BRECHAS DA LEI
Em termos jurídicos, como se sabe, as -BRECHAS DA LEI- referem-se às lacunas ou ambiguidades encontradas em leis ou regulamentos que podem ser exploradas por indivíduos ou empresas com o propósito de EVITAR O CUMPRIMENTO TOTAL DE SUAS OBRIGAÇÕES ou PARA OBTER VANTAGENS INDEVIDAS, sem necessariamente violar a lei de forma explícita.
GLOBAL ACT
Pois, a considerar as espetaculares manifestações dos ministros Alexandre de Moraes (atingido em cheio pela LEI MAGNITSKY), e seu escudeiro Flavio Dino, que saiu em sua rápida defesa, tudo leva a crer que ambos encontraram -BRECHAS MAIS DO QUE SUFICIENTES- PARA OBRIGAR OS BANCOS BRASILEIROS A DEIXAREM DE CUMPRIR o -GLOBAL MAGNITSKY HUMAN RIGTHS ACCOUNTABILITY ACT-, promulgado pelo Congresso dos EUA, em 2016, o qual DÁ PERMISSÃO AO GOVERNO DOS EUA PARA SANCIONAR FUNCIONÁRIOS DE GOVERNOS ESTRANGEIROS IMPLICADOS EM ABUSOS DE DIREITOS HUMANOS EM QUALQUER PARTE DO MUNDO.
DECISÃO CELESTIAL
Até agora, por tudo que se sabe, NENHUM BANCO BRASILEIRO, através de seus incansáveis DEPARTAMENTOS JURÍDICOS, encontrou as tais -BRECHAS- que só os olhos e as mentes dos MINISTROS AUTORITÁRIOS conseguiram enxergar e/ou interpretar. Como se trata de uma DECISÃO FINAL tomada por DOIS MEMBROS DA CELESTIAL SUPREMA CORTE BRASILEIRA, exigindo, por parte dos BANCOS BRASILEIROS, o IMEDIATO E TOTAL -DESCUMPRIMENTO DA LEI MAGNITSKY-, essa estúpida decisão significa, literalmente, que a CORDA, INEVITAVELMENTE, VAI ARREBENTAR NO LADO DOS BANCOS.
COM OU SEM BRECHAS...
Resumindo: os BANCOS QUE DEIXAREM DE CUMPRIR A LEI MAGNITSKY sabem que COM OU SEM BRECHAS, é mais do que certo que as transações financeiras - próprias e de seus correntistas- restarão -BLOQUEADAS-, independente da vontade e/ou determinação da nossa INCENDIÁRIA E TIRÂNICA SUPREMA CORTE, que a todo momento SUBESTIMA -ABSURDAMENTE- O INSTINTO DE SOBREVIVÊNCIA DE BANCOS E DO MERCADO FINANCEIRO. Pode?
ESPAÇO PENSAR+
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DÚVIDA - SENTIMENTO COMUM
Mais do que sabido, a DÚVIDA é um SENTIMENTO COMUM que surge quando nos deparamos com uma situação em que as informações são insuficientes para uma correta formação de opinião. Como tal se caracteriza pela INCERTEZA ou FALTA DE CONHECIMENTO SOBRE QUALQUER COISA.
CERTEZA - CONVICÇÃO
A CERTEZA, por sua vez, é o CONHECIMENTO CLARO E SEGURO DE ALGO. Ou seja, é um ESTADO DE ESPÍRITO QUE INFUNDE CONFIANÇA E CONVICÇÃO NA VERDADE DE ALGO. É, enfim, acreditar que algo é a verdade baseada em FATOS.
CONVICTOS DE 2022
Com base nesses importantes conceitos, é sempre oportuno lembrar, por exemplo, que, em julho de 2022, vários líderes empresariais do país, sob o comando da ESFERA, organização que hoje reúne entre seus quase 50 associados grandes empresas, como BRADESCO, BTG Pactual, XP Investimentos, COSAN, MRV Engenharia, MULTIPLAN, HAPVIDA, MERCADO BTCOIN, etc...vieram à público, cheios de CONVICÇÃO, para AFIRMAR, e INFLUENCIAR, que eleger LULA seria muito melhor para o Brasil do que eleger BOLSONARO.
CERTEZA TOTAL
Se algum desses empresários tivesse alguma DÚVIDA, certamente não teria assinado o estúpido documento e muito menos teria declarado voto a um ex-condenado que lidera um partido político declaradamente COMUNISTA e como tal sempre disposto a mudar o regime político do país, onde a DEMOCRACIA dá lugar ao AUTORITARISMO.
CERTEZA DO IMPOSSÍVEL
Ontem, não por acaso, tão logo o ministro-comunista do STF, Flávio Dino, achou por bem limitar a aplicação de leis estrangeiras no país, as ações de bancos brasileiros -cujos líderes apoiaram a candidatura de LULA, simplesmente afundaram. E poucos minutos de pregão a perda atingiu a marca negativa de R$ 41,9 bilhões em valor de mercado. Que tal? De novo: tudo baseado na CERTEZA DO IMPOSSÍVEL.
UMA ÚNICA CERTEZA
Pois, aqui ente nós e o mundo, a ÚNICA CERTEZA QUE PAIRA SOBRE O NOSSO EMPOBRECIDO BRASIL É QUE O POVO SERÁ MUITO PENALIZADO pela forma CRIMINOSA COMO VEM SENDO ADMINISTRADO. DISSO NINGUÉM MAIS TEM DÚVIDA. NEM MESMO OS MAUS E EQUIVOCADOS EMPRESÁRIOS....
INIMIGO NÚMERO 1, 2, 3, 1000 ...
Enquanto os mais desavisados se mostram convencidos de que o Brasil é vítima de uma polarização política, vale lembrar que na grande maioria das escolas públicas, e não raro também nas particulares, os alunos são educados com o propósito de ser -ANTIAMERICANOS-. Ou seja, veem como inimigo número 1, 2, 3, 1000, quem apenas defende a LIBERDADE E A DEMOCRACIA.
STEPHEN KANITZ
A propósito desse importante tema , eis o esclarecedor texto do administrador Stephen Kanitz, com o título - A VOLTA DO ANTIAMERICANISMO-:
Os Estados Unidos são o país com o maior mercado consumidor logo ao nosso lado. Os americanos são um povo meio ingênuo, vivi com uma família por ano, e dois anos com meus colegas de Harvard. Não se interessam nem um pouco pelo Brasil, acham corretamente que temos pouco a oferecer além do samba. São comunitaristas, do tipo que começam cooperando, acreditam num ganha-ganha para ambos os lados, jamais um soma zero como acham quem nunca negociou com eles.
SENTIMENTO RUIM
Os super-ricos são de esquerda, Bill Gates, Elon Musk irão doar tudo para os pobres, algo que ninguém da esquerda brasileira pretende fazer. Contudo o antiamericanismo no Brasil é mais do que uma opinião política: é um traço cultural, um mito nacional, um reflexo do nosso complexo de inferioridade travestido de soberania e não consequências de maus tratos ou guerras.
Cultivado por gerações de intelectuais, reforçado por militares, encenado por diplomatas e idolatrado por estudantes, esse sentimento tem custado caro ao país em termos de desenvolvimento, inserção internacional e até mesmo governança interna. Em vez de exportar para o mercado americano como fizeram o Japão, Coreia do Sul e China, nossos economistas fizeram o contrário, pois insistem na política de substituição das importações americanas, por produtos nacionais fabricados aqui.
SETORES ESTRATÉGICOS
China, Coreia e Japão estão agora na frente, e o Brasil nunca mais conseguirá alcançar. Nesse período, estes países administrados por administradores e não por economistas criaram marcas poderosíssimas com Sony, Yamaha, Samsung, BYD, que americanos jamais permitiriam serem taxados.
Em suma, a única marca internacional que possuímos, a Varig, faliu. Vargas usou a rivalidade entre americanos e alemães para barganhar investimentos, como a CSN. Recebeu ajuda, mas manteve um projeto nacionalista e autárquico. Nos anos 50 a 70, a esquerda brasileira transformou os EUA no grande vilão do capitalismo internacional.
Curiosamente, mesmo durante a ditadura militar alinhada geopoliticamente aos EUA persistia um discurso nacionalista na economia e na cultura, desconfiando de multinacionais e resistindo à “entrega” de setores estratégicos.
MORATÓRIA DA DÍVIDA EXTERNA
Decretamos a “Moratória da Dívida Externa” bestamente em praça pública, assustando todos os depositantes dos bancos, em vez de ligar as 16 horas dizendo que não poderíamos pagar, e ninguém precisava ficar sabendo. Durante os governos do PT, especialmente sob Lula e Dilma, o antiamericanismo ganhou status oficial. O Brasil se aproximou dos BRICS, sabotou a Alca, criticou guerras americanas no Oriente Médio e buscou protagonismo no Sul Global.
Nas universidades e na cultura, o antiamericanismo é praticamente hegemônico. Livros, teses, filmes e músicas retratam os EUA como corruptores, violentos, racistas, imperialistas. A elite cultural brasileira se define, muitas vezes, mais por aquilo que rejeita (EUA, liberalismo, capitalismo) do que por aquilo que propõe.
Enquanto isso, modelos administrativos, técnicos e educacionais americanos focados em eficiência, mérito e responsabilidade são descartados como “neoliberais” ou “coloniais”. Minha luta pró administrador nem obteve apoio das escolas de administração.
O QUE GANHAMOS COM ISSO?
A insistência em ver os EUA como inimigo impediu o Brasil de fazer alianças estratégicas, como fizeram Coreia do Sul, Taiwan, Polônia ou Índia. Enquanto outros países usavam o capital, a tecnologia e o conhecimento americanos para se desenvolver, o Brasil preferia “resistir” e permaneceu estagnado.
Em nome da soberania, mantivemos estatais ineficientes, universidades ideologizadas e um setor público hostil à inovação.
Soberania volta às manchetes, reforçando mais 50 anos de substituição das importações, e ignorar o imenso mercado americano, bem como parcerias tecnológicas imprescindíveis pois nossas universidades nada pesquisam que seja útil para as empresas. O Que Ganhamos com Isso? Pouco. Um senso falso de independência, talvez. Um discurso soberano para consumo interno. Mas perdemos relevância internacional, acesso a mercados, investimentos em tecnologia e influência diplomática. Portanto, está na hora do Brasil abandonar essa adolescência diplomática. Os EUA não são um inimigo a ser odiado, nem um pai a ser bajulado. São um parceiro estratégico, com o qual podemos e devemos ter relações pragmáticas, baseadas em interesses mútuos.
O antiamericanismo pode ser um excelente discurso para assembleias estudantis. Mas é um péssimo alicerce para um projeto de país.
REI SADIM
Mais do que sabido, o -REI MIDAS- ganhou fama mundial como figura mitológica por conta da capacidade que tinha para transformar em OURO tudo aquilo que tocava. Pois, embora não se trate de algo novo, ou mesmo surpreendente, há que se reconhecer como VERDADE ABSOLUTA E IMPLACÁVEL que os governantes PETISTAS, têm tudo a ver com outra figura mitológica, conhecida como -REI SADIM-, que ao contrário do REI MIDAS, tudo que TOCA ou ADMINISTRA é transformado em CHUMBO, PREJUÍZO, FRACASSO e/ou CINZAS.
TOQUE DE LULA
O -TOQUE DE SADIM-, ou -TOQUE DE LULA-, mais do que nunca se faz presente -não apenas na condução da POLÍTICA ECONÔMICA do nosso empobrecido Brasil-, onde as DESPESAS CRESCEM ASSUSTADORAMENTE, como também, com o mesmo ÍMPETO DESTRUIDOR, através de ROMBOS INCALCULÁVEIS impostos às mais diversas EMPRESAS ESTATAIS.
CORREIOS
Um dos CASOS MAIS EMBLEMÁTICOS em termo de ROMBOS, -muito longe de ser único-, a figurante ESTATAL é a -EMPRESA BRASILEIRA DE CORREIOS E TELÉGRAFOS-, a qual -entra ano e sai ano- não faz outra coisa senão ACUMULAR PREJUÍZOS. Um retrato claro do quanto uma GESTÃO IDEOLÓGICA é capaz de ARRUINAR UMA EMPRESA. Esta ESTATAL, mais do que sabido e lamentado, apresentou, em 2024, um PREJUÍZO DE 2,6 bilhões de reais e, apenas no primeiro trimestre deste ano, o ROMBO atingiu a marca 1,7 bilhão de reais.
BANCO DO BRASIL
Entretanto, o TOQUE DE LULA, a exemplo do TOQUE DE SADIM, chegou, mais recentemente, também no BANCO DO BRASIL. No Balanço do PRIMEIRO TRIMESTRE deste ano -2025-, o lucro da instituição RECUOU 21% em relação ao mesmo período do ano anterior, acarretando um tombo de 13% na cotação de suas ações. Pois, na semana passada, dia 14, o BB divulgou que no SEGUNDO TRIMESTRE de 2025 no qual o LUCRO voltou a cair -de forma significativa-, apresentando um estupendo recuo de 60,2% em relação ao segundo trimestre de 2024.
QUEDA HISTÓRICA
Como se percebe, com muita clareza, enquanto os grandes bancos privados -Itaú Unibanco, Bradesco, BTG Pactual , Santander, etc., ENTREGARAM CRESCIMENTO ROBUSTO e, em alguns casos, RECORDES, o BANCO DO BRASIL, administrado pelo PT, amargou uma QUEDA HISTÓRICA DE LUCRO. Ou seja, já caminha a passos largos para se encontrar, no INFERNO EMPRESARIAL ESTATAL , com o falido CORREIOS. Que tal?
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CAPACITAÇÃO TÍPICA DOS PETISTAS
O presidente Lula, assim como todos os seus apoiadores, além de manifestarem imensa dificuldade, ou incapacidade, para compreender textos e/ou reconhecer as letras e números, coisa que caracteriza o ANALFABETISMO FUNCIONAL, por incrível que possa parecer mostram infinita capacidade para ler, compreender, reagir e formar opinião -SOBRE O QUE NÃO ESTÁ ESCRITO NO TEXTO-.
CONTEÚDO DA CARTA ENVIADA POR TRUMP
O caso mais recente e exemplar deste tipo de reação LULISTA diz respeito à CARTA que o presidente Donald Trump enviou a Lula, no dia 9 de julho, na qual, especificamente, consta o seguinte: -tivemos anos para discutir nosso relacionamento comercial com o Brasil e concluímos que precisamos nos afastar da longa e muito injusta relação comercial gerada pelas tarifas e barreiras tarifárias e não tarifárias do Brasil. Mais: por causa dos ATAQUES CONTÍNUOS DO BRASIL às atividades comerciais digitais de empresas norte-americanas, bem como outras práticas comerciais desleais, estou instruindo o Representante de Comércio dos Estados Unidos, Jamieson Greer, a iniciar imediatamente uma investigação da Seção 301 sobre o Brasil. O senhor nunca ficará decepcionado com os Estados Unidos da América. “Muito obrigado por sua atenção a este assunto! “Com os melhores votos, sou, Atenciosamente, DONALD J. TRUMP PRESIDENTE DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA.
TRATAMENTO TARIFÁRIO
Em nenhum momento a CARTA fala que o BRASIL IMPORTA MAIS DO QUE EXPORTA PARA OS EUA. Trump assevera apenas que o TRATAMENTO TARIFÁRIO que o governo brasileiro impõe aos produtos importados dos EUA é desigual e muito elevado. Como se vê, em momento algum Trump diz, como é interpretado -espertamente- por Lula, Alckmin e Haddad, que a BALANÇA COMERCIAL é favorável ao Brasil. Ou seja, LULA E SEUS SEGUIDORES conseguem LER O QUE NÃO ESTÁ ESCRITO NA CARTA.
FATO
Pois, para quem não sabe, ou ainda não se interessou, o TETO DE IMPOSTO DE IMPORTAÇÃO, como foi definido pelo Mercosul, é de 35%. Essa alíquota, no entanto, varia de produto a produto, sendo que até há casos de isenção, como, por exemplo, para aquisição de livros. Ainda assim, o FATO é que em alguns casos a SOMA DE TODAS AS TARIFAS PODE SER SUPERIOR A 100%.
REAÇÃO COMUNISTA
Mais: no trecho onde Trump diz: “Se o senhor (LULA) desejar abrir seus mercados comerciais, até agora fechados para os Estados Unidos, e eliminar suas TARIFAS, POLÍTICAS NÃO TARIFÁRIAS E BARREIRAS COMERCIAIS, nós poderemos considerar um ajuste nesta CARTA. ESSAS TARIFAS, PORTANTO, PODEM SER MODIFICADAS, PARA CIMA OU PARA BAIXO, DEPENDENDO DO RELACIONAMENTO COM O SEU PAÍS. O SENHOR NUNCA FICARÁ DECEPCIONADO COMO OS EUA.
Ou seja, na real, pelas suas claras e objetivas reações, Lula não apenas -LEU O QUE NÃO CONSTA NA CARTA-, como nunca escondeu que NÃO TEM O MENOR INTERESSE EM MANTER BOM RELACIONAMENTO COM OS EUA.
ESPAÇO PENSAR +
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DOENÇAS SILENCIOSAS
Tal qual acontece com as DOENÇAS INDOLORES, frequentemente referidas como -DOENÇAS SILENCIOSAS-, que podem progredir de forma LENTA E GRADUAL sem manifestar sintomas perceptíveis e/ou preocupantes, os GASTOS FORA DE CONTROLE, assim como o EXCESSO DE ENDIVIDAMENTO produzem o mesmo e preocupante efeito, no curto e médio prazo, em qualquer país, empresa ou família.
POPULISMO
Mais ainda quando seus LÍDERES e a maioria de seus LIDERADOS -EMBALADOS PELO POPULISMO- comungam da mesma IDEIA FALSA de que no final TUDO VAI DAR CERTO e como tal todos acabarão SALVOS DE TODAS AS DOENÇAS -tanto as SILENCIOSAS como as mais GRITANTES-.
TRAGÉDIA ANUNCIADA
Pois, dentre as graves DOENÇAS INDOLORES E SILENCIOSAS, cujos efeitos -nítidos- dão conta de que, a cada dia que passa, estamos ficando mais próximos de uma ANUNCIADA TRAGÉDIA ECONÔMICO-FINANCEIRO-SOCIAL no nosso empobrecido Brasil, DUAS DELAS, altamente perigosas e preocupantes, só conseguem ser corretamente diagnosticadas pelos brasileiros dotados da capacidade para desenvolver o RACIOCÍNIO LÓGICO.
DUAS DOENÇAS GRAVES
1- A PRIMEIRA -DOENÇA GRAVE-, embora já não se mostre nem tão -LENTA e muito menos SILENCIOSA-, diz respeito aos incontroláveis e criminosos -GASTOS PÚBLICOS- chefiados e promovidos, com muita festa e ousadia, pelo presidente LULA.
2- Já a SEGUNDA DOENÇA GRAVE, cujos efeitos são, efetivamente, LENTOS E SILENCIOSOS, se manifesta cruamente através do crescente e absurdo ENDIVIDAMENTO PÚBLICO.
PERCEPÇÃO EQUIVOCADA
Este ESTADO DE COISAS RUINS E DANOSAS faz com que a maioria dos brasileiros acredite que o -GOVERNO SEMPRE DISPÕE DE DINHEIRO EM CAIXA PARA ATENDER AS DESPESAS PÚBLICAS. Ou seja, não percebem, minimamente, que os recorrentes DÉFICITS NAS CONTAS PÚBLICAS são cobertos por -SILENCIOSAS E INDOLORES- EMISSÕES DE TÍTULOS DE ENDIVIDAMENTO PÚBLICO.
DÍVIDA PÚBLICA
Aliás, a propósito, o pensador/economista Fernando Ulrich, alerta que a DÍVIDA PÚBLICA é muito maior do que estão dizendo.
Dados mais completos indicam que a situação pode ser ainda mais grave do que o informado oficialmente. Segundo análises de mercado, ao incluir os TÍTULOS EMITIDOS E HOJE MANTIDOS NA CARTEIRA DO BANCO CENTRAL, o total da dívida se aproxima de 99% do PIB -quase 22 pontos percentuais- acima do número usado pelo governo. O dado, ou DOENÇA revela que a trajetória de endividamento segue piorando, com crescimento mais rápido que a economia e custo elevado para o Tesouro Nacional.
O que os números oficiais não mostram
O cálculo tradicional da dívida pública considera apenas os títulos em circulação fora do Banco Central. Com isso, o percentual divulgado no fim de 2024 foi de 76,5% do PIB. No entanto, quando se incluem os títulos que estão no balanço da autoridade monetária — emitidos para cobrir déficits e usados em operações de política monetária — o índice salta para quase 100%.
Essa diferença metodológica faz com que o Brasil pareça menos endividado do que realmente está. Para comparação, os EUA têm dívida equivalente a 124% do PIB, mas usando a mesma metodologia aplicada internacionalmente, a brasileira ficaria muito mais próxima desse patamar.
Por que a dívida cresce mais que a economia
Entre 2015 e 2024, a relação dívida/PIB subiu de 65,5% para 76,5%. Houve um pico de quase 87% na pandemia, uma queda até 2022 e, desde então, uma nova alta. Nos últimos anos, a dívida cresceu até 15% ao ano, enquanto o PIB avançou em média 8%. O crescimento é agravado pelo déficit nominal, que já passa de R$ 900 bilhões considerando o pagamento de juros. Mesmo com superávits primários pontuais, eles não são sustentáveis e tendem a desaparecer com despesas represadas, como os precatórios.
Estrutura da dívida favorece custo alto
Outro problema é o perfil dos títulos emitidos. Ainda conforme o economista Fernando Ulrich, quase metade da dívida é atrelada à taxa Selic, o que encarece automaticamente o serviço da dívida quando os juros sobem. Apenas 21,6% é prefixada — o formato mais estável e usado por economias avançadas, que chegam a ter mais de 85% da dívida nesse tipo.
Além disso, o prazo médio dos títulos brasileiros é de apenas 4 anos na dívida interna, contra mais de 10 anos em países como Japão e Reino Unido. Isso obriga o Tesouro a refinanciar a dívida com frequência, aumentando a pressão sobre as contas públicas.
O papel do Banco Central no financiamento
Embora pouco discutido, o Banco Central vem absorvendo uma parcela crescente da dívida pública. Hoje, mais de 20% dos títulos emitidos estão em seu balanço — proporção maior que nos EUA. Isso significa que, indiretamente, a autoridade monetária ajuda a financiar o governo, ampliando o risco de pressões inflacionárias e reduzindo a credibilidade fiscal.
Esse acúmulo aumentou especialmente após 2014 e voltou a acelerar nos últimos dois anos, reforçando a percepção de que a dívida já está em um patamar crítico.
Ajuste fiscal como única saída
Economistas são unânimes: não há solução sustentável para a dívida pública sem controle de gastos. Cortar despesas, revisar o arcabouço fiscal e ampliar receitas de forma responsável são passos essenciais para retomar a confiança dos investidores e permitir queda consistente nos juros.
Se nada for feito, o Brasil pode enfrentar nova crise de confiança, encarecendo ainda mais o crédito e limitando a capacidade de crescimento econômico.