MANCHETES
Os brasileiros em geral, infelizmente, não buscam esclarecimentos pelo conteúdo das notícias. Pela forma como reagem na maioria das vezes fica evidente que não foram além da leitura das manchetes dos jornais. O resto fica por conta das deduções que cada leitor tira sobre aquilo que sequer foi lido.
PREGUIÇA
Esta enorme preguiça pelo saber e pelo questionamento sobre o que foi noticiado acaba fazendo com que muita gente fique repetindo o que é dito e/ou escrito, sem se preocupar, minimamente, em saber se a notícia é procedente e se é CAUSA ou CONSEQUÊNCIA. Aliás, as redes sociais estão aí para provar, com absoluta nitidez, este tipo de procedimento.
LUCIANO HUCK
Vejam, por exemplo, como está sendo tratado o caso do financiamento de R$ 17,7 milhões obtido pelo apresentador Luciano Huck, junto ao BNDES, para compra de uma aeronave da Embraer. Ao invés de buscar esclarecimento sobre o tema, uma multidão achou melhor reagir pelo sentimento de inveja, deixando totalmente de lado o principal, ou seja, entender como funciona o programa FINAME, que está ao alcance de todos.
FUNCIONAMENTO
A rigor, antes de tudo, é óbvio que Huck jamais precisou ir ao BNDES. Quem oferece este tipo de financiamento é sempre o vendedor, no caso a própria Embraer. A partir daí, o que garante ou não a concessão do financiamento é o escore que o pretendente ao crédito goza. Esta análise cabe ao Comitê de Crédito do banco, que verifica se o interessado é capaz de pagar o empréstimo.
SANDICE
Ah, ficar dizendo que Huck pegou dinheiro subsidiado, que é fruto do suor do povo brasileiro, é uma sandice. O FINAME é um programa que está à disposição de quem quer que seja, independente de tamanho. Quem estiver disposto a comprar alguma máquina ou equipamento de fabricação nacional pode se candidatar ao financiamento. Basta que mostre capacidade de pagamento. Pronto.
DELÍRIO
Portanto, antes de massacrar o apresentador, melhor seria combater as TAXAS SUBSIDIADAS e a própria existência do BNDES. Financiar e captar recursos é tarefa para instituições financeiras, que não deveriam ser estatais. Ficar dizendo que os pequenos empresários não tem direito a financiamentos é desconhecer o tema. O que impede a aprovação de crédito, por todos os Comitês de Crédito, é, exclusivamente, a demonstração da incapacidade de pagamento do financiamento. O resto é delírio sem causa.
DUAS GERAÇÕES
Há quem esteja convencido de que o atraso imposto ao nosso empobrecido Brasil, pelos neocomunistas capitaneados por Lula e Dilma, dependendo da forma como for atacado deve levar algo como duas gerações para ser recuperado.
CULTURA DO ATRASO INTACTA
Pois, para quem se dispõem a ler com razoável atenção e despido de ideologia a história do nosso Brasil, vai perceber, claramente, que desde a -descoberta-, em 1500, inúmeras gerações passaram por aqui e mesmo assim boa parte da cultura do atraso continua intacta.
VOO DE GALINHA
Chama muito a atenção, por exemplo, que só nos últimos QUARENTA ANOS os períodos de crescimento econômico foram sempre inferiores aos períodos de crises. O que comprova a enorme semelhança que a economia brasileira guarda com o chamado VOO DE GALINHA.
TRAJETÓRIA HISTÓRICA
A nossa trajetória histórica, principalmente econômica, que já referi em editoriais anteriores, especialmente a partir de 1974, quando Ernesto Geisel assumiu a presidência do Brasil, informa, com absoluta nitidez, a notória dificuldade que apresentamos para aproximar o nosso sistema educacional com a importante ampliação da produtividade.
CICLOS EFÊMEROS
A simples constatação destas verdades absolutas nos levam a entender, com precisão, as razões para esse já crônico, ou quase eterno, BAIXO DESENVOLVIMENTO. Bem diferente do que experimentamos antes de 1974, quando os ciclos de crescimento não se mostravam tão efêmeros.
BAIXA EFICIÊNCIA
Como se isto não bastasse, os brasileiros ainda continuam obrigados a arcar com o nojento custo de carregamento da nossa BAIXA EFICIÊNCIA. Desde a chegada da Corte de Portugal, sem tirar nem por, a sociedade brasileira é obrigada a bancar a cultura dos privilégios do setor público. Nem esta fantástica e gigantesca INJUSTIÇA SOCIAL, onde a Previdência dos Servidores Públicos é a grande protagonista, consegue mudar a cultura e a vontade de boa parte do povo brasileiro. Pode?
PREFERÊNCIA BÁSICA
Muitos brasileiros, durante os quatro ou cinco dias de Carnaval, prometem dividir, basicamente, o feriadão da seguinte forma:
1- participando ativamente das festas e/ou desfiles de blocos e escolas de samba;
2- acompanhando, pela televisão, tudo que acontece nos salões, ruas e avenidas tomadas por foliões; e,
3- buscando lugares onde a batida de tambor não tem vez assim como o som de uma marcha carnavalesca.
BUSCAR E LEVAR
Pois, como que fugindo deste -básico coloquial- me insiro numa outra categoria, do tipo que, além de acompanhar o que acontece ao nosso redor não deixa de BUSCAR E LEVAR constantes esclarecimentos sobre aquilo que o Brasil precisa para se livrar das amarras que impedem o crescimento econômico por prazo longo e duradouro.
POR QUE A ESQUERDA AMA OS BANDIDOS
Portanto, para aqueles que, assim como eu, não querem perder o que o bom carnaval tem a oferecer também encontram tempo para uma boa leitura, cujos esclarecimentos são pra lá de suficientes para sepultar eventuais dúvidas que ainda mexem com alguns cérebros, proponho que leiam, com total atenção, este ótimo texto escrito por João César de Melo, com o título: POR QUE A ESQUERDA AMA OS BANDIDOS. Eis:
LINCHAMENTO MIDIÁTICO
Como sabemos, qualquer pessoa não alinhada à extrema-esquerda que ingresse no governo tem, imediatamente, sua vida vasculhada pela imprensa. Qualquer mancha na biografia é motivo de condenação sumária. Qualquer ato politicamente incorreto é motivo para linchamento midiático. No entanto, tudo – tudo mesmo – é aceitável se a pessoa ilustrar alguma retórica socialista.
Por exemplo: a mesma esquerda que repudia quem elogia torturadores enaltece ditadores e ditaduras que torturaram e assassinaram milhares de vezes mais pessoas.
REPORTAGENS
Não consigo lembrar de uma única reportagem na grande imprensa brasileira sobre a participação de pessoas como Dilma, José Dirceu, José Genoíno e Aloysio Nunes em grupos terroristas que assassinaram pessoas durante a ditadura militar e que planejavam implantar no Brasil uma ditadura muito mais violenta do que a que combatiam. Por outro lado, ainda é comum reportagens sobre os anos da ditadura.
As mesmas pessoas que pedem cadeia para Aécio e Temer pedem liberdade para Lula.
NÃO EXISTE CRIME
É pertinente esclarecer por que a esquerda se esforça tanto em defender bandidos comuns, ladrões, assaltantes e até pedófilos, como houve há dois dias com G1, O Globo e Quebrando Tabu enaltecendo um estuprador de crianças condenado a 50 anos de prisão porque ele foi aprovado em um vestibular da UFPA pelo sistema de cotas.
Para a esquerda marxista-leninista representada por partidos como PT, PSOL e PCdoB, não existe crime. Existe apenas “história”. A história de luta de classes, uma tese sem qualquer fundamento na realidade.
REPARAÇÕES, NÃO CRIMES
Por conta disso, os atos de indivíduos que representam a suposta classe dos “oprimidos” contra indivíduos que representam a suposta classe dos “privilegiados” são reparações, não crimes. Segundo a teoria socialista, um bandido que rouba alguém está tomando de volta o que deveria pertencer a ele. Um criminoso que assalta a estudante de uma universidade particular é um “agente da revolução do proletariado”. Não houve crime. Houve reparação. Se ele agredi-la ou matá-la, terá apenas dado vazão à revolta de sua classe contra “séculos de opressão burguesa”.
ATAQUE A TODOS OS POBRES
Dessa forma, tenta-se fazer a sociedade acreditar que a prisão de cada assaltante é um ataque a todos os pobres enquanto classe social.
É assim que os petistas de todos os partidos enxergam o mundo. De Lula à Márcia Tiburi, não há personalidade da esquerda que não tenha justificado o crime.
O que movimento socialista ganha em defender ladrões e assassinos?
DESQUALIFICAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES
Como já escreveram Marx, Marcuse e Gramsci, não há revolução sem desqualificação das instituições. Defender um ladrão significa atacar a justiça. Desqualificada da função de prender “ladrõezinhos”, a justiça também estará desqualificada da função de coibir ações fascistas de grupos como MTST e CUT e, claro, de prender um ex-presidente socialista condenado por corrupção.
Isto fica mais claro quando estamos sob um governo não alinhado à partidos de extrema-esquerda, mas a mesma estratégia é utilizada em governos de esquerda eleitos democraticamente como os de Lula e Dilma.
INDEPENDÊNCIA DOS TRÊS PODERES
Um estado democrático é caracterizado pela independência dos três poderes, com cada um vigiando os outros para impedir abusos contra a população.
A desqualificação do Poder Judiciário é a tentativa de criar no imaginário popular a necessidade de uma reforma – “uma nova justiça” – que, liderada pela esquerda, seria facilmente manipulada para aumentar o poder do Executivo, subordinando a justiça ao Presidente da República. Foi o que Hugo Chávez e Nicolás Maduro fizeram na Venezuela.
O Estatuto do Desarmamento teve essa intenção.
Enquanto a militância socialista nas ruas, nas universidades e na imprensa estimulava a criminalidade, todos os partidos de esquerda – do PT ao PSDB – uniram-se para restringir o porte de armas sob a justificativa de diminuir a violência urbana. Conseguiram.
Defendem isso com tanto afinco porque sabem que uma população desarmada pede cada vez mais proteção ao estado, justificando a criação de mais e mais leis de controle da liberdade e da propriedade privada. Pior: uma sociedade desarmada não tem poder de reagir à tirania do governo, vide o drama dos venezuelanos.
A esquerda investe tanto nisso porque tem convicção de que, em algum momento, terá pleno poder no país. Se não foi com Lula e Dilma, será com outro.
Como conta a história – e devemos sempre considerá-la porque a própria esquerda faz questão de repetir seus procedimentos -, o movimento socialista atua em diversas frentes ao mesmo tempo. Na cultura, desqualificando os padrões estéticos construídos ao longo de séculos para impor “novos valores” criados por ela, financiando artistas e intelectuais alinhados às suas pautas enquanto isola os demais. Na religião, destruindo princípios cristãos para substituir a igreja pelo estado na vida das pessoas. Na economia, insistindo na ideia de que o estado deve controlar o mercado e promover uma ampla política de impostos para deixar pessoas e empresas dependentes do financiamento estatal. Na educação, criando uma massa de militantes. Na política, criando formas legais de obrigar cristãos a financiar anticristãos, empresários a financiar comunistas, trabalhadores a financiar vagabundos. Por fim, na justiça, criando leis que beneficiam criminosos para que a sociedade honesta esteja sempre acuada e dependente da proteção do governo.
Uma vez com o pleno controle, o estado socialista converte a tolerância ao crime em sistemática e massiva campanha contra todos os criminosos que, nesse momento, já são todos os cidadãos não alinhados ao partido do governo. Foi assim na URSS, na China, em Cuba, na Venezuela… e quase no Brasil.
BOM CARNAVAL E BOA LEITURA!
GOVERNO TEMER
A grande maioria, algo como 70% do povo brasileiro, como revelam as pesquisas de opinião pública, desaprovam o governo Temer.
ANALISANDO AS RESPOSTAS
Pois, após analisar as respostas dadas pelo entrevistados, arrisco a dizer que o grande (senão único) motivo que tem levado a maioria do povo a desaprovar o presidente Temer tem como único motivo real apenas as denúncias de atos de corrupção, e não a sua forma de governar.
DUAS RAZÕES
Este meu convencimento se dá por duas inquestionáveis razões:
1- o povo brasileiro, infelizmente, é dotado de baixíssima escolaridade. O que, por sua vez, dificulta sobremaneira o discernimento sobre aquilo que é importante e necessário para o crescimento e desenvolvimento econômico do país; e,
2- os meios de comunicação, na sua grande maioria, não escondem a predileção que têm pela ideologia da esquerda. Assim, se aproveitam do baixo grau de discernimento do povo para exercer influência sobre aquilo que erradamente julgam como necessário para o futuro do país.
ESFORÇO
Portanto, assim como não abro mão das investigações das denúncias que envolvem atos de corrupção, também me sinto muito à vontade para admitir o quanto o governo Temer tem FEITO DE TUDO, com grande esforço, para não só livrar o Brasil das amarras do atraso como colocar o país nos bons trilhos que levam ao crescimento e desenvolvimento.
MUDANÇA
Vejam o quanto o Brasil já mudou para melhor desde que Temer assumiu o lugar da deplorável e destruidora Dilma Neocomunista Rousseff. Só não foi feito mais porque inúmeros deputados ainda se declaram apaixonados pelo atraso. Basta ver, por exemplo, o que acontece com a necessária, porém emperrada, REFORMA DA PREVIDÊNCIA.
CÂMARA DOS INJUSTOS
Mesmo depois de ter sido violentamente mutilado e desfigurado, o projeto original de Reforma da Previdência, que nada mais é do que uma peça estritamente técnica-atuarial, o governo não consegue mais do que 270 votos favoráveis. Ou seja, de um total (absurdo) de 513 deputados federais, pouco menos da metade simplesmente não admite qualquer mudança. Nem mesmo o brutal e indiscutível DÉFICIT (crescente) é capaz de mudar a cabeça dos MAIORES INJUSTOS DA NAÇÃO BASILEIRA. Pode?
DESDE 1986
Antes de tudo um esclarecimento: desde março de 1986 (lá se vão 32 anos), quando entrei para a área da comunicação, entre tantas reformas que apontei como necessárias e urgentes para que o nosso empobrecido Brasil ganhasse condição razoável para apresentar taxas realmente espantosas de crescimento econômico, me dispus a defender, em primeiríssimo lugar, a REFORMA DA PREVIDÊNCIA.
VOZ SOLITÁRIA
Faço questão de prestar este esclarecimento porque ao longo desse período fui uma VOZ SOLITÁRIA na emissão de alertas, sempre carregados de fundamentos técnico-atuariais, mostrando que o TUMOR PREVIDENCIÁRIO, que já crescia a olhos vistos, inevitavelmente acabaria por inviabilizar as finanças do nosso País, vários Estados e inúmeros Municípios. Dito e feito.
SILÊNCIO COMPROMETEDOR
Enquanto gastava as minhas energias chamando atenção para a grave doença que os governos preferiram CULTIVAR, ao invés de DEBELAR, a grande maioria dos milhares de comunicadores espalhados pelo Brasil sempre acharam por bem se manter, de forma comprometedora, em absoluto-SILÊNCIO-. Mais: muitos deles, quando resolviam se manifestar era para desconsiderar os meus alertas, dizendo que havia enorme exagero nas minhas colocações. Pode?
TIMIDEZ
Como estamos vendo neste complicado momento, só agora alguns meios de comunicação estão se pronunciando a favor da REFORMA DA PREVIDÊNCIA. Atenção: só alguns, e mesmo assim de forma muito tímida, como se não estivessem convencidos da necessidade.
REDUÇÃO DO DÉFICIT
Pois, antes que possa ser mal entendido, volto a afirmar: esta proposta de REFORMA DA PREVIDÊNCIA que está sendo discutida, a qual conta com enorme dificuldade de aprovação, só tem como propósito uma REDUÇÃO (não eliminação) do horripilante DÉFICIT FISCAL. Nada mais do que isto!
SISTEMA DE REPARTIÇÃO
O que mais lamento é que os deputados que se dizem contrários ao projeto não querem coisa alguma: nem esta que REDUZ o DÉFICIT FISCAL, nem outra que acabe com o injusto SISTEMA DE REPARTIÇÃO. Prova de que, além de não estudarem minimamente o tema -PREVIDÊNCIA- também não tem a mínima noção de JUSTIÇA SOCIAL.
CAPITALIZAÇÃO
Volto a insistir, portanto: para resolver -DEFINITIVAMENTE- o ROMBO FISCAL, que já se tornou crônico, a PREVIDÊNCIA precisa existir, exclusivamente, pela via da CAPITALIZAÇÃO. Isto significa que as contribuições feitas mensalmente devam ser acumuladas e investidas até a chegada da aposentadoria. Cada um escolhe o quanto quer contribuir e quando quer se aposentar. Há algo mais JUSTO?
AUMENTO DE CONFIANÇA
É claramente perceptível que os brasileiros em geral, a partir do afastamento do PT do governo, que ao longo dos 13 anos em que esteve no comando do nosso empobrecido Brasil produziu, além de desmedida corrupção, uma conta absurda para ser paga pelas próximas gerações, passaram a mostrar, de forma sistemática, um aumento de confiança na economia do país.
GRAU DE PROBABILIDADE
A explicação para este sentimento de OTIMISMO -momentâneo- por ser muito simples não depende de conhecimentos de psicologia ou psiquiatria: quando a situação vivida é caótica, qualquer movimento que indique alguma probabilidade de salvação já produz um sentimento de confiança de que tudo vai acabar bem.
MOMENTÂNEO
Usei o termo -MOMENTÂNEO- para definir o tempo de duração do OTIMISMO, por uma razão: enquanto a preocupação se volta para sobrevivência e no desenvolvimento das atividades econômicas, só alguns poucos se interessam em verificar os instrumentos que medem o tamanho da encrenca que a União, vários Estados e centenas de Municípios) estão metidos.
FRUSTRAÇÃO
Pois, ainda que a recuperação da CONFIANÇA deva ser muito festejada, é preciso muito esforço para que ela não se transforme em FRUSTRAÇÃO ou uma simples ILUSÃO DE ÓTICA. Esta boa e real possibilidade de que o nosso Brasil deixe de ser um país pobre e de baixo desenvolvimento, existe, sim. Depende, no entanto, de um certeiro combate às CAUSAS que levaram o nosso Brasil ao caos profundo.
BURACO AINDA MAIOR
Convido, portanto, para que não se deixem levar pela ILUSÃO DE ÓTICA e olhem, com total atenção, para a grave situação FISCAL pela qual passam o nosso País, muitos Estados e inúmeros Municípios. Se nada ou muito pouco for feito -imediatamente-, a nossa frágil economia vai, inevitavelmente, experimentar um buraco ainda maior e mais profundo do que aquele que ainda estamos tentando sair.
DÍVIDA BRUTA
Sem qualquer pretensão de criar pânico, mas de apenas esclarecer que o Brasil é um país muito doente econômica e financeiramente, peço que observem com muita atenção o seguinte: a DÍVIDA PÚBLICA BRUTA (apenas da União) saltou de pouco mais de 50% do PIB no início de 2014 para perto de 75% do PIB atualmente. Com um detalhe mórbido: o já estrondoso endividamento continuará crescendo.
Quem sabe começamos o longo tratamento pela aprovação da REFORMA DA PREVIDÊNCIA? Afinal, mesmo não sendo o único tumor, já se sabe que é o maior deles.