VITRINE
No editorial de ontem mencionei que o tabuleiro eleitoral visando as Eleições 2018 está em fase de formação pelos mais diversos partidos. Todos, certamente, ávidos por colocarem na vitrine, o quanto antes, seus pré-candidatos para que possam ser apreciados, ou não, pelos eleitores.
PARA PRESIDENTE
Além do safadíssimo ex-presidente Lula Petista e o militar Jair Bolsonaro, do PEN, que anteciparam suas pré-candidaturas a presidente no início de 2017 (ou antes), no último final de semana foi a vez do Partido NOVO anunciar o nome do administrador João Amoêdo; do PSC, que confirmou o economista -liberal- Paulo Rabello de Castro (atual presidente do BNDES); do PODEMOS, que definiu o senador Álvaro Dias; e do PCdoB, com a comunista Manuela D'Àvila.
SALUTAR
Até agora, entre os candidatos já definidos, a lista revela nomes de excelentes pré-candidatos que nunca participaram de pleitos eleitorais. Isto, no meu entender é pra lá de salutar, e como tal precisa ser levado em boa conta pelos eleitores. Principalmente aqueles que se dizem enojados com os políticos de carreira.
DOIS EXCELENTES NOMES
Pois, para o meu severo gosto, desde já, entre os pré-candidatos acima informados, os que mais me agradam são: o João Amoêdo, do NOVO, e Paulo Rabello de Castro, do PSC. Atenção ao importante detalhe: ambos, além de excelentes nomes, devidamente atestados pelos currículos que apresentam, concorrem pela primeira vez nas suas vidas. Prestem, portanto, bastante atenção nestes dois excelentes nomes.
NINGUÉM GOVERNA SOZINHO
Entretanto, sempre é bom lembrar que as Eleições 2018 não se restringem apenas à escolha do presidente. Tão importante quanto é a escolha do governador, do deputado estadual, do deputado federal e do senador. Não esqueçam que nenhum pretendente ao cargo do Executivo consegue governar sem a colaboração dos eleitos ao Legislativo.
COMBINADO!
Na medida em que estivermos nos aproximando do importante Pleito de 2018, com o propósito de fornecer algum auxílio aos leitores-eleitores, desde já me proponho a apontar os nomes dos melhores candidatos, tanto para o Executivo quanto Legislativo. Detalhe: só merecerão destaque os candidatos que nada tem de POPULISTAS, ou seja, só falam, com coragem e determinação, as mais puras VERDADES. Combinado!
VONTADE DE ACERTAR
Ninguém duvida de que as Eleições de 2018 serão as mais importantes da história nosso complicado Brasil, que se econtra mergulhado num oceano de falcatruas. Pela indignação que os eleitores demonstram através das importantes redes sociais, tudo indica que a vontade de acertar é bem maior.
VASTA LISTA
Se, por ora, apenas dois candidatos (Lula e Bolsonaro) gozam da grande preferência dos eleitores, como revelam as pesquisas, dentro de poucas semanas os brasileiros tomarão conhecimento da vasta lista dos pretendentes ao cargo de presidente da nossa claudicante República.
PARTIDO NOVO
Neste último final de semana, por exemplo, no III Encontro Nacional do Partido NOVO, foi anunciada a pré-candidatura de João Dionisio Filgueira Barreto Amoêdo como pré-candidato a presidente em 2018. Formado em engenharia e administração de empresas, Amoêdo presidiu o Partido NOVO de setembro/2015 até junho/2017. Profissionalmente, trabalhou no Citibank, BBA-Creditansalt, na financeira Fináustria, ocupou o cargo de vice-presidente do Unibanco e foi membro do Conselho de Administração do Itaú-BBA.
FICHA LIMPA
A ideia de criar a legenda (NOVO) surgiu em 2011 entre empresários, médicos, advogados e outros profissionais do setor privado, principalmente, motivados por participar da política institucional sem vínculos com "políticos tradicionais". As regras do partido são alvissareiras e merecem atenção: só são admitidos aqueles que têm FICHA LIMPA. Mais: impedem que qualquer um com cargo no Legislativo ou no Executivo exerça cargo de direção na legenda.
MATEUS BANDEIRA
Ainda que as maiores atenções estejam voltadas para as candidaturas a Presidente, os eleitores, como nunca, vão precisar acertar na escolha dos pretendentes aos cargos de Governador. Pois, no mesmo Encontro Nacional, o NOVO anunciou MATEUS BANDEIRA como candidato a governador do falido Estado do RS. Além de ex-presidente do Banrisul, Bandeira também presidiu a Falconi Consultores.
É HORA DE CONHECER E AVALIAR OS CANDIDATOS
Estou convencido de que na medida em que os candidatos com perfil gerencial, como é o caso dos anunciados pelo NOVO, sem vícios políticos do tipo que se especializou em safadeza, vão crescer muito no interesse dos eleitores. É hora, portanto, de começar a conhecer o perfil dos candidatos, avaliar as suas propostas. Atenção fuja dos POPULISTAS.
INTERESSE
Todos os estudos e indicadores econômicos que vem sendo divulgados pelos mais diversos institutos deixam bem claro o quanto os investidores voltaram a mostrar, a partir de meados de 2016 (quando Dilma foi afastada) algum interesse em voltar a investir no Brasil.
TRÊS DECISÕES
Este apetite, vale o registro, aflorou a partir de três importantes decisões tomadas pelo atual governo: 1- o sepultamento da macabra Matriz Econômica Bolivariana; e, 2- um razoável programa de privatizações; e, 3- a proposição de algumas reformas constitucionais.
BOA VONTADE
Como o estrago promovido pelos governos petistas Lula/Dilma foi monumental, por mais que queiramos que as coisas se consertem rapidamente é importante levar em conta que, independente de uma necessária boa vontade dos nossos parlamentares (Legislativo) e dos nossos juízes (Judiciário), coisa que não parece nada provável, colocar o país na rota correta do crescimento é tarefa para, no mínimo, cinco anos.
TERMÔMETRO
Assim como o termômetro mede a febre e, por consequência, o ânimo das pessoas, o índice da Bolsa de Valores identifica o ânimo e a confiança dos investidores. E, como temos assistido nos últimos dias, semanas e meses, por mais que a confiança esteja dando o bom ar da graça, a volatilidade de preços das ações das empresas servem para mostrar o quanto os investidores estão ariscos.
PESQUISAS ELEITORAIS
Como estamos às vésperas de 2018, ano que será intensamente dedicado às eleições, o que vai assumir o lugar de retratar o ânimo, a crença e a confiança dos investidores são as preferências dos eleitores, através das constantes e diversas pesquisas eleitorais.
FIM DOS PRIVILÉGIOS
Até lá, o que mais o Brasil precisa é fazer, o quanto pode, todas as reformas que estão pendentes desde o descobrimento. Confesso que não espero muito, mas me esforçarei ao máximo para que alguma coisa venha a ser aprovada. Notadamente pelo FIM DOS PRIVILÉGIOS. Só isto já seria muito promissor para que o Brasil seja uma país mais justo.
TESTE
Todos os dias, o setor público, independente da esfera, testa a paciência, o discernimento e a tolerância do povo (pagadores de impostos). Este processo se dá, invariavelmente, através da criação e/ou aumento dos mais variados PRIVILÉGIOS para seus servidores.
NOJENTOS
Além da enorme INJUSTIÇA que todos os PRIVILÉGIOS carregam, alguns ainda vão mais além por se encaixarem perfeitamente na categoria -NOJENTOS-. Pois, mesmo assim, o que se vê é, quando muito, uma mera reação de indignação, cuja duração não passa de um ou dois dias.
PODE TUDO
Aliás, quem acompanha as potentes redes sociais já deve ter percebido o quanto o povo brasileiro é muito mal informado. A maioria ainda crê que basta eleger um presidente mais austero para que o Brasil se livre das injustiças. Ou seja, o povo em geral ainda crê que o presidente pode tudo. Mais: manda no Legislativo e no Judiciário. Pode?
NOVA CONSTITUIÇÃO
Mais ainda: não têm a mínima noção de que DIREITOS ADQUIRIDOS e LEIS PÉTREAS (que blindam certos direitos) só podem ser retirados caso os brasileiros resolvam escrever uma NOVA CONSTITUIÇÃO. Detalhe: isto, por sua vez, não garante que os constituintes se mostrem dispostos a colocar no texto a impossibilidade de conceder os mesmos ou novos privilégios.
AUXÍLIO-PERU
A propósito, já que estamos tratando de PRIVILÉGIOS NOJENTOS, nada se compara ao inimaginável AUXÍLIO-PERU (abono de R$ 2 mil) pago (já foi pago, gente!) a mais de 15 mil servidores ATIVOS E INATIVOS da Justiça do RJ. Que tal?
PODERES
Agora o pior de tudo: o povo, ainda que alguns estejam indignados (apenas indignados), não faz coisa alguma para impedir tanta injustiça. No máximo, como revelam as pesquisas eleitorais, a maioria vê, por exemplo, no candidato Jair Bolsonaro a esperança de que uma vez eleito presidente venha a ser o super-homem com todos os poderes para mudar o Brasil.
De novo: o povo desconhece que o presidente da República é o Chefe do Executivo, cujo poder é limitado, pois depende da vontade dos Poderes Legislativo e, principalmente, Judiciário.
NÚMEROS PROVÁVEIS DE DESEMPENHO
Como de hábito, com a aproximação do final do ano, os mais diversos institutos, que medem, constantemente, o desempenho da economia mundial, tratam de antecipar os números mais prováveis que cada país deve apresentar no fechamento de 2017.
VENEZUELA
Como o nosso empobrecido Brasil, sob as rédeas malignas do PT, trilhava o caminho ditado pela organização comunista -Foro de São Paulo- na companhia da trágica Venezuela, basta observar os números obtidos pelo país comandado por Nicolás Maduro, até o presente momento de 2017. Ah, antes de ler sugiro que tomem um ou mais comprimidos contra enjoos.
INFLAÇÃO E PIB
Pra não cansar demasiadamente com uma enxurrada de péssimos números apresentados pela Venezuela, preferi ficar com os mais relevantes, que por si só explicam o desempenho dos demais: a INFLAÇÃO deve fechar 2017 em 1000%; e o PIB deve ficar próximo de -20%. É isto mesmo: menos vinte por cento.
META DO BRASIL PETISTA
Só por aí é possível imaginar o que aconteceria com o Brasil caso ao nosso empobrecido país estivesse sob o mau comando da intencionalmente destruidora, Dilma Comunista Rousseff. A rigor, é sempre bom lembrar que o PT, quando impôs a Matriz Econômica Bolivariana, tinha como meta levar o Brasil ao mesmo nível econômico perseguido (e alcançado) pela Venezuela.
DIFERENÇA
Como tenho divulgado semanalmente as projeções econômicas produzidas pelo Boletim Focus, o Brasil, sob nova direção (governo Temer), deve fechar 2017 com inflação extremamente baixa (em torno de 3%) e crescimento do PIB próximo de 0,7%. Esta é a grande diferença entre Dilma e Temer, que precisa ser festejada.
REFORMAS
Entretanto, mesmo que a Matriz Econômica Bolivariana esteja sepultada, o que nos afasta do risco de chegar à situação vivida hoje pela complicada Venezuela, é importante que todos lutem pela realização das reformas, notadamente da Previdência. Caso contrário, as deficitárias contas públicas vão, irremediavelmente, levar o Brasil a marcar um encontro com o país de Maduro.
AFASTAMENTO DE WILLIAM WAACK
Até agora, o afastamento do jornalista William Waack das telas do Jornal da Globo (TV Globo) e do programa Painel (Globonews), por força de um comentário considerado como -racista-, o que resultou, de fato, foi um prejuízo para a emissora.
RECADO DIRETO
Ou seja, o telespectador, este ser soberano, tão logo foi informado do afastamento do bom âncora, deu o seguinte recado, direto e preciso, à emissora: enquanto Waack permanecer fora dos dois programas que vinha apresentando prefiro não assistir. Que tal?
ÍNDICES DE AUDIÊNCIA
Este importante recado pode ser lido, claramente, através dos índices de audiência de TV, medidos constantemente pelo Ibope. Vejam, por exemplo, o que acontece com o programa Painel (Globonews): em julho era o quinto programa mais visto do canal, com audiência média de 85,3 mil domicílios; hoje, ancorado pela jornalista Renata Lo Prete o programa amarga uma queda de 22% de audiência. Com viés de queda ainda maior.
CARTILHA -POLITICAMENTE CORRETA-
Desde a última quarta-feira, quando Waack foi afastado, os brasileiros estão procurando saber quem saiu vencedor e quem foi o perdedor neste cínico episódio. Pois, por tudo que li a respeito nesses últimos dias, uma parte (maioria, infelizmente), cai de pau e, seguindo a cartilha -politicamente correta-, simplesmente condena o jornalista.
DECLARAÇÃO ARRISCADA
A menor parte, infelizmente, muito mais sensata, não vê o episódio como algo tão sério assim, ainda que infeliz e arriscada, a considerar a brutal e inequívoca força das redes sociais. Como bem diz, aliás, o jornalista J. R. Guzzo, no seu ótimo artigo publicado na Veja desta semana: - "Vai se inventando, de cima para baixo, uma sociedade mal-humorada, neurastênica e hostil à liberdade de expressão”.
VENCEDOR/PERDEDOR
Como se vê, de uns tempos para cá o IRRACISMO ganhou destaque enorme nas redes sociais, onde sempre tem alguém vigiando, filmando e gravando tudo que acontece na vida pública e privada. Quanto ao prêmio, no que diz respeito ao afastamento de William Waack, no meu entender quem gravou e vazou o áudio não saiu vencedor. Entretanto, com a perda da audiência (que deve se prolongar) quem perdeu mais foi a Globo. Mais do que o telespectador, que perdeu a referência.