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18 out 2016

AS DUAS MAIORES DOENÇAS


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CONSTANTEMENTE LEMBRADOS

Certas informações e/ou situações, para que produzam efeito desejado, precisam ser constantemente lembradas. Se possível, para fazer com que os interlocutores se sintam suficientemente esclarecidos, é importante que os comunicados adicionais sejam ainda mais claros e convincentes. 


DUAS MAIORES DOENÇAS

Assim sendo volto ao tema que diz respeito às DUAS MAIORES DOENÇAS que afligem o nosso cada dia mais empobrecido Brasil: PREVIDÊNCIA SOCIAL e JUROS GOVERNAMENTAIS. Volto a afirmar: estas não são as únicas doenças, mas apenas as MAIORES. 


MONSTROS

Também é preciso esclarecer que as DOENÇAS não são NOVAS. Ao contrário: são muito antigas, mas por não terem recebido tratamento algum ao longo dos últimos 40 anos, se transformaram em MONSTROS de difícil doma.


CONTAS DA UNIÃO

Creio que grande parte dos brasileiros já se convenceu de que a situação das CONTAS DA UNIÃO é DESESPERADORA. Poucos, entretanto, ainda não sabem que só a PREVIDÊNCIA SOCIAL, que engloba aposentados do INSS (RGPS) e aposentados do serviço público FEDERAL (RPPS), é responsável por um DÉFICIT BRUTAL, que neste ano de 2016 ficará em torno de R$ 200 BILHÕES DE REAIS.  


EMISSÃO DE TÍTULOS PÚBLICOS

Como o DÉFICIT DA PREVIDÊNCIA só tem aumentado ano após ano, e os governos não se preocuparam em promover medidas capazes de estancar os rombos, sempre crescentes, a saída foi a mesma de sempre: emissão de títulos públicos (moeda a prazo) para financiar a encrenca. 


DÍVIDA PÚBLICA

Com isto, a DIVÍDA PÚBLICA foi subindo de forma astronômica. Em agosto de 2016, por exemplo, atingiu a marca de R$ 4.254,2 bilhões, ou seja, 69,86% do PIB. Pois, além deste montante que precisa ser pago, o governo ainda precisa desembolsar os JUROS DA DÍVIDA, cujo valor será de mais de R$ 600 bilhões em 2016.

 


DESPESAS PÚBLICAS

Vale dizer, para que seja bem entendido, que a DÍVIDA CRESCE porque o governo precisa de dinheiro para pagar, entre outras DESPESAS, a principal delas, ou seja as duas PREVIDÊNCIAS: uma, da turma da SEGUNDA CLASSE, ou RALÉ (INSS); outra, da turma da PRIMEIRA CLASSE, ou ELITE (funcionários públicos federais).


ESTADOS

Em tempo: o caso dos ESTADOS, que não podem EMITIR TÍTULOS PÚBLICOS, a situação é ainda mais dramática, pois não tem como financiar suas CONTAS DE PREVIDÊNCIA. Que, sem dúvida alguma, são responsáveis pela CATÁSTROFE FINANCEIRA que atinge quase todos.