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19 out 2023

FATORES CRUCIAIS


FATORES CRUCIAIS

De forma resumida, o último relatório -Cyclical Outlook- produzido pela PIMCO, uma das maiores gestoras de investimentos em renda fixa do mundo, aponta como CRUCIAIS os seguintes CINCO FATORES que interferem no desempenho da ECONOMIA MUNDIAL nos próximos meses:

 

1- REDUÇÃO DA RESILIÊNCIA E DO ESTÍMULO FISCAL;

2- DESACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO E DA INFLAÇÃO;

3- POUSO SUAVE COMO -ANOMALIA-;

4- RISCO DE RECESSÃO MAIOR DO QUE OS MERCADOS PRECIFICAM; e,

5- POLÍTICAS MONETÁRIAS DIVERGENTES 


1- REDUÇÃO DA RESILIÊNCIA E DO ESTÍMULO FISCAL

A recuperação econômica deste ano foi em grande parte sustentada pelo ESTÍMULO FISCAL, com o déficit dos EUA aumentando e as famílias acumulando poupança considerável graças aos pacotes de ajuda relacionados à pandemia. Esse impulso parece estar se dissipando. 

A política fiscal norte-americana se tornará restritiva, enquanto a inflação elevada recente deteriora o valor real da riqueza, incluindo o excesso de poupança gerado pelos auxílios governamentais às famílias durante a pandemia. À medida que o estímulo fiscal se reduz, o impacto de uma política monetária mais restritiva aumentará. Qualquer estímulo fiscal adicional também pode ser limitado, devido aos ALTOS NÍVEIS DE ENDIVIDAMENTO e ao papel do estímulo pós-pandemia no aumento da inflação.


2- DESACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO E DA INFLAÇÃO

A ECONOMIA GLOBAL, puxada pelos Estados Unidos, mostrou notável resiliência apesar de um dos ciclos de aperto mais rápidos da história moderna, levantando dúvidas sobre a eficácia da política monetária. A PIMCO acredita que o crescimento já passou do pico e com isso espera que a resiliência se transforme em fraqueza à medida que o crescimento desacelere no final deste ano e em 2024. Ventos contrários fiscais - especialmente nos EUA - logo serão sentidos.

Mais: acredita que a política monetária ainda funciona, como demonstrado pela clara redução no ritmo de expansão do crédito e pelo aperto significativo nas condições de crédito bancário. Quanto a INFLAÇÃO, a PIMCO acredita que a inflação também já passou do pico e que é provável que uma INFLAÇÃO SALARIAL PERSISTENTE mantenha a inflação núcleo elevada por mais tempo, a menos que haja algum enfraquecimento no mercado de trabalho. Assim, prevê uma INFLAÇÃO NÚCLEO na faixa de 2,5%-3% nos EUA e na Europa no final de 2024. Antecipamos que a desaceleração do crescimento e o aumento do desemprego levarão a uma maior desinflação, informa o relatório.


3- POUSO SUAVE COMO -ANOMALIA-

Vale destacar a raridade histórica de os bancos centrais conseguirem um pouso suave - ou evitar uma recessão - quando a inflação é alta no início de um ciclo. 

Analisamos 140 ciclos de aperto nos mercados desenvolvidos desde a década de 1960 até hoje. Quando os bancos centrais elevaram as taxas oficiais em 400 pontos-base (pb) ou mais - como muitos fizeram neste ciclo, incluindo o FED, o Banco Central Europeu (BCE) e o Banco da Inglaterra - quase todos esses casos resultaram em RECESSÃO.

Até agora, essas políticas conseguiram evitar uma recessão. Mas a história sugere que condições financeiras restritivas representam um alto risco de colapsos nos mercados financeiros, e há áreas vulneráveis nos mercados, como no crédito privado, no setor imobiliário comercial e em empréstimos bancários.


4- RISCO DE RECESSÃO MAIOR DO QUE O PRECIFICADO PELO MERCADO

Nossa hipótese básica implica em um crescimento abaixo do esperado e uma desaceleração da inflação.  Os mercados, e particularmente os ativos de risco, parecem estar precificados para um cenário de "desinflação imaculada", no qual o crescimento se mantém sólido e a inflação básica se ajusta rapidamente aos objetivos dos bancos centrais. 

Acreditamos que esses preços refletem complacência. Vemos que o crescimento das economias dos Mercados Desenvolvidos cairá em diferentes graus nos próximos trimestres, com as mais sensíveis às taxas de juro sofrendo mais. Europa e Reino Unido também parecem vulneráveis devido às suas ligações comerciais com a China e aos efeitos persistentes da crise energética sobre as trocas comerciais e o investimento.

O crescimento dos EUA também irá desacelerar, variando entre estagnação e leve recessão. Vemos que as taxas de desemprego aumentarão mais do que tanto o consenso quanto os bancos centrais preveem: cerca de um ponto percentual nos EUA e um pouco menos na Europa.


5- DIVERGÊNCIA NAS POLÍTICAS MONETÁRIAS

A extensão desta desaceleração prevista ainda é incerta e variará de acordo com as economias.  A queda relativamente gradual da inflação significa que é improvável que os bancos centrais intervenham rapidamente para impulsionar o crescimento. 

Em nossa opinião, os principais bancos centrais - incluindo a Reserva Federal, o BCE e o Banco da Inglaterra - estão no final ou muito perto do final de seus ciclos de aperto, mas provavelmente procederão com cautela ao cortar as taxas, dada sua missão de controlar a inflação. Vemos uma grande margem para divergência na política monetária. 

Economias mais sensíveis às taxas, como Austrália, Nova Zelândia e Canadá, que em geral têm maior endividamento das famílias e uma maior proporção de hipotecas com taxa variável, podem ser mais afetadas. Aí há a possibilidade de uma normalização das taxas mais rápida do que os preços de mercado sugerem.



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18 out 2023

A FELICIDADE É UMA BUSCA INDIVIDUAL E NÃO COLETIVA


A BUSCA DA FELICIDADE

A FELICIDADE e/ou a SUA INCESSANTE BUSCA são estudadas há muitos anos pelas mais diversas áreas do conhecimento, desde a filosofia até a economia, com destaque para a psicologia. Ainda assim, uma coisa é mais do que certa: a FELICIDADE é algo INDIVIDUAL, e como tal cada INDIVÍDUO tem o DIREITO -PLENO E FUNDAMENTAL- DE BUSCAR AQUILO QUE, NO SEU EXCLUSIVO ENTENDER, POSSA FAZER COM QUE SE SINTA FELIZ.


TAREFA DO ESTADO

Nos países SOCIALISTAS e/ou COMUNISTAS, e mais recentemente no nosso empobrecido Brasil, os atuais governantes entendem que a FELICIDADE é uma tarefa que cabe exclusivamente ao Estado e como tal os eleitores não mais precisam se preocupar em BUSCÁ-LA, INDIVIDUALMENTE. 


FELICIDADE TERCEIRIZADA

Na real, ao eleger governantes tiranos, o POVO TERCEIRIZA, ao eleito e aos ministros da CORTE SUPREMA a tarefa de PRODUZIR A FELICIDADE. Isto significa, de forma clara e inquestionável, que a BUSCA DA FELICIDADE DEIXA DE SER UMA TAREFA INDIVIDUAL E INCESSANTE e PASSA A SER -COLETIVA-. Mais: SOB O EXCLUSIVO ENTENDIMENTO DAS COMPLICADAS CABEÇAS DOS GOVERNANTES. 


INFELICIDADE GERAL

Ora, levando em conta que os DIREITOS HUMANOS considerados -FUNDAMENTAIS- são representados pelo DIREITO À VIDA, À IGUALDADE, À PROPRIEDADE, AO DIREITO DE EXPRESSÃO E À BUSCA DA FELICIDADE, isto leva a crer que a FELICIDADE está intimamente ligada a TODOS OS DIREITOS. Assim, a partir do momento em que o ESTADO DECIDE O QUE É FELICIDADE PARA O POVO, esta vontade tem tudo para PRODUZIR INFELICIDADE GERAL. 



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17 out 2023

A INSANA DECISÃO


CHUVAS E SECA

Diante das chuvas torrenciais que de forma impiedosa e incessante estão inundando e/ou destruindo inúmeras cidades do sul do país, assim como da seca monstruosa que já atingiu oito estados do Norte e do Nordeste, com efeitos danosos e incalculáveis, o que mais vem acontecendo nestas últimas semanas, neste nosso imenso Brasil, são DECRETAÇÕES DE ESTADO DE EMERGÊNCIA e/ou de CALAMIDADE PÚBLICA, assinados por prefeitos e governadores desesperados.


NADA SOLIDÁRIOS

Pois, além do enorme sofrimento causado pela natureza, os PAGADORES DE IMPOSTOS ainda se veem obrigados a satisfazer os desejos de maus e indecentes governadores, que ao invés de CORTAR DESPESAS, notadamente a maior delas - FOLHA DE PAGAMENTO DOS SERVIDORES-, conhecidos como integrantes da PRIMEIRA CLASSE DE BRASILEIROS -NADA SOLIDÁRIOS- resolveram AUMENTAR DEMONIACAMENTE AS ALÍQUOTAS DE ICMS sobre vários produtos. 


16 ESTADOS + DISTRITO FEDERAL

Para quem não sabe, DEZESSEIS ESTADOS E O DISTRITO FEDERAL já elevaram a -TAXA PADRÃO- que cobram no ICMS para este ano e para 2024, conforme aponta um levantamento do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz).


LIBERDADE

Na minha simples e justa conclusão, diante de tamanha desfaçatez quem deveria decretar ESTADO DE EMERGÊNCIA ou mesmo de CALAMIDADE PÚBLICA são os PAGADORES DE IMPOSTOS. Assim ficariam livres desses CRIMINOSOS ABUSOS COMETIDOS POR GOVERNADORES E PREFEITOS IRRESPONSÁVEIS 


ESPAÇO PENSAR+

No ESPAÇO PENSAR+ de hoje: O AMOR VENCEU O ÓDIO?, por Percival Puggina. Confira aqui: https://pontocritico.com/espaco-pensar



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16 out 2023

A VOZ DE UM LÚCIDO PENSADOR JUDEU


DEFESA DA LIBERDADE

SOCIEDADE PENSAR+, uma ACADEMIA INFORMAL DE LIVRES PENSADORES da qual sou um dos fundadores, tem como PRINCÍPIO a defesa da LIBERDADE. Como tal, os PENSADORES -JUDEUS- que integram o PENSAR+ seguem o mesmo PROPÓSITO, qual seja de se manifestar com lealdade, integridade, seriedade, honestidade, transparência, cordialidade e urbanidade.


PENSADOR JUDEU

Nestes últimos dez dias, face aos TENEBROSOS ATOS DE TERRORISMO que dizimou inúmeras famílias que residem em Israel, abri espaços nos meus editoriais para que PENSADORES -JUDEUS-, através do RACIOCÍNIO LÓGICO, pudessem expor, cada um ao seu modo, com o máximo de clareza possível, seus entendimentos sobre as CAUSAS E EFEITOS da tragédia. Assim, o editorial de hoje fica por conta do esclarecedor texto produzido pelo PENSADOR -JUDEU- Roberto Rachewsky. Eis:  


NÃO PRECISO...

Não preciso citar números, não preciso contar sobre a longa história de Israel, de como Abraão teve uma revelação ou como Moisés libertou seu povo no Egito, vagou pelo deserto do Sinai até voltar a Canaã. Não preciso contar sobre os feitos de Davi e Salomão, sobre a dominação dos assírios, dos babilônicos, dos persas, dos helênicos comandados por Alexandre, o Grande. Todos conhecem a história dos romanos que expulsaram os judeus de suas terras duas vezes, escorraçando-os dos reinos de Judá e de Israel, dispersando hebreus, israelitas, judeus, como você quiser chamá-los, por toda parte do mundo. Não preciso contar o que aconteceu na Europa durante a Inquisição, os pogroms, o Holocausto. Não preciso contar essa história, mas aí ela está, para quem quiser procurá-la e conhecê-la. 


TRIBO

O povo judeu é uma tribo que vive espalhada pelo mundo e se move de lá para cá de acordo com a aceitação e rejeição com que são recebidos por onde passam, onde se estabelecem e de onde são expulsos, mesmo depois de centenas de anos de convivência pacífica, mutuamente profícua, com os povos que os recebem. Os pogroms no Leste Europeu e principalmente o Holocausto, fizeram os judeus entenderem que sua segurança estava ameaçada em nível existencial. A tolerância que os judeus tinham na Europa, que os permitia migrar de um país para o outro, de um gueto aqui para outro lá, deixou de existir. Os judeus deixaram de ser expulsos daqui para se instalarem ali, o que ocorreu de século em século, para se tornarem alvo de uma política genocida inédita, que simplesmente almejava exterminá-los da face da Terra. Os judeus seriam expulsos de uma vez por todas dos campos e cidades da Europa para o além, para sempre. Mas não foram.


CAMPO DE REFUGIADOS

Com seis milhões de judeus assassinados pelos nazistas, por ódio ou cobiça, com o auxílio de países ou grupos antissemitas europeus, ressurge o espírito do sionismo. Ao longo do século XX, do seu início marcado pelos pogroms até o fim da Segunda Guerra Mundial, os judeus construíram o seu campo de refugiados com o dinheiro dos capitalistas judeus da Europa e Estados Unidos e com a força de trabalho dos socialistas que se organizaram no que veio a ser chamado de kibbutz. Ali, em meio ao Império Otomano, os judeus conviviam com outro povo rejeitado, os palestinos que não eram aceitos por seus irmãos árabes da Jordânia, do Líbano e do Egito. Dois povos que em 1947 foram premiados com a possibilidade de transformar seus campos de refugiados em estados livre e independentes. 


PASSADO ANCESTRAL

O passado ancestral recebia sobre ele uma pedra fundamental sobre a qual cada povo poderia construir o futuro que quisesse, seus filhos poderiam florescer e a sociedade que dali surgiria poderia prosperar e enriquecer em todos os sentidos. Os judeus peregrinaram pelo mundo, desenvolveram-se, evoluíram, aprenderam a lidar com realidade, com a ciência, com a tecnologia, sem desvincularem-se da religião que serve de ponto de união entre seus indivíduos. Os judeus voltaram-se para sua terra para transformar seu campo de refugiados em uma das mais desenvolvidas sociedades da Terra, seja sob o aspecto social, político e econômico. Seus vizinhos palestinos não tiveram a mesma sorte. Seus líderes preferiram seguir cultivando a cobiça e o ódio, em vez de cultivarem a terra, o conhecimento e a produtividade. 


ISRAEL E PALESTINA

A história de Israel e da Palestina corre em paralelo desde os tempos ancestrais. A diferença é que os judeus evoluíram e os palestinos se mantiveram estagnados com sua mentalidade primitiva, religiosa, baseada em rituais e superstições. Os judeus também têm seus rituais e superstições, mas sua religião tem um pé nos céus e um pé na Terra. O paraíso não está noutra vida. O paraíso é construído aqui com ideias, com trabalho, com princípios, com valores, com ideais que exaltam a vida, a razão, a liberdade. Jamais a morte.


ÚLTIMA FRONTEIRA

Israel é o último campo de refugiados que os judeus têm na Terra. Era para ser inexpugnável, a última fronteira, a última trincheira. É uma obrigação moral, um imperativo categórico, defender esta cidadela definitiva, cobrando o mais alto preço daqueles que um dia ousaram violá-la. O direito legítimo de autodefesa não é um princípio relativo, é um direito tão absoluto quanto o próprio direito à vida. Renunciar ao direito de legítima defesa, que consiste não apenas em defender de quem nos ataca, mas revidar até exterminar quem nos ameaça, é renunciar ao direito à vida. Quem exalta a vida, a liberdade, a paz e a justiça não pode poupar quem ousa destruí-las, custe o que custar.



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13 out 2023

AVALISTAS DA CRUELDADE


INOMINÁVEL MASSACRE

Esta semana, para infelicidade geral dos povos que têm mínima consciência daquilo que se entende como minimamente JUSTO e CIVILIZADO, foi marcada por uma TRAGÉDIA SEM FIM, com requintes de EXAUSTIVA CRUELDADE, onde INFINITAS TONELADAS DE ÓDIO foram DESPEJADAS por todos os cantos do ESTADO DE ISRAEL por seguidores do HAMAS - organização que se define como um movimento de resistência palestino. Diante desta fantástica BESTIALIDADE, confesso que tenho muita dificuldade para abordar temas que não estejam voltados para o INOMINÁVEL MASSACRE. 


APOIO IRRESTRITO AO HAMAS

Se já não bastassem as CENAS CRUÉIS mostrando inúmeros ASSASSINATOS -EM SÉRIE-, sem escolha de vítimas, entre os quais dezenas de BEBÊS israelenses foram FUZILADOS E DECAPITADOS, mais triste ainda fiquei ao me deparar com os mais NOJENTOS E DEPLORÁVEIS pronunciamentos feitos -publicamente- por POLÍTICOS identificados e comprometidos com o COMUNISMO, recheados de IRRESTRITO APOIO ao HAMAS e suas TERRÍVEIS PRÁTICAS ASSASSINAS. 


DIABÓLICA ATITUDE

Embora a lista de COMUNISTAS BRASILEIROS que apoiam-irrestritamente- o Hamas seja grande suficiente para ganhar enorme desprezo daqueles que têm algum DISCERNIMENTO, algo que me chamou a atenção, ainda que não tenha nada de surpreendente, foi a atitude diabólica da deputada LUCIANA GENRO. Em vídeo, a dita cuja, do início ao fim, DESPEJA UMA IMENSA QUANTIDADE DE ÓDIO que foge à capacidade de compreensão daquilo que a mente humana é capaz. 


NOTA DE REPÚDIO

Ao tomar conhecimento do VÍDEO -DIABÓLICO-, fiquei com a clara impressão de que, caso os líderes do HAMAS venham a assistir a mensagem ODIOSA da -esquerdista-, acabarão emitindo uma NOTA DE REPÚDIO, dizendo ao mundo todo que a ESTUPIDEZ TEM LIMITE e que a Genro se expressa de forma criminosa que foge à compreensão e aceitação da ORGANIZAÇÃO PALESTINA. 


REPRESENTAÇÃO NA COMISSÃO DE ÉTICA DA ALRS

A propósito cumprimento os parlamentares de cinco bancadas da Assembleia Legislativa do RS, que, ontem, 12, ingressaram, com uma representação na Comissão de Ética contra a deputada Luciana Genro (Psol), apontando quebra de decoro parlamentar. O documento é assinado pelos deputados Felipe Camozzato (Novo), Rodrigo Lorenzoni (PL), Capitão Martim (Republicanos), Guilherme Pasin (PP), Adriana Lara (PL) e prof. Cláudio Branchieri (Podemos).

Na representação, os deputados mencionam que Luciana Genro, após os ataques terroristas do grupo Hamas contra Israel, afirmou, nas suas redes sociais, que os israelenses estariam para os nazistas assim como o Hamas estaria para o levante de judeus em Varsóvia. “Trata-se não só de uma crueldade sem tamanho, mas de uma APOLOGIA AO TERRORISMO. O que pode até ser enquadrado como CRIME. "Um desrespeito absurdo com as vítimas, com as famílias e com os direitos humanos”, denunciaram os parlamentares na Comissão de Ética.


ESPAÇO PENSAR +

No ESPAÇO PENSAR+ de hoje: USO IRRESPONSÁVEL DA PALAVRA TERRORISMOpor Percival Puggina. Confira aqui: https://www.pontocritico.com/espaco-pensar



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11 out 2023

EDIÇÃO DE ANIVERSÁRIO: 22 ANOS PROMOVENDO A LIBERDADE


22ª VOLTA EM TORNO DO SOL DA LIBERDADE

Hoje, 11 DE OUTUBRO DE 2023, este site/editorial -PONTOCRITICO.COM-, completa a 22ª volta em torno do -SOL DA LIBERDADE-. E nesta longa jornada que carrega mais de 5200 editoriais, o que sempre coloquei na mais alta evidência, desde a primeira edição, foram as VIRTUDES E VALORES DO LIBERALISMO. 


AGRADECIMENTOS

Antes de tudo, como sempre faço a cada EDIÇÃO DE ANIVERSÁRIO, manifesto a minha gratidão aos leitores/assinantes assim como aos anunciantes que prestigiam -o PONTOCRITICO.COM, em especial aos inseparáveis- parceiros -MÓVEIS FLORENSE, JIMO e ZAFFARI- cujas marcas sempre estiveram presentes, em todas as edições, desde 22 de outubro de 2001. E, como de praxe, homenageio o meu grande inspirador, o economista-liberal ROBERTO CAMPOS, falecido no dia 9/10/2011, dois dias antes da primeira edição, com o texto -O LIBERALISMO E A POBREZA-, que escreveu em 1º de janeiro de 1996. Eis: 


O LIBERALISMO E A POBREZA

As esquerdas brasileiras (ou será que só restam canhotos?), mesmo após a derrota mundial do socialismo, que elas consideram apenas um sucesso mal explicado, se atribuem duas superioridades: maior decência ética e maior ternura pelos pobres. Na realidade, sucumbem a interesses do corporativismo burocrático, em detrimento das massas, e reduzem a velocidade do crescimento econômico. E este é o único remédio efetivo para a pobreza.

Um esplêndido livro recente "The political economy of poverty, equity and growth" (Clarendon Oxford Press, 1996), de autoria de dois economistas asiáticos um indiano, Deepak Lal, e outro birmanês, H. Myint, ambos testemunhas da ineficácia do socialismo dirigista em seus respectivos países, desmistifica ilusões sobre o socialismo e sobre seu filho dileto, o "welfare state". É uma análise filosófica, política e econômica dos sucessos e insucessos da luta contra a pobreza em 21 países (inclusive o Brasil), entre 1950 e 1985.

As conclusões são interessantes:

1-. O crescimento rápido sempre alivia a pobreza, independentemente dos esforços da burocracia assistencialista;

2-. Não há um efeito claro e certo do crescimento sobre a disparidade nos níveis de renda, podendo esta aumentar ou diminuir durante o processo de rápido crescimento. Mas a experiência dos tigres asiáticos desmente o fatalismo da chamada "Lei de Kuznets", segundo a qual a distribuição de renda pioraria inicialmente no desenvolvimento capitalista, para só melhorar depois;

3-. O instrumento mais eficaz para a correção da pobreza absoluta não é o Estado Interventor, fantasiado de engenheiro social benevolente, e sim o Estado Liberal (ou seja, o Estado Jardineiro).

Este libera as energias produtivas do mercado, tributa pouco e procura assistir os pobres e desvalidos por benefícios específicos para eles direcionados, preferencialmente através de entidades privadas, e não por esquemas globais de seguridade social, administrados por políticos e burocratas.

 


LIBERAIS LUTAM PELO ALÍVIO DA POBREZA...

A pobreza pode assumir vários aspectos: a pobreza "estrutural", ou de massa, que até a revolução industrial parecia uma fatalidade humana; a pobreza "conjuntural", que tradicionalmente advinha de desastres climáticos ou de guerras e conflitos políticos, mas que, na civilização moderna, provém também de ciclos econômicos que provocam desemprego e recessão; e o "desvalimento", ou seja, a situação dos que não têm capacidade de trabalho por deficiências físicas ou mentais.

No tocante à questão global da pobreza, há um conflito histórico entre duas visões do mundo que se apresentam em várias formas e graus: o liberalismo e o dirigismo.

Os liberais insistem em separar duas questões que são habitualmente confundidas no debate corrente: a cura da pobreza e o igualitarismo. A extinção da pobreza absoluta é realizável e deve ser um objetivo social. O igualitarismo é utópico, e todas as tentativas de alcançá-lo geraram ineficiência ou despotismo.

Os liberais certamente lutarão pelo alívio da pobreza; mas rejeitam o igualitarismo socialista. Em outras palavras, consideram a "equidade" desejável e a "igualdade" impossível.

São várias as razões por que é fútil pretender-se, através do intervencionismo governamental, alcançar uma distribuição igualitária das rendas: 1) Deus não é socialista e distribuiu com profunda injustiça os dotes de inteligência, criatividade e diligência; 2) inexistindo normas objetivas de justiça, ou justiciadores sábios e benevolentes, torna-se perigoso tentar corrigir as injustiças divinas pela "justiça social" ditada pelo ideólogo, burocrata ou político de plantão; 3) fazer justiça social pela abolição da propriedade (solução comunista) ou pela tributação distributivista (solução socialista) redunda em tirania política e expurgos em massa, ou então, em perda de eficiência econômica (a supertributação desincentiva a criatividade e o esforço).

Donde ser melhor, como propõem os liberais, que o Estado seja mais modesto: deve buscar a extinção da pobreza absoluta sem tentar implantar o igualitarismo. Por isso os liberais não falam em "seguridade social universal" e não simpatizam com a "previdência pública compulsória". Preferem falar em "redes de segurança para os desvalidos" ou em "garantia de renda mínima" para os realmente pobres. No Brasil, a coisa é ainda mais rudimentar: a cura da inflação é prefácio e precondição da cura da pobreza.

Uma das deformações dos sistemas assistenciais desenvolvidos nas sociais- democracias é aquilo que George Stigler chama de "privilégios dos diretores", isto é, a captura de benefícios pela classe média. Esta, nas sociedades industrializadas, é politicamente muito mais numerosa que os ricos e muito mais articulada que os pobres.

Cria-se assim o "Transfer State", isto é, o Estado Transferidor, de que o nosso INSS é modelo exemplar. O "Transfer State" morde os ricos pela tributação e pune os pobres com aposentadorias ridículas, desviando recursos para o bem-estar da classe média _professores, jornalistas, magistrados, militares, congressistas e burocratas, que gozam de aposentadorias precoces, desproporcionais às contribuições. São os chamados "intitulamentos políticos".

A única maneira de se evitar que o poder político da classe média puna a produtividade dos mais eficientes e explore a passividade dos pobres é substituir o sistema de previdência pública compulsória pela capitalização individual.

É o sistema de cadernetas de poupança previdenciária, onde cada cidadão depositaria sua contribuição, sabendo que os benefícios futuros disso dependem. É o sistema chileno, no qual a contribuição compulsória, anteriormente paga ao governo, é aplicada em fundos de pensão privada, não havendo assim transferências imerecidas de renda.

O governo não intervém para redistribuir rendas, limitando-se a fiscalizar o sistema e a complementar a renda daqueles que, ao fim de sua vida laboral, não recebam um mínimo vital para sua sobrevivência. O curioso é que o tão vilipendiado general Pinochet, sem alardear superioridade ética ou sensibilidade social, intuiu duas coisas fundamentais para a diminuição da pobreza _o crescimento sustentado e a correção dos abusos do "Transfer State".

Lal e Myint demonstram a precariedade das tentativas de distributivismo social em países de baixa taxa de crescimento. Durante algum tempo, Costa Rica, Sri Lanka e Uruguai foram exibidos como exemplos de países bem-sucedidos nessa conciliação. Isso durou pouco porque esses países entraram em crises fiscais, ou estagnação econômica, tendo o Uruguai tido que rever seu pesado Estado Providência a fim de absorver ideias do modelo chileno.

A cura da pobreza não depende da decadência do político, da boa vontade do burocrata ou da piedade do clérigo. Depende do crescimento econômico. E as molas clássicas do crescimento continuam sendo a poupança, a produtividade e o espírito empresarial. Priorizar a realidade humilde, em vez de entronizar a utopia fugaz, é a grande virtude do liberalismo.


ESPAÇO PENSAR +

No ESPAÇO PENSAR+ de hoje: O LULOPETISMO x ISRAEL, por Percival Puggina. Confira aqui: https://www.pontocritico.com/espaco-pensar



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