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29 dez 2014

A MENTIROSA DO ANO


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ESCOLHIDOS A DEDO

A eleita -Grande Mentirosa de 2014 -, sem qualquer tipo de contestação, foi, mais uma vez, a presidente Dilma Rousseff. Pois, como que querendo festejar o cobiçado título, Dilma aproveitou a reunião (café da manhã) que fez com seus mais prediletos jornalistas, do tipo que concordam com a presidente, para dizer que os ministros de seu novo mandato seriam definidos pela reputação.  


DOIS PROPÓSITOS MARCANTES

Agindo com já conhecida perícia petista, Dilma, pelas escolhas (a dedo) que fez até o presente momento, mostra estar alinhada com os dois grandes propósitos que marcaram o seu primeiro mandato: quem não tiver ficha suja e/ou muita incompetência dificilmente terá vez.  


AGRICULTURA

Começando pela Pasta de AGRICULTURA, a escolhida foi Kátia Abreu. Para quem não sabe, Katia é investigada por uso do brasão da República em papéis da entidade que preside (a Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil). Que tal?


MINAS E ENERGIA

Para o Ministério de MINAS E ENERGIA, Dilma escolheu o senador Eduardo Braga (PMDB AM), que é acusado de suposto crime eleitoral.
 


DEFESA

Para a DEFESA (até parece brincadeira), o escolhido foi o ex-governador da Bahia, Jaques Wagner. O mesmo, como contam os noticiários, está envolvido em, nada mais nada menos, 13 escândalos. A gravidade é tamanha que até o Nosso Senhor do Bom Fim parece determinado a deixar definitivamente o Estado baiano. 


PESCA

Ainda que Helder Barbalho, escolhido para o Ministério da PESCA, não seja muito conhecido, só o fato de ser filho de Jader Barbalho enseja que o mesmo tenha acompanhado com muita atenção a carreira política de seu pai... 


QUATRO ANOS

Como se vê, da cota do PMDB e do PT as indicações e escolhas ministeriais feitas até agora já dão uma boa dimensão daquilo que se espera para 2015, 2016, 2017 e 2018. Só por aí (ainda faltam mais de 20 nomes para completar a relação infindável de ministros) confesso que as esperanças de ver o país melhorar alguma coisa continuam minguando.

Atenção: a virada 2014/2015, não propõe apenas a entrada de um novo ano. Estamos diante de um novo mandato de QUATRO ANOS.