IGNORÂNCIA
Em todos os dicionários, IGNORANTE é todo aquele que não tem instrução, que é estúpido, tolo, inepto, imbecil e revela desconhecimento e imperícia. E o antônimo é -sábio, culto, douto, erudito, instruído, letrado...-. Entretanto, no ambiente político do nosso empobrecido Brasil, ainda que nenhum dicionário mostre, a maioria do povo certamente não se deu conta de que o contrário de IGNORANTE é -ESPERTO, SAFADO, BANDALHO-. Ou, mais especificamente, aqueles que se aproveitam da INGENUIDADE E DA IGNORÂNCIA DO POVO para obter vantagens para si e para seus comparsas.
BURRICE DO POVO
Mais: não raro se ouve e lê que o grande e maior problema do nosso país está na BURRICE DO POVO. Ora, o comportamento do muar -BURRO- só pode ser comparado com um SER HUMANO quando este resolve EMPACAR ou é DOMINADO PELA INSISTENTE TEIMOSIA DO ERRO. Como se vê, a imensa maioria do povo sofre, e muito, de INTENSA IGNORÂNCIA, que é fortemente estimulada, tanto por POLÍTICOS quanto pela MÍDIA -ESPERTA, SAFADA E BANDALHA-. Assim, os sinais de TEIMOSIA são puros reflexos da constante manipulação.
GERAÇÃO PAULO FREIRE
Mais do que sabido, infelizmente, milhões de jovens brasileiros que hoje estão aptos a votar, fazem parte da lamentável GERAÇÃO PAULO FREIRE (autor da “Pedagogia do Oprimido”), cujos efeitos, além de estimular o aumento e/ou preservação da IGNORÂNCIA faz com que suas pobres vítimas se mostrem e manifestem como legítimos EMBRIAGADOS PELO POPULISMO, SEDUZIDOS PELO SOCIALISMO E DEMONIZAÇÃO PELO CAPITALISMO E DESINTERESSADOS COM A LIBERDADE.
REVOLUÇÃO CULTURAL
Confesso que tenho dificuldade para acreditar que Lula seja o grande preferido dos eleitores. Entretanto, como todos os institutos de pesquisa dão como certo que o MAIOR LADRÃO DO BRASIL é o preferido dos eleitores, com 44% ou 45% dos votos estimulados, vejo, com muita tristeza, o quanto foi exitosa a instrução, tanto da IGNORÂNCIA GERAL quanto e principalmente, da TEIMOSIA. Isto é a prova do quanto a REVOLUÇÃO CULTURAL foi profícua, a considerar que a maioria do povo quer porque quer a volta, de braços abertos e enorme felicidade, dos MAIORES CORRUPTOS E MAUS GESTORES da história do nosso empobrecido Brasil. Pode?
TEXTO DO PAULO POLZONOFF JR
A propósito deste importante e instigante tema, eis o texto do jornalista Paulo Polzonoff Jr , publicado hoje na Gazeta do Povo: - Lula lá? Se 65 milhões de brasileiros cogitam mesmo votar em Lula, onde foi que erramos?
Pesquisas passam por uma crise de credibilidade, sim. Mas, se Lula realmente conta com o apoio de 66 milhões de brasileiros é porque errados. E muito.
No texto que escrevi sobre a preocupação presidencial com o possível avanço de uma onda vermelha sobre o Brasil, convidei os leitores a uma conversa. Quem chegou ao quarto parágrafo leu o convite para puxar uma cadeira e participar do bate-papo, talvez até tomando uma cervejinha gelada. Nem todos, contudo, reagiram bem ao convite. Houve quem entrasse chutando a mesa e as cadeiras cuidadosamente dispostas e esbravejando: “Você está errado! Eu tenho razão!”.
Mas não aprendo. E, se não aprendo, é porque não quero aprender. Sei que há muita gente viciada em estar com a razão, mas não me vejo como traficante de certezas. Pelo contrário, se é para viciar as pessoas em algo, que seja na dúvida. Refletir dá uma barato que nem te conto!
Por isso, e a despeito de um ou outro malcriado, insisto no convite: chega mais. Puxe uma cadeira. Não, não essa. Essa é muito dura. Ô, Dani, onde é que tá aquela almofada? Não, não a verde; a amarela. O amigo aqui tá precisando. Melhor assim? Maravilha! Não liga, a Catota é desse jeito mesmo. Logo ela se acostuma com você. Ah, já já o café fica pronto. Vai querer? Daqueles bem fortes. Também tem cerveja na geladeira. Prefere uísque? É pra já! Quantas pedras de gelo? Seja sempre bem-vindo à nossa conversa diária.
PESQUISAS ELEITORAIS
Este texto se baseia nos dados de uma recente pesquisa eleitoral. E, sim, eu sei que as pesquisas eleitorais, não é de hoje, sofrem uma grave crise de credibilidade. Sucessivamente, os números das pesquisas insistem em contrariar a realidade que apreendemos intuitivamente. Acontece comigo também. Olho para os lados e não vejo 45% dos familiares e amigos afirmando que votarão em Lula. Por consequência, dou um passo atrás e digo para mim mesmo que, sei não, algo de estranho está estranho.
“Como assim um candidato ex-presidiário que não pode nem ir no barzinho da esquina bebericar sua cachacinha pode estar 20 pontos percentuais à frente do candidato e atual presidente que ainda atrai razoáveis multidões por onde passa?”, você e eu nos perguntamos. E, para essa e tantas outras perguntas, não tenho uma resposta. A lógica me faz crer que os institutos de pesquisa não teriam interesse em fraudar esse tipo de resultado. Afinal, o bem mais valioso para um instituto de pesquisa é, em teoria, sua credibilidade. Se ninguém acredita nas pesquisas de opinião, para que elas servem?
Feitas essas ressalvas necessárias (mas sempre insuficientes), o fato é que uma pesquisa recente mostra que Lula teria 45% dos votos dos brasileiros. Numa conta rápida, levando em consideração que o Brasil tem 147 milhões de pessoas aptas a votar, isso equivaleria a 66 milhões de eleitores. Arredondemos para 65, só para o título ficar bonitinho. Este é o número de brasileiros, nossos concidadãos, pessoas com as quais dividimos o escritório, o transporte público e o restaurante, e que, em teoria, a julgar pelos números de uma pesquisa, estariam dispostas a votar num ex-presidente que já passou 580 dias numa prisão de luxo.
As condenações pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro posteriormente foram malandramente anuladas pelos “guardiões da Constituição”. O que não quer dizer, em hipótese alguma, que Lula tenha sido inocentado.
IGNORÂNCIA TÃO PROFUNDA QUE OS ESCAPA
Dito isso, chegou a hora daquele momento que incomoda tanta gente: o de olhar para dentro. A fim de tentar entender onde foi que erramos, enquanto sociedade, a ponto de termos entre nós 65 milhões de semelhantes que no mínimo cogitam votar em Lula – o que significa devolver o poder a um grupo político caracterizado pela corrupção, autoritarismo e mentira.
O que leva um caminhoneiro, por exemplo, a dizer que prefere a corrupção do PT a um governo “que cobra um preço desses pelo diesel”? O que leva um intelectual todo racional, iluminista e ateuzão a depositar todas as suas esperanças (fé) em Lula? O que leva jornalistas – olá, colegas! – a defenderem um partido que despreza a liberdade de expressão? O que leva um cristão a cogitar votar numa facção que já se mostrou antirreligiosa e que, pior, se baseia numa ideologia que tem como base a força, e não a misericórdia?
De todos os exemplos citados, os únicos que fazem algum sentido são o dos intelectuais e o dos jornalistas – grupos tradicionalmente cooptados pelo espírito coletivista que insiste em nos assombrar, mesmo depois de todas as tragédias totalitárias do século XX. Aliás, faz sentido que todas as pessoas que de alguma forma sucumbiram à tentação da engenharia social (incluindo aí médicos, arquitetos e escritores) vejam até com naturalidade a ideia de votar em Lula. Afinal, eles agem movidos pela ambição de um dia construir uma nova Torre de Babel.
Quanto aos demais exemplos e outros tantos que não me ocorrem, resta a dúvida: agem movidos por ignorância ou por uma má-fé disfarçada de “jeitinho brasileiro”? Ora, quem me lê com as devidas frequência & atenção sabe que prefiro sempre pressupor ignorância a cogitar que alguém aja de forma deliberadamente mal-intencionada.
É ela, a ignorância, o que leva uma pessoa honesta a não enxergar a relação entre a crise e, por exemplo, o intervencionismo econômico. É a ignorância o que faz certas pessoas darem de ombros para a liberdade, considerando-a um valor menor. É a ignorância, inclusive a ignorância de si mesmo (daí a frase de Gustavo Corção lá no alto), que impede alguns de entenderem que o outro às vezes age movido por sentimentos mesquinhos, como a inveja e a vaidade, mesmo que de sua boca saiam palavras a exaltar “o bem comum”.
HONESTIDADE, AUTONOMIA, AUTO-SACRIFÍCIO
Se há, portanto, algo de verdadeiro na pesquisa, e se de fato 66 milhões de brasileiros pensam em entronar Lula novamente, é porque, nas últimas duas décadas, não conseguimos, apesar de todos os textos e debates e memes e documentários e cultos e decisões judiciais, criar uma sociedade baseada em valores como a honestidade, a autonomia e o auto-sacrifício. Pelo contrário, fomentamos essa ignorância que agora nos ameaça com a volta de Lula, exaltando a preguiça sobre a honestidade, a dependência sobre a autonomia e os prazeres sobre o auto-sacrifício.
Mas me diga: ainda tá bom esse uísque? Não quer mais gelo, não? Acho que vou cortar um salaminho pra gente. Xi, olha que sujeirada! Limpa logo isso, cara. Se a Dani vir vai ficar furiosa! Ah, meu Deus, aí vem ela. Disfarça, disfarça. Oi, amor, tudo bem? Não, não. Eu tava me levantando agora mesmo pra cortar um salaminho pra gente. A Catota? Não tenho a menor ideia de onde essa gata se enfiou. Mas onde é que estávamos mesmo? Ah, sim. Eu falava dos brasileiros que, de acordo com uma pesquisa aí, cogitam votar em Lula. Em Lula! Não dá mesmo pra acreditar numa coisa dessas.
PESQUISA
Ontem, 12, foi a vez da Genial Investimentos, em parceria com a Quaest - Consultoria e Pesquisa, divulgar uma PESQUISA QUANTITATIVA feita com 2000 eleitores brasileiros com 16 anos ou mais. O estudo inicia dando fartas informações sobre a AVALIAÇÃO DO GOVERNO JAIR BOLSONARO e encerra com a INTENÇÃO DE VOTO PARA PRESIDENTE, tanto em 1º turno quanto em 2º turno, como pode ser conferida no link https://www.cnnbrasil.com.br/politica/pesquisa-quaest-genial-lula-tem-45-bolsonaro-23-e-moro-9/
SEM SURPRESAS
Para quem já está acostumado com as pesquisas que dão como certa a vitória do marginal Lula, a pesquisa da Genial+Quaest não chega a surpreender. Entretanto, por mais que a pesquisa dê inúmeras e importantes informações, o fato é que poucos se interessam em ler e interpretar o que aparece nas 58 páginas do estudo. O que as pessoas querem saber é apenas e tão somente qual candidato goza da preferência dos eleitores. E neste particular a pesquisa revela que 45% dos eleitores preferem o criminoso e ex-presidiário e apenas 23% querem a continuidade de Bolsonaro.
ESTRATÉGIAS
Qualquer pesquisa que seja, antes de ser torpedeada pelos candidatos e/ou eleitores frustrados, deve ser vista e utilizada como instrumento importante de gerenciamento e definidor de estratégias que tenham como propósito conquistar os eleitores enquanto há tempo para tanto. Como as Eleições estão marcadas para acontecer em outubro, até lá cada candidato, que realmente manifestar real interesse na disputa, vai tratar de convencer os eleitores do quanto o Brasil e os brasileiros têm a ganhar com a sua vitória nas urnas.
PREOCUPAÇÃO ENORME
Entretanto, quando vejo que 45% querem a volta do MAIOR BANDIDO DA HISTÓRIA DO NOSSO PAÍS como presidente, por mais que não queira acreditar no que diz a pesquisa, isto me preocupa e muito. Este enorme percentual dá a entender que praticamente a metade da população brasileira sente muita falta da CORRUPÇÃO, DA ROUBALHEIRA E DA FANTÁSTICA MÁ GESTÃO PÚBLICA, como ficou provado ao longo dos destruidores 14 anos (2003 a 2016) de governos petistas.
BENCHMARKING
Mais: além das provadas e comprovadas GESTÕES FRAUDULENTAS, com o PT o Brasil se aproximou perigosamente do MODELO BOLIVARIANO, elaborado com todo cuidado pelo FORO DE SÃO PAULO, cuja CARTILHA utiliza como -benchmarking- as DITADURAS COMUNISTAS - CUBA E VENEZUELA-. Como os últimos discursos de alguns próceres do PT deixam bem claro que este será o norte do país, caso Lula vença a eleição, antes de jogar pedras nas pesquisas entendo que o melhor é entrar no jogo e tentar a vitória enquanto há tempo para tanto.
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DETALHE DIABÓLICO
Mais do que sabido, em todos os lugares do nosso planeta, com a colaboração intermitente dos principais meios de comunicação, os habitantes são levados, constantemente, a confundir CULPA com REFLEXO. No caso do nosso empobrecido Brasil, infelizmente, este fenômeno conta com um -plus-, qual seja da existência de um tenebroso CONSÓRCIO criado e formado por grandes (maiores) MEIOS DE COMUNICAÇÃO com um único e focado propósito: -DISCORDAR, CRITICAR E DEMONIZAR- praticamente tudo que é PENSADO, PROPOSTO, APRESENTADO E REALIZADO pelo atual governo. Com um detalhe diabólico: aquilo que promove ganhos indiscutíveis para o povo, a ordem é deixar sonegar e/ou ignorar a INFORMAÇÃO.
AUMENTO RELATIVO DE PREÇOS
Vejam, por exemplo, o caso do -AUMENTO RELATIVO DE PREÇOS-, que a mídia, em geral, consorciada ou não, rotula de INFLAÇÃO. Para que fique bem claro, as VARIAÇÕES DE PREÇOS DOS PRODUTOS E SERVIÇOS não tem -CULPADOS-. O que acontece nestes casos são -REFLEXOS- que atingem, da mesma forma, PRODUTORES, COMERCIANTES E CONSUMIDORES.
CARTA
Esta observação se faz necessária face à incrível MÁ VONTADE, somada a um TOTAL DESCONHECIMENTO sobre o conteúdo da CARTA ABERTA que o presidente do banco Central, Roberto Campos Neto, enviou, ontem, 11, ao ministro da Economia, Paulo Guedes, na qual explica as razões que levaram a inflação de 2021 a ficar acima da meta fixada pelo Conselho Monetário Nacional. Pois, para começar é importante esclarecer que a CARTA é exigida quando a META DE "INFLAÇÃO" DO ANO deixa de ser cumprida. Como o BC é o responsável pela política monetária, a instituição tem o dever de explicar os motivos que levaram a alta acima do previsto.
REFLEXOS
Pois, a considerar os motivos apontados na CARTA DO BC, o AUMENTO DE PREÇOS, por ser UNIVERSAL E INÉDITO, não têm CULPADOS. Atenção: Tanto a significativa e real CRISE HÍDRICA quanto a visível ALTA GLOBAL DOS PREÇOS são inconfundíveis -REFLEXOS-. Mais: a parte que, eventualmente, poderia contemplar a existência de -CULPADOS-, no caso o governo e/ou a autoridade monetária (BC), só seria cabível no caso de haver um AUMENTO DO PERCENTUAL DE MOEDA ACIMA DO AUMENTO PERCENTUAL DE BENS E SERVIÇOS, o que não ocorreu.
VERDADEIROS CULPADOS
Pois, mesmo admitindo que o aumento de moeda, pelo efeito PANDEMIA, tenha contribuído para o aumento dos preços relativos, o que realmente precisa ser dito e repetido é que os VERDADEIROS CULPADOS estão 1- no CONGRESSO NACIONAL, que simplesmente ignorou as REFORMAS ESTRUTURANTES, como as REFORMAS - ADMINISTRATIVA, POLÍTICA, TRIBUBUTÁRIA, etc...-, consideradas pra lá de necessárias para o desenvolvimento econômico e o equacionamento do sério problema fiscal; e, no JUDICIÁRIO, notadamente no STF, que não raro IMPÔS,DECIDIU E OBRIGOU o governo a PAGAR MUITO DAQUILO QUE NÃO CABE NO ORÇAMENTO DA UNIÃO, como é o caso, por exemplo, dos precatórios.
ANO ELEITORAL
Como estamos em pleno ANO ELEITORAL, o que menos importa é o tempo que nos separa do dia 2 de outubro (primeiro turno) ou 30 de outubro (segundo turno). O que realmente importa é aquilo que os candidatos, pelo histórico político e pelo posicionamento ideológico, se comprometem a FAZER para dar cumprimento ao que pregam ao longo da campanha eleitoral. Isto também inclui, obviamente, o firme compromisso de DESFAZER muito daquilo que está em vigor, mas não combina minimamente com os princípios ideológicos do novo governante.
COISAS SEM FIM...
Pois, se em dois ou três Editoriais elenquei algumas COISAS QUE CERTAMENTE VOLTAM COM O PT NO GOVERNO, pelo andar da carruagem neste início de 2022 vejo que a LISTA DIABÓLICA DE COISAS (SEM FIM) SÓ AUMENTA. E quem faz questão de deixar isto bem claro é o próprio partido, a considerar as recentes afirmações proferidas, tanto pela presidente do PT, Gleisi Hoffman, quanto por petistas da gema, como José Genoíno e Dilma Rousseff, nas entrevistas que concederam ao portal Brasil 247.
COM A MESMA GARANTIA
Vejam que além das CINCO COISAS QUE O PT JÁ CONFIRMOU QUE FARÁ CASO VOLTE A GOVERNAR EM 2023 (que Deus e principalmente os eleitores nos livrem desta PRAGA TERRÍVEL) que elenquei no editorial de 29/12 - 1- IMPOSTO SINDICAL; 2- INVASÕES DO MST e/ou MTST; 3- INCHAÇO DO ESTADO; 4- CORRUPÇÃO INSTITUCIONAL; e, 5- ALIANÇAS COM DITADURAS; muitas outras já entraram na longa LISTA com a mesma e certa garantia, como é o caso, por exemplo, das -REVOGAÇÕES- do BC INDEPENDENTE, DA REFORMA TRABALHISTA, DA POLÍTICA DE PREÇOS DOS PRODUTOS REFINADOS PELA PETROBRAS e DAS PRIVATIZAÇÕES.
CANOA FURADA DO COMUNISMO
Se em 2002, quando Lula foi eleito presidente, o discurso do petista foi recheado de PAZ E AMOR, o que levou muitos eleitores a embarcar na canoa furada do COMUNISMO, desta vez, como afirmou ontem a prócer petista Gleisi Hoffman, neste ano o PT não vai lançar uma nova "CARTA AO POVO BRASILEIRO" assim como não vai atender ao que chamou de "mimimi do mercado". - "Não tem necessidade de carta ao povo brasileiro. As pessoas já conhecem o Lula. Não precisamos mais de um Palocci", disse Gleisi à coluna de Malu Gaspar, em O Globo. Em outras palavras - desta vez o PT vai para o -tudo ou nada-!
ESPIRAL DA DESTRUIÇÃO
Diante desta postura determinada do PT, todos aqueles que não querem, em hipótese alguma, a volta do COMUNISMO, precisam entrar em ação quanto antes para evitar que o Brasil entre na ESPIRAL DA DESTRUIÇÃO IRREVERSÍVEL. Anotem aí: desta vez as mudanças serão rápidas para impedir que o novo presidente venha a sofrer, como no caso da Dilma, um eventual processo de impeachment, que simplesmente interrompeu a trajetória prescrita na CARTILHA DO FORO DE SÃO PAULO. Aliás, este foi o ERRO CONFESSO do PT, segundo afirma, claramente, José Dirceu.
COMENTÁRIO POLÍTICO DE PAULO MOURA
Para reforçar o que exponho neste editorial sugiro que assistam o comentário político de hoje, 11/01, do pensador e cientista político Paulo Moura ( - Em entrevistas Gleisi, Dilma e Genoíno revelaram a verdadeira essência do projeto de poder do PT por trás da candidatura de Lula - (https://www.youtube.com/watch?v=ZfTbVgglwzo&t=14s). Quem se dispõe a vencer esta GUERRA ELEITORAL não pode esperar a data de Eleição. É preciso entrar já em campo!
LIVRO
Todos os dias, isto significa, literalmente, DIA SIM OUTRO TAMBÉM, recebo notícias sobre surgimentos e/ou operações desenvolvidas por uma ou mais STARTUPS. Pois, no final do ano passado, um dia após uma longa conversa que tivemos enquanto tomávamos um já rotineiro café, em Porto Alegre, sobre as incríveis mudanças que estão ocorrendo mundo afora por conta do rápido progresso da TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, o pensador Roberto Rachewsky me enviou o ótimo livro - DE ZERO A UM - de autoria de Peter Thiel com Blake Masters.
PRIORIDADE MÁXIMA
Como já tinha alguns livros na fila, a vez do -DE ZERO A UM - chegou na semana passada. Pois, na medida em que -devorava- a obra de Thiel e Masters, sem desmerecer as leituras anteriores fui rapidamente me convencendo de que a obra presenteada pelo Rachewsky deveria ter merecido PRIORIDADE MÁXIMA. Como tenho formação em Administração, e por um longo período lecionei em faculdades de SP e do RS, sugiro que todos os professores leiam com atenção este livro, que mostra - O QUE APRENDER SOBRE O EMPREENDEDORISMO COM O VALE DO SILÍCIO.
DESAFIO DO FUTURO
De início, os autores falam sobre o FUTURO de forma singular: se nada em nossa sociedade mudar nos próximos cem anos, o futuro está a cem anos de distância. Se as coisas mudarem de maneira radical na próxima década, o futuro está próximo. Ninguém consegue prever o futuro exatamente, mas sabemos duas coisas: será diferente e deve estar enraizado no mundo atual. Quando pensamos no futuro esperamos um tempo de progresso. Esse progresso pode assumir uma ou duas formas: PROGRESSO HORIZONTAL OU EXTENSIVO; ou o PROGRESSO VERTICAL, OU INTENSIVO.
PROGRESSO HORIZONTAL: - IR DE 1 A N -
O PROGRESSO HORIZONTAL, OU EXTENSIVO é ir de - 1 a n -. Ele é fácil de imaginar porque já conhecemos a sua aparência. No seu nível macro, é GLOBALIZAÇÃO, ou seja, pegar coisas que funcionam em algum lugar e fazer com que funcionem em todos os lugares. A China é o exemplo paradigmático da globalização: seu plano de vinte anos é tornar-se o que os EUA são hoje. Eles vêm copiando tudo que tem dado resultado no mundo desenvolvido, como ferrovias do século XIX, ar-condicionado do século XX e mesmo cidades inteiras. Podem até saltar algumas etapas no caminho, mas mesmo assim estão copiando.
PROGRESSO VERTICAL: - IR DE ZERO A 1-
O PROGRESSO VERTICAL OU INTENSIVO significa criar COISAS NOVAS, ou - IR DE 0 A 1 -. Este ''é mais difícil de se imaginar porque requer algo que ninguém fez antes". Se você pega uma máquina de escrever e fabrica cem máquinas, fez um progresso HORIZONTAL. Já se você tem uma máquina de escrever e desenvolve um processador de texto, aí fez um progresso VERTICAL. A palavra para este progresso -VERTICAL, de 0 a 1, é TECNOLOGIA. E quando se fala em TECNOLOGIA, a força mais importante de uma empresa nova é o PENSAMENTO NOVO, onde aparecem as SATARTUPS, que cultivam e regam constantemente o ESPAÇO PARA PENSAR.
ESPAÇO PENSAR +
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NOVO MARCO CAMBIAL ENTRA EM VIGOR EM 2023
Na semana anterior publiquei uma nota informando que o presidente Jair Bolsonaro sancionou, no dia 30/12/2021, o NOVO MARCO CAMBIAL, que permite, enfim, que contas de pessoas físicas em dólar sejam criadas no país. Como bem informa o texto, o NOVO MARCO CAMBIAL dá uma cara nova à legislação atual, que data do longínquo ano de 1935. Mas, muita atenção: poucos perceberam que a NOVA LEI CAMBIAL só entrará em vigor em janeiro de 2023.
PONTOS PRINCIPAIS
Ainda assim, vale anotar as principais novidades que contemplam este importante NOVO MARCO CAMBIAL. Como tal aproveito o resumo esclarecedor, preparado pela repórter Marilia Almeida, da Exame, no qual elenca os SEIS PRINCIPAIS PONTOS DA NOVA LEI:
1. COMPRA E VENDA de moeda estrangeira entre PESSOAS FÍSICAS. - Voltou de uma viagem para o exterior com dólares sobrando da carteira e pensou em vender para alguém que vai viajar? Pois saiba que isso era proibido pelo Banco Central e continuará a ser até o fim deste ano (2022). Apenas em 2023, quando a nova lei entra em vigor, isso passará a ser autorizado. Mas haverá limitações. O limite para a negociação de moeda estrangeira entre pessoas físicas de forma eventual e não profissional será de US$ 500. Quem negociar moedas de forma recorrente e em valores acima de US$ 500 corre o risco de ser enquadrado como doleiro, atividade que continua proibida no país.
NOVOS LIMITES
2. NOVOS LIMITES PARA LEVAR MOEDAS EM ESPÉCIE EM VIAGENS. - O novo marco cambial também ampliou para US$ 10.000, ou o equivalente em outras moedas, o limite para ingressar ou sair do Brasil sem ter que declarar o porte de valores em espécie.
Ou seja, levando em conta a cotação do dólar desta quinta-feira, dia 6 de janeiro, qualquer brasileiro poderia carregar o equivalente a até R$ 57.000 em espécie. Mas as regras entram em vigor em 2023. Atualmente, o limite é de R$ 10.000.
CONTAS EM DÓLAR
3. CONTAS EM DÓLAR NO BRASIL. - Com relação a contas em moeda estrangeira no Brasil, o Banco Central frisa que a nova lei não traz qualquer inovação quanto às situações em que tais contas são admitidas nem traz indicativo para expansão dessas possibilidades. Mas, segundo especialistas, a nova lei seria o primeiro passo para a permissão de contas em dólar no Brasil, uma vez que transfere ao BC e ao Conselho Monetário Nacional a responsabilidade sobre eventuais normas nesse sentido. Caso o BC decida conceder a permissão, a abertura de conta em moeda estrangeira possibilitará a realização de viagens internacionais e de transações internacionais (como a compra de produtos ou serviços) na moeda escolhida, evitando o custo de encargos tributários existentes hoje na utilização de cartão de crédito no exterior e em cartões pré-pagos em moeda internacional - é o caso da alíquota de 6,38% de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), diz César Garcia, diretor jurídico do Travelex Bank.
"Trazer essas contas para a nossa estrutura no país trará maior segurança jurídica para os clientes e nos permite agregar a ela outros produtos que já oferecemos no país", afirma Barreiro. A conta em dólar pode ser usada, por exemplo, por trabalhadores freelancers que recebem por serviços no exterior em moeda estrangeira, para investir no exterior ou receber dinheiro de parentes em intercâmbio, diz Barreiro. "Além disso, muitas pessoas se sentem confortáveis em ter uma reserva em moeda forte. Sem opção de conta corrente neste formato, acabam optando por dinheiro em espécie.
CONTAS EM REAIS NO EXTERIOR
4. PERMISSÃO DE CONTAS EM REAIS NO EXTERIOR. - No novo marco cambial, o BC também permite a criação de contas em reais no exterior. A nova regra está em linha com uma das funções programadas para o Pix, a transferência internacional.
A implantação vai depender, no entanto, do apetite de cada país por essas contas. "É necessário observar se o real será relevante lá fora. Na América do Sul, provavelmente será. Mas é um processo demorado, que dependerá do desempenho da moeda nos próximos anos", diz Kenneth Antunes Ferreira, sócio da área de Bancário, Operações e Serviços Financeiros do escritório de advocacia Lefosse.
RESIDENTES E NÃO-RESIDENTES
5. TRATAMENTO IGUALITÁRIO PARA CONTAS DE RESIDENTES E NÃO-RESIDENTES. - Atualmente é difícil encontrar contas em reais para brasileiros que vivem no exterior, aponta Renata Cardoso, sócia da área Bancário, Operações e Serviços Financeiros do Lefosse. "Em muitos casos, os não-residentes optam por não dar baixa na residência no Brasil para continuarem a se beneficiar da conta em reais", explica. O novo marco cambial busca mudar esse panorama. O artigo 5º estabelece que contas em reais detidas por não-residentes passarão a ter o mesmo tratamento que as contas em reais mantidas por residentes, exceto pelos requisitos e procedimentos que a BC vier a estabelecer. "É algo muito importante para quem tem família no exterior e idas e vindas de recursos, como pagamento de pensão a filhos e negociação de bens no país", afirma Cardoso. Ainda assim será necessário esperar a regulamentação do BC para verificar se os bancos vão operar essas contas, diz Ferreira, do Lefosse.
REDUÇÃO DE CUSTOS
6. REDUÇÃO DE CUSTOS E ESTÍMULO À CONCORRÊCIA. - O novo marco cambial prevê estímulos à redução de estruturas operacionais e jurídicas dos participantes do mercado de câmbio, o que, em tese, irá incentivar a entrada de novas empresas no mercado e reduzir custos para quem utiliza os serviços. Renata Cardoso, do Lefosse, cita um exemplo: -"Os bancos poderão passar a pedir que os próprios clientes classifiquem suas operações cambiais, o que poderá significar uma redução no custo de observância, monitoramento e back office, algo que hoje é repassado aos clientes." A redução de "papelada" burocrática deve se traduzir em spreads mais baixos e valores menores cobrados na troca de moeda estrangeira, diz Pedro Barreiro, da Wise. Mas ele aponta que é prematuro fazer previsões sobre o tamanho do impacto. "Vai depender de como o BC irá normatizar e regulamentar a lei ao longo deste ano."
ESPAÇO PENSAR +
No ESPAÇO PENSAR+ de hoje, COMUNISMO, ESSE INSEPULTO, por Percival Puggina. Confira no link: https://www.pontocritico.com/espaco-pensar