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FELIZ SEGUNDO SEMESTRE!

ANO XIV - Nº 007/14 -

PRIMEIROS SEIS MESES

Faltando uma semana para o encerramento dos primeiros seis meses do governo Bolsonaro, é inegável que o resultado colhido ao longo do período, em termos de realizações, ficou longe daquilo que eleitores gostariam e/ou esperavam. Isto, no entanto, não significa que o governo não tenha avançado com algumas boas propostas voltadas para tirar o Brasil do enorme sufoco que está metido.

REFORMA DA PREVIDÊNCIA

De antemão é preciso levar em conta que o governo nunca escondeu que centraria todos os esforços na importante, necessária e inadiável -REFORMA DA PREVIDÊNCIA-, mesmo sabendo que, independente da boa ou má vontade dos nossos congressistas, o projeto, inevitavelmente, deveria passar por uma longa -VIA-SACRA- até chegar aos plenários da Câmara e do Senado. 

ABORDAGEM SOCIALISTA

Ademais, como os ferrenhos opositores do governo, desde a divulgação do resultado das eleições, ganharam um apoio irrestrito dos principais veículos de comunicação, a partir de então as atitudes do presidente, assim como propostas e/ou decisões tomadas pelo seu governo, ganharam os noticiários acompanhados de escancarados comentários pautados por intenso viés ideológico-socialista. 

PROCESSO DE TRANSFORMAÇÃO

Pois, ainda que as coisas estejam andando sem a pressa que a situação econômica exige, o fato é que o Brasil está passando por um indisfarçável PROCESSO DE TRANSFORMAÇÃO, que ficará muito transparente no SEGUNDO SEMESTRE, quando a REFORMA DA PREVIDÊNCIA, mesmo mutilada, estará, enfim, aprovada.

CATIVEIRO SOCIALISTA

Embora as FORÇAS DO MAL jamais se darão por vencidas e, portanto, continuarão fazendo de tudo e mais um pouco para manter o nosso empobrecido Brasil  preso no CATIVEIRO SOCIALISTA, o governo, com a clara ajuda do povo nas ruas, está disposto a vencer os obstáculos que dificultam o RESGATE definitivo, que levará o nosso País a viver com mais LIBERDADE.

FELIZ SEGUNDO SEMESTRE

Aliás, esta penúltima semana do semestre encerra com a notícia de que o ministro Onyx Lorenzoni, na reunião que aconteceu na residência de Rodrigo Maia com líderes e dirigentes dos principais partidos de centro e centro-direita, fechou acordo para viabilizar a votação da REFORMA DA PREVIDÊNCIA, no plenário da Câmara, até a primeira quinzena de julho. 

Aprovado o texto, tudo leva a crer que o Brasil será, enfim, um País mais confiável e pronto para receber investimentos. Assim, o que me resta é desejar um FELIZ SEGUNDO SEMESTRE!

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MARKET PLACE

  • ESPAÇO PENSAR+

    Eis o texto produzido pelo pensador Percival Puggina -ESSE JEITO BOLSONARO DE SER-

              Muitos analistas políticos têm batido na tecla da necessária interlocução entre o Executivo e o Legislativo. Afinal, o Congresso tem a legitimidade institucional para aprovar ou não os projetos do governo e os cidadãos devem ficar fora desses assuntos. O parlamento é o lugar onde se fala e onde se verbalizam opiniões divergentes. Portanto, “bora conversar” que tudo se resolve.

              Resolve? Não. Contudo, ainda que resolvesse – e vota e meia não resolve mesmo – a política é só isso? É apenas um formulário institucional onde os poderes conversam e as opiniões, magicamente, se harmonizam porque todos querem o bem do país? Acumulam nossas instituições méritos que as façam merecedoras da confiança nacional? Novamente, não.

    Tenho como verdadeira a clássica lição segundo a qual a política é possível pelo que as pessoas têm de bom e necessária pelo que nelas há de mau. Sociedades humanas, para um ou para o outro, precisam de elite e precisam de liderança.

              Certa feita, comentando as habilidades de Lula como comunicador, registrei minha observação segundo a qual, sobre o mesmo assunto, ele tinha opiniões diferentes para públicos diferentes e, graças a isso, era aplaudido dizendo A e dizendo o contrário de A. Essa “habilidade” é uma das condições necessárias para identificar um trapaceiro, jamais um estadista. Estadistas não molham o dedo na saliva e o esticam ao ar para perceber de que lado sopra o vento no auditório.

              Na política, liderança e, especialmente, liderança exercida sobre a massa, é um dom distribuído em proporções escassas. Bolsonaro tem esse dom e só ele explica a vertiginosa escalada que o levou à Presidência, contrariando a vontade explícita de quase todos os profissionais da opinião pública, aí incluídos políticos e comunicadores.

              Não adianta atacar e fustigar Bolsonaro, apontando suas limitações porque elas nunca foram dissimuladas. Ninguém está a descobrir uma face oculta do Presidente. Tais limitações sempre fizeram parte do jeito Bolsonaro de ser, jeito que a população conhece e ao qual atribui valor elevado num mercado de baixas cotações.

              Parcela significativa da sociedade sabe que Bolsonaro não é o príncipe perfeito, mas percebe nele sadia intenção de se sacrificar para fazer a coisa certa. Não tenho o costume de usar citações bíblicas em textos sobre política, mas é impossível não lembrar, aqui, das palavras de Jesus sobre tomar a própria cruz e segui-lo. Tirar o Brasil da situação em que está exige do governante esse mesmo ânimo para enfrentar aqueles que fogem como o diabo de qualquer cruz. Que dizer-se de carregá-la! Ela, a cruz, é parte do problema do governo com a base.

              O empenho que se percebe em tantos meios de comunicação, visando a constranger as redes sociais ao silêncio, sustar as cívicas e civilizadas mobilizações de rua e diagnosticá-las como intrusivas e impróprias, outra coisa não é que tentativa de isolar o Presidente de seu principal e mais consistente apoio.

FRASE DO DIA

Os vencedores buscam sempre o conhecimento. Os perdedores pensam já tê-los encontrado.