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RS: ESTADO COM VOCAÇÃO TURÍSTICA

ANO XIV - Nº 007/14 -

INVESTIMENTO

Enganam-se redondamente aqueles que ainda veem o Rio de Janeiro como o Estado que mostra maior vocação turística entre os demais que compõem nosso imenso Brasil. Sem medo de errar, quem mais investiu nesta modalidade de uns tempos para cá foi, indiscutivelmente, o Rio Grande do Sul.

GRAMADO

Antes de tudo é preciso esclarecer que esta importante vocação para o turismo, recentemente descoberta pelo Estado do RS, nada tem a ver com o as atrações desenvolvidas pelo povo, empresários e governantes  da belíssima cidade de Gramado, localizada na Serra Gaúcha. 

DISTÂNCIA

O Rio Grande do Sul, como se sabe, nunca conseguiu desenvolver bons e suficientes produtos turísticos capazes de atrair muitos interessados. Leve-se em conta, por exemplo, o fato do litoral gaúcho não ser minimamente atrativo. Além disso, a capital do RS, Porto Alegre está muito distante das capitais com maior densidade populacional (500 km de Florianópolis; 1000 km de São Paulo; 1400 km do Rio; 1000 km de Montevideo, etc.).

RUÍNAS E DESTRUIÇÃO

Entretanto, de uns anos para cá os governantes gaúchos vem provando ao mundo todo o quanto são capazes de desenvolver, com enorme competência, diversos produtos turísticos que gozam de grande interesse da humanidade, a maioria voltada para RUÍNAS e DESTRUIÇÃO. 

ATRAÇÕES TURÍSTICAS

Quem visita Porto Alegre já pode assistir, sem precisar pagar ingresso, as seguintes atrações:

1- inúmeros presos algemados a viaturas da polícia, em frente às delegacias;

2- escolas públicas totalmente fechadas por força de greves intermináveis dos professores;

3- emocionantes assaltos, com ou sem mortes, a toda hora em vários bairros da cidade;

4- servidores públicos recebendo altíssimos salários, sem qualquer obrigação de prestar serviços públicos;

5- povo, ainda que mostrando indignação (apenas nas redes sociais), cheio de OTIMISMO, acreditando que no final tudo acabará bem.

 

A CONFERIR

Tomara que o governo perceba o quanto esta profusão de produtos turísticos é capaz de ajudar e muito em termos de arrecadação. Temo, no entanto, que a vocação maior, qual seja a de cobrar tributos cada vez maiores, acabe por afastar os turistas que gostam de fortes emoções, em conhecer de perto as RUÍNAS do RS. A conferir.

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MARKET PLACE

  • FOCUS DE HOJE

    Na pesquisa Focus de hoje, temos:

    1- a projeção para o IPCA ao final de 2017 recuou de 2,97% na semana anterior para 2,95%, e caiu de 4,08% para 4,06% ao final de 2018. Para 2019, a projeção do IPCA se manteve em 4,25% e as projeções de 2020 e 2021 seguiram em 4,00%.

    2- a estimativa para a taxa de câmbio se manteve estável em R$ 3,16/US$ ao final de 2017, e permaneceu inalterada em R$ 3,30/US$ ao final de 2018.

    3- a projeção para a taxa de crescimento do PIB avançou de 0,68% para 0,70% ao final de 2017, e elevou-se de 2,30% para 2,38% no fim de 2018.

    4- a estimativa para a taxa Selic, por sua vez, permaneceu em 7,00% ao final de 2017 e 2018.

  • ESTÍMULO À SONEGAÇÃO

    O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Sindifisco) criticou a aprovação pela Câmara dos Deputados do texto-base da Medida Provisória (MP) nº 783, que cria o novo REFIS.

    Em nota à imprensa no sábado, o Sindifisco informa que a MP é um estímulo à sonegação, aumenta o prejuízo da arrecadação federal e favorece a concorrência desleal entre as empresas, tornando "tóxico" o ambiente de negócios no Brasil.

    O texto aprovado prevê, entre outros pontos, condições mais benéficas para devedores. As mudanças feitas pelos deputados no texto provocam perda ao montante que o governo esperava arrecadar com o programa em 2017. Os auditores classificam os descontos nas multas e juros como um convite à inadimplência e um castigo àquele que cumpre em dia suas obrigações tributárias. "Maus pagadores de longa data poderão continuar burlando os compromissos que todo cidadão de bem tem com os impostos, mola-mestra da construção de uma sociedade melhor, em qualquer lugar do mundo", diz a nota do Sindifisco.

    Entre os pontos criticados pelo Sindifisco também está a permissão para que empresas que tenham débitos de parcelamentos anteriores, e que foram dele excluídos, adiram ao novo Refis. E se voltarem a ser afastadas por não honrarem o combinado, terão direito a discutir as razões da exclusão e não pagarão nada, até que haja uma decisão final. "Em resumo, o contribuinte interrompe o fluxo do pagamento das parcelas e tudo bem", aponta o sindicato. Outro privilégio para o mau pagador, na avaliação dos auditores, é que, para dívidas até R$ 15 milhões, será permitida a utilização ilimitada da base de cálculo negativa da Contribuição Sobre Lucro Líquido (CSLL) e de prejuízo fiscal de exercícios anteriores, inclusive para débitos inscritos em dívida ativa. "E quem paga tudo direitinho como fica, se a lei permite o abatimento do prejuízo gradualmente, limitando o percentual a ser aplicado anualmente?", questionam os auditores. -(Jornal do Comércio) 

FRASE DO DIA

O IDEAL É NUNCA ESPERAR PELO MOMENTO IDEAL.