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29 jul 2015

PRÉ-CALOTE


FRUSTRADOS

Ontem, quando a Agência de Classificação de Risco, Standard & Poor's, manifestava a decisão de rebaixar a perspectiva da nota soberana do nosso pobre país, de ESTÁVEL para NEGATIVA, não está errado quem esteja pensando que tal notícia tenha deixado os governantes petistas cheios de frustração. 


CONFIANTES NO CAOS

Como obedientes de primeira hora das propostas definidas pelos membros do Foro de São Paulo, desde a sua fundação, o governo Dilma e todos os seus doentes seguidores estavam confiantes que o Brasil estava pronto para perder, definitivamente, o selo de INVESTMENT GRADE.
 


APESAR DOS ESFORÇOS

Pois, apesar dos esforços que os governos Lula e Dilma fizeram, tanto para destruir a imagem do nosso país quanto, principalmente, para promover a hecatombe que atinge a nossa economia, a S&P frustrou os petistas ao colocar o Brasil um degrau acima do GRAU ESPECULATIVO.
 


DECISÃO ADIADA

Para quem tem algum juízo ficou evidente que a decisão tomada ontem pela S&P, diante da grave situação que vive a economia brasileira e das perspectivas muito ruins à frente, teve um componente muito mais político do que técnico. Desta forma, a cassação do certificado de Grau de Investimento apenas foi adiada.
 


PRÉ-CALOTE

Houve momentos em que os petistas criticavam as decisões das Agências de Classificação de Risco, dizendo que elas não gostavam do Brasil e que estavam a serviço dos EUA. Desta vez, no entanto, pelo que se espera, o ataque será contra o erro cometido pela S&P, de não rebaixar a nota soberana do Brasil para PRÉ-CALOTE.  


ROMBOS

Ainda que o mês de Agosto, considerado mundialmente como mês do desgosto, ainda não tenha começado, pelo que se sabe até agora é que a CORRUPÇÃO, cujos desvios de dinheiro público são simplesmente assustadores, não fazem mínima sombra ao tamanho do prejuízo calculado pela devastação promovida pela Matriz Econômica Bolivariana. Um horror. 



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28 jul 2015

ESTOU DE SACO CHEIO


SACO CHEIO

Na última sexta-feira, 24/07, ao discursar para uma plateia de sindicalistas que se acotovelavam para assistir a posse do presidente do Sindicato (só podia) dos Bancários do ABC, o ex-presidente Lula disse, alto e bom som, que está de SACO CHEIO.


CHEIO DE DINHEIRO

Ora, se for levada ao pé da letra esta declaração, só pelo que já foi descoberto em termos de CORRUPÇÃO nas operações  -MENSALÃO- e  -LAVA JATO-, não está errado quem imagine que o SACO DE LULA deve estar CHEIO DE DINHEIRO. Só pode...
 


ESTOU DE SACO CHEIO

Ainda assim, depois de assistir o discurso de Lula, que por várias vezes era interrompido por aplausos frenéticos dos sindicalistas, não tive outra alternativa senão proferir as mesmas palavras ditas pelo ex-presidente:- EU TAMBÉM ESTOU DE SACO CHEIO! 


TRANSBORDOU

Aliás, não é de hoje que estou de SACO MUITO CHEIO deste governo. Imagino, inclusive, que muitos leitores do Ponto Critico devem estar se sentindo da mesma forma. Entretanto, depois de ouvir algumas pérolas ditas por Lula Malfeitor, aí o que já estava CHEIO simplesmente TRANSBORDOU. Como por exemplo: 

 


PÉROLAS

1- Estou cansado das mentiras e safadezas (contra Dilma).
 

2- O que a gente vê na televisão parece os nazistas criminalizando o povo judeu.
 

3- Não tem pessoa com caráter mais forte nesse País que a Dilma.
 

4- Estou -profundamente irritado- com a reação de pessoas que se diziam democráticas e que não aceitaram até agora o resultado da eleição. Sei que é difícil para parte da elite brasileira aceitar certas coisas". 

5- Tudo que é conquista social incomoda uma elite perversa.
 

6- Quem vem apostando no fracasso deste País vai quebrar a cara.
 


TRANQUILIDADE PARA MENTIR

O que mais chama a atenção em tudo isso é que Lula, Dilma e seus seguidores, mesmo diante de múltiplas e indiscutíveis provas, tanto de atos de corrupção praticados quanto de incompetência para administrar o nosso pobre país, é a tranquilidade que mostram ao dizerem que são extremamente justos e honestos. E que a sociedade em geral é a grande safada e/ou criminosa. Pode?


PESQUISAS

Tais manifestações acontecem no mesmo momento em que pesquisas de opinião pública informam, claramente, que Dilma só é aprovada por 7% dos brasileiros. E mais de 60% dos brasileiros querem o impeachment imediato da presidente.  Que tal?



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27 jul 2015

A CORRUPÇÃO E A ECONOMIA


DESTAQUE MAIOR

Enquanto a CORRUPÇÃO (apenas no que diz respeito à Operação Lava Jato) segue ganhando novos e horripilantes capítulos a cada dia que passa, os noticiários do país não tem outra alternativa senão dar maior espaço para expor o quanto estamos sendo roubados pelos atuais governantes. 


CONTAS PÚBLICAS

Diante desta encrenca monumental, que precisa ser destacada, sobra menos espaço (nos jornais) e tempo (nas emissoras de rádio e televisão) para informar, de forma clara, o quanto é terrível a situação das nossas contas públicas, que, por consequência, está afetando brutalmente a nossa economia.


META FISCAL

Com isso aproveito o artigo escrito pelo economista e pensador (Pensar+) Paulo Rabello de Castro, com o título: "Governo abandona meta fiscal e confiança se esvai". Eis:

Ao anunciar a revisão da meta fiscal de 2015 para o chamado “superávit primário”, que é a economia feita para pagar juros, reduzindo o alvo de R$ 66 bilhões (1,1% do PIB) para R$ 8,7 bilhões (0,15% do PIB), o governo não apenas reconheceu que planejou mal suas contas deste ano, por não estimar bem a profundidade da crise no setor produtivo afetando a receita esperada de impostos como, sobretudo, passou a aceitar que a dívida pública bruta (hoje 62% do PIB) deverá crescer muito nos dois anos seguintes, tornando impossível as agências de risco americanas não admitirem o rebaixamento da nota de crédito do Brasil. 


DESCONTINGENCIAMENTO

O governo também criou um “descontingenciamento antecipado” de receitas futuras, figura esdrúxula e inédita na gestão fiscal brasileira, ao enviar ao Congresso um pedido de perdão de R$ 26 bilhões, caso algumas receitas de resultado especulativo (como a de regularização de capitais no exterior) não renderem a arrecadação esperada. 


DEEPESAS CONTINGENCIADAS

Despesas precisariam ser contingenciadas pela presidente (erro grave cometido em 2014 e apontado pelo TCU) e agora a equipe econômica pede licença para não contingenciar despesas de igual magnitude, legalizando a má prática.

 


FRUSTRAÇÃO DAS RECEITAS???

Para além do desmonte da boa gestão pública, o País perde ao ouvir a explicação equivocada de que o “problema” nasce na frustração das receitas, cuja arrecadação vem crescendo 2,2% (em doze meses, até maio) e assim “obrigando” o governo a aprofundar o corte nos investimentos já ceifados.

O governo OMITE que a despesa total não financeira até maio vem inchando 11,5%, com as de custeio indo a 16% de expansão. Ao somar-se a isso a explosão dos encargos financeiros em 7% do PIB (R$ 408 bilhões até maio!) se conclui pela total impossibilidade de qualquer solução na linha convencional de mais aumento da carga tributária que, aliás, já não responde a tal apelo.
 


A SOLUÇÃO ESTÁ NA CARA

A solução está na cara: adotar regra de contingenciamento de TODA a despesa pública baseada na variação do PIB nominal, ao passo que se encare com seriedade uma reforma financeira a fim moderar, no tempo, uma política de juros públicos que leva o Brasil a ser, de longe e há muito tempo, o País que mais encargos paga para rolar sua própria dívida interna.

O não enfrentamento de um verdadeiro ajuste acoplado a um programa de longo prazo para ressuscitar o PIB levará os mercados a adotarem um caminho de correção pelo câmbio, que facilmente encostará nos R$ 3,50 nas próximas semanas.
 



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24 jul 2015

CRISIS GRADE, OU INVESTMENT CRISIS


NÃO É FILME, É TERROR PURO

Acertou em cheio o jornal Financial Times, ao colocar no seu editorial de ontem, que  “A incompetência, a arrogância e a corrupção esmagaram a magia brasileira”. Entretanto, ao  dizer que "o Brasil virou um filme de terror", aí o FT errou totalmente, pois o terror no nosso pobre país não é -filme-. É algo bem real, puro. Tangível.  


ATRASO MONUMENTAL

Pela tradição, e pelo enorme prestígio e conceito que goza o Financial Times, no mundo todo, a notícia-editorial que discorre sobre a situação do Brasil ganhou um peso extraordinário. Mesmo assim é importante esclarecer que o editorial foi publicado com um atraso monumental.

O Ponto Crítico, os leitores sabem bem, desde 2002 expõe, de forma insistente e reiterada, o quanto a Matriz Econômica Petista-Bolivariana acabaria por exterminar a nossa economia. 


INÍCIO DE VIAGEM

Cabe registrar ainda que o FT também acerta, da mesma forma como o Ponto Crítico ao longo dos últimos doze anos, quando diz que "o pior ainda está por vir". Até porque, quem observa a tétrica trajetória do Brasil, na queda livre do voo que percorre dentro do abismo, sabe bem que a viagem está apenas no seu início. 


GREVE DE CONSUMO

Ainda que os protagonistas do caos sejam muitos, os consumidores brasileiros, sem a menor dúvida, têm marcado grande posição: além de demasiadamente endividados, se mostram bastante assustados com o aumento do desemprego. Assim, mesmo de forma -forçada- pelas circunstâncias, o que estão promovendo, neste momento, é uma enorme e persistente -GREVE DE CONSUMO-.


DESESPERO

Agindo assim, de forma -forçada-, os consumidores -GREVISTAS-, além de proporcionarem uma substancial queda de arrecadação de tributos, que está levando o governo ao desespero, ainda estão impondo uma devastadora retração das atividades econômicas, que, por sua vez, está levando a um forte e crescente nível de desemprego. 


COM LOUVOR

Tudo isso deve ser debitado, sem qualquer margem de erro, à incompetência, à arrogância e à extraordinária corrupção, que se tornaram marcas-registradas dos governos Lula/Dilma. Diante desta tardia descoberta, tanto do Financial Times quanto de muitos brasileiros, as agências de Classificação de Risco não têm outra alternativa senão a de cassar o selo de -Investment Grade-.

Enquanto os bem-intencionados estão sofrendo, os petistas estão vibrando. Para o PT, o mais importante é a conquista do INVESTMENT CRISIS, ou CRISIS GRADE. Chegaram lá, com louvor.     



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23 jul 2015

A LÓGICA DA APROPRIAÇÃO


IMPOSTOS

Em quase todos os países do mundo, como é sabido, os impostos incidem sobre Propriedade, Consumo e Renda. No Brasil, por incrível que possa parecer, o governo vai mais além: tributa também a Produção. Mesmo que o produto ou serviço encalhe, ou seja, não venha a ser consumido. Que tal? 


REPASSE PARA FOLHA

Também é sabido (ou deveria), que a maior parte de tudo que o Brasil (União/Estado/Município) arrecada vai parar nos bolsos dos servidores públicos, tanto ativos quanto inativos, em forma de salários e proventos. Independente da (má) qualidade dos serviços (educação, saúde e segurança) que o setor público presta à sociedade como um todo.  


APROPRIAÇÃO

Ora, como o governo não produz coisa alguma, ou seja, não faz PRODUTO, mas se apropria dele através da carga tributária imposta à iniciativa privada, a coisa funciona da seguinte maneira: os salários e proventos que o governo paga aos servidores, que provem dos impostos sobre Propriedade, Renda, Consumo e Produção, são trocados por mercadorias e serviços produzidos pela iniciativa privada, no mercado. Simples assim. 


FORMA EVIDENTE

Isto significa, para que fique bem claro, que automóveis, casas, roupas, calçados, gravatas, educação privada, planos de saúde, etc., adquiridos por servidores públicos, saem dos impostos pagos por quem faz os produtos. É como se o produtor/proprietário entregasse, fisicamente, ao governo, uma parte do que produz. Este, por sua vez, repassaria tais produtos aos seus servidores. 


PUNIÇÃO

O detalhe mais crucial é que cada vez mais o governo se obriga a exigir mais produtos para poder entregar aos funcionários públicos, que não param de exigir aumentos salariais. Como é mau administrador, quando percebe que a arrecadação é insuficiente, o governo pune os produtores e consumidores com mais impostos. Pode? 


DIREITOS E DEVERES

Agora o lado mais dramático: a taxa de desemprego, que sobe assustadoramente no país, não atinge o Setor Público, cujos funcionários gozam de absoluta estabilidade. Para que continuem empregados do governo, e ganhando muito, a iniciativa privada é obrigada a despedir quem realmente produz. Que tal?

Tudo porque a Constituição Cidadã impõe DIREITOS para quem é servidor público e DEVERES para a sociedade que deve sustentá-los. Uau!

 

  



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22 jul 2015

INDECÊNCIA REVOLTANTE


ARRECADAÇÃO NÃO É O PROBLEMA

O Estado do RS, para quem não sabe, não é nada ruim se observado pelo lado da arrecadação de impostos. O que levou o RS à lona, financeiramente, é fruto de duas causas principais, já diagnosticadas:

1- a forma leviana como tem sido administrado; e,

2- o excessivo gasto público, sem qualquer preocupação com a eficiência.

 


MEDIDAS CORRETIVAS

Portanto, se alguém está realmente preocupado com a situação deplorável das contas públicas do RS, antes de tudo é preciso que saiba quais medidas, realmente corretivas, devem ser preparadas e aplicadas para melhorar a saúde financeira do Estado doente.  


SÓ PREOCUPAÇÃO

Pois, para desespero do povo gaúcho, que adora viver no RS, o governador Sartóri só tem mostrado preocupação com a situação financeira do Estado. A solução dos problemas, entretanto, parece não passar pela sua cabeça. Lamentável, não?  


ALIMENTAR A DESGRAÇA

Esta conclusão é clara, simples e muito procedente: ontem, o governo admitiu, formalmente, que estuda aumentar impostos como medida para enfrentar a crise nas finanças do Estado gaúcho.

Ora, só o fato de admitir o aumento de alíquotas de impostos, já demonstra que Sartori não quer resolver problema algum. Ao contrário, o governador apenas quer alimentar ainda mais a desgraça.

 


PACOTE ESTÚPIDO

Pelo que consegui apurar, os integrantes da -cúpula- do governo do RS admitem a possibilidade de encaminhamento à Assembleia Legislativa de um pacote de medidas que incluiria:

1- aumento de 17% para 18% na alíquota básica do ICMS; e, pasmem,

2- aumento de 25% para 30% nos tributos da gasolina, álcool, telecomunicações, energia elétrica comercial e residencial acima de 50 KW. Pode?


EXEMPLOS REVOLTANTES

Em nenhum momento o governo gaúcho disse que quer acabar com privilégios de qualquer natureza. A lista, como se sabe, é enorme. Eis aí apenas alguns exemplos, revoltantes:

- os ex-governadores do RS ganham salário vitalício;

- inúmeros funcionários públicos e de estatais ganham acima do salário do governador;

- o Estado não propõe uma Previdência para seus funcionários;

- os servidores do judiciário ganham ajuda-moradia, e ajuda-alimentação simplesmente absurdas; etc...


CHEIO DE FUROS

O problema, portanto, não está, e jamais esteve, na arrecadação, mas, indiscutivelmente, na administração dos recursos arrecadados. É importante que o povo gaúcho não entre na onda do governo, e da mídia, de que falta de dinheiro nos cofres do Tesouro do Estado. Na real, o caixa do governo está, sim, cheio de furos, por onde somem os impostos arrecadados. 

Se o governo se decidir pelo aumento de impostos, o primeiro a festejar será o Estado de SC. É para lá, certamente, que muitas empresas vão se transferir.   



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