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PROMOÇÃO IMPERDÍVEL

ANO XIV - Nº 007/14 -

AJUDE A MUDAR O BRASIL

Aproveitando este momento épico da história do Brasil, que no próximo dia 28 vai comemorar em todos os rincões a expressiva vitória da decência sobre a bandidagem, estou lançando uma PROMOÇÃO SIMPLESMENTE IMPERDÍVEL.

BRASIL NOVO, PRÓSPERO E DECENTE

A PROMOÇÃO é muito simples:  -Ajude a eleger JAIR BOLSONARO e ganhe, a partir do dia 1º de janeiro de 2109, um -BRASIL NOVO, PRÓSPERO E DECENTE-.

VALIDADE MARCADA PARA O DIA 28/10

Atenção: esta magnífica PROMOÇÃO tem validade. Na realidade está marcada para o DIA 28 DE OUTUBRO. Importante: para participar não é exigida inscrição ou qualquer coisa do gênero. Basta votar no 17 e pronto.

Mais: quanto mais votos no 17-Bolsonaro-, melhor para o Brasil.

QUEDA DO MURO COMUNISTA BRASILEIRO

A partir daí o negócio é se preparar para a grande festa, que inicia no final do domingo, com a comemoração da QUEDA DO MURO COMUNISTA BRASILEIRO cujos tijolos começaram a ser empilhados lá em 2002, quando Lula se tornou presidente.

70% DOS VOTOS VÁLIDOS

Nas minhas contas, depois de analisar detalhadamente os números mostrados pelas pesquisas Datafolha (10/10) e Ibope (ontem, 15), arrisco a dizer que nas minhas contas Jair Bolsonaro, mesmo que ocorra uma sempre possível fraude nas urnas, sairá vencedor com 70% dos votos válidos.

RAZÕES PARA ACREDITAR

Esta expectativa que carrego se dá pelo fato de que Bolsonaro segue crescendo na preferência dos eleitores, enquanto o candidato petista vem ganhando, na mesma proporção, maior rejeição. Uma prova clara, ainda que os institutos acima não gozem de boa credibilidade, de que grande parte do eleitorado petista quer, verdadeiramente, um BRASIL NOVO, PRÓSPERO E DECENTE. A conferir.

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MARKET PLACE

  • ESPAÇO PENSAR+

    Eis aí o texto produzido pelo pensador Paulo Caliendo - RAZÕES PARA UMA REFORMA TRIBUTÁRIA-:

    O país vive um momento dramático nessa quadra histórica. O desafio está em superar uma longa tradição de intervencionismo econômico e patrimonialismo, bem como de um desastroso passado recente, amparado em concepções catastróficas. O flerte com o bolivarianismo, a cleptoburocracia partidária que assaltou o governo, a escolha dos campões nacionais, todos esses erros de um passado próximo devem ser definitivamente superados por um novo governo reformista.

    A primeira tarefa, por óbvio, é garantir a sobrevivência de um projeto nacional independente, próspero e sob a égide de um Estado de Direito. Superado esse primeiro desafio, impõe-se a reforma profunda do Estado em seus três obstáculos históricos: PATRIMONIALISMO, CORPORATIVISMO E CASUÍSMO. 

    O PATRIMONIALISMO é o modelo de apropriação histórica do Estado por grupos ou estamentos. A indecente divisão entre servidores públicos e inativos do regime geral da previdência é um dos principais exemplos, além de ser uma das principais fontes de desajuste fiscal.

    O CORPORATIVISMO beneficia grupos, em um mercado fechado. Os próximos aos donos do poder se beneficiam de uma relação mútua de benesses. A captura do Estado mantém a estrutura política e esta mantém a economia franqueada a alguns. Assim, a tarefa é libertar a liberdade econômica das amarras históricas.

    O CASUÍSMO  é o oposto à segurança jurídica, ao Estado de Direito, o respeito à ordem jurídica e social. Neste, governa o ativismo judicial, a mudança constante de regras, a proliferação de regulamentos, a limitação da liberdade por decretos do governo de ocasião e a tentativa de superação dos valores arraigados pelo papel revolucionário da razão universal.

    A REFORMA TRIBUTÁRIA  não é nem um desafio, nem uma tarefa histórica, no sentido acima exposto. Então por quê se preocupar com ela? É a oportunidade histórica; de mudança do modelo de financiamento da federação; de organização da acumulação de riquezas, pelos agentes econômicos; de posicionamento internacional, pela escolha de um modelo moderno. Em suma, uma reforma necessária. Precisamos de um imposto único sobre o consumo (IVA); de uma menor carga fiscal sobre as empresas e empreendedores, de uma descentralização fiscal para os municípios e Estados e simplificação fiscal.

  • MÚSICA NA PRAÇA

    O samba, a Bossa Nova e a MPB vão invadir o palco do Moinhos Shopping no próximo show do Música na Praça. O projeto, que devido ao seu sucesso renovou seu casting de artistas e vai seguir com as apresentações em todas as quintas-feiras até dezembro, agora conta, nesta nova etapa, com os nomes de Aline Stoffel, Bibiana Petek, Cleiton Amorim e Eduardo Pitta.

    No dia 18 de outubro, quem sobe ao palco do Moinhos é o cantor e compositor Eduardo Pitta.

    As apresentações do Música na Praça são abertas ao público e acontecem sempre nas quintas-feiras, às 19h30, no terceiro andar do Moinhos Shopping, junto à Praça de Alimentação.

FRASE DO DIA

Não é a coisa proibida, é a proibição que faz o crime.

N.Bonaparte