SYRIZA
Ontem, a Comunidade Europeia, notadamente os países da Zona do Euro, ganhou um legítimo presente Grego, ao ver confirmada a conquista de 149 das 300 cadeiras do Parlamento, obtida pelo SYRIZA, partido ultra-radical esquerda da Grécia, liderado por Alexis Tsipras.
CONTRA A AUSTERIDADE
O Syriza, por ser ultra radical de esquerda, já deixou bem claro, ao longo da campanha eleitoral, que não pretende cumprir o programa de austeridade, firmado entre o governo anterior e a Troika ( União Europeia, Banco Central Europeu e do Fundo Monetário Internacional).
CALOTE
Isto significa, alto e bom som, que o novo governo grego vai dar um solene CALOTE aos credores das instituições que formam a Troika. A vitória do Syriza significa que a Grécia vai dar uma legítima e sonora Banana àqueles que lhe estenderam a mão através de um mega-auxílio financeiro concedido ao país, que totaliza algo como 250 bilhões de euros. Pode?
HUMILHAÇÃO
O líder do Syriza, Alexis Tsipras, para quem não sabe, afirmou por diversas vezes, com grande ênfase, que a Troika é -coisa do passado-. E que, em caso de vitória de seu partido, confirmada ontem nas urnas, a Grécia -deixaria para trás a austeridade após cinco anos de humilhação-.
PRODUZIR POBREZA
Com a vitória do Syriza, a Grécia entra para o clube dos países social-comunistas existentes no nosso planeta. E, como é sabido através da situação de todos que optaram por esse caminho, vai produzir pobreza em grande escala. Isto em plena Europa, que por muitos anos mostrou o quanto o comunismo é capaz de destruir. Pode?
ESCASSEZ
Desfeito, na marra, o contrato firmado pelo governo anterior com a Troika, a tal -humilhação- referida por Tsipras vai dar lugar à uma -escassez- de produtos e serviços sem precedentes. Sem dinheiro e sem estímulo, o povo grego vai à míngua. Com toda força, como já acontece na Venezuela, Argentina e dentro de pouco tempo também no nosso pobre Brasil.
FAZENDO AS MALAS
Com a eleição de Tsipras, a turma da Ursal (União das Repúblicas Socialistas da América Latina), conhecida como Unasul para os desatentos, deve estar em estado de euforia. Muito provavelmente, Dilma e seus amigos já devem estar fazendo as malas para participar da posse do mais novo comunista. Será uma festa e tanto, não?
ELOGIOS E CRÍTICAS
Com poucos dias à frente do Ministério da Fazenda, o economista Joaquim Levy já recebeu alguns elogios e muitas críticas. Tanto pelas decisões que tomou até o presente momento quanto pelo que diz pretender fazer daqui para frente.
PAQUIDÉRMICO E DEFORMADO
Ora, quem tem uma mediana formação em economia e/ou em administração sabe muito bem que diante do paquidérmico e deformado corpo que compõe o setor público brasileiro, a fome por receitas tributárias é simplesmente insaciável.
Esta verdade é tão acaciana e incontestável que nem mesmo impondo uma carga tributária de 36% sobre o PIB, o governo consegue ser superavitário nas contas públicas.
ESCOLA DE CHICAGO
Como Joaquim Levy tem um currículo respeitável, com formação em economia pela Escola de Chicago, é impensável que o mesmo não tenha em mãos o correto diagnóstico dos males que levaram o país à tamanha e descomunal obesidade.
Mais: Levy sabe que para chegar a este estado deplorável, o setor público do país foi conduzido por gente safada e incompetente.
TRANSFUSÃO DE SANGUE
Como não obteve, certamente, autorização do governo para ministrar um regime alimentar de choque, visando uma imediata diminuição de peso, capaz de fazer o doente levantar da cama, Levy se decidiu por uma injeção de mais sangue nas veias do corpo deformado, que diga-se de passagem já se encontram fortemente entupidas por privilégios e gorduras com alto teor de veneno.
TRATAMENTO DE CHOQUE
O tratamento de choque, que até qualquer curandeiro sabe, deveria contemplar, no mínimo as duas coisas:
1- diminuição de peso através de alimentação reduzida; e,
2- injeções de substâncias visando um aproveitamento correto e inteligente do sangue bom, para que não seja desperdiçado em nenhum momento.
RESPIRANDO POR APARELHOS
Infelizmente, como se viu até agora, Levy só tratou de, compulsoriamente, tirar mais sangue da sociedade -em forma de impostos e contribuições- para satisfazer a insaciável fome e sede do paquidérmico Estado Brasileiro. Quanto ao regime alimentar, extremamente necessário, nenhuma providência ou comentário. Zero.
Ou seja: para manter o corpo esfomeado do setor público vivo e faceiro, os já anêmicos fornecedores de sangue (pagadores de impostos) vão precisar respirar por aparelhos. Pode?
DIMINUIR O CONSUMO
Como o perdulário, incompetente e corrupto governo liderado pela presidente Dilma Neocomunista Rousseff, só se preocupou em dar um choque de consumo sem dar a mínima pelota para um equivalente choque de oferta, fica evidente que o propósito do aumento de juros e das alíquotas de impostos e contribuições não é arrecadar mais. Vai conseguir, exclusivamente, diminuição de consumo. E, para tanto, vai matar quem cuida de oferta. Pode?
Aliás, ontem, na entrevista que deu em Davos, o ministro Levy deixou escapar que as medidas tomadas visam reorganizar as contas públicas do país. Para bom (ou mau) entendedor fica evidente que só se organiza (?) aquilo que estava desorganizado. E, como se sabe, muito desorganizado.
O PROBLEMA MAIOR É A INCOMPETÊNCIA
Antes de tudo é preciso deixar bem claro que a falta de chuvas em todo o país, ainda que represente uma enorme dificuldade na geração de energia hidroelétrica, não consegue esconder a incompetência deste governo. Principalmente por impedir, de todas as formas, que investimentos necessários fossem feitos nas áreas de geração e transmissão.
CAOS TOTAL
Ora, se o APAGÃO já está produzindo enormes dificuldades para que o país consiga crescer 0,2%, fico imaginando o que aconteceria caso o nosso PIB apresentasse uma taxa de crescimento de apenas 1%. Bastaria esta sofrível taxa de crescimento para enfiar o Brasil no caos energético total.
RAZÃO PARA O AUMENTO DE IMPOSTOS
Diante deste quadro de escassez de energia e abundância de incompetência fica evidente a razão que levou o ministro Joaquim Levy a propor mais aumento de impostos: como não há energia suficiente para produzir, e o crédito ficou mais caro para o consumidor, por exemplo, isto já basta para que ninguém precise usar aparelhos elétricos. Que tal?
SACO DE MALDADES
Aliás, falando em Joaquim Levy, que dois dias atrás despejou seu saco de maldades tributárias, transcrevo aí abaixo o texto que o economista e pensador (Pensar+) Paulo Rabello de Castro publicou no seu blog -Hotline-, com o título -Elevação de tributos marca a orientação da atual equipe de Dilma-. Eis:
EQUILÍBRIO VIA IMPOSTOS
O recurso ao bolso do contribuinte foi mais uma vez utilizado por uma equipe de governo para buscar o equilíbrio perdido entre receitas e despesas públicas. Desta vez, o peso das medidas recaiu sobre o IOF e a CIDE, sendo esta recomposta em R$ 0,22/litro da gasolina e R$0,15/l de diesel, enquanto nas operações de crédito de pessoas físicas a alíquota dobrou de 1,5% para 3%. Outras medidas foram tomadas, como elevação de PIS/Cofins para 11,25% sobre importados e mais IPI para cosméticos. O ministro Levy buscou justificativa na recomposição da “confiança na economia”. Apareceu para o anúncio dessa escalada tributária ao lado do seu novo secretário da Receita Federal, Jorge Rachid.
IMPOSTÓLATRA
As medidas são sintomáticas de que nada mudou no modo de se buscar equilíbrio nas contas públicas. O compromisso do governo é alcançar, custe o que custar, o prometido 1,2% do PIB em superávit primário, convencido de ser este o caminho para resgatar a tal confiança dos mercados. Vários economistas concordam que as medidas estão no rumo correto. Discordamos. O governo sofre de vício arrecadatório. Tornou-se um “impostólatra”..
DILMA INSENSÍVEL
Se o superávit fiscal deve ser obtido, que o seja pelo lado da despesa pública que, há mais de uma década, cresce todos os anos entre o dobro e o triplo (!) da expansão do PIB. Por isso a carga tributária continuará a aumentar. Além disso, as últimas medidas sofrem de viés recessivo, pois batem num fenômeno morto – a expansão do consumo – ao elevar o custo para os mutuários que renegociam suas dívidas penosamente, enquanto se aumenta o custo dos combustíveis num momento de perda maior da competitividade brasileira, com o rebaixamento do preço da energia em todo o mundo, menos no Brasil.
Não há como se recompor confiança no futuro enquanto o governo, hoje insensível à mudança estrutural no seu padrão de gastos, não começar a fazer o que Dilma acaba de decretar sobre os contribuintes, ao vetar o aumento de 6,5% na tabela do IR.
PROVA DEFINITIVA
Ontem, através do mega-apagão elétrico que atingiu praticamente todo o Brasil, o governo Dilma-neocomunista-petista deu a prova definitiva, ao mundo todo, do quanto sabe planejar e executar, de forma cirúrgica, a destruição econômica de um país.
SEM ERRO
Pelos frutos colhidos até o presente momento fica mais evidente ainda que basta cumprir a Matriz Econômica Bolivariana para que magníficos resultados de destruição apareçam a curto e médio prazo. O projeto, como se percebe, é certeiro, ou seja, não admite qualquer margem de erro.
UM POUCO DE ANIMAÇÃO
O que nos anima um pouco, se é que isto ainda é possível neste mar revolto de incompetência e corrupção que atinge o país, são os propósitos do ministro da Economia, Joaquim Levy, que dá noções de que (não se sabe se é para valer), a Matriz Destrutiva, que já levou a Venezuela ao caos total, está sendo abandonada.
REFORMAS
Entretanto, o que me deixa pouco animado é que as decisões propostas por Levy, que de forma incessante busca o equilíbrio das contas públicas, só acontecem pela via do triste aumento de impostos e contribuições. Fazer reformas, fechar ministérios, cortar privilégios e/ou gastos absurdos, Levy não fala.
RENÚNCIA AO AUMENTO DE SALÁRIO
Saindo do âmbito nacional, e entrando no Estado do RS, ontem o governador José Ivo Sartori e seu vice, José Paulo Cairoli, pressionados e constrangidos, resolveram renunciar (por prazo indeterminado) ao aumento de seus salários. Ainda que a atitude deva ser festejada pelo seu simbolismo, o lamentável é que a decisão foi tomada por pressão. Ou seja: a marca ruim da aceitação inicial do reajuste não sai com água e sabão.
NOTA DE MARCEL VAN HATTEN
O Governador Sartori acaba de anunciar que ele e seu vice Cairoli abrirão mão do reajuste nos seus vencimentos. Eu já havia declarado ser CONTRA os aumentos e, como deputado estadual, TAMBÉM ABRIREI mão da diferença.
Fico satisfeito com a grandeza demonstrada pelo governador, ainda mais em um período de duríssima crise financeira, agravada pela má gestão do governo passado. Espero que os demais Poderes também sigam nessa linha.
O impacto nas finanças públicas desses gestos pode ser muito pequeno, mas o exemplo precisa ser dado. O RS tem jeito e faremos todo o possível para recolocar o Estado nos trilhos do desenvolvimento, com
um governo menor e mais eficiente.
NOTA DE TIAGO SIMON
Em solidariedade ao governador, digo não ao aumento.
Em consonância com as aspirações dos gaúchos e em solidariedade ao Governador José Ivo Sartori e ao vice-governador Cairoli, que acabam de renunciar ao reajuste nos seus vencimentos, eu faço o mesmo.
A difícil situação econômica pela qual o estado atravessa, pede exemplos de austeridade e coerência. Não é hora para aumentos de salário.
Na última quinta-feira, dia 15 de janeiro, eu já havia colocado minha opinião sobre a renúncia ao aumento, durante reunião do governador com os deputados da base.
Acredito no potencial do Rio Grande e sei que unindo esforços, acima de ideologias ou vontades pessoais, conseguiremos traçar o caminho para sair da crise e recolocar o Estado no patamar em que merece estar. É neste sentido que quero iniciar meu mandato como deputado estadual, com um gabinete aberto e fazendo política de forma transparente, representando verdadeiramente os interesses do povo gaúcho e seguindo o exemplo de um dos políticos mais coerentes e austeros que o país já conheceu, Senador Simon. Durante 25 anos renunciou ao seu direito de receber o salário de governador.
FÓRUM ECONÔMICO MUNDIAL
Nesta semana, mais precisamente entre os dias 21 e 24, em Davos, Suíça, acontece a 45ª edição do Fórum Econômico Mundial, cujo tema principal a ser analisado é NOVO CONTEXTO MUNDIAL. E, pelo que dizem os organizadores, nesta edição são esperados mais de 2500 participantes (recorde) procedentes de 140 países.
OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO
O Fórum de Davos, como é chamado, também deve tratar do programa de desenvolvimento para depois de 2015, prazo concedido para cumprir os -Objetivos de Desenvolvimento do Milênio- (ODM), que inclui a redução da pobreza extrema e a garantia de acesso à educação primária.
CONCORRIDO
Pelo visto, o encontro deste ano promete ser um dos mais concorridos. Entre os mais de 300 chefes de Estado e de governo, ministros e autoridades, que perfazem a nata da política, da economia e do mundo acadêmico, que confirmaram participação, 14 são ganhadores do prêmio Nobel. Que tal?
POSSE DE EVO MORALES
Pois, como já foi noticiado, a presidente Dilma Neocomunista Rousseff, depois de confirmar presença voltou atrás. Entendeu que a sua presença é mais importante na cerimônia de posse de Evo Morales, que acontece no dia 22, em La Paz, Bolívia. Isto sem falar que precisa fazer um pit-stop em Cuba, para pedir a benção do ditador Castro.
ÚNICA PARTICIPAÇÃO
Vale lembrar que, desde 2011, quando assumiu a presidência do Brasil, a única edição em que Dilma participou do Fórum Econômico Mundial foi a de 2014, quando discursou (mentiu) por 30 minutos para uma plateia formada por líderes mundiais e empresários.
CONSTRANGIMENTO
Na real, Dilma encontrou na posse de Morales a forma para evitar constrangimentos. Depois de mentir descaradamente, na edição de 2014, dizendo que o Brasil era a pérola dos países emergentes, seria impossível explicar, à uma plateia tão preparada, o quanto de destruição conseguiu produzir em apenas um ano.
O GRANDE MOTIVO
Deixando de lado mais essa lamentável postura da presidente, que por certo só pode melhorar o nível do Fórum Econômico Mundial, devo admitir que Dilma me surpreendeu, ou seja, ela mostrou ter sentimentos. E, como tal, é capaz de ser tomada de indignação.
Completamente tomada de indignação repudiou a execução do brasileiro bandido-traficante de drogas condenado à pena de morte na Indonésia. Por tudo que acontece a todo momento no Brasil, com centenas de mortes promovidas por traficantes, a presidente, curiosamente, jamais demonstrou revolta e/ou indignação.
Aliviado com o destino do bandido entendo que o motivo maior da indignação de Dilma se explica pela foto publicada no Estadão, na entrevista que o jornal fez com a mãe do condenado: na sala de sua casa aparece, ao fundo, uma enorme foto de Che Guevara. Está explicado o grande motivo da indignação, não???
DOIS ANOS ATRÁS
Dois anos atrás, mais precisamente no dia 23/01/2013, através da Medida Provisória 579, a irresponsável presidente Dilma Neocomunista Rousseff decidiu praticar o POPULISMO ELÉTRICO, na forma de redução dos preços da energia elétrica dos brasileiros. Como se vê, a medida só tinha um objetivo: manter o PT no Poder.
DECISÃO PESSOAL
Vale lembrar que, com o corpo e cérebro (?) tomados por uma forte carga de estupidez populista, fora do normal até para quem é extremamente irresponsável, a presidente Dilma Neocomunista Rousseff, em pronunciamento em rede nacional, no rádio e na televisão, anunciou, naquela noite do dia 23/01/2013, que ela mesmo decidiu -não só ampliar a redução das contas de luz, como também antecipar o início do desconto-. Pode?
MAIS BARATAS
Segundo afirmou a presidente à época, a partir do dia seguinte, 24/01/2013, e não mais a partir de 05/02/2013 como havia sido prometido inicialmente, as contas residenciais ficariam 18% mais baratas, ao contrário dos 16,2% até então anunciados. No caso da indústria, agricultura, comércio e serviços, a redução será de até 32%.
FORTE REDUÇÃO
Disse mais a irresponsável: - Acabo de assinar o ato (Medida Provisória 579) que coloca em vigor a partir de amanhã uma forte redução na conta de luz de todos os brasileiros. Além de estarmos antecipando a entrada em vigor das novas tarifas, estamos dando um índice de redução maior que o previsto e já anunciado.
REALISMO TARIFÁRIO
Diante da flagrante estupidez, que inclusive já havia sido tentada por governos anteriores, ainda que em doses menos fortes, mas sempre resultando em consequências muito sérias para os consumidores, insisto: desde o primeiro momento deixei bem claro (vide artigos anteriores) que tal decisão nos levaria a uma situação extremamente complicada, o que exigiria, mais dia menos dia, à prática do realismo tarifário.
IRREALISMO TARIFÁRIO
Pois, a possibilidade de haver um choque de realismo tarifário, coisa que foi admitida pelo ministro Joaquim Levy (e não pela presidente), deve ser vista como uma confissão de culpa de Dilma Neocomunista Rousseff.
Ao aceitar o realismo tarifário que precisa ser imposto imediatamente para tentar evitar um enorme APAGÃO, Dilma admite que promoveu um irrealismo tarifário. Por certo, não é possível que Dilma, que já foi ministra de Minas e Energia, não sabia que tudo daria errado, como efetivamente aconteceu.
A CONTA DOS SUBSÍDIOS
Como se vê, com estrondosa comprovação, a desorganização de qualquer conta, pública ou privada, começa com a concessão de subsídios. Em algum momento essas vantagens(???) acabarão sendo apresentadas em forma de contas (muito caras) a pagar, tanto pelos consumidores como, principalmente, pelos pagadores de impostos .