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RELAXE! FALTAM SÓ QUATRO DIAS...

ANO XIV - Nº 007/14 -

RETA DE PARTIDA

Na contagem regressiva, que a rigor começou na noite do dia 28 de outubro, quando Jair Bolsonaro foi eleito presidente, faltam agora apenas QUATRO DIAS para que o nosso Brasil entre, enfim, na rota do esperado crescimento e desenvolvimento.

SEM CONTAR COM O LEGISLATIVO

Portanto, nestes dias que nos separam da próxima 3ª feira, 01/01/2019, incluído um final de semana, a ordem é fazer de tudo para controlar a ansiedade e, principalmente, ter em mente que o governo Bolsonaro não poderá contar com o Poder Legislativo, que só começa a funcionar em fevereiro. Isto, por si só, já adia a apreciação e/ou votação das REFORMAS que o Brasil exige.

DESBUROCRATIZAÇÃO

Até lá, o que se pode esperar do governo Bolsonaro ao longo do mês de janeiro são decisões que independem de votação na Câmara dos Deputados e no Senado. Tais restrições, no entanto, não impedem que medidas que podem ser decididas pelo Poder Executivo, como é o caso da DESBUROCRATIZAÇÃO, venham a ser tomadas imediatamente.

MEDIDAS LIBERALIZANTES

Além disso, pelo que está sendo constantemente anunciado pela excelente equipe econômica, já se sabe que a economia brasileira será, de imediato, altamente beneficiada com MEDIDAS LIBERALIZANTES, do tipo que podem, enfim, levar o Brasil a ficar livre de muitas das amarras que não deixam o desenvolvimento acontecer.

MAIS PROMISSOR

Pois, para reforçar o sentimento de expectativa positiva, motivada pela certeza de que serão anunciadas boas e certeiras medidas liberalizantes já nas primeiras semanas de janeiro, eis o que informa a pesquisa feita recentemente pela Bloomberg, principal agência de notícias e dados do mercado financeiro, junto a 30 investidores, traders e especialistas: praticamente todos apontaram o mercado brasileiro como o MAIS PROMISSOR em 2019.

PRIMEIRA ESCOLHA

Diz a agência que o novo ano trará uma boa recuperação nos MERCADOS EMERGENTES,  com o Brasil liderando a demanda. Mais: nosso país foi a PRIMEIRA ESCOLHA para as três classes de ativos (moeda, títulos e ações). Que tal?

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MARKET PLACE

  • ESPAÇO PENSAR+

    Eis o artigo do pensador Márcio Coimbra, com o título -RESGATE COMERCIAL-: -

    Nas últimas décadas, nosso comércio internacional tornou-se instrumento de implementação de uma agenda que possui um corte profundamente ideológico. Está claro que nossas trocas comerciais precisam, ao contrário, seguir parâmetros objetivos e pragmáticos, interagindo com nações que convergem com nosso país dentro de uma agenda profícua que gere resultados positivos de forma mútua e inteligente.

    Nossa natural e histórica parceria com os Estados Unidos sofreu abalos profundos nas últimas décadas, quando nosso comércio tomou contornos mais ideológicos. Ao resgatar esta relação e diversificar os parceiros comerciais, nossa economia tende a tornar-se mais sadia e ampla. Neste sentido, muitas frentes podem ser abertas em flancos negligenciados por governos que sempre preferiram inserir a ideologia como elemento essencial de nossas trocas comerciais.

    As frentes que podem ser trabalhadas são inúmeras. Entretanto, um caminho promissor neste sentido é intensificar os esforços de facilitação do comércio e de convergência regulatória, o que implica em fazer uma boa interface entre a Embaixada em Washington, os canais de diálogo diplomático e comerciais do governo brasileiro, de modo a identificar as mudanças e o tipo de modernização que necessitamos empreender para que nossos padrões convirjam.

    Na área de facilitação, por exemplo, é importante avançar no sentido de que os portais de comércio exterior de ambos os países se comuniquem, de modo a poupar tempo, reduzir burocracia e baixar custos para os operadores do comércio exterior entre os dois países. Medidas que podem destravar canais hoje obstruídos em nossa rota comercial.

    O momento também é propício para voltar a discutir um acordo de investimentos que propicie mais segurança jurídica e ajude a atrair novos investimentos dos Estados Unidos para diversos setores, inclusive infraestrutura. Importante fazer coincidir essa proposta com esforço redobrado para explicar, a potenciais investidores, nossos marcos regulatórios mais amigáveis ao empreendedor. Isso pode se dar por meio da realização de série de encontros empresariais e eventos em câmaras de comércio e “think tanks” para divulgar oportunidades de investimento e recolher demandas de empresários no tocante ao tema regulatório.

    Aquele investimento que não exige contrapartidas regulatórias e um ambiente de negócios sadio certamente carrega uma agenda política paralela encoberta pelo comércio. O Brasil precisa estar atento a estes movimentos. Ao negociar e atrair investimentos de qualidade, originados de países que dividem conosco o mesmo apreço por regras estáveis e relacionamentos econômicos de longo prazo, nosso país estará se posicionando de maneira correta no cenário internacional. Uma parceria de qualidade com sócios confiáveis e interesses comuns aumentará nossa pauta exportadora, diversificará nossa matriz e incrementará nossa capacidade atual. Um movimento que mexe com interesses preestabelecidos, mas que impulsiona o país no longo prazo para um novo patamar no comércio internacional.

FRASE DO DIA

Não deixe que a ansiedade se transforme em dúvida.

Fernanda Sacks