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15 jul 2009

SHOW DE CINISMO


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ÀS LÁGRIMAS
Ultimamente, o presidente Lula vem dando verdadeiros shows carregados do mais puro cinismo. Na semana passada, no exterior, quase foi às lágrimas em defesa do amigo dileto, José Sarney.
MAIS CÍNICO
Ontem, praticamente repetindo o gesto, Lula foi ainda mais cínico quando elogiou Fernando Collor, em Palmeira das Índias, no Estado de Alagoas.
GOVERNABILIDADE
É perfeitamente compreensível que sempre haja o melhor relacionamento possível entre políticos de partidos aliados. Sem isso ninguém poderia garantir uma boa governabilidade. Até aí tudo bem.Porém, quando qualquer uma das partes parte para o cinismo e a esperteza, aí é duro de ver, ler e ouvir.
MEMÓRIA
Afinal, nenhuma memória tem vida tão curta assim, a ponto de conseguir zerar as mágoas promovidas por contendas entre pessoas extremamente opostas. Principalmente no caso de Sarney e Collor em relação ao presidente Lula.
SEM PUXA-SAQUISMO
É uma pena que o cinismo tenha chegado a esse ponto, gente. É sabido que, quando não é permitida a franqueza e a sinceridade, o respeito precisa ser preservado. Isso, no entanto, não autoriza o puxa-saquismo, pois fica muito falso, sem credibilidade.
SEGUNDA GUERRA
Na Segunda Guerra Mundial, a imprensa fez de tudo para promover um encontro entre Churchill e Hitler, na tentativa de um armistício. Churchill, no entanto, sempre desconversou o assunto.
SEM ACORDO
Quando os aliados venceram os alemães, um repórter indagou o motivo pelo qual o ministro inglês nunca aceitou um encontro com Hitler. A resposta veio rápida:- Hitler é um inimigo e não um adversário. Com inimigos não há acordos.