", agora exigindo todo rigor, dizendo que não há prova nenhuma, mas, como pudemos ver nos processos inquisitoriais que Alexandre comanda subvertendo o país nos desvãos do arbítrio, não passando tudo de condenação ensaiada, esse rigor probatório não teve lugar, havendo os despachos mais precários para dar-lhes subsistência. Já contra Lula tinham todas as provas , mas inventaram uma suspeição de Moro como forma de anular até mesmo os atos pré-processuais para que o prazo prescricional não tivesse sido interrompido, livrando-se Lula somente pela prescrição.
Ora, o que teria Viviane Barci a oferecer como bagagem intelectual para cobrar 129 milhões de reais num contrato de consultoria ao Banco Master? É inevitável, perante a ausência de qualquer outro quesito justificador, pensar que se tratava de venda da influência de seu esposo, convertido no homem mais poderoso do Brasil, integrante do órgão que dará a palavra final sobre qualquer questão legal envolvendo o Banco. Provas de reunião com Galípolo, presidente do BC, são secundárias. São consideradas como inexistentes as hipóteses meramente lógicas sobre fatos concretos, como, por exemplo, a hipótese de que um ser de outra dimensão tenha matado Kennedy. A ciência não tem como provar que não há seres de outra dimensão, mas a hipótese é irrelevante, servindo apenas à consideração lógica, mas não real. Logo, utilizando o mesmo critério, qualquer outra hipótese que não fosse uso da influência de seu esposo é implausível.
ESPAÇO PENSAR +
No ESPAÇO PENSAR+ de hoje: A REPETIÇÃO COMO DESTINO, por Alex Pipkin. Confira aqui: https://www.pontocritico.com/espaco-pensar
VIRAR O JOGO
Feliz entrada no Novo Ano, na velha e surrada expectativa de que, enfim, vamos virar o jogo...
JUSTIÇA
Antes de tudo,-para que fique bem claro e jamais esquecido, JUSTIÇA- é um CONCEITO AMPLO SOBRE DAR A CADA UM O QUE LHE É DEVIDO, BUSCANDO EQUIDADE, RETIDÃO E CONFORMIDADE COM A LEI E A MORAL, SENDO UM PILAR PARA A ORDEM SOCIAL, QUE SE MANIFESTA NA APLICAÇÃO IMPARCIAL DAS LEIS PELO PODER JUDICIÁRIO (tribunais, juízes) E NA VIRTUDE DE AGIR CORRETAMENTE NAS RELAÇÕES HUMANAS E A HARMONIA NA SOCIEDADE.
CONTRADIÇÃO TOTAL
Pois, por incrível que possa parecer, ou mesmo acreditar, de uns tempos para cá tudo ou quase tudo que é decidido pela maioria dos ministros que ocupam a -SUPREMA CORTE DO NOSSO PAÍS-, instância máxima do PODER -JUDICIÁRIO-, CONTRADIZ, de forma REVOLTANTE E INACREDITÁVEL-, com tudo e mais um pouco com os -PRINCÍPIOS E VALORES -FUNDAMENTAIS- QUE DEFINEM O CONCEITO AMPLO E UNIVERSAL DE JUSTIÇA.
PRODUÇÃO DE INJUSTIÇA -SEM APELAÇÃO-
Esta lamentável e terrível constatação, produz, além de enorme INSEGURANÇA JURÍDICA, A IMPRESSÃO QUE JÁ CHEGOU À POPULAÇÃO BRASILEIRA É A DE QUE, NO NOSSO PAÍS o que realmente prevalece é a INJUSTIÇA. Há poucos anos atrás, vale lembrar, a -INJUSTIÇA- se manifestava pela via da MOROSIDADE. Atualmente, os ministros do STF agem com muita RAPIDEZ, DETERMINAÇÃO e EXTREMA PRECISÃO num único e PERVERSO SENTIDO, qual seja o de PRODUZIR EM GRANDE ESCALA -DOSES IMENSAS DE -INJUSTIÇA -SEM A MENOR CHANCE DE APELAÇÃO-.
GRAU MÁXIMO DE IMPUNIDADE
Para demonstrar o quanto se dedicam a PRODUZIR INJUSTIÇAS, todos aqueles que ousam criticar e/ou contrariar as DECISÕES FLAGRANTEMENTE -INJUSTAS-, passam a ser vistos como CRIMINOSOS e/ou NEGACIONISTAS. Já os VERDADEIROS E COMPROVADOS CRIMINOSOS, não raro, são amplamente BENEFICIADOS COM -GRAU MÁXIMO DE IMPUNIDADE-. Mais: a situação é de tal forma gritante que, dependendo do nível e do tipo de relacionamento, os BANDIDOS ganham o sagrado DIREITO AOS VALORES ROUBADOS E/OU DESVIADOS. Que tal?
ESPAÇO PENSAR +
No ESPAÇO PENSAR+ de hoje: EU RECUSO O CINISMO, por Rodrigo Constantino. Confira aqui: https://www.pontocritico.com/espaco-pensar
BRASILEIRO COMUM
Mais do que sabido, o brasileiro comum, tipo que -basicamente- divide o seu tempo de duas formas: 1- DANDO DURO -DE SOL A SOL- COM O PROPÓSITO DE MANTER A SI PRÓPRIO E SUA FAMÍLIA; e, 2- ASSISTIR E/OU ACOMPANHAR OS JOGOS DE FUTEBOL DE SEU TIME DE CORAÇÃO; praticamente não consegue acompanhar os movimentos -sádicos e cruéis- exercidos pelos nossos maldosos GOVERNANTES.
TAXA DE RETORNO ELEITORAL
Pois, mantendo a velha e criminosa tradição de IMPOR SACRIFÍCIOS CADA VEZ MAIORES à maioria do -DESPROTEGIDO- povo brasileiro, o que rege a cabeça doentia da quase totalidade dos nossos políticos, notadamente em -ANO DE ELEIÇÕES-, é -exclusivamente- a TAXA DE RETORNO ELEITORAL, atropelando por completo, a TAXA DE RETORNO SOCIAL, que não raro é uma vil resultante de ABSURDAS POLÍTICAS POPULISTAS.
FELIZ ANO NOVO??
Dentro desse clima pra lá de tétrico, por mais tradicionais que sejam as mensagens com VOTOS DE UM FELIZ ANO NOVO, o fato é que a partir do momento em que os ponteiros dos relógios apontarem para a virada do ano -2025-2026, o POVO BRASILEIRO ganhará o -DEVER CRUEL E COERCITIVO- DE PAGAR MAIS IMPOSTOS.
NOVOS IMPOSTOS
Além do ESTÚPIDO IMPOSTO DE RENDA SOBRE DIVIDENDOS, o ANO NOVO inicia impondo o que manda a também ESTÚPIDA -REFORMA TRIBUTÁRIA-, que OBRIGA as EMPRESAS DE TODOS OS PORTES a emitir DOCUMENTOS FISCAIS ELETRÔNICOS destacando a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), que substitui o PIS e a Cofins, de competência federal; e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), que substitui ICMS e ISS, de competência estadual e municipal. Mais: há também o Imposto Seletivo, que substitui em grande parte o IPI, de competência federal.
DESTINO CRUEL
Pois, aproveitando, de cabo a rabo o FATO de que a maioria do povo brasileiro divide o seu tempo em TRABALHO E JOGOS DE FUTEBOL E ACOMPANHAMENTO DO TIME DO CORAÇÃO, os nossos PARLAMENTARES resolveram que o melhor destino para os IMPOSTOS está na ACOMODAÇÃO das DESPESAS EM ANO ELEITORAL. Para tanto, resolveram ELEVAR AS EMENDAS PARLAMENTARES A UM PATAMAR RECORDE: R$ 61 BILHÕES NO ORÇAMENTO DE 2026, sendo R$ 26,6 bilhões para EMENDAS INDIVIDUAIS, R$ 11,2 bilhões para EMENDAS DE BANCADA e R$ 12,1 bilhões para as EMENDAS DE COMISSÃO, além de R$ 11,1 bilhões PARA DESPESAS DISCRICIONÁRIAS E PROJETOS DO PAC INDICADOS POR MINISTÉRIOS e ADOTADOS POR PARLAMENTARES. Que tal?
ESPAÇO PENSAR +
No ESPAÇO PENSAR+ de hoje: TRÊS ATOS MACABROS DA "IMPRENSA", por Luís Ernesto Lacombe. Confira aqui: https://www.pontocritico.com/espaco-pensar
DILEMA DO PASSADO
Até pouco tempo atrás, se alguém, diante de um INCOMPETENTE e um CORRUPTO, fosse obrigado a escolher um dos dois, com toda a certeza escolheria o CORRUPTO. Até porque, enquanto a CORRUPÇÃO -envolvia- o DESVIO DE VERBAS E PRÁTICAS DESONESTAS -LIMITADAS-, a INCOMPETÊNCIA -produzia- decisões desastrosas, causando -ILIMITADOS- PREJUÍZOS À POPULAÇÃO, mesmo que não havendo intenção direta de ROUBOS.
MESMO DIREITO
Hoje, no entanto, por conta das repetidas decisões -AUTORITÁRIAS- da maioria dos ministros do STF, a situação mudou drástica e radicalmente. Com isso, tanto os INCOMPETENTES quanto os CORRUPTOS, independente do cargo que ocupam, ganharam o MESMO DIREITO: todos estão LIVRES E AUTORIZADOS A ROUBAR E/OU CAUSAR PREJUÍZOS -ILIMITADOS-, sem ser minimamente incomodados. Ao contrário; quanto maior o ROUBO E/OU O ROMBO, MAIS BENEFÍCIOS RECEBEM.
PREJUÍZOS ILIMITADOS
Se tudo já estava transitando em MODO -SAFADEZA-, a ESCANDALOSA forma adotada pelos TIRANOS-MINISTROS -Alexandre de Moraes e Dias Toffoli-, na condução do rumoroso caso -BANCO MASTER-, minou de vez COM A FRÁGIL E OU PRATICAMENTE INEXISTENTE CREDIBILIDADE DO STF. A atitude de ambos deixa claro que pouco ou nada importa se as decisões são baseadas em INCOMPETÊNCIA OU CORRUPÇÃO. O que rola no mercado da -ESPECULAÇÃO- é que, do jeito e forma como agem e decidem, há quem acredite, intimamente, que estamos diante de uma eventual VENDA DISFARÇADA DE SENTENÇA.
PRISÃO PERPÉTUA
Caso se confirme tudo aquilo que o povo imagina, inclusive a MÍDIA TRADICIONAL -que se diz TRAÍDA- aí não cabe mais falar em IMPEACHMENT. O caso -GRAVÍSSIMO- sugere, antes de tudo, a PRISÃO. PRISÃO PERPÉTUA!
CAIO GOTTLIEB
A propósito, eis o texto do Jornalista e publicitário, Caio Gottlieb, com o título -BANCO MASTER E O COLAPSO MORAL DO SUPREMO-
O escândalo do Banco Master já não é mais, como se isso fosse pouco, apenas a maior fraude financeira da história do país. O rombo astronômico, estimado em mais de R$ 12 bilhões, provocado por operações lastreadas em títulos sem valor real, que lesaram investidores e correntistas, seria, por si só, matéria suficiente para ocupar manchetes por semanas e meses.
Mas o que se revelou em torno desse episódio ultrapassa em muito a esfera bancária. O caso tornou-se um retrato escancarado da degradação institucional do Brasil.
O ponto de inflexão não está no banco. Está no Supremo Tribunal Federal.
Nos últimos anos, o STF passou a conviver com uma prática que corrói sua credibilidade: a naturalização de conflitos de interesse envolvendo ministros e escritórios de advocacia de familiares diretos — esposas, filhos, parentes próximos — atuando em causas bilionárias que orbitam o próprio poder que deveriam ser julgadas com distância, sobriedade e isenção.
Criou-se um ambiente onde a promiscuidade institucional deixou de ser exceção e passou a ser método.
Nesse contexto emerge a fraude do Master.
Reportagens amplamente documentadas revelaram que o escritório da esposa do ministro Alexandre de Moraes firmou contrato com o banco prevendo representação jurídica junto ao Banco Central, à Receita Federal, ao Cade e ao Congresso Nacional. O detalhe devastador: nenhuma dessas instituições recebeu petições, pedidos formais ou qualquer atuação processual concreta do escritório em nome do banco.
Não houve trabalho técnico. Não houve advocacia no sentido clássico. Houve lobby. Influência. Pressão.
A partir daí, a história ganhou contornos ainda mais graves.
Segundo apuração da imprensa, o ministro Alexandre de Moraes chegou a telefonar seis vezes, no mesmo dia, ao presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, para tratar da operação de venda do Banco Master ao BRB, o Banco de Brasília. Não se tratou de um contato isolado, mas de uma sequência de conversas, em meio à análise de uma operação que poderia salvar uma instituição cliente do escritório de sua esposa.
As versões oficiais, divulgadas em notas, sustentaram que os contatos teriam tratado exclusivamente de temas genéricos, como os efeitos da Lei Magnitsky, que havia sido aplicada a Moraes pelo governo Trump por violação dos direitos humanos. A imprensa, porém, amparada em fontes do meio jurídico e financeiro com acesso direto aos bastidores, desmentiu essa narrativa.
E aqui entra o episódio que escancara, com tintas ainda mais fortes, o cinismo com que os brasileiros vêm sendo tratados.
O ministro Dias Toffoli, no mesmo período em que avocava para si processos relacionados ao caso, assumia o comando da investigação e decretava sigilo absoluto, viajava em jatinho particular de um empresário, ao lado de um advogado diretamente ligado a um dos diretores do Banco Master, para assistir a uma partida do Palmeiras em Lima, no Peru. A explicação oficial, oferecida com naturalidade desconcertante, foi a de que “não se tratou do assunto”.
Sim, claro. Nós acreditamos. Conversaram apenas sobre futebol.
Do mesmo modo, espera-se agora que o país acredite que seis telefonemas, no mesmo dia, e ao menos cinco conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o presidente do Banco Central não tenham tido qualquer relação com a situação de um banco que pagava mensalidades milionárias ao escritório de sua esposa — escritório que, por contrato, deveria atuar justamente junto ao Banco Central, entre outros órgãos. Também aqui, segundo as notas oficiais, nada se discutiu além de temas laterais. Sim, claro, nós acreditamos.
É um cinismo que pressupõe um país de ingênuos, carimbados como inocentes úteis, convidados a engolir que nada foi tratado, nada foi pedido, nada foi pressionado — apesar do dinheiro, dos contratos, das relações e das evidências convergentes.
Felizmente, o Banco Central manteve uma postura institucional, não cedeu à pressão e liquidou o banco, já quebrado, falido e responsável por um dos maiores golpes financeiros recentes contra o país.
Quando o lobby informal se converte em pressão direta sobre a autoridade monetária máxima da nação, deixa-se o terreno da mera inadequação ética. Entra-se no campo da advocacia administrativa, do conflito de interesses explícito e do crime de responsabilidade.
Esse episódio retira de vez a máscara da imagem que Alexandre de Moraes tentou construir ao longo dos últimos anos.
O magistrado que se apresentou como salvador da democracia, acumulando as funções de investigador, polícia, promotor, acusador e juiz, conduziu ações que atropelaram garantias básicas do devido processo legal, especialmente na perseguição política ao ex-presidente Jair Bolsonaro, ancorada numa narrativa fantasiosa de tentativa de golpe de Estado sem soldados, sem tanques e sem comando militar.
Sob o pretexto de proteger a pátria de supostos golpistas violaram-se salvaguardas jurídicas elementares, para encarcerar um adversário político e impor penas desproporcionais — inclusive a cidadãos que, embora responsáveis por atos de vandalismo, jamais poderiam receber condenações de 15 ou 20 anos de prisão.
A aura de austeridade e rigor moral transmitida nesse período se desfaz agora, revelando não um guardião da República, mas um negociador instalado no coração da Suprema Corte.
Os números dão materialidade ao escândalo. O contrato firmado renderia, se cumprido integralmente, cerca de R$ 129 milhões. Até sua interrupção, aproximadamente R$ 80 milhões já haviam sido pagos. Em 2024, a distribuição de lucros do escritório destinou à esposa do ministro cerca de R$ 57 milhões. Em apenas um ano, seu patrimônio pessoal saltou de R$ 24 milhões para quase R$ 80 milhões. Valores sem paralelo, inclusive entre os maiores e mais caros escritórios de advocacia do país.
Não se paga isso por trabalho inexistente. Paga-se por acesso. Por influência. Por resultado.
A situação torna-se ainda mais simbólica quando se observa a criação de novas estruturas jurídicas da mesma família em Brasília, em datas que coincidem com episódios sensíveis envolvendo sanções internacionais e investigações. A advocacia, aqui, deixa de ser meio técnico e passa a ser instrumento político.
O envolvimento de Dias Toffoli no rolo do Master foi o prenúncio. O envolvimento de Alexandre de Moraes foi a consolidação. Não se trata mais de aparência de conflito. Trata-se de fatos convergentes.
A palavra impeachment, antes tratada como exagero retórico da oposição, entra agora no vocabulário institucional com outro peso. Não por decisões polêmicas ou divergências ideológicas, mas por condutas. Por relações. Por dinheiro. Por pressão indevida.
Tudo isso ocorre sob o silêncio cúmplice de uma Corte que, ao longo dos últimos anos, anulou condenações, descondenou corruptos confessos, desmontou sentenças e consolidou um ambiente de impunidade estrutural. O Supremo, que deveria ser o fiscal da Constituição, tornou-se um poder sem fiscalização. A pergunta é inevitável: quem fiscaliza o fiscal?
O Banco Master é apenas o gatilho. O escândalo real é institucional. A moral do Supremo, já profundamente avariada, encontra-se hoje em estado avançado de decomposição. Não se trata mais de crise de imagem. Trata-se de falência ética.
Ignorar isso é aceitar que o país seja governado por um condomínio de poder no qual interesses privados, o governo Lula e a cúpula do Judiciário se confundem, operando sem freios e sem pesos e contrapesos reais.
Enfrentar essa realidade é o único caminho para que o Brasil volte a ter instituições que inspirem respeito e poderes verdadeiramente independentes, com controles efetivos e limites claros. Fora disso, estaremos seguindo, a passos acelerados, o caminho da Venezuela.