AS PRAGAS DO EGITO
Segundo informa o relato bíblico do ÊXODO, 10 PRAGAS, ou CALAMIDADES, atormentaram os EGÍPCIOS na Antiguidade. No documento histórico consta que o faraó, Ramsés II, só concedeu liberdade aos hebreus depois da última de DEZ MALDIÇÕES, cuja SÉRIE obedece a seguinte ordem: -transformação da água do rio Nilo em sangue; invasões de rãs; piolhos; moscas; morte do gado; chagas; chuva de pedras; nuvens de gafanhotos; trevas; e morte dos primogênitos.
SEMELHANÇA
Pois, comparando as PRAGAS que atingiram o EGITO, lá por volta de 1250 AC, com as MALDIÇÕES que foram impostas ao nosso empobrecido BRASIL, notadamente nestes dois últimos anos, não está errado quem vê uma certa semelhança entre as encrencas vividas por ambos os países. No nosso caso a SÉRIE DE MALDIÇÕES se compõe tanto por TRAGÉDIAS NATURAIS quanto por vontade explícita das poderosas FORÇAS SOCIALISTAS e/ou CORPORATIVISTAS. Em alguns casos, as PRAGAS que atormentaram o EGITO parecem café pequeno se comparadas com a SÉRIE DE MALDIÇÕES que o BRASIL DO BEM enfrenta.
CRISES NATURAIS
Vejam que no aspecto natural, o Brasil convive com duas GRANDES PRAGAS: 1- a PANDEMIA de COVID-19, que teve início em março de 2020; e, 2- a CRISE HÍDRICA, que aí está, causando sérios problemas para o fornecimento de energia elétrica. Diante da CRISE HÍDRICA, para que não falte o produto a saída está na geração de ENERGIA TÉRMICA, cujo custo é extremamente elevado, pois é acionada pelo uso do petróleo. Esta forte demanda alimenta a cotação da commodity no mercado internacional com reflexos nos preços dos combustíveis.
CRISES POLÍTICAS
Ora, se as CRISES NATURAIS incomodam muito, criando dificuldades para o crescimento das atividades, pior fica com os entraves colocados pelas FORÇAS DO MAL, que estão fortemente representadas e/ou apoiadas com muito afinco pela MÍDIA SUJA. Junte-se aí todos aqueles que, por serem fiéis aos ideais SOCIALISTAS/COMUNISTAS, se opõe drasticamente a quase tudo que propõe o PROGRAMA ECONÔMICO E SOCIAL defendido pelo governo, o qual foi peça fundamental para a eleição do presidente Jair Bolsonaro.
É DURO. MAS NÃO NOS DERROTA
A propósito, nesta semana o ministro Paulo Guedes no discurso que proferiu durante jantar do V Fórum Nacional do Comércio disse - “De repente é aquela história das sete pragas do Egito. Parece que está acontecendo aqui. Dois, três meses de governo, teve o maior desastre ambiental do Brasil, que foi em Brumadinho. O PIB caiu e botamos o PIB pra crescer de novo. Depois, explode a CRISE ARGENTINA, que atingiu fortemente a indústria automobilística brasileira, pois 40% da nossa produção vai pra Argentina. Aí, quando o PIB volta a decolar, eis que aparece a PANDEMIA DA COVID 19.Aí, quando decola mais uma vez o Brasil é atingido por uma forte crise hídrica, a maior dos últimos 92 anos. É duro, mas não nos derrota”.
CONVIVÊNCIA COM AUMENTO DOS PREÇOS DOS COMBUSTÍVEIS
Mais do que sabido, e mais do que nunca neste complicado ano de 2021, os habitantes do mundo todo se viram obrigados a conviver com aumentos sucessivos dos preços dos combustíveis. A razão, ou CAUSA principal deste constante encarecimento, está na elevação da cotação do BARRIL DE PETRÓLEO. Esta commodity que é negociada de forma totalmente transparente no mercado internacional, vem gerando um impacto inflacionário PLANETÁRIO.
DUAS VARIÁVEIS
Como a cotação do BARRIL DE PETRÓLEO, assim como das demais -commodities- se expressa em DÓLARES AMERICANOS, a formação dos preços dos PRODUTOS REFINADOS, independente da produtividade e competitividade de cada unidade produtora, resulta, basicamente, de DUAS VARIÁVEIS: 1- cotação do BARRIL DE PETRÓELO; e, 2- cotação do DÓLAR em frente às moedas de cada país, quer seja ele produtor ou importador.
CASO BRASIL
Partindo do pressuposto que esta importante questão esteja plenamente entendida, vejam, por exemplo, o que acontece, especificamente, no nosso empobrecido Brasil. Observem que enquanto o BARRIL DE PETRÓLEO tem preço -internacional-, o DÓLAR tem preço -local- , pois define a quantidade de REAIS que, a cada momento, são necessários para pagar pela MOEDA NORTE AMERICANA. Isto significa que a cada DESVALORIZAÇÃO DO REAL frente ao DÓLAR (e não ao contrário), o -FATOR CÂMBIO- se faz presente, imediatamente, na formação dos preços dos derivados do PETRÓLEO (gasolina, diesel, gás, querosene, etc...).
DOUTRINAÇÃO
Ora, o povo brasileiro em geral, pelo efeito doutrinação, e muito também por influência de MÍDIA SUJA, continua fortemente convencido de que PREÇO DE PRODUTOS E SERVIÇOS é algo que deve ser definido pelo ESTADO e não pelo MERCADO. Assim, toda vez que as REFINARIAS se veem obrigadas a aumentar os preços dos derivados, o povo em geral exige a destruidora INTERFERÊNCIA DO GOVERNO. Mal sabe que INTERVENÇÃO é o passo certo para a FALTA e/ou uma OFERTA REDUZIDA DE PRODUTOS, o que torna ainda mais caro os preços das mercadorias disputadas no mercado.
OS REAIS VILÕES
Mais: o equívoco brutal se multiplica quando, a cada aumento dos preços dos combustíveis a mídia aponta o dedo para o presidente da República, como se fosse o responsável, e deixa livre os maiores vilões, -os governadores dos Estados- que impõem alíquotas absurdas e criminosas de ICMS sobre os preços praticados nos postos de abastecimento.
ICMS E REFORMAS
Pois, a título de colaboração, admitindo que o fator câmbio influi diretamente no preço dos combustíveis, assim como em todos os produtos cotados em dólar, esta questão poderia ser melhor equacionada caso o PODER LEGISLATIVO resolvesse aprovar as boas e efetivas REFORMAS que o Brasil precisa. Isto seria notório para uma colossal atração de investimentos, que por sua vez aumentaria a OFERTA DE DÓLARES, o que provocaria uma VALORIZAÇÃO DO REAL. De novo: os combustíveis ficariam mais em conta para os consumidores, caso 1- os governadores reduzissem substancialmente as alíquotas de ICMS; e, 2- os deputados e senadores aprovassem boas e corretas REFORMAS que estão empilhadas nos porões do Congresso. Simples assim.
TEXTO DE GABRIEL PENA DE MORAES
A HERANÇA DO IMPÉRIO E SUA INFLUÊNCIA NA FORMAÇÃO DO BRASIL REPUBLICANO
Este trabalho pretende, de uma forma despretensiosa e por um autodidata em história, identificar as influências políticas e culturais da Coroa Portuguesa na formação do Brasil a partir da declaração de independência, em 1822. A partir de um ensaio que escrevi, intitulado O PODER LOCAL, onde procuro demonstrar que os poderes locais são as células que compõem as sociedades em todos os tempos, apresento um capítulo dedicado ao Poder Local no Brasil. No decorrer século XIX foi implantada a divisão político-administrativa que atualmente vigora, com as alterações efetuadas no século XX relativas às transformações de territórios em estados, a criação dos estados de Mato Grosso do Sul e Tocantins, bem como, a mudança do Distrito Federal para Brasília. O fator que se destaca nesta quadra da história brasileira é um sistema econômico baseado na escravidão, mais adequadamente: um sistema econômico amparado num regime escravagista. - Leia mais aqui: https://we.tl/t-jQiwXQv3p7
BIFURCAÇÃO
Ao longo dos últimos 40 anos, mais do que sabido, o nosso empobrecido Brasil foi governado por ardorosos simpatizantes do SOCIALISMO/COMUNISMO. Como tal, diante das inúmeras BIFURCAÇÕES que foram sendo construídas ao longo do tempo nas estradas do nosso imenso país, nenhum dos pilotos eleitos para dirigir o enorme VEÍCULO-BRASIL se mostraram hesitantes: sem titubear, de forma já -automática-, sempre entraram à ESQUERDA.
CAMINHO À DIREITA
Se no primeiro momento os ocupantes do veículo BRASIL ficaram inebriados com o cheiro do POPULISMO exalado pela queima do combustível SOCIALISTA/COMUNISTA, a partir do momento em que perceberam que o nosso país estava sendo DIRIGIDO de forma TEMERÁRIA E FRAUDULENTA, acharam por bem eleger alguém disposto a dirigir com mais cuidado. Mais: alguém pronto para experimentar o até então esquecido caminho À DIREITA.
CAMINHO DA DIREITA: ATALHO PARA O INFERNO
Como os governos SOCIALISTAS/COMUNISTAS cuidam, com muita atenção, de DOUTRINAÇÃO do povo, afirmando a todo momento que o caminho da DIREITA , além de muito perigoso é o atalho para chegar rapidamente ao inferno, tudo que possa ser dito e explicado, no sentido contrário, leva muito tempo para ser entendido e assimilado. Vejam que até a LIBERDADE é algo que os SOCIALISTAS/COMUNISTAS entendem como obra coletiva, de governo, e não dos indivíduos.
PRIMEIRA CLASSE
Dentro deste clima de constante dificuldade para fazer as mudanças necessárias para que todos os brasileiros possam ser tratados de forma igual pelo ESTADO, onde deixaria de existir a nojenta e injusta PRIMEIRA CLASSE, carregada de privilégios, o governo está tentando emplacar a REFORMA ADMINISTRATIVA. Pois, pelo andar da carruagem tudo leva a crer que a maioria dos deputados federais, e mais a frente também a maioria dos senadores, não se dispõem a dar fim à CARÍSSIMA FESTA onde só participam os SERVIDORES PÚBLICOS. Mais: a probabilidade é que até os novos, contratados daqui para frente, também vão ser obsequiados com a carteirinha que dá direito a frequentar a absurda PRIMEIRA CLASSE. Que tal?
REGIME PREVIDENCIÁRIO E PRIVATIZAÇÕES
Ontem, pilotando o CARRO DA ECONOMIA na ESTRADA DA DIREITA , o ministro Paulo Guedes, ao participar do evento - "Qual o plano para os próximos dez anos?-, promovido pela International Chamber of Commerce-ICC Brasil, revelou alguns de seus PLANOS E SONHOS. De novo: ele disse apenas aquilo que GOSTARIA que acontecesse. Como tal, além de MUDAR O REGIME PREVIDENCIÁRIO PARA CAPITALIZAÇÃO, continuaria com as privatizações, colocando na lista a venda da Petrobrás e do Banco do Brasil. Entretanto, o ministro ponderou que quem dá o timing para a realização efetiva das privatizações é a POLÍTICA. "Eu chego aqui cheio de ideias, PLANOS E SONHOS. Agora é a política que comanda o processo todo. Ela pode travar, ela pode desacelerar, ela pode interromper".
PANDEMIA
Desde o momento em que a OMS declarou o COVID19 como PANDEMIA, como -desenhei- em vários editoriais, adverti que o absurdo e pra lá de criminoso -FIQUE EM CASA- produziria efeitos desastrosos para a economia mundial. Volto a lembrar que enquanto os FAZEDORES DE PRODUTOS FÍSICOS foram impedidos de PRODUZIR, por força do maldito LOCKDOWN imposto por maus governantes espalhados mundo afora, os CONSUMIDORES, mesmo trancados EM CASA, e não raro com apetite ainda maior, seguiram comprando -ON LINE.
ESTOQUES
Ora, na medida em que o CONSUMO seguia seu curso normal, e a PRODUÇÃO, ao contrário, permanecia PARALIZADA por força do absurdo FIQUE EM CASA, os ESTOQUES, por óbvio, foram, paulatinamente, sendo reduzidos. E quanto maior a inevitável ESCASSEZ dava as caras, mais os CONSUMIDORES interessados se mostravam dispostos a PAGAR MAIS por produtos que só cada cidadão tem o direito de eleger como ESSENCIAL. O curioso é que os maus governantes, com apoio irrestrito da MÍDIA SUJA, no alto de suas sábias convicções -DITATORIAIS-, eram capazes de afirmar o que é ESSENCIAL e o que é SUPÉRFLUO. Pode?
PREÇO DE TUDO
Pois, para quem ainda não se ligou, o PREÇO DE TUDO é resultante da expressa VONTADE DOS CONSUMIDORES. Eles têm a total LIBERDADE, ou o sagrado direito, de aceitar, recusar ou se propor a pagar um valor maior por aquilo que lhe é oferecido. Portanto, da mesma forma como a elevação dos preços de qualquer coisa resulta de uma DEMANDA maior do que a OFERTA daquilo que está disponível, a baixa dos preços, por sua vez, é fruto de uma OFERTA maior do que o CONSUMO verificado em cada momento. Simples assim.
INFLAÇÃO PLANETÁRIA
Mais: neste momento, só não vê quem não quer que a INFLAÇÃO PLANETÁRIA é fruto do criminoso LOCKDOWN. Foi o -FIQUE EM CASA CONSUMINDO- que provocou a brutal DESORGANIZAÇÃO ECONÔMICA MUNDIAL. De novo: quem se propunha a PRODUZIR para atender ao CONSUMO foi obrigado a FICAR EM CASA. Ora, a partir desta simples constatação, o aumento dos preços dos produtos pouco ou nada OFERTADOS era mais do que óbvio. Aí estão, para comprovar esta simples lógica de raciocínio, os preços das commodities, que nada mais são do que MATÉRIAS PRIMAS BÁSICAS E/OU NECESSÁRIAS para produzir tudo aquilo que é consumido.
DEFESA E COMBATE
Diante da escancarada elevação dos preços das COMMODITIES, que só existe porque o CONSUMO se mostra maior do que a OFERTA, os Bancos Centrais, para diminuir o ímpeto dos consumidores tratam de elevar as TAXAS DE JUROS REFERENCIAIS. Isto se dá por uma simples razão: quando o rendimento dos ativos financeiros se mostra insistentemente inferior à TAXA DE INFLAÇÃO, os investidores usam seus recursos para adquirir mais bens duráveis, o que estimula o ritmo de elevação da INFLAÇÃO. Detalhe importante: assim como o aumento do CONSUMO DE BENS DURÁVEIS é um movimento de DEFESA CONTRA A INFLAÇÃO, o aumento dos JUROS é a arma que os Bancos Centrais usam para COMBATER a INFLAÇÃO.
PREÇO
Concluindo: enquanto a OFERTA não atingir o nível determinado pelo CONSUMO, a inflação, notadamente das commodities e dos produtos considerados indispensáveis para a formação de produtos, como é o caso, por exemplo, dos semicondutores, seguirá inevitavelmente em alta. Este é o PREÇO que a sociedade mundial está sendo obrigada a pagar pelos criminosos LOCKDOWNS.
ESPORTE PREFERIDO
Segundo informam os PROCONS espalhados por todo o Brasil -ENERGIA, TELEFONIA E BANCOS- figuram como grandes campeões de reclamação dos clientes/consumidores neste longo período de pandemia. Mais: pelos motivos normalmente alegados nas mais diversas, constantes e ferozes reclamações arrisco a dizer que JOGAR PEDRAS NAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS já virou um dos esportes favoritos de imensa parcela da sociedade brasileira.
OPEN BANKING
Pois, pelo que revela a Banking Pesquisa feita pela Akamai Technologies, empresa especializada em soluções de cibersegurança e entrega de conteúdos, 64% dos entrevistados não têm a menor ideia do que significa o OPEN BANKING, embora a sua implementação já esteja em estado adiantado de desenvolvimento, com reais benefícios para os atuais e futuros BANCARIZADOS.
PESQUISA
Segundo revela o estudo, para os consumidores com idade entre 20 e 29 anos, o percentual sobe para 69%. Isto significa o quanto uma grande parte da população simplesmente não compreende esse conceito. Para Claudio Baumann, Diretor da Akamai para a América Latina, - os dados indicam uma boa oportunidade para que as instituições financeiras esclareçam e abordem os benefícios trazidos por essa inovação, principalmente entre os consumidores mais jovens-.
EM UM SÓ LUGAR
Com o Open Banking (ou sistema financeiro aberto), os clientes de serviços financeiros poderão permitir o COMPARTILHAMENTO de suas informações entre as várias instituições do setor. Isso também possibilita que o consumidor administre DIFERENTES CONTAS BANCÁRIAS EM UM SÓ LUGAR, deixando de depender do aplicativo ou site de cada banco. Hoje, as instituições não têm visibilidade sobre o relacionamento dos clientes com a concorrência, o que pode dificultar o oferecimento de taxas e serviços mais competitivos. Com o OPEN BANKING isso será possível para aqueles que permitirem o compartilhamento de seus dados. O Banco Central garante que todo o processo é feito em um ambiente seguro e a pessoa poderá revogar essa permissão quando quiser.
QUEDA DE SATISFAÇÃO
A pesquisa também mostra que o Net Promoter Score (NPS) dos bancos caiu, indicando uma queda de satisfação com os prestadores de serviços financeiros. Em comparação com o ano anterior, o NPS dos bancos tradicionais caiu de 23% para 20%. Já os bancos digitais, apesar de terem indicadores mais altos, também sofreram uma queda de 57% em 2020 para 44% em 2021. Esse é um indicador padrão que mede a propensão dos clientes em recomendar um produto ou serviço para outras pessoas. Quanto mais baixo, menor a propensão e menos satisfeitos estão os consumidores.
GESTÃO DE RISCOS
O OPEN BANKING, conclui Baumann, - pode ser uma boa oportunidade para as instituições conquistarem a preferência do consumidor ao oferecer serviços financeiros específicos, analisando a necessidade de cada um. Vale ressaltar que apesar das facilidades e performance disponibilizadas pelos recursos do OPEN BANKING aos usuários, ter uma aplicação segura, já que esta lida com o compartilhamento de dados, é fundamental para o sucesso das transações. Isso demanda uma gestão de risco contra ataques cibernéticos mais eficiente por parte das instituições-.
HANNOVER FAIR
Ontem, após publicar o meu editorial dando conta do que extraí do importante discurso proferido pelo presidente Jair Bolsonaro, na abertura da 76ª Assembleia da ONU, me veio à lembrança um episódio que presenciei -ao vivo e a cores-, no ano de 1991, durante a realização da FEIRA MUNDIAL DE SUBCONTRATAÇÃO INDUSTRIAL, que acontece todos os anos na Hannover Fair, na cidade alemã que leva o mesmo nome.
PAÍSES DO LESTE EUROPEU
Naquela ocasião, lembro bem, depois de quase dois anos da histórica QUEDA DO MURO DE BERLIM, os países do então LESTE EUROPEU, como Polônia, Hungria, Tchecoslováquia, Bulgária, Ucrânia, Estônia, Lituânia e Letônia, etc., se apresentaram na Feira de Hannover, para mostrar e/ou divulgar as REFORMAS que tinham acabado de fazer, com um duplo sentido/propósito: 1- o sepultamento do destruidor COMUNISMO; e, 2- o abrir das portas para o construtor CAPITALISMO, condição básica para a atração de investimentos.
SEMELHANÇA
Pois, na medida em que lembrava das apresentações feitas pelos representantes dos países do Leste Europeu (hoje Centro Europeu), cada um ao seu modo, querendo mostrar o quanto estavam prontos e preparados para receber INVESTIMENTOS, me veio à cabeça que o conteúdo do discurso do presidente Jair Bolsonaro, na abertura da 76ª Assembleia Geral da ONU, tem muito a ver com tudo que assisti, em 1991, na Hannover Fair.
QUEDA DO MURO COMUNISTA
Até porque a eleição de Bolsonaro, para a maioria da população brasileira, significou a QUEDA DO MURO COMUNISTA construído, com afinco, pelo FORO DE SÃO PAULO, cuja CARTILHA ensina e impõe aos seus fiéis seguidores, duas inegáveis ações: 1- o necessário e brutal DESGOVERNO; e, 2- ROUBALHEIRAS SEM LIMITES. A partir desta pura e incontestável realidade, o presidente elencou no seu discurso o que conseguiu fazer até agora para colocar o Brasil na rota do até então esquecido DESENVOLVIMENTO.
RECONSTRUÇÃO
Esta árdua tarefa de RECONSTRUÇÃO do nosso empobrecido Brasil, mais do que sabido, infelizmente não tem como ser rápida, como é o desejo da maioria do povo. Até porque todas as ações e pretensões esbarram a todo momento na explícita MÁ VONTADE da MÍDIA ABUTRE e das hercúleas ORGANIZAÇÕES e CORPORAÇÕES QUE COMUNGAM DOS IDEAIS SOCIALISTAS. Pois, mesmo diante de escancarados obstáculos, o discurso cirúrgico do presidente mostrou as boas conquistas que, a duras penas, foram obtidas até agora.
Por ora, o que posso dizer é que a QUEDA DO MURO COMUNISTA, via eleição de Bolsonaro, deu início, ainda que tímido, a possibilidade para que cada cidadão trate de BUSCAR A SUA FELICIDADE.