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13 jun 2007

OS INGÊNUOS, OS ESPERTOS E OS IDIOTAS


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DO ENTUSIASMO À REVOLTA
O grau de satisfação inicial e imediata que a sociedade brasileira estava apresentando, com as detenções e apurações promovidas pela Polícia Federal, já está dando lugar a um lamentável sentimento de frustração. Maior, inclusive, do que a notícia das operações desencadeadas. O sentimento agora já está mais para revolta geral para alguns e perdão para outros.
DURAÇÃO CURTA
O entusiasmo pelas prisões, que não era um hábito e nunca aconteciam por aqui, depois que começaram a acontecer já mostram que a duração é muito curta. Exatamente porque as descobertas dos crimes também não resultam em punições rápidas e corretas.
ESPÍRITO DE MISERICÓRDIA
Todos os presos, principalmente os políticos, usam rapidamente das diversas formas de escape - legal ou corporativa -, garantindo assim a interminável impunidade. Entre estes, os mais espertos e calejados ainda estimulam o velho espírito misericordioso dos brasileiros, típico dos povos latinos, que deve ser traduzido como idiotice nata.
ESPÍRITO DE CORPO
Já os mais envolvidos nas falcatruas, onde gravações telefônicas confirmam tudo, tim tim por tim tim, para conseguir driblar o ato criminoso, estão fazendo o possível para que leis sejam votadas com o objetivo de garantir suas peripécias. Através do corporativismo querem alcançar imunidade total a qualquer tipo de punição.
FORMA DE JUSTIÇA
Nas declarações à imprensa, suspeitos (ou representados por advogados) se dizem analfabetos. Outros, mais caras de pau, ainda se declaram inocentes, mesmo depois de pegos em flagrante com a mão na botija. E parentes próximos, como é o caso Lula-Vavá, declaram que o envolvido não passa de um ingênuo. Com certeza os misericordiosos ainda acreditam e dão o perdão. E tudo acaba ficando no deixa pra lá. Pro inferno esta fantástica forma de justiça.
PASSIVIDADE CRÔNICA
Esta revolta para uns e resignação para outros e, a aceitação burra final que já tomou conta dos brasileiros, a ponto de impedir qualquer ação, ou um simples raciocínio, só está nos deixando cada vez mais pobres. Econômica, educacional, espiritual e socialmente. Será que os jesuítas foram também os responsáveis por tudo isto, desde a época do Brasil Colônia? É possível, pois o comportamento da passividade se mantém intacto até hoje.
ORAÇÃO COMPLICADA
Aliás, basta ler o que dizem certas orações que mais estimulam a aceitação das coisas. Vejam esta, que diz o que precisamos:
1- Serenidade, para aceitar as coisas que não posso mudar (a Constituição?);2- Lucidez, para aceitar as coisas que posso mudar; 3- Sabedoria para reco
Continuando a orar assim todos farão o que bem entendem.
CONVENÇÃO LOJISTA
A Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do RS ? FCDL-RS e a CDL de Pelotas, promovem de 26 a 28 de julho a 38ª Convenção Estadual Lojista. O evento acontece no Centro de Eventos da Fenadoce, com o tema Compra, Gestão e Venda. Simultaneamente, realiza-se o 37º Seminário Estadual de Serviços de Proteção ao Crédito (SPC´s) e o 8° Encontro Estadual de CDL Jovem. Outras informações e inscrições no site www.fcdl-rs..com.br/convencao.
MICROCRÉDITO
O programa municipal Porto Alegre Microcrédito está sendo lançado oficialmente hoje, 13, pelo prefeito José Fogaça, em solenidade no salão nobre do Paço Municipal. Na ocasião, será apresentada a efetivação dos primeiros financiamentos do programa, feitos pelos agentes Caixa RS e Portosol. O Porto Alegre Microcrédito é uma iniciativa de governança destinado a fomentar o empreendedorismo na cidade.
PIB (1)
A economia brasileira cresceu 4,3% no primeiro trimestre deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado, e sinalizou força dos investimentos. Segundo os dados do IBGE, divulgados nesta quarta-feira, a expansão frente aos últimos três meses de 2006 foi de 0,8%.
PIB (2)
Em valores nominais, o PIB brasileiro nos três primeiros meses do ano somou R$ 596,1 bilhões, ante R$ 539,3 bilhões no mesmo período do ano passado. A taxa de investimento do País ficou em 17,2% do PIB no primeiro trimestre deste ano, a mesma do primeiro trimestre de 2006. Já a taxa de poupança nos primeiros três meses deste ano alcançou 17,4% do PIB, a mais alta desde o primeiro trimestre de 2004.