BAIXO DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL
É mais do que sabido que uma -BOA- Educação Escolar, desde a chegada das naus portuguesas na costa brasileira jamais foi alvo de vontade e/ou interesse dos nossos governantes. A prova disso está na taxa de desenvolvimento educacional, que ao longo desses mais de 500 anos sempre se mostrou muito baixa, em termos comparativos.
ATENÇÃO ESPECIAL
É importante reconhecer, no entanto, que partir de 2002, quando o PT assumiu o governo, ao invés de melhorar o nível educacional dos brasileiros (em todos os níveis) resolveram que os alunos e Escolas deveriam passar por uma ampla DOUTRINAÇÃO IDEOLÓGICA PÚBLICA.
ENSINO IDEOLÓGICO
Ora, se a EDUCAÇÃO PÚBLICA sempre esteve fora dos planos de praticamente todos os governos que antecederam Lula e Dilma, resultando em sistemática baixa qualidade, tanto de ensino quanto de aprendizagem, já a Doutrinação Ideológica, ao contrário, tem alcançado altos índices em termos de educadores e educandos. Bem acima do esperado, inclusive.
INFERNO REAL E VIRTUAL
Frontalmente na contramão do mundo globalizado, capitalista, competitivo e fiel à economia de mercado, a rota sugerida pelo então ministro da Educação,Tarso Genro, foi que deu início à caminhada para trás, ou seja, para o atraso. Como os partidos socialistas em geral demonizam as ideias liberais, nesses últimos 12 anos o PT tratou de colar o liberalismo ao mais terrível dos infernos, em todas as Escolas Públicas.
LENINISMO
Pouca gente lembra, mas o fato é que o MEC, com Tarso Genro, um declarado entusiasta do leninismo, à frente, tratou de plantar na cabeça dos brasileiros em idade escolar as mesmas doutrinas ideológicas que pôs em funcionamento os campos de concentração e os -gulags-.
LÊNIN, CORAÇÃO E MENTE
Esta, portanto, sem tirar nem por, é a educação que os brasileiros vem recebendo nesses últimos 12 anos. E que deverá ser ainda mais intensificada neste governo Dilma, certamente. Se alguém ainda não entendeu a gravidade do problema, peço que leia a seguir o prefácio do livro -Lênin, Coração e Mente-, escrito pelo ex-ministro e ex-governador do RS, Tarso Genro:
- "A vida e a obra de Lênin são imprescindíveis para a compreensão da grande Revolução do século XX e o seu legado é irrenunciável para a formação de um verdadeiro partido revolucionário do proletariado, livre da burocracia e do dogmatismo, que desconfiam da inteligência e condenam a iniciativa; livre do esquematismo e das verdades absolutas que impedem o desenvolvimento revolucionário do marxismo."
DEVOTO DE LÊNIN
Mais: "Este livro tem um endereço: visa principalmente subsidiar os operários avançados, os estudantes e os intelectuais comprometidos com a transformação do mundo e todas aquelas pessoas que lutam por uma sociedade sem classes e sem opressão, a única formada por homens verdadeiramente livres." Pode?
TEMPO E INTENSIDADE
Ainda que se seja crescente neste momento o número de brasileiros que gostariam de ver um Brasil mais justo, consciente e administrado com competência, qualquer esperança de que algo de bom realmente aconteça dependerá muito do TEMPO e da INTENSIDADE que os interessados vão precisar empregar para obter as mudanças.
TEMPO
Primeiramente é preciso ter em mente que mudanças -culturais- levam, no mínimo duas gerações para serem assimiladas e/ou digeridas. O sucesso, portanto, dependerá do tamanho do exercício que deve ser diário, insistente e muito focado. Como se vê, a administração do tempo já é extremamente difícil.
INTENSIDADE
Pois, se o TEMPO já se traduz num complicador determinante, a INTENSIDADE para mudar uma -cultura- exige um esforço descomunal, que começa pela instrução escolar e, a partir daí, ainda precisa ser sustentada por forte e continuada campanha de comunicação.
POSITIVISMO
Vejam, por exemplo, o quanto a cultura do POSITIVISMO foi CAUSA determinante para fazer do Brasil um país atrasado e cheio de problemas. Começando pelo lema -Ordem e Progresso-, que aparece na bandeira do Brasil, que é pura inspiração -positivista-. O -progresso-, só para esclarecer, nada mais é do que a expressão máxima buscada pelo -positivismo- dentro de um processo do NACIONAL-TRABALHISMO (nacionalismo).
NACIONALISMO
No Brasil, o -NACIONALISMO- encontrou no cérebro dos brasileiros, principalmente em função do baixo nível de instrução, um ambiente extremamente fértil para se desenvolver. Como tal já se tornou uma -cultura- que faz parte do DNA do nosso povo. O que, por si só, já impõe forte dificuldade de remoção.
POPULISMO
Pois, sem abalar minimamente os alicerces do espírito -nacionalista- que desde o período de Getúlio Vargas os -trabalhistas- cuidaram de impregnar nos cérebros da imensa maioria do povo, o governo do PT ainda despejou por cima, com forte intensidade, nesses últimos 12 anos de governo, uma poderosa nata de -populismo- na cabeça dos pobres condenados. Mais: com alto poder doutrinário.
EDUCAÇÃO LIMPADORA DE CÉREBROS
Diante de tamanho estrago chega-se a uma simples conclusão de que jamais conseguiremos remover muita coisa da cabeça do povo. Mesmo que se imponha um potente programa de educação que tenha como propósito limpar o cérebro dos contaminados, os genes vão resistir de forma muito dura. Tomara que a resistência não seja maior do que a esperança dos interessados nas mudanças...
HISTÓRIAS DA CAROCHINHA
Das principais agências internacionais de -classificação de risco-, ao menos a Moody's já deu a entender, pelo relatório que divulgou nesta quarta feira, que não está muito disposta a se deixar levar por fantasias, frases de efeito e/ou histórias da carochinha, do tipo que o irresponsável governo Dilma adora contar para seduzir para as mais diversas plateias.
FORMA DE RECONQUISTAR CREDIBILIDADE
No seu relatório, o vice-presidente da Moody's, Mauro Leos, deixa bem claro que não acredita que o Brasil vá atingir a meta fiscal estabelecida pela equipe econômica para 2015 e 2016. Segundo Leos, "a administração Dilma estabeleceu uma meta de superávit de 1,2% do PIB para 2015 e 2% para 2016, mais como uma forma (falsa) de -reconquistar credibilidade das políticas econômicas".
PESQUISOU O PONTO CRÍTICO
Confesso que até cheguei a imaginar que Leos proferiu a sua -sentença- depois de ler alguns editoriais do Ponto Crítico (que tal a modéstia?). Principalmente quando sugere que mesmo considerando que as metas de superávit primário venham a ser atingidas, só o aumento nas taxas de juros vai proporcionar um rombo maior do que o montante definido pelo -corte de gastos-.
CRÍTICO -COM CAUSA-
Como os leitores estão cansados de saber e reconhecer, o meu posicionamento tem sido sempre CRÍTICO - COM CAUSA. Por isso continuo afirmando que o governo Dilma está, pela enésima vez, tentando enganar a opinião pública. Repito: a situação do país é grave. Muito grave. Maior, insisto, do que as (tímidas) medidas poderão alcançar.
INVESTMENT GRADE
Pois, enquanto Dilma insiste com MENTIRAS, me posiciono com VERDADES. Uma delas é que as agências internacionais -de classificação de risco- têm se posicionado de forma muito tolerante com relação ao Brasil. Se fossem decididamente sérias e menos tolerantes, já deveriam ter cassado o -INVESTMENT GRADE- do nosso pobre país.
INCAPACIDADE DE ADMINSTRAÇÃO
Reforço essas minhas expectativas -ruins- diante da dificuldade histórica que o PT tem para fazer as coisas certas. Isso para ficar restrito apenas à declarada INCAPACIDADE PARA ADMINISTRAR, ou seja, não estou levando em conta a expressiva taxa de CORRUPÇÃO que está destruindo o país.
COLABORADORES DO INSUCESSO
Além disso o Legislativo, formado por maus políticos aliados e não aliados, mostra grande afinco para produzir destruição. E ainda por cima conta com o Judiciário pronto para referendar e aprovar, com igual afinco, tudo que não presta. Pode?
CONCESSÃO NÃO É PRIVATIZAÇÃO
O governo, como todo mundo sabe, está prestes a lançar um amplo programa de -CONCESSÃO- de infraestrutura, abrangendo ferrovias, rodovias, portos e aeroportos. O lançamento do aguardado pacote, segundo informam os noticiários e o próprio governo, deve ocorrer na próxima semana, muito provavelmente no dia 09.
DE FORMA DESTACADA
Como podem observar fiz questão de dar destaque à palavra -CONCESSÃO- para que os leitores do Ponto Critico (ao menos esses) fiquem atentos, e se policiem, para que jamais se igualem aos bobos que vivem confundindo, de forma FALSA e EQUIVOCADA, contratos de CONCESSÃO com processo de PRIVATIZAÇÃO.
CONTRATO DE MANUTENÇÃO
O que o governo está anunciando para breve, portanto, nada mais é do que um programa de CONCESSÕES, através de leilões. Isto significa que o resultado dirá quem serão os contratados para fazer melhorias e/ou dar manutenção às rodovias e ferrovias que serão alvo dos editais. Da mesma forma, quem deverá construir e/ou manter os portos e aeroportos definidos.
A PROPRIEDADE É PÚBLICA
Vale dizer, com todas as letras, que todos os bens que por ventura forem colocados à disposição dos CONCESSIONÁRIOS, provavelmente da iniciativa privada, continuarão sendo de propriedade do Estado (de minha parte, o que mais gostaria mesmo é que tudo passasse, definitivamente, para as mãos da iniciativa privada, em forma de PRIVATIZAÇÕES).
NECESSIDADE E NÃO CONVECIMENTO
Se o povo brasileiro fosse medianamente esclarecido, ao invés de ficar criticando a (rara) atitude correta do governo, que é motivada por necessidade e não por convencimento, pois bate de frente com a ideologia do PT, jamais deveria se manifestar contra as CONCESSÕES. E antes mesmo de confundir o programa de CONCESSÃO com PRIVATIZAÇÃO, o que deveria fazer é lamentar o tempo perdido.
MAIS IMPOSTOS
Quanto ao grupo que deplora o programa, dizendo que se trata de um (nada disfarçado) aumento de impostos, travestido em forma de tarifas cobradas pelos concessionários, cabe um esclarecimento: as manifestações, para que sejam inteligentes devem ser voltadas para os impostos que não se revestem em serviços prestados. Ali está o problema e não naqueles que vão prestar os serviços desde sempre sonegados pelo Estado.
IRBES
Aliás, como foi noticiado ontem, o Índice de Retorno de Bem-Estar à Sociedade (Irbes), que mede o retorno de tributos em qualidade de vida para a sociedade, diz tudo: o Brasil ocupa o último lugar do ranking, entre os 30 países com maior carga tributária. Sabendo disso é pouco ou nada provável querer que o governo venha a dar qualidade, ou mesmo existência, às rodovias, ferrovias, portos e aeroportos.
SILÊNCIO SEPULCRAL
Diante desta indesmentível crise econômica que o país vive, perseguida e produzida com enorme afinco e vontade pelos governos Lula e Dilma-Neocomunista-Petista, a qual se aprofunda a olhos vistos, dia após dia, uma das coisas que mais me preocupa é esse sepulcral silêncio de inúmeras entidades empresarias e políticas.
MELHOR DOS MUNDOS
Enquanto os números divulgados por todos os institutos que medem o desempenho da nossa economia insistem em divulgar e projetar uma brutal e contínua queda das atividades -industriais, comerciais e de serviços-, os representantes eleitos pelo povo (senadores, deputados federais, estaduais e vereadores) agem como se estivéssemos no melhor dos mundos.
SEM CONSCIÊNCIA
Aliás, a rigor tal comportamento revela nitidamente o quanto o povo e seus representantes não têm consciência das CAUSAS que nos remeteram a mais esta crise. Esta afirmação se baseia pelo fato de não se ver políticos minimamente preocupados, tanto em salvar o que ainda resta do naufrágio quanto em propor mudanças capazes de evitar e impedir novos baques.
GRITAR
Como não vejo nenhuma proposta que nos leve a tornar melhor esse quadro recessivo, mas muitas na direção oposta, que nos dão a mais clara certeza de que vamos piorar aquilo que já está ruim, só me resta gritar, desesperadamente. É, aliás, o que mais tenho feito através desse meu limitado meio de comunicação, que atinge, basicamente, leitores portadores de maior discernimento.
FATOR PREVIDENCIÁRIO
Vejam, por exemplo, que a maioria dos deputados e senadores se diz pronta para acabar com o Fator Previdenciário. Entretanto, não apareceu uma viva alma dentro do Parlamento pronto para propor uma Reforma da Previdência, do tipo que tenha como único e grande propósito acabar com os monumentais DÉFICITS, que além de contínuos são cada vez maiores.
CONTAS DA PREVIDÊNCIA
Ora, se as contas da Previdência Social já estão onerando absurdamente os -pagadores de impostos-, e não quem deveria sustentá-la, como é o caso daqueles que contribuem para futuramente se aposentar, ao acabar com o Fator Previdenciário o caos econômico vai aumentar ainda mais.
O ideal seria que Previdência fosse tratada como algo que se compra, de acordo com o que se está disposto a pagar. Pois, mesmo que viesse a prosperar esta ideia, o passado ainda precisa ser resolvido.
IDADE MÍNIMA
Como informa a tábua atuarial (e todos sabem muito bem) o brasileiro está vivendo, em média, por mais tempo. Esta verdade, por ser absoluta, implica no seguinte:
1- para manter os atuais percentuais de contribuição com o sistema público as aposentadorias precisam ser concedidas a partir de 65 anos de idade;
2- como as mulheres (está na tábua atuarial) vivem, em média, 5 anos mais do que os homens e ainda por cima se aposentam 5 anos antes do os homens, é preciso que, ao menos, todos sejam iguais perante a idade mínima para se aposentar;
3- caso o povo queira manter as idades mínimas atuais, a contribuição precisaria aumentar para 20%.
Até agora não vi ninguém disposto a discutir este relevante tema com a cabeça no lugar e os pés no chão... Pode?
ESCLARECIMENTOS IMPORTANTES
Antes que algum leitor mais desavisado imagine que as projeções/previsões que fiz, e continuo fazendo, sobre esse mau desempenho que a nossa economia vem mostrando, de forma bem escancarada, faço aqui um esclarecimento: nada do que eu analisei e/ou projetei se deu por força de PREMONIÇÕES ou PROFECIAS. Até porque não tenho qualquer familiaridade com tais assuntos.
PROFECIA
Tal esclarecimento se justifica porque -PROFECIA-, segundo a definição, é o conhecimento de um futuro que definitivamente irá acontecer, sem questionamento. Ou seja, para algo se constituir numa profecia, significa que -não pode mudar-.
PREMONIÇÃO
E -PREMONIÇÃO-, por sua vez, envolve a sensação de que algo pode acontecer, mas não o conhecimento do que exatamente é. Premonições podem incluir sensações de presságio ou "pressentimentos" de que algo JÁ É DADO COMO CERTO. Essas sensações podem ser tão significativas quanto uma precognição, e muito mais confiáveis.
ESTRELAS
Sobraria, quem sabe, admitir que a chegada desta crise estava escrita nas ESTRELAS. Pois, mesmo sabendo que milhões de pessoas olham para o firmamento, com o propósito de buscar algum tipo de orientação, devo dizer também que não foi olhando para as estrelas que me levou a entender, e me convencer, que com a Matriz Econômica Neocomunista-Petista, o nosso país acabaria entrando numa crise sem precedentes.
PROBABILIDADE DE OCORRÊNCIA
Como o leitor já deve estar curioso para saber o que sempre me levou a afirmar, com absoluta certeza, de que inevitavelmente o PT acabaria levando o nosso pobre país à beira do abismo, aí vai a resposta: tudo que eu disse teve como base o cálculo da PROBABILIDADE DE OCORRÊNCIA.
Para quem leu e estudou as experiências vividas pelos países socialistas, notadamente os situados na América Latina, cujos líderes seguem à risca a Cartilha Bolivariana aprovada pelo Foro de São Paulo, do qual o PT é fundador, sabe perfeitamente que a PROBABILIDADE de ser catastrófico o desempenho da economia é 100%.
MATRIZ ECONÔMICA E CORRUPÇÃO
Vejam, por exemplo, que a Matriz Econômica escolhida e implementada pelos governos Lula e Dilma nunca teve qualquer compromisso com a Lei de Responsabilidade Fiscal. O ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega, no alto de sua incompetência, nunca arredou pé da sua crença de que com a Matriz do Atraso, a economia brasileira iria dar um salto de competitividade. Deu no que deu....
MARCAS REGISTRADAS
Aliás, o que mais se viu ao longo desses doze anos, sem levar em conta a elevada dose de CORRUPÇÃO, já considerada uma das marcas registradas do PT, foi um incessante crescimento dos gastos públicos aliado a um recuo sistemático do crescimento do PIB.
Como é já é pra lá de sabido (muitos relutaram em admitir) o dinamismo dos negócios durante o mandato de Lula se deu pelo aumento exagerado do consumo (baseado por oferta exorbitante do crédito), e não pelo aumento da produção (por baixa taxa de investimento) na mesma proporção.
Como se vê, bastava ter apenas um pouco de miolo e algum discernimento para se convencer, lá atrás, em 2002, de que o caos seria inevitável.
A situação só não está pior porque o Brasil Rural ainda está garantindo uma queda menos expressiva do PIB. Que tal?