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CHEGA DE TANTO ESPANTO COM ABSURDOS

ANO XIV - Nº 007/14 -

COSTUME BRASILEIRO

Dias atrás comentei que os brasileiros, por força de um péssimo COSTUME, muito provavelmente trazido pelos nossos descobridores, sempre conviveu com os mais diversos tipos e tamanhos de ABSURDOS. E mesmo assim ainda se vê inúmeras e constantes manifestações de ESPANTO quando nos deparamos com um novo ABSURDO .

 

 

REGRAS SOCIAIS

Ora, considerando que COSTUMES são regras sociais que propõem práticas continuadas e prolongadas que resultam em convicções, a convivência com o ABSURDO, por ser antiga e tradicional, pressupõe que o mesmo integre o DNA do brasileiro.

SENTIMENTO ABOMINÁVEL

Ora, depois de tantos ABSURDOS que a história já registrou ao longo dos quase 517 anos de vida do Brasil, o que menos deveria existir, se levarmos em conta o COSTUME e a aceitação do -SEMPRE FOI ASSIM-, é a manifestação de ESPANTO, SURPRESA E INDIGNAÇÃO. Principalmente, quando se trata de propostas e decisões apresentadas e/ou tomadas no setor público (Executivo, Legislativo e Judiciário). 

SAUDÁVEL COSTUME

A rigor, o que realmente poderia gerar uma manifestação de -ESPANTO- no seio da sociedade brasileira, e aí sim de forma SENSATA e BENÉFICA, é uma mudança de COMPORTAMENTO, que tenha como grande propósito proporcionar o início de um novo e SAUDÁVEL COSTUME.

 

LIBERDADE

Para acabar de vez com tantos ABSURDOS, a receita é muito simples: basta o governo (em todos os níveis) ser menos INTERVENTOR. Até porque, como já está mais do que provado, quanto mais LIBERDADE, mais DESENVOLVIMENTO. Vamos experimentar?

RESULTADOS MAGNÍFICOS

Só o fato do governo deixar de se intrometer na ECONOMIA, na VIDA DOS CIDADÃOS e no AMBIENTE EMPRESARIAL, já traria grandes resultados para a diminuição dos ABSURDOS. Mais: faria com que a sociedade viesse a respirar um ar mais PURO, SAUDÁVEL e JUSTO. Com isto, o ESPANTO seria sentido e saboreado com alegria e comemoração, e não em forma de lamentação.
 

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MARKET PLACE

  • TEXTO DO PENSADOR THOMAS KORONTAI

    Eis o texto que me foi enviado pelo pensador Thomas Korontai, que também é pré-candidato à Presidência da República pelo Partido Federalista, nas eleições 2018, ao se referir ao editorial de ontem:

    As constatações do Editorial de ontem no Ponto Crítico, em face da pergunta “O Brasil tem jeito?” foram bem feitas em dois pontos cruciais: a “imexibilidade” dos direitos adquiridos e as tais cláusulas pétreas. E que nenhuma constituinte poderia mexer nesses dois pontos.

    Pois bem, posso afirmar que, se o Brasil chegar ao jeito da Venezuela ou coisas parecidas, certamente os ditadores, controlando os demais Poderes, passarão como trator por cima de tudo. Aliás, me permita dizer que já estão afazendo isso. O STF se agarra na mais nova modalidade jurídica inventada pelos oligarcas de sempre: a excepcionalidade. Tudo virou excepcional para poder subvertido, inclusive cláusulas constitucionais. Como a memória não é um dos privilégios de nosso Povo, já se esqueceu o que os ministros protagonistas do ativismo judicial fizeram com a inversão de cláusulas quando da abertura do processo de impeachment da ex-presidente Dilma. Invadiu também, a competência do Legislativo, destituindo Eduardo Cunha da Presidência da Câmara, invadiu a competência do Senado atacando seu então presidente – e me refiro tão somente ao ato jurídico, não ao caráter (ou falta dele) dos dois citados.

    Outra “excepcionalidade” foi regulamentar o casamento entre duas pessoas do mesmo sexo, passando por cima da cláusula da Constituição que deixa claro qual casamento o Estado reconhece. Haveria inúmeras outras, como o caso da Raposa do Sol, enfim...

    Como passar por cima de tanto poder? Não apenas do STF, mas do Executivo, do Legislativo e do poder corporativista garantido petreamente, cujas lascas afiadas cortam qualquer esperança de redenção do Brasil? Somente um Referendo Popular para um novo texto, politicamente proposto por meio de um partido, que apresente um candidato, que tenha poder político popular para conseguir aprovar no Congresso, a transferência do poder derivado constituinte ao Povo.

    Obviamente, que isso só valerá a pena para uma constituição de princípios, federalista, que descentralize os poderes e engenhosamente feita de maneira a evitar que o poder volte a se concentrar, seja na área federal, seja na estadual ou até nas cidades. Dá pra fazer? Sim! Mas apenas com a vontade, a exigência de 200 milhões que pagam a conta dos que se garantem na “imexibilidade” atual. E começa ação direta dos formadores de opinião – dos Pensadores do Pensar+ e de você , caro leitor - no primeiro circulo concêntrico da pedrinha da transformação revolucionária jogada neste lago tupiniquim, antes que este seja contaminado por uma lama total...
     

  • PÁSCOA

    Tradicionalmente líderes na preferência dos consumidores durante o período de Páscoa, os ovos de chocolate deverão perder espaço para barras, bombons e tabletes na edição deste ano da festividade. É o que mostra um estudo desenvolvido pela Associação Gaúcha de Supermercados (Agas) junto aos associados e divulgado ontem (16) pelo presidente da entidade, Antônio Cesa Longo.

    Segundo o levantamento, que consultou 56 supermercadistas entre os meses de janeiro e fevereiro, os empresários do setor projetam uma queda de 12% nas vendas ovos de chocolate na Páscoa de 2017, na comparação com o ano passado. Ainda assim, ao todo, os supermercados do Estado deverão comercializar 8 milhões de ovos de chocolate até o dia 16 de abril, domingo de comemorações da festividade. Com relação aos preços, a pesquisa aponta que o valor médio dos produtos típicos de Páscoa está 8,5% superior ao ano passado. “O consumidor segue querendo presentear seus familiares e pessoas próximas, mas está muito atento aos preços e ao seu orçamento. Os supermercados vão apostar em pequenos chocolates para complementar a venda do já tradicional ovo de Páscoa”, explica Longo.

FRASE DO DIA

Geralmente a solução do governo para um problema é tão ruim quanto o próprio problema.

Milton Friedman