LOUCURA POLÍTICA
Para aqueles que buscam razões e explicações sobre o pensamento e o comportamento dos ESQUERDISTAS, me apresso em acompanhar a sugestão feita por um leitor atento o qual sugere a leitura do livro - A MENTE ESQUERDISTA -AS CAUSAS PSICOLÓGICAS DA LOUCURA POLÍTICA, do psiquiatra americano Dr. Lyle H. Rossiter, formado na Universidade de Chicago. Por conta da grande experiência adquirida no campo do diagnóstico e tratamento de DOENÇAS MENTAIS, Lyle passou a ser muito requisitado por inúmeros órgãos públicos, tribunais e advogados particulares como -PSIQUIATRA FORENSE- prestando consultoria em milhares de casos civis e criminais na Justiça dos EUA.
ATAQUES DO ESQUERDISMO
Na sua obra, Lyle H. Rossiter discorre sobre a -NATUREZA HUMANA E A LIBERDADE HUMANA E A RELAÇÃO ENTRE ELAS-. Resumidamente, é uma tentativa de conectar mecanismos da mente a certas condições econômicas, sociais e políticas, aquelas sob as quais a LIBERDADE E A ORDEM PODEM FLORESCER. Mais: em seus esforços "para formar uma União perfeita", os -FUNDADORES DA AMÉRICA- TINHAM A INTENÇÃO DE ESTABELECER A JUSTIÇA, ASSEGURAR A PAZ, GARANTIR A DEFESA DA NAÇÃO, PROMOVER SEU BEM-ESTAR GERAL E PROTEGER AS BENÇÃOS DA LIBERDADE-. Entretanto, ao longo do século XX inteiro e o início deste século (XXI), o que se viu foram -ATAQUES INCANSÁVEIS DO ESQUERDISMO A TODOS ESSE OBJETIVOS-. Embora contundentemente deficientes em termos de substância política, esses ataques têm sido bem-sucedidos na exploração da natureza psicológica do homem para propósitos socialistas. O enfrentamento desses destrutivos ataques, segundo Rossiter, exige uma compreensão clara da relação entre a psicologia humana e o processo social.
IMATURIDADE DE FUNDO - PAI PROTETOR
Em tese, para o psiquiatra, o ESQUERDISMO, mais do que uma escolha racional, nasce de traços psicológicos e emocionais. Para ele, há uma IMATURIDADE DE FUNDO que se revela através da tendência de esperar que o Estado assuma o papel de “pai protetor”, suprindo necessidades, resolvendo conflitos e anulando responsabilidades individuais. Eis aí os PRINCIPAIS TÓPICOS:
PRINCIPAIS TÓPICOS
1. PSICOLOGIA DA DEPENDÊNCIA - Lyle descreve o “progressista” como alguém que rejeita a autonomia adulta. Segundo ele, há uma dificuldade de lidar com a responsabilidade pessoal e com os limites impostos pela realidade. Essa postura leva a uma demanda constante por INTERVENÇÃO ESTATAL como se fosse um substituto da AUTORIDADE PARENTAL.
2. O PAPEL DA VÍTIMA - Rossiter aponta que o discurso de esquerda se ancora fortemente na vitimização. Ao ver indivíduos e grupos como eternas vítimas de forças externas, cria-se justificativa para transferir poder e recursos ao Estado.
3. UTOPIA E NEGAÇÃO DA REALIDADE - O autor critica a crença em uma sociedade perfeita, livre de desigualdades, injustiças e sofrimentos. Ele associa isso à negação dos aspectos trágicos e imperfeitos da condição humana. Essa utopia, segundo Rossiter, leva a políticas inviáveis e destrutivas.
4. ATAQUES ÀS INSTITUIÇÕES TRADICIONAIS - O livro enfatiza que família, religião e livre iniciativa são alvos frequentes da esquerda. O motivo, para o autor, é que essas instituições reforçam independência e responsabilidade pessoal, em contraste com a dependência do Estado.
5. A LOUCURA POLÍTICA - Rossiter usa sua formação em psiquiatria para argumentar que o esquerdismo, em essência, é uma PATOLOGIA SOCIAL. Ele o descreve como uma forma de regressão psicológica que infantiliza o cidadão e enfraquece a sociedade.
CONCLUSÃO
Rossiter conclui que a mente esquerdista -busca segurança e proteção às custas da liberdade e da responsabilidade-. Para ele, isso leva inevitavelmente a GOVERNOS MAIS AUTORITÁRIOS E MENOS EFICIENTES. Em contraste, o CONSERVADORISMO valorizaria a MATURIDADE, a AUTODISCIPLINA e o REALISMO SOBRE A NATUREZA HUMANA.
ESPAÇO PENSAR +
No ESPAÇO PENSAR + de hoje: A LINHA VERMELHA, por Percival Puggina. Confira aqui: https://www.pontocritico.com/espaco-pensar
SINO DA DITADURA
As fortes badaladas do SINO DA DITADURA BRASILEIRA, conduzida pela -JUNTA GOVERNAMENTAL- composta pelo presidente LULA, pela maioria dos ministros do STF e pelos irrelevantes presidentes da Câmara e do Senado, dão por encerrado o mês de agosto com a PROMESSA, ou CERTEZA, de que nos próximos quatro meses que restam para o fechamento de 2025 a -TIRANIA- será ainda mais implacável com aqueles que insistem com a volta da DEMOCRACIA.
LEI MAGNITSKY E TARIFAÇO
Antes de tudo há que se admitir que o que menos faltou neste incrível mês foi EMOÇÃO. Ainda que Donald Trump tenha SANCIONADO o ministro Alexandre de Moraes com a LEI MAGNITSKY no dia 30 de JULHO, o FATO é que a REPERCUSSÃO, assim como o ESPERNEIO DO MINISTRO E SEUS APOIADORES, aconteceu pra valer ao longo do mês de AGOSTO. Além disso, VALE LEMBRAR, o SOBERANO -TARIFAÇO- imposto aos produtos e serviços que o Brasil exporta para os EUA, entrou em vigor no dia 6 DE AGOSTO, deixando milhares de empresários exportadores em MODO -DESESPERO-.
TANTAS EMOÇÕES...
Como se já não bastasse TANTAS EMOÇÕES, na terça-feira, 26, a COMISSÃO PARLAMENTAR MISTA -que PROMETE INVESTIGAR as FRAUDES DO INSS-, deu início aos trabalhos. Ontem, quinta-feira, 28, a POLÍCIA FEDERAL e a Receita Federal entraram em cena para DEFLAGAR DUAS INUSITADAS OPERAÇÕES VOLTADAS AO COMBATE AO CRIME ORGANIZADO, mais precisamente o PCC.
QUASAR E TANK
1- OPERAÇÃO -QUASAR- que tem como objetivo desarticular uma organização criminosa especializada em lavagem de dinheiro e gestão fraudulenta de INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS. A investigação identificou um esquema sofisticado que utilizava fundos de investimento para ocultar patrimônio de origem ilícita, com indícios de ligação com facções criminosas.
2- OPERAÇÃO -TANK-, visando o desmantelamento de uma das maiores redes de lavagem de dinheiro já identificadas no estado do Paraná. O grupo criminoso atuava desde 2019 e é suspeito de ter lavado pelo menos R$ 600 milhões, movimentando mais de R$ 23 bilhões por meio de uma rede composta por centenas de empresas, incluindo postos de combustíveis, distribuidoras, holdings, empresas de cobrança e instituições de pagamento autorizadas pelo Banco Central.
DÚVIDA CRUCIAL
Por mais importantes que sejam as EMOÇÕES vividas (até agora, faltando poucas horas para o encerramento do mês de AGOSTO), a grande e crucial dúvida que, infelizmente, paira na cabeça dos brasileiros dotados de discernimento é a seguinte:
1- o STF vai validar tudo aquilo que a CPMI DA FRAUDE DO INSS promete desnudar?
2- o PCC, que Lula garante não ser uma ORGANIZAÇÃO TERRORISTA e/ou CRIMINOSA, vai aceitar tudo aquilo que as DUAS OPERAÇÕES DEFLAGRADAS PELA POLÍCIA FEDERAL E PELA RECEITA FEDERAL devem revelar?
Confesso que tenho muita dificuldade para acreditar que algo de bom vai acontecer...
ESPAÇO PENSAR+
No ESPAÇO PENSAR+ de hoje: A TEORIA E A PRÁTICA DA DESFAÇATEZ, por Alex Pipkin. Confira aqui: https://pontocritico.com/espaco-pensar
RAINHA DE COPAS
Na medida em que o ministro -SEM FREIOS-, Alexandre de Moraes, passou a tomar decisões absurdas sobre qualquer coisa, ignorando por completo o que reza e determina a nossa Constituição, mais e mais textos contendo críticas e comentários passaram a ser produzidos e compartilhados por cidadãos que prezam a LIBERDADE, a DEMOCRACIA e o ESTADO DE DIREITO. Pois, de tantos textos que recebo a todo momento, esse aí, com o título - CORTEM-LHE A PALAVRA-, escrito pelo advogado Leonardo Corrêa, no qual compara Moraes com a RAINHA DE COPAS, merece ser repassado. Eis:
ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS
“Em Alice no País das Maravilhas, Lewis Carroll nos apresenta uma figura tão excêntrica quanto tirânica: a Rainha de Copas. Soberana de um reino sem lógica, ela governa por impulsos, irrita-se com perguntas e sente prazer em ordenar, a cada contrariedade, a execução sumária de seus súditos. Seu grito de guerra — “Cortem-lhe a cabeça!” — não depende de CULPA, de PROVAS, nem mesmo de CONTEXTO. Bastam um olhar enviesado, uma palavra mal colocada ou um simples gesto de autonomia para que a sentença seja proferida antes mesmo do julgamento. O processo, ali, é uma encenação. A rainha não ouve: ela DECRETA.
CORTEM-LHE A CABEÇA
A RAINHA DE COPAS não é má apenas por ser cruel. Ela é perigosa porque transforma a autoridade em capricho. A lei, em sua corte, não é um limite — é um enfeite. O ritual da justiça serve apenas para legitimar o comando que já foi emitido antes da audiência começar. “Cortem-lhe a cabeça!” substitui o veredito. E o veredito, como tudo em seu reino, é proferido com a leviandade de quem nunca foi contestado.
DEPOIMENTO DE ALDO REBELO
Foi impossível não evocar essa figura ao ler a matéria publicada pelo G1, em 23 de maio de 2025, sobre o depoimento do ex-ministro Aldo Rebelo na ação que apura a suposta tentativa de golpe de Estado. Segundo o jornal, o ministro Alexandre de Moraes interrompeu a oitiva e ameaçou prender a testemunha por desacato, caso ela “não se comportasse”. Nenhuma ofensa foi registrada. Nenhum desrespeito à ordem. Apenas uma divergência interpretativa. Rebelo, como é de seu perfil público, expôs uma leitura crítica sobre os fatos do 8 de janeiro, sugerindo que foram superdimensionados por conveniência política.
RESPOSTA REVELADORA
A resposta do ministro foi imediata — e reveladora:
Alexandre de Moraes: “O senhor está aqui como testemunha, e não como comentarista político. Se não se comportar como testemunha, será preso por desacato. O senhor está aqui para responder objetivamente ao que for perguntado.”
Aldo Rebelo: “Ministro, estou respondendo com objetividade.”
Alexandre de Moraes: “Não está. Está fazendo ilações e comentários. A audiência não é o lugar para isso.”
O que se vê aqui não é a preservação da ordem processual — é a domesticação da palavra. A testemunha é tolerada enquanto confirma a versão oficial. Quando ousa pensar, transforma-se em ameaça. E como no reino da Rainha de Copas, o veredito vem antes da escuta. A sentença é prévia: “Comporte-se ou será preso.” A divergência já é suspeita. A consciência crítica, quase subversiva.
JOGO DE COPAS
Não houve quebra de decoro. Houve, sim, quebra de narrativa. E é isso que não se perdoa no reino das copas togadas. No mundo jurídico que se desenha, onde o processo tornou-se rito de confirmação, o dissenso é tratado como disfunção. A testemunha que ousa falar fora do script institucional é imediatamente chamada à ordem — não à ordem da lei, mas à ordem da submissão. “Comporte-se ou será preso” é apenas a versão jurídica de um velho brado: Cortem-lhe a palavra!.
A Constituição brasileira, no entanto, não foi escrita para agradar soberanos de temperamento instável. O artigo 5º, inciso LIV, estabelece o devido processo legal como pedra angular da República. Isso implica respeito à imparcialidade do juiz, à liberdade das partes — inclusive das testemunhas — e à distinção entre julgar e acusar. O juiz que ameaça prender uma testemunha por expressar uma leitura divergente dos fatos, sem provocação do Ministério Público, não atua como garantidor: atua como parte. Mais que isso: atua como dono da sala, do processo e da verdade. Há decisões que protegem o Estado de Direito. E há decisões que protegem o Estado contra o Direito. Saber distingui-las não é rebeldia — é responsabilidade republicana.
O silêncio do Ministério Público, se confirmado, é cúmplice por omissão. Quando o órgão acusador abdica da sua função, e o juiz assume o comando do espetáculo, o processo penal deixa de ser instrumento de Justiça e passa a ser ritual de domesticação. Testemunhas passam a ser personagens. E o julgamento, uma peça escrita para legitimar o desfecho previamente desejado.
Essa fusão entre o Estado que acusa e o Estado que julga não é nova — é, na verdade, uma das fórmulas clássicas dos regimes autoritários. Nos sistemas em que o poder se fecha sobre si mesmo, a distinção entre quem investiga, quem denuncia e quem condena desaparece. O processo se torna teatro. E o juiz, longe de ser árbitro, torna-se diretor e protagonista da narrativa de poder.
A ameaça de prisão não foi jurídica — foi pedagógica. Serviu de aviso a todas as futuras testemunhas: digam o que esperamos ouvir ou preparem-se para sanções. O que se exige, agora, não é apenas que se respondam às perguntas — é que se confirmem as teses. A verdade já não é o objetivo. Ela é o obstáculo.
Contra isso, a resposta não pode vir da teatralidade ou da indignação performática. Ela precisa vir do texto, da Constituição, dos princípios do Constitucionalismo Republicano. Porque juiz não é rei, nem rainha. A toga não confere infalibilidade, mas responsabilidade. O poder de punir não autoriza o poder de intimidar. E quando o Estado passa a tratar a divergência como insubordinação, ele rompe com os fundamentos da República e abraça, com pompa e sem remorso, a lógica das cartas marcadas.
No mundo real, não há “CORTEM-LHE A CABEÇA”. Mas há algo talvez mais cruel: o “CORTEM-LHE O MICROFONE, o CORTEM-LHE O SENTIDO, o CORTEM-LHE A LIBERDADE. E nesse JOGO DE COPAS, quem perde não é a testemunha — é a JUSTIÇA.
Mas talvez nos reste uma pergunta incômoda, quase imprópria: e nós? Que papel nos cabe nesse tribunal onde a palavra é vigiada e o silêncio é conveniente? Não seríamos, por acaso, os súditos discretos da Rainha de Copas, tão habituados à encenação que já confundimos justiça com espetáculo? Talvez o grito não seja mais “cortem-lhe a palavra”, mas algo mais manso — e mais eficaz: “sigam assistindo”. Sem cabeças rolando — mas com o Estado de Direito, lentamente, sendo cortado pela raiz.”
IMAGEM DESGASTADA
Nesta semana, uma notícia que chamou a atenção dá conta de que o STF, na vã tentativa de -melhorar- a PÉSSIMA IMAGEM construída com extrema dedicação pela maioria de seus ministros ao longo dos últimos anos junto à sociedade brasileira -e mundial-, achou por bem -CONVIDAR- 26 INFLUENCIADORES DIGITAIS - a maioria obviamente DE ESQUERDA-, para um festivo encontro de dois dias, em Brasília.
ILUSIONISTAS
Na real, sem a menor sombra de dúvida, a hercúlea tarefa que está sendo proposta aos 16 INFLUENCIADORES DIGITAIS faz com que todos saibam que só foram convidados e/ou escolhidos porque o STF os considera como verdadeiros -ILUSIONISTAS-, do tipo que usam TRUQUES E HABILIDADES NATURAIS para criar a FALSA IDEIA de algo IMPOSSÍVEL, sem recorrer a poderes sobrenaturais.
EN PASSANT
A propósito, vale lembrar que esta inciativa do STF nos remete "en passant", às AÇÕES do Ministro da Propaganda e/ou INFLUENCIADOR Joseph Goebbels, que durante a Segunda Guerra fez uso intensivo do RÁDIO, da IMPRENSA (jornais e revistas), dos FILMES, dos COMÍCIOS e das MANIFESTAÇÕES POLÍTICAS para DISSEMINAR a IDEOLOGIA NAZISTA. Goebbels entendia, assim como os ministros Luis Barroso, Alexandre de Moraes e Flávio Dino também entendem, que a -PROPAGANDA MENTIROSA- precisa ser MASSIVA, CONSTANTE E APELATIVA, moldando a OPINIÃO PÚBLICA através da criação de um FERVOR PATRIÓTICO E DA EXALTAÇÃO DO REGIME. Até que, pelo EFEITO REPETIÇÃO, as MENTIRAS acabem soando como se VERDADES fossem.
FÁBRICA DE INJUSTIÇAS
Pois, pelo andar da carruagem, os INFLUENCIADORES que aceitarem o -NEGÓCIO proposto pelo STF- sabem perfeitamente que ao invés de ganhar mais prestígio juntos aos seus INFLUENCIADOS estarão correndo sério risco de acabar PERDENDO SEGUIDORES. O brasileiro em geral, ainda que inúmeros cérebros tenham sido sugados por ações e iniciativas POPULISTAS, já percebeu que o STF se transformou numa enorme FÁBRICA DE INJUSTIÇAS.
PREPARADOS
Ontem, 25, durante evento na capital paulista, ao fazer comentários sobre a LEI MAGNITSKY, o banqueiro André Esteves, sócio controlador do BTG Pactual, disse que os bancos estão preparados e que não vê nenhuma desarmonia. Mais: - Vamos seguir o caminho dentro das regras locais e internacionais. Não é novidade, há centenas de indivíduos sancionados no Brasil. Os bancos, portanto, sabem o que fazer, sabem quais são as regras.
DESARMONIA
Ora, a considerar o que diz e pensa a respeito, a cúpula do Banco do Brasil, a tal HARMONIA referida por André Esteves, é algo FAKE. Por tudo que se sabe, por ser uma instituição controlada pelo governo, o BB está sofrendo enorme pressão para -simplesmente deixar de cumprir a LEI MAGNITSKY. Uma das alegações para tanto diz respeito ao FATO de que o BB é responsável pela folha de pagamento dos servidores federais e dificilmente encerraria a conta-salário de um ministro, mesmo sob pressão internacional.
MULTA BILIONÁRIA
Pois, para esse CONTINGENTE DE IRRESPONSÁVEIS é importante que se diga que a LEI MAGNITSKY, ao alcançar o ministro Alexandre de Moraes, o que realmente importa é o cancelamento das contas do tirano. Assim, a INSTITUIÇÃO -ESTATAL OU PARTICULAR- que deixar de cumprir a LEI MAGNITSKY, estará sujeita ao pagamento de MULTA BILIONÁRIA.
BNP PARIBAS
A propósito, vale lembrar que, no ano de 2014, o BNP PARIBAS - maior banco da França- foi obrigado a pagar uma -MULTA DE 8,9 BILHÕES DE DÓLARES-, simplesmente porque achou por bem DESCUMPRIR as medidas impostas pela LEI MAGNITSKY, a mesma que agora está sendo aplicada pelos EUA para SANCIONAR o ministro Alexandre de Moraes.
ESPAÇO PENSAR+
No ESPAÇO PENSAR+ de hoje: O SIMULACRO DO BEM COMUM, por Alex Pipkin. Confira: https://pontocritico.com/espaco-pensar
MODO -PÂNICO-
Nessas últimas e tumultuadas semanas, os brasileiros -BANCARIZADOS- ou seja, incluídos no SISTEMA FINANCEIRO, e com tal têm acesso a produtos e serviços bancários como conta corrente, crédito e meios de pagamento, ganharam um forte motivo para entrar em MODO -PÂNICO-. Tudo por conta da declaração feita, abertamente, pelo ministro Flávio Dino, afirmando, no alto de sua toga, que o STF está disposto a levar o confronto com os Estados Unidos às últimas consequências.
PRAZER DA DESTRUIÇÃO
Por ora, o que se sabe é que todos os CEOs (Chief Executive Officer, ou diretores executivos responsáveis pela visão estratégica, cultura e objetivos da empresa) e os CFOs (Chief Financial Officer, ou diretores financeiros) dos BANCOS BRASILEIROS estão prontos e dispostos a -NÃO CUMPRIR- com as determinações do STF. Entretanto, em se tratando de um -NOVO BRASIL-, onde a SUPREMA CORTE pinta e borda, movida pelo INTENSO PRAZER DE DESTRUIÇÃO, há que levar em conta que o FATO de entrar em MODO -PÂNICO- não se trata de um EXAGERO.
RISCO DE SOBREVIVÊNCIA
A propósito, a DECISÃO do ministro Flávio Dino, de -PROIBIR A APLICAÇÃO NO BRASIL DE DECISÕES JUDICIAIS ESTRANGEIRAS QUE NÃO ESTEJAM VALIDADAS POR ACORDOS INTERNACIONAIS OU REFERENDADAS PELA JUSTIÇA (??) BRASILEIRA- colocou, literalmente, os BANCOS BRASILEIROS em MODO -RISCO DE SOBREVIVÊNCIA-. Ou seja, os correntistas, e não exclusivamente os ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Luis Barroso, notadamente, acabariam sofrendo as consequências da TERRÍVEL QUEBRADEIRA.
RISCO IMINENTE
Vale sempre lembrar que, mesmo não se concretizando as pretensões -destruidoras- desses três ministros do STF, a julgar pelo que já fizeram até agora, qualquer decisão nesse sentido não pode ser vista como SURPRESA. Gostem ou não, aprovem ou reprovem, o FATO é que vivemos numa séria expectativa de RISCO IMINENTE. Como tal é preciso estar sempre vigilante. Principalmente, porque do outro lado está o OFAC - (Office of Foreign Assets Control)-, ou Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros do Tesouro Americano. E pelo que se sabe, ali não há espaço para brincadeiras ou coisas do tipo -FAZ DE CONTA-.
CAINDO FORA DO BRASIL
Aliás, não por acaso, o Brasil está se tornando menos interessante para famílias de alta renda. Estudo da Henley & Partners, uma consultoria que ajuda milionários a se realocarem em outros países, estima que 1,2 mil pessoas com patrimônio pessoal acima de US$ 1 milhão planejam deixar o país neste ano. O número é 50% superior ao registrado em 2024. Uma outra estimativa, do Instituto Millenium, indica que quase um quinto dos milionários deixou o país nos últimos dez anos. Que tal?
ESPAÇO PENSAR+
No ESPAÇO PENSAR+ de hoje: E O PL DA -ADULTIZAÇÃO- NADA DIZ SOBRE EMISSORAS DE TV?, por Percival Puggina. Confira aqui: https://pontocritico.com/espaco-pensar