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05 jan 2012

ELEIÇÕES NOS EUA


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MITT ROMNEY
Mesmo que tenha saído vitorioso na largada das prévias do Partido Republicano, em Iowa, ainda é muito cedo para dizer que Mitt Romney será o adversário do atual presidente do EUA, o democrata Barack Obama, na eleição presidencial de novembro deste ano. Até porque as margens que dividem as preferências iniciais dos delegados são muito estreitas.
INTERESSE PRÓPRIO
Sei perfeitamente que a escolha do presidente dos EUA é assunto de interesse exclusivo dos cidadãos americanos. Cabe, portanto, somente a eles o direito de acertar ou errar na escolha, como de resto acontece em todos os países que vivem sob o regime democrático.
RON PAUL
Pois, mesmo assim, levando sempre em consideração que os liberais autênticos nunca caem no gosto do povo em geral, simplesmente porque a maioria das pessoas entende que, quanto maior o ASSISTENCIALISMO melhor para o país, sem se dar conta do quanto ele produz injustiça social, confesso que gostaria muito que Ron Paul fosse o escolhido.
POLÍTICA ECONÔMICA
Com Ron Paul arrisco a dizer que, além do povo americano o mundo todo também seria extremamente beneficiado. Isto, naturalmente, se o Congresso dos EUA viesse a lhe dar Carta Branca para que pudesse colocar em prática a política econômica que defende com unhas e dentes, porém com extremo conhecimento.
O FIM DO FED
A minha admiração por Ron Paul não é emocional, embora tenha sido despertada no exato momento em que li a primeira página do livro de sua autoria: O FIM DO FED. Pode parecer um absurdo para quem não tem iniciação em economia e finanças (a maioria dos habitantes do nosso planeta), mas a idéia defendida por Ron Paul é, simplesmente, magnífica.
O FIM DOS MAIORES PROBLEMAS
Segundo Paul, acabar com o Federal Reserve (Banco Central dos EUA), resolveria os problemas mais incômodos do nosso tempo. Permitiria o fim da depreciação do dólar; tiraria do governo os meios para financiar suas guerras intermináveis; inibiria os ataques do governo contra as liberdades civis dos americanos; interromperia sua vasta acumulação de débito a ser paga pelas FUTURAS GERAÇÕES; e, impediria a maciça expansão do Estado Assistencialista, que transformou os EUA numa nação de dependentes.
MONOPÓLIO DA MOEDA
Se o problema do monopólio da moeda for resolvido com a extinção do FED, muitos outros problemas também serão resolvidos. Fundamentalmente, afasta-se do governo a capacidade de usar artifícios financeiros para expandir sem limites. É, enfim, o primeiro passo para restaurar o governo constitucional, pois sem o FED o governo federal seria obrigado a viver por seus próprios meios. Que tal? Vamos copiar? Melhor: vamos eleger Ron Paul como presidente do Brasil?