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28 jan 2015

BALANÇO FAKE


BALANÇO MAIS MENTIROSO DO MUNDO

Finalmente, depois de várias tentativas e muitas desistências, a esfacelada Petrobras resolveu divulgar o balanço referente ao fechamento do terceiro trimestre de 2014, que deverá entrar para a história como o MAIS MENTIROSO DO MUNDO. 


MAIOR ASSALTO DA TERRA

Como ainda estamos longe de conhecer o tamanho do rombo proporcionado pelo PT aos cofres da estatal, já conhecido no mundo todo como o MAIOR ASSALTO DA TERRA, tudo que aparece na peça contábil que foi divulgada ontem é FAKE, ou seja, não reflete minimamente a situação da pré-falida empresa. 


VALOR PATRIMONIAL

Entretanto, quem ainda se propõe a analisar, minimamente, mais esta ENGANAÇÃO, a primeira coisa que salta aos olhos é que o impacto do ROUBO até agora desvendado deve levar a uma proporcional diminuição do Patrimônio da Petrobras. Tomando por base exclusivamente o preço superfaturado que a estatal pagou pela Refinaria Abreu Lima já temos algo como R$ 20 bilhões que deverão ser abatidos.   


ATIVOS SUPERAVALIADOS

Aliás, a própria Petrobras admitiu, como aparece nas notas explicativas do balanço -não auditado- que carrega ativos em seu balanço avaliados acima de seu valor justo, no valor de 88,6 bilhões de reais. Algo como 14,8% de seu ativo total imobilizado e 47% do total de ativos nos quais a Petrobras fez uma varredura. Que tal?


TEMA QUE MAIS DOMINA

Enquanto a divulgação do balanço -não auditado- era discutido, a presidente Dilma Neocomunista Rousseff comandava a sua primeira reunião com seus -incríveis- 39 ministros. Depois de pronunciar as mais diversas mentiras, a presidente resolveu  entrar no tema que seu partido mais entende, domina e pratica:  a CORRUPÇÃO.  


PUNIÇÃO

Dilma disse que as empresas não podem nem devem ser punidas por atos de corrupção. Punição, no seu entender, cabe, exclusivamente, às pessoas físicas que praticaram as atrocidades. Ora, no caso do monstruoso assalto à Petrobras, quem foi a grande e única punida foi a estatal. A -pessoa jurídica- foi simplesmente desmantelada por todos os lados do caixa. 


RESSARCIMENTO

Mesmo que venham a ser ressarcidos alguns milhões de reais, que os bandidos confessos se comprometeram a devolver, o valor eventualmente recuperado não chega aos pés do rombo que está sendo suportado pela Petrobras. Nesse caso, até as pessoas físicas identificadas como -acionistas- serão fortemente punidas.   



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27 jan 2015

ECONOMIA NO VOLUME MORTO


DUPLA EXPLOSIVA

De centenas de governantes considerados medíocres (quase todos, alias) que já estiveram à frente do Executivo do nosso pobre Brasil, quem mais fez pela destruição da nossa economia foram, sem a menor sombra de dúvida, a dupla Lula/Dilma. Todos os números e situações impedem conclusões diferentes, infelizmente. 
 


EXCEDERAM

Mesmo aqueles que anteviam um estrondoso estrago, não tinham em mente que o país enfrentaria uma situação tão dolorosa e complicada como esta que estamos vivendo, onde o PT e seus colaboradores excederam na capacidade de destruir.
 


INSUPERÁVEL

Para chegar a tanto, além de colocar em prática programas enganosos e modelos comprovadamente arrasadores e atrasados, o PT ainda mostrou o quanto é insuperável na arte de mentir, dominar, roubar e corromper quem quer que seja.
 


DOMINAÇÃO DOS PODERES

Como poucos (muito poucos) imaginavam que seria possível tamanha dominação de Poderes, o que facilitou sobremaneira o atingimento do caos econômico que aí está, isso, certamente, fez com que muita gente ficasse surpresa com os propósitos/resultados obtidos com as plantações feitas lá atrás, a partir, principalmente, de 2004.
 


VOLUME MORTO

Se hoje o Brasil vive as dificuldades impostas:
1- pela falta de investimentos em energia elétrica, coisa que propositadamente a presidente Dilma arquitetou, com todo cuidado, em 2103 com a redução das tarifas; e,
2- pela estiagem que tomou conta de vários pontos-chaves do país;

o certo é que a economia brasileira, pela via desastrosa proporcionada pela Matriz Econômica Bolivariana, está, literalmente, no seu VOLUME MORTO. Com poucas chances de sair dali, infelizmente.
 


CLÁUSULA PÉTREA

Para não deixar chover na já tímida horta econômica brasileira, o PT, através de seu porta-voz, Miguel Rosseto (Secretário Geral da Presidência), saiu gritando, com pedras na mão em coro com as Centrais Sindicais, que a declaração feita pelo ministro Levy (Fazenda), de que o Seguro Desemprego é um modelo -ultrapassado-, foi infeliz.
Para encerrar, Rosseto disse, simplesmente, que o Seguro Desemprego é cláusula Pétrea. Pronto. Que tal?
 


BRASIL E GRÉCIA

Esta pequena mas significativa atitude diz bem o quanto o Brasil, dominado pelo PT, se identifica em muito com a Grécia, dominada pelo Syriza. Ou seja: Dilma está para Alexis Tsipras como Maduro está para Fidel Castro. Simples assim.

Este singelo puxão de orelhas em Joaquim Levy deixa claro e patente que só aumento de impostos interessa ao governo Dilma. As reformas estruturais, extremamente necessárias, que poderiam ensejar alguma competitividade, jamais serão feitas e/ou cogitadas. Basta falar que são necessárias para que o PT diga que nada muda. Tudo que aí está é =Cláusula Pétrea=. Que tal?
 



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26 jan 2015

PRESENTE GREGO


SYRIZA

Ontem, a Comunidade Europeia, notadamente os países da Zona do Euro, ganhou um legítimo presente Grego, ao ver confirmada a conquista de 149 das 300 cadeiras do Parlamento, obtida pelo SYRIZA, partido ultra-radical esquerda da Grécia, liderado por Alexis Tsipras.  


CONTRA A AUSTERIDADE

O Syriza, por ser ultra radical de esquerda, já deixou bem claro, ao longo da campanha eleitoral, que não pretende cumprir o programa de austeridade, firmado entre o governo anterior e a Troika ( União Europeia, Banco Central Europeu e do Fundo Monetário Internacional). 


CALOTE

Isto significa, alto e bom som, que o novo governo grego vai dar um solene CALOTE aos credores das instituições que formam a Troika. A vitória do Syriza significa que a Grécia vai dar uma legítima e sonora Banana àqueles que lhe estenderam a mão através de um mega-auxílio financeiro concedido ao país, que totaliza algo como 250 bilhões de euros. Pode?


HUMILHAÇÃO

O líder do Syriza, Alexis Tsipras, para quem não sabe, afirmou por diversas vezes, com grande ênfase, que a Troika é -coisa do passado-. E que, em caso de vitória de seu partido, confirmada ontem nas urnas, a Grécia -deixaria para trás a austeridade após cinco anos de humilhação-.


PRODUZIR POBREZA

Com a vitória do Syriza, a Grécia entra para o clube dos países social-comunistas existentes no nosso planeta. E, como é sabido através da situação de todos que optaram por esse caminho, vai produzir pobreza em grande escala. Isto em plena Europa, que por muitos anos mostrou o quanto o comunismo é capaz de destruir. Pode?  


ESCASSEZ

Desfeito, na marra, o contrato firmado pelo governo anterior com a Troika, a tal -humilhação- referida por Tsipras vai dar lugar à uma -escassez- de produtos e serviços sem precedentes. Sem dinheiro e sem estímulo, o povo grego vai à míngua.  Com toda força, como já acontece na Venezuela, Argentina e dentro de pouco tempo também no nosso pobre Brasil.    


FAZENDO AS MALAS

Com a eleição de Tsipras, a turma da Ursal (União das Repúblicas Socialistas da América Latina), conhecida como Unasul para os desatentos, deve estar em estado de euforia. Muito provavelmente, Dilma e seus amigos já devem estar fazendo as malas para participar da posse do mais novo comunista. Será uma festa e tanto, não?



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22 jan 2015

INTERPRETANDO JOAQUIM LEVY


ELOGIOS E CRÍTICAS

Com poucos dias à frente do Ministério da Fazenda, o economista Joaquim Levy já recebeu alguns elogios e muitas críticas. Tanto pelas decisões que tomou até o presente momento quanto pelo que diz pretender fazer daqui para frente. 


PAQUIDÉRMICO E DEFORMADO

Ora, quem tem uma mediana formação em economia e/ou em administração sabe muito bem que diante do paquidérmico e deformado corpo que compõe o setor público brasileiro, a fome por receitas tributárias é simplesmente insaciável.

Esta verdade é tão acaciana e incontestável que nem mesmo impondo uma carga tributária de 36% sobre o PIB, o governo consegue ser superavitário nas contas públicas.  


ESCOLA DE CHICAGO

Como Joaquim Levy tem um currículo respeitável, com formação em economia pela Escola de Chicago, é impensável que o mesmo não tenha em mãos o correto diagnóstico dos males que levaram o país à tamanha e descomunal obesidade.

Mais: Levy sabe que para chegar a este estado deplorável, o setor público do país foi conduzido por gente safada e incompetente.


TRANSFUSÃO DE SANGUE

Como não obteve, certamente, autorização do governo para ministrar um regime alimentar de choque, visando uma imediata diminuição de peso, capaz de fazer o doente levantar da cama, Levy se decidiu por uma injeção de mais sangue nas veias do corpo deformado, que diga-se de passagem já se encontram fortemente entupidas por privilégios e gorduras com alto teor de veneno. 


TRATAMENTO DE CHOQUE

O tratamento de choque, que até qualquer curandeiro sabe, deveria contemplar, no mínimo as duas coisas:

1- diminuição de peso através de alimentação reduzida; e,

2- injeções de substâncias visando um aproveitamento correto e inteligente do sangue bom, para que não seja desperdiçado em nenhum momento. 


RESPIRANDO POR APARELHOS

Infelizmente, como se viu até agora, Levy só tratou de, compulsoriamente, tirar mais sangue da sociedade -em forma de impostos e contribuições- para satisfazer a insaciável fome e sede do paquidérmico Estado Brasileiro. Quanto ao regime alimentar, extremamente necessário, nenhuma providência ou comentário. Zero.

Ou seja: para manter o corpo esfomeado do setor público vivo e faceiro, os já anêmicos fornecedores de sangue (pagadores de impostos) vão precisar respirar por aparelhos. Pode?


DIMINUIR O CONSUMO

Como o perdulário, incompetente e corrupto governo liderado pela presidente Dilma Neocomunista Rousseff, só se preocupou em dar um choque de consumo sem dar a mínima pelota para um equivalente choque de oferta, fica evidente que o propósito do aumento de juros e das alíquotas de impostos e contribuições não é arrecadar mais. Vai conseguir, exclusivamente, diminuição de consumo. E, para tanto, vai matar quem cuida de oferta. Pode?  

Aliás, ontem, na entrevista que deu em Davos, o ministro Levy deixou escapar que as medidas tomadas visam reorganizar as contas públicas do país. Para bom (ou mau) entendedor fica evidente que só se organiza (?) aquilo que estava desorganizado. E, como se sabe, muito desorganizado.



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21 jan 2015

GOVERNO VICIADO EM IMPOSTOS -IMPOSTÓLATRA-


O PROBLEMA MAIOR É A INCOMPETÊNCIA

Antes de tudo é preciso deixar bem claro que a falta de chuvas em todo o país, ainda que represente uma enorme dificuldade na geração de energia hidroelétrica, não consegue esconder a incompetência deste governo. Principalmente por impedir, de todas as formas, que investimentos necessários fossem feitos nas áreas de geração e transmissão. 


CAOS TOTAL

Ora, se o APAGÃO já está produzindo enormes dificuldades para que o país consiga crescer 0,2%, fico imaginando o que aconteceria caso o nosso PIB apresentasse uma taxa de crescimento de apenas 1%. Bastaria esta sofrível taxa de crescimento para enfiar o Brasil no caos energético total. 


RAZÃO PARA O AUMENTO DE IMPOSTOS

Diante deste quadro de escassez de energia e abundância de incompetência fica evidente a razão que levou o ministro Joaquim Levy a propor mais aumento de impostos:  como não há energia suficiente para produzir, e o crédito ficou mais caro para o consumidor, por exemplo, isto já basta para que ninguém precise usar aparelhos elétricos. Que tal?  


SACO DE MALDADES

Aliás, falando em Joaquim Levy, que dois dias atrás despejou seu saco de maldades tributárias, transcrevo aí abaixo o texto que o economista e pensador (Pensar+) Paulo Rabello de Castro publicou no seu blog -Hotline-, com o título -Elevação de tributos marca a orientação da atual equipe de Dilma-. Eis:
 


EQUILÍBRIO VIA IMPOSTOS

O recurso ao bolso do contribuinte foi mais uma vez utilizado por uma equipe de governo para buscar o equilíbrio perdido entre receitas e despesas públicas. Desta vez, o peso das medidas recaiu sobre o IOF e a CIDE, sendo esta recomposta em R$ 0,22/litro da gasolina e R$0,15/l de diesel, enquanto nas operações de crédito de pessoas físicas a alíquota dobrou de 1,5% para 3%. Outras medidas foram tomadas, como elevação de PIS/Cofins para 11,25% sobre importados e mais IPI para cosméticos. O ministro Levy buscou justificativa na recomposição da “confiança na economia”. Apareceu para o anúncio dessa escalada tributária ao lado do seu novo secretário da Receita Federal, Jorge Rachid.
 


IMPOSTÓLATRA

As medidas são sintomáticas de que nada mudou no modo de se buscar equilíbrio nas contas públicas. O compromisso do governo é alcançar, custe o que custar, o prometido 1,2% do PIB em superávit primário, convencido de ser este o caminho para resgatar a tal confiança dos mercados. Vários economistas concordam que as medidas estão no rumo correto. Discordamos. O governo sofre de vício arrecadatório. Tornou-se um “impostólatra”.. 


DILMA INSENSÍVEL

Se o superávit fiscal deve ser obtido, que o seja pelo lado da despesa pública que, há mais de uma década, cresce todos os anos entre o dobro e o triplo (!) da expansão do PIB. Por isso a carga tributária continuará a aumentar. Além disso, as últimas medidas sofrem de viés recessivo, pois batem num fenômeno morto – a expansão do consumo – ao elevar o custo para os mutuários que renegociam suas dívidas penosamente, enquanto se aumenta o custo dos combustíveis num momento de perda maior da competitividade brasileira, com o rebaixamento do preço da energia em todo o mundo, menos no Brasil.

Não há como se recompor confiança no futuro enquanto o governo, hoje insensível à mudança estrutural no seu padrão de gastos, não começar a fazer o que Dilma acaba de decretar sobre os contribuintes, ao vetar o aumento de 6,5% na tabela do IR.
 



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20 jan 2015

A PROVA DA DESTRUIÇÃO


PROVA DEFINITIVA

Ontem, através do mega-apagão elétrico que atingiu praticamente todo o Brasil, o governo Dilma-neocomunista-petista deu a prova definitiva, ao mundo todo, do quanto sabe planejar e executar, de forma cirúrgica, a destruição econômica de um país. 


SEM ERRO

Pelos frutos colhidos até o presente momento fica mais evidente ainda que basta cumprir a Matriz Econômica Bolivariana para que magníficos resultados de destruição apareçam a curto e médio prazo. O projeto, como se percebe, é certeiro, ou seja, não admite qualquer margem de erro. 
 


UM POUCO DE ANIMAÇÃO

O que nos anima um pouco, se é que isto ainda é possível neste mar revolto de incompetência e corrupção que atinge o país, são os propósitos do ministro da Economia, Joaquim Levy, que dá noções de que (não se sabe se é para valer), a Matriz Destrutiva, que já levou a Venezuela ao caos total, está sendo abandonada.  


REFORMAS

Entretanto, o que me deixa pouco animado é que as decisões propostas por Levy, que de forma incessante busca o equilíbrio das contas públicas, só acontecem pela via do triste aumento de impostos e contribuições. Fazer reformas, fechar ministérios, cortar privilégios e/ou gastos absurdos, Levy não fala. 


RENÚNCIA AO AUMENTO DE SALÁRIO

Saindo do âmbito nacional, e entrando no Estado do RS, ontem o governador José Ivo Sartori e seu vice, José Paulo Cairoli, pressionados e constrangidos, resolveram renunciar (por prazo indeterminado) ao aumento de seus salários. Ainda que a atitude deva ser festejada pelo seu simbolismo, o lamentável é que  a decisão foi tomada por pressão. Ou seja: a marca ruim da aceitação inicial do reajuste não sai com água e sabão. 


NOTA DE MARCEL VAN HATTEN

O Governador Sartori acaba de anunciar que ele e seu vice Cairoli abrirão mão do reajuste nos seus vencimentos. Eu já havia declarado ser CONTRA os aumentos e, como deputado estadual, TAMBÉM ABRIREI mão da diferença.
Fico satisfeito com a grandeza demonstrada pelo governador, ainda mais em um período de duríssima crise financeira, agravada pela má gestão do governo passado. Espero que os demais Poderes também sigam nessa linha. 

O impacto nas finanças públicas desses gestos pode ser muito pequeno, mas o exemplo precisa ser dado. O RS tem jeito e faremos todo o possível para recolocar o Estado nos trilhos do desenvolvimento, com
um governo menor e mais eficiente.

 


NOTA DE TIAGO SIMON

Em solidariedade ao governador, digo não ao aumento.
Em consonância com as aspirações dos gaúchos e em solidariedade ao Governador José Ivo Sartori e ao vice-governador Cairoli, que acabam de renunciar ao reajuste nos seus vencimentos, eu faço o mesmo.

A difícil situação econômica pela qual o estado atravessa, pede exemplos de austeridade e coerência. Não é hora para aumentos de salário.
Na última quinta-feira, dia 15 de janeiro, eu já havia colocado minha opinião sobre a renúncia ao aumento, durante reunião do governador com os deputados da base.

Acredito no potencial do Rio Grande e sei que unindo esforços, acima de ideologias ou vontades pessoais, conseguiremos traçar o caminho para sair da crise e recolocar o Estado no patamar em que merece estar. É neste sentido que quero iniciar meu mandato como deputado estadual, com um gabinete aberto e fazendo política de forma transparente, representando verdadeiramente os interesses do povo gaúcho e seguindo o exemplo de um dos políticos mais coerentes e austeros que o país já conheceu, Senador Simon. Durante 25 anos renunciou ao seu direito de receber o salário de governador. 



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