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22 out 2026

MORRER PELO BRASIL?


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SOLIDEZ INSTITUCIONAL (??)

Ontem, para desespero geral, o presidente do STF, Edson Fachin, e o ministro Gilmar Mendes, desprezando pela enésima vez com a inteligência do povo brasileiro, ressaltaram a (inexistente) SOLIDEZ INSTITUCIONAL DO BRASIL. Pode? 


ESPÍRITO DE DETERMINAÇÃO

Enquanto Fachin tratou de advertir que as DEMOCRACIAS ATUAIS sofrem erosão por dentro por VIAS LEGAIS E USO INSTRUMENTAL DA JUSTIÇA, defendendo que a estabilidade exige LEALDADE ÀS REGRAS E AOS RESULTADOS ELEITORAIS, Gilmar Mendes definiu a DEMOCRACIA BRASILEIRA, sob a Constituição de 1988, como -ROBUSTA E RESILIENTE- (??), servindo como modelo internacional após superar testes severos. Mais: enfatizou que o REGIME DEMOCRÁTICO é fruto da sociedade brasileira e aponta o respeito às urnas como o ápice da estabilidade institucional.  


VERSO-COMPROMISSO

Ora, na mais pura verdade, esses dois ministros do STF, MAIS UMA VEZ DEIXARAM CLARO O QUANTO APOIAM A CANDIDATURA DO LULA. Com isso não há como se convencer de que, dependendo do tamanho da desconfiança quanto ao processo de apuração dos votos PARA PRESIDENTE, neste SEGUNDO TURNO DAS ELEIÇÕES 2026, nada mais resta aos brasileiros que exigem O DEVIDO CUMPRIMENTO DA CONSTITUIÇÃO, senão seguir -DE FORMA FIRME E CORAJOSA- o seguinte verso-compromisso do Hino da Independência do Brasil, escrito em agosto de 1822 por Evaristo da Veiga:  -OU FICAR A PÁTRIA LIVRE OU MORRER PELO BRASIL-.


MORRER PELO BRASIL

Se naquele momento histórico, o verso -MORRER PELO BRASIL- traduziu, literalmente, o ESPÍRITO DE DETERMINAÇÃO E A LEALDADE DO POVO BRASILEIRO DURANTE A RUPTURA COM PORTUGAL, SIMBOLIZANDO A ESCOLHA ENTRE CONQUISTAR A LIBERDADE NACIONAL OU LUTAR -ATÉ A MORTE- PELA SOBERANIA DO PAÍS, no atual momento esse -ATO CORAJOSO- representa um ULTIMATO PATRIÓTICO, com o propósito de AFASTAR DEFINITIVAMENTE TODOS AQUELES QUE SE RECUSAM -SISTEMATICAMENTE- A CUMPRIR A CONSTITUIÇÃO DO PAÍS.