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26 jan 2012

ANALISANDO AS PESQUISAS


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TODOS OS SEGMENTOS
Pelo que revelam as pesquisas que apuraram o alto índice de aprovação do governo Dilma, assim como de sua altíssima popularidade, o grau de satisfação está bem espalhado. Ou seja, quem garante isso são todos os segmentos da sociedade brasileira.
HONESTIDADE
Segundo informam os números tabulados, o alto grau, linear, de satisfação em todas as classes sociais tem as seguintes explicações: 1- A presidenta Dilma carrega a imagem de uma mulher honesta. Diante da corrupção que se espalha por todo o ambiente político-governamental, a honestidade passou a ser uma virtude e não mais uma obrigação.
ALICERCE ECONÔMICO
2- Nas classes das pessoas mais esclarecidas o que mais está pesando positivamente é o fato de Lula e Dilma continuarem fiéis ao Plano Real, ao Câmbio Flutuante, ao Regime de Metas de Inflação e à Lei de Responsabilidade Fiscal, alicerces que ainda sustentam a nossa economia.
ASSISTENCIALISMO
3- Já nas classes de menor renda, o que falou mais alto na aprovação do governo Dilma foi o assistencialismo. A satisfação demonstrada com a fantástica distribuição de sacolas, de todas as cores e tamanhos, é algo simplesmente impressionante.
DECISÕES FUNDAMENTAIS
Estas atitudes e/ou decisões vem se mostrando como fundamentais para a obtenção da aprovação. O sucesso obtido com a estratégia adotada pelo governo fica mais evidente quando se vê a total tolerância quanto ao enorme desperdício do dinheiro público. Mais: a ausência de manifestações públicas quanto aos terríveis atos de corrupção.
PROER
Pois é, gente. Quem conhece as respostas de Guido Mantega, às perguntas feitas pela página de opinião da Folha de S. Paulo, em 5 de abril de 1997, fica arrepiado. Quando indagado sobre o Proer, o então professor de economia da FGV, Guido Mantega, respondeu, categórica e enfaticamente, que o importante Programa deveria ser extinto. Lembram disso?
METAS DE INFLAÇÃO
Em 19 de junho de 1999, quando lhe perguntaram se o Regime de Metas de Inflação é hoje o mais adequado à economia brasileira, Mantega, doutor pela USP, respondeu: NÃO!. E emendou: - Esse regime tem potencial destrutivo menor que o da sobrevalorização, mas é uma estratégia tosca e inadequada para ancorar a política econômica. Que tal?Já em 18 de novembro de 1997, no auge da crise asiática, o profeta Mantega escreveu, também na Folha, o seguinte: - A elevação da taxa de juros pode ser trágica numa economia em dificuldades e pode desencadear uma quebradeira generalizada. Maravilha, não? Fez tudo ao contrário, felizmente.