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20 out 2026

A SOMA MÁGICA: ESPERANÇA + ESFORÇO


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CINCO DIAS

Nestes CINCO DIAS que nos separam do SEGUNDO TURNO DAS ELEIÇÕES 2026, mais do que nunca se faz necessário que os eleitores dotados de DISCERNIMENTO saibam que o SENTIMENTO DE ESPERANÇA não basta para que FLÁVIO BOLSONARO venha a ser anunciado como PRESIDENTE DA REPÚBLICA no próximo domingo, 25 de outubro de 2026.


A SOMA DA ESPERANÇA COM O ESFORÇO

Mais do que tudo, peço encarecidamente que me entendam, a -ESPERANÇA- deve ser acompanhada de -MUITO ESFORÇO- para que possa produzir o EFEITO DESEJADO. Assim, para que possamos consagrar, nas urnas de todo o país, a IMPORTANTE E NECESSÁRIA VITÓRIA DE FLÁVIO BOLSONARO, a -SOMA DA ESPERANÇA COM O ESFORÇO- deve SER UTILIZADA COMO -PLATAFORMA DE CONVENCIMENTO- DE QUE A PROSPERIDADE SÓ TERÁ VEZ CASO O -SISTEMA PETISTA-, tido e havido como o GRANDE RESPONSÁVEL PELA NOTÓRIA DESTRUIÇÃO ECONÔMICA DO PAÍS, SEJA -DEFINITIVAMENTE ROMPIDO-. 


O MURO

A propósito, o texto -O MURO-, do pensador Percival Puggina dá uma boa pista do que significa o SISTEMA PETISTA. Eis:

O muro de que vou falar não é o habitado pela mistura nada homogênea dos omissos e dos oportunistas, nem é um dos tantos em que a moçada acadêmica descarrega seu chorume ideológico. Tampouco é o trecho berlinense da velha Cortina de Ferro, atrás da qual, a partir de 1946, a Rússia capturou um pacote de desafortunadas nações outrora livres.  Para quem nunca ouviu falar, vai a explicação: após duas décadas, ficou tão intenso o êxodo do lado oriental, dominado pelos comunistas e apavorado pela Stasi, que o regime soviético precisou reforçar a Cortina de Ferro com um muro dentro da cidade de Berlim. A simples mudança de CEP para o outro lado da Ebertstrasse significava a liberdade.


FORO DE SÃO PAULO

Tanto a CORTINA quanto o MURO são bons temas, mas não, não é deles que vou tratar. O MURO de que falo me foi sugerido por um leitor à espera da definição brasileira no próximo dia 25. Ele viu a história se redesenhar enquanto a mancha azul se veio derramando sobre o mapa da Ibero-América (até recentemente um continente vermelho). Para esse seguidor, a derrota do petismo debilitará o esquerdismo, de péssima influência na formação cultural, política, econômica e social da região. Será como proclamar a queda de um outro muro, construído pela perniciosa atuação dos partidos que se foram agregando ao grupo constituinte original do Foro de São Paulo. No pico das adesões, segundo o Google, teriam sido 128 partidos de 28 países. Em 22 deles, legendas do grupo exerceram o poder.
Gostei do tema. Logo após os jovens da Alemanha Oriental dançarem sobre o Portão de Brandemburgo festejando a queda do Muro, Fidel, Lula e outros que tais criaram o Foro de São Paulo. Em diversas ocasiões, no início deste século, tive oportunidade de conversar com o saudoso Olavo de Carvalho sobre esse assunto, a respeito do qual dizia ter herdado do amigo Graça Wagner “um colossal patrimônio de pesquisa”. Estávamos, então, nos anos 2002 ou 2003 e Olavo era acusado, pela mídia, de “teoria da conspiração” por se referir, com insistência, em seus textos e locuções, à atuação dessa federação de organismos partidários de esquerda.


O CAMARADA MAL FEITOR

Quem buscar informações sobre o movimento revolucionário nesta porção do Ocidente precisa ler o Olavo e os livros de Graça Salgueiro, Heitor de Paola e Paulo Henrique Araújo. Indo somente pelas fontes usuais, abastecidas por conteúdos da mídia, os leitores serão levados a crer que qualquer referência à organização e às suas relações com crime organizado, narcotráfico e terrorismo é mera “teoria da conspiração”, etiqueta sempre presente nas análises militantes e no marketing revolucionário.
 Os piores reflexos dessas mistificações se fazem sentir no descrédito das instituições e na insegurança pública. O “camarada malfeitor” é apresentado como vítima do capitalismo e agente da política feita por outros modos; é alguém a meter o pé na porta para o ambiente revolucionário. Ele é parceiro de todos os construtores de narrativas alheias aos fatos. É companheiro, também, dos servidores públicos ativistas nas carreiras de Estado a desacreditar as instituições. Que o plim-plim das máquinas de votação nos mantenha atentos para as responsabilidades desta hora.


ESPAÇO PENSAR+

No ESPAÇO PENSAR+ de hoje: SAIR DO TRANSE..., por Roberto Rachewsky. Confira: https://www.pontocritico.com/espaco-pensar