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IMPEDIDO POR LEI

ANO XIV - Nº 007/14 -

INTERESSE PELO BRASIL

O mercado já captou a mensagem de que o Brasil é um país que detém um dos sistemas financeiros mais sólidos do mundo. Com todo esse cartaz, nada mais óbvio entender o enorme interesse de investidores globais em colocar dinheiro no Brasil.

DE ACORDO COM A VONTADE

Uma vez disponíveis os recursos no Brasil, as aplicações financeiras vão sendo escolhidas de acordo com o interesse e vontade dos investidores. Não se trata, portanto, de investimentos especulativos, como a nossa imprensa prefere, embora o ato de especular seja lícito e saudável.

O MESMO

O que os investidores (nacionais e estrangeiros) querem é exatamente o mesmo que os consumidores do mundo todo perseguem: o melhor produto pelo melhor preço. Ou seja, nada mais correto para quem dá valor ao seu dinheiro.

MELHOR APLICAÇÃO

Como Banco Central mostra uma clara disposição de levar a taxa Selic para 7,5% até o final do ano, a considerar só os juros pagos pela Caderneta de Poupança não existirá nada melhor em termos de aplicação.

SEM SIMILAR

Acompanhe o raciocínio: quem obtiver uma renda igual a Selic plena (7,5%), depois do desconto do IR (20% para simplificar) a remuneração líquida será de 6%. Como a Poupança paga, só de juro, 6,7% ao ano, não há similar.

ATÉ OS AGIOTAS

O rendimento da Poupança é obtido: 1- pelo juro de 0,5% ao mês (capitalizando chega a 6,7% em um ano), fixado por lei; e, 2- pela variação da TR (taxa referencial). Se a TR for igual a zero (praticamente impossível), só a taxa de juro paga pela Poupança não permite outra aplicação com tal rentabilidade. Até os agiotas vão depositar ali.

AMANTES DO JURO ALTO

Diante dessa situação chega-se à conclusão de que as medidas tomadas recentemente pelo governo são tímidas. Impedem, por lei, uma queda forte da Selic. A simples taxação sobre a poupança não será suficiente para inibir a queda da Selic a longo prazo. E mesmo assim, gente, há quem brigue para manter a Caderneta de Poupança como está. São os amantes do juro alto. Só pode.

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MARKET PLACE

  • A FUSÃO ESPERADA
    Em fato relevante divulgado hoje pela manhã, a Perdigão e a Sadia anunciaram acordo para unificação de suas operações, através da criação da BRF ? Brasil Foods S.A. (BRF). A celebração do Acordo de Associação foi autorizada pelos Conselhos de Administração da Perdigão e da Sadia e os seus termos serão submetidos à adesão dos acionistas da Sadia que virão a ser acionistas de HFF (Acionistas Aderentes) e dos acionistas signatários do acordo de voto da Perdigão.
  • DESTAQUES
    No próximo dia 25, o Jornal do Comércio, para comemorar o seu 76° aniversário e o Dia da Indústria, recebe os Destaques do Ano em um almoço na Fiergs. São 12 premiados dentre empresas, entidades e personalidades que se destacaram em suas atividades, contribuindo para o desenvolvimento do RS no ano que passou.
  • SEMINÁRIO
    A Federação das Indústrias do RS, através de seu Conselho de Infraestrutura e do Grupo Temático de Telecomunicações, promove Café da Manhã de Lançamento do 4º Seminário FIERGS de Telecomunicações. Dia 03 de junho de 2009, às 8h, sem custo, na sede da FIERGS.
  • WTTC
    O setor de Viagens & Turismo em Santa Catarina deve dobrar nos próximos dez anos. Essa foi uma das conclusões do estudo sobre impacto econômico realizado pelo World Travel & Tourism Council (WTTC), apresentado durante a 9ª Conferência Global sobre Viagens & Turismo. O setor, que hoje é responsável 12.5% do PIB local (equivalente a US$ 6,4 bilhões), deve crescer 4,5% ao ano, chegando a uma fatia de US$ 12,8 bilhões do PIB em 2019.
  • FAMASTIL
    A Famastil Taurus, de Gramado/RS, registrou receita líquida de R$ 15.631,657 no primeiro trimestre do ano. O resultado ficou estável na comparação com os três primeiros meses do ano passado - de R$ 15.613,179 ? mas foi considerado ótimo por executivos da empresa face a situação de mercado.

FRASE DO DIA

APRENDER É TANTO UM MEIO COMO UM FIM.

W. Harmann