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09 ago 2012

FATOS INCONTESTÁVEIS


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TEMA DE ONTEM
O tema principal do editorial de ontem ficou por conta dos países que o economista Jim, O?Neill está apostando neste momento em substituição daqueles que formam o bloco chamado BRIC, os quais, por diversos motivos, já não empolgam tanto os investidores.
DOS GRANDES MOTIVOS
Sempre é bom lembrar que o Brasil se destacou mundo afora, inclusive com forte admiração, por dois grandes motivos:1- porque Jim O?Neill, por ser internacionalmente respeitado no mundo financeiro, analisou e difundiu o nosso baixo risco bancário no momento certo (estouro da bolha de crédito mundial); e, 2- porque, por ser sede da Copa de 2014, o Brasil dava garantias de que estava disposto a realizar inúmeras obras, principalmente de infraestrutura.
INTERVENCIONISMO
Embora estes pontos fortes ainda pesem favoravelmente na atração de capitais, os investidores, ao longo desses anos foram percebendo que, por convicções de cunho ideológico/cultural, os brasileiros ainda preferem viver sob a saia do governo, que deita e rola com intervencionismos. Ou seja, no Brasil o povo desconhece o que significa liberdade.
CÂMBIO
Pois, um dos itens da análise que explica, de forma bem transparente o quanto o nosso querido Brasil vem causando decepção nas rodas de quem até então apostava forte na nossa economia, é o comportamento do real frente ao dólar.
FUGA DO RISCO
Com a fuga do risco, os investidores têm saído desses mercados e procurado ativos mais seguros, como o dólar. O resultado pode ser medido pela desvalorização das moedas em relação ao dólar. O real, por exemplo, é a moeda que mais perdeu frente ao dólar em 2012.
DESVALORIZAÇÃO DO REAL
Enquanto muitas das moedas emergentes se desvalorizaram por conta da aversão ao risco global, o real foi a moeda mais atingida. Vejam que neste ano a desvalorização do real já atingiu 8,08% em relação ao dólar. Já o peso mexicano foi em outra direção: se apreciou 5,93% em relação ao dólar.
BALA DE PRATA
O ex-ministro da Justiça e advogado-mor dos petistas, Marcio Thomaz Bastos, em defesa de seus clientes mensaleiros, fazendo uso da sua argumentação terrorista, pediu que os ministros do STF tomem cuidado para que não façam uso de BALA DE PRATA em seus julgamentos. Maravilha, não? Bastos, apropriadamente, identificou os réus como vampiros. Até porque vivem do nosso sangue. Que tal?