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PRESA FÁCIL PARA POPULISTAS

ANO XIV - Nº 007/14 -

PRESA FÁCIL

De forma geral, a maioria dos brasileiros, movidos por uma falta brutal de discernimento, tem sido uma PRESA FÁCIL para as sempre muito bem afiadas garras dos POPULISTAS.

VENDEDORES DE ILUSÃO

Esta incapacidade, que dificulta o desenvolvimento do raciocínio lógico, faz com que os brasileiros mais resistentes, ou já escaldados, acabem se deixando levar por novos e sedutores CANTOS DAS SEREIAS aplicados com desenvoltura pelos eternos -VENDEDORES DE ILUSÃO.

NOVOS POPULISTAS

Se por um lado, nestas Eleições 2018, é alvissareiro que muitos eleitores digam que não votarão em candidatos ligados a atos de corrupção, por outro o que me causa preocupação é a presença do secular vício de se deixar levar por NOVOS POPULISTAS.

DANOS MAIORES

Em última análise, os eleitores precisam ser alertados de que, invariavelmente, todos os POPULISTAS são extremamente INCOMPETENTES. Mais: já ficou provado que os VENDEDORES DE ILUSÕES causam danos muito maiores do que a CORRUPÇÃO.

BALANÇA

Vejam que ao colocar num lado da balança o paquidérmico estrago que a dupla neocomunistas Lula/Dilma/Petista produziu na economia do nosso país, e, no outro lado o montante até agora apurado da extraordinária roubalheira, que não foi pouca coisa, o monumental peso contido pela má administração não deixa dúvida onde está o mal maior.

PROBABILIDADE INQUIETANTE

Se é iminente o risco de muitos eleitores elegerem políticos POPULISTAS, do tipo que acham melhor o país e os estados permanecerem nas trevas, uma outra preocupação já se apresenta como muito provável: mais de 50% afirmam que não vão votar. Caso isto aconteça...

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MARKET PLACE

  • DÍVIDA LIQUIDA DA UNIÃO

    Em junho de 2018, a DÍVIDA LÍQUIDA DA UNIÃO -INTERNA E EXTERNA- atingiu a marca de R$ 5,523,6 TRILHÕES, ou 82,85% do PIB. Que tal?

  • ESPAÇO PENSAR+

    Eis o artigo do pensador Roberto Rachewsky, com o título - 
    COMO ACABAR COM O JOGO DE CARTAS MARCADAS DA POLÍTICA BRASILEIRA?:

    A democracia brasileira está a serviço do Estado e não dos indivíduos que compõem a sociedade. O processo eleitoral e as instituições ditas republicanas servem para manter a sociedade à mercê e a serviço do Estado. Até então, com raríssimas exceções, pudemos ver que aqueles que buscam penetrar no círculo fechado do poder estatal, para lá vão com o intuito de se aproveitar dele para poderem manter um nível de qualidade de vida superior.

    No Brasil, nunca se viu qualquer movimento coordenado para acabar com a escravidão consentida, a submissão sancionada pelas vítimas que tentam manifestar suas vontades através do sistema democrático, sabidamente viciado por instituições pervertidas.

    O jogo do poder no Brasil é feito com cartas marcadas, não bastará mudar a retórica, reescrever a narrativa, será necessário colocar a estrutura político-institucional abaixo, para construir sobre ela uma nova matriz, fundamentada em princípios outros, como aqueles que permitem que uma sociedade seja composta de indivíduos livres e independentes, não submetidos, incondicional e indevidamente, à coerção do Estado, mas também não premiados pela indolência do Estado quando alguns desses mesmos indivíduos usam de força ou de fraude para ganhar o que não lhes compete.

    Um Estado que tudo pode, precisa de uma sociedade servil que tudo aceita. A luta por liberdade começa com a adequação do papel do Estado e, no Brasil, isso nunca foi feito. O papel de protagonista no cenário socioeconômico brasileiro sempre foi reservado ao Estado e àqueles que o integram ou em torno dele orbitam.

    As leis que forjam a dinâmica do nosso sistema político, eleitoral e, por consequência, econômico, são leis anti-naturais, são deturpações propositadas impostas com o objetivo de desumanizar os indivíduos em prol de um corpo e uma mente coletiva, existente apenas como abstração na consciência daqueles que querem deter o poder para dirigir vidas alheias para o seu próprio bem-estar. Isso só é possível se esses, que colocam suas vidas, voluntária e pacificamente, sob o domínio e o controle do Estado, mantém-se evasivos e alienados do que consiste ter a oportunidade única de existir.

    Não fomos premiados por singamias ocasionais para servirmos o Estado. Se não estamos aqui para lutar e viver como seres humanos, como indivíduos racionais dotados de direitos inalienáveis, deveríamos então ter nascido como ratos.

  • PALESTRA

    O Boulevard Laçador recebe, no dia 08 de agosto, às 19h, a palestra Os Primeiros 1000 dias do Bebê, encontro que apresenta o Baby Brain Institute. No evento, os participantes receberão dos profissionais que fazem parte da instituição recomendações essenciais sobre o desenvolvimento para a faixa etária. Com sede em Porto Alegre, o instituto traz um trabalho inovador na área do neurodesenvolvimento infantil, promovendo avaliações multidisciplinares na primeira infância e a prática de brincadeiras e atividades focadas no aprendizado inicial, que explora as janelas de desenvolvimento e potencialidades do cérebro do bebê nos primeiros 1000 dias de vida da criança.

  • MÚSICA NA PRAÇA

    Clássicos da Bossa Nova e canções que ajudam a definir a MPB estão no repertório da cantora e compositora Aline Stoffel, que se apresenta no Moinhos Shopping, quinta-feira (26), no projeto Musica na Praça. O show é acompanhado pelo pianista Leonardo Boff e inclui em seu set list músicas de gigantes da música brasileira, como os artistas João Gilberto, Rita Lee, Tim Maia e Alcione. Os shows são abertos ao público e acontecem sempre às 19h30, no terceiro andar do empreendimento, junto à praça de alimentação.

FRASE DO DIA

Que tal procurarmos reformar os homens, ao invés de culparmos as instituições?

Roberto Campos