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28 abr 2009

A CRISE E A COPA DO MUNDO


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DOIS INGREDIENTES
O Brasil como um todo, o Estado do RS e sua capital, Porto Alegre, em particular, estão diante de duas enormes oportunidades, ou ingredientes, para crescer e se desenvolver: 1- a possibilidade de sediar jogos da Copa do Mundo de 2014; 2- a crise mundial que aí está.
OPOSIÇÃO RETRAÍDA
Para tirar o máximo proveito de ambas, e dar o salto que o país , RS, e a Capital gaúcha precisam, basta que seus governos exponham todos os projetos arrojados à sombra da Copa e da crise. Com toda a certeza não haverá parcela da oposição suficientemente corajosa para votar contra.
CONDENADO
Político que não vê o futebol como coisa séria, preferindo ser contrário à construção de estádios e tudo aquilo que facilite e atraia a movimentação dos torcedores, residentes e visitantes, está condenado ao inferno. Sem passagem pelo purgatório. Um excomungado, com certeza.
INTER E GRÊMIO
Aí estão, portanto, dois meios estupendos para facilitar a apreciação rápida de tudo aquilo que em todos os Parlamentos levam muito tempo para serem analisados e aprovados. Isto quando a aprovação acontece. Vide, por exemplo, a aprovação das obras dos estádios do Inter e do Grêmio, no RS. Barbada.
CRISE
Nada tem sido mais repetido no mundo todo de que Crise é Oportunidade. Então, gente, o negócio é aproveitar esta que aí está, embora muitos estejam convencidos de que aqui ela será menos drástica. Ainda assim ela pode ajudar em todas as decisões que determinem mais atração de capital, mais empregos e mais desenvolvimento.
INFERNO
Da mesma forma como acontece quando o assunto é Copa do Mundo, quem for contrário a projetos que tornem a crise menos hostil é anti-social e indesejável. Nem no inferno querem gente assim. Lá, até eles são considerados péssimas companhias.
ATÉ OS XIITAS
Portanto, se os governantes, de todos os níveis, mostrarem um mínimo espírito empreendedor, a hora é agora. Tenho convicção de que até os xiitas do meio ambiente não encontram campo fértil e favorável para negar o que geralmente negam.