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A VOZ ROUCA QUE SOOU DAS URNAS

ANO XIV - Nº 007/14 -

PREFERÊNCIA NACIONAL

Nesta etapa final da corrida eleitoral, tanto para presidente quanto para governadores, depois do acachapante resultado mostrado pelas urnas ficou evidenciado que a maioria dos candidatos que declarou apoio ao presidenciável Jair Bolsonaro ganhou maior preferência dos eleitores Brasil afora.

FUNDAMENTAL

Ora, partindo do pressuposto que os eleitores em geral vão repetir o mesmo comportamento neste segundo turno, tudo leva a crer que a maioria dos candidatos a  GOVERNADOR que  buscam a vitória no dia 28/10, já entenderam que apoiar Jair Bolsonaro é fundamental.

DECLARAÇÕES PRÓ BOLSONARO

Para bons entendedores, isto significa, com clareza absoluta, que depois das declarações que deram,  ontem, por Ciro Gomes, que fala pelo PDT;  por Marina Silva, que fala pela Rede;  e por Geraldo Alckmin e/ou Fernando Henrique Cardoso, que falam pelo PSDB, e, pasmem, de alguns líderes do NOVO, para ficar só com estes, que Jair Bolsonaro vai receber, tranquilamente, mais de 70% dos votos no dia 28.

NOJENTA NEUTRALIDADE

Atenção: os eleitores já deixaram bem claro que a lamentável NEUTRALIDADE e o estúpido ELENÃO soam, de forma inequívoca, como indicação de voto para Jair Bolsonaro. Mais: a NEUTRALIDADE, que nada mais é do que se colocar em cima do muro, é interpretada como uma atitude ainda mais nojenta do que uma declaração de  apoio ao PT, que sabidamente destruiu o país.

CABOS ELEITORAIS

Para deixar ainda mais claro, se isto fosse preciso e/ou necessário, o fato é que a decisão tomada pelos líderes destes partidos perdedores, principalmente os -MURISTAS-, funcionou como se todos fossem vistos como efetivos CABOS ELEITORAIS do presidenciável  JAIR BOLSONARO.

VOZ ROUCA DOS ELEITORES

Fica muito nítido que estes maus perdedores estão surdos. Não ouviram a VOZ ROUCA DOS ELEITORES que ecoaram das urnas no último domingo. O grito que soou em todos os cantos do Brasil, deixa claro que quanto mais ELENÃO e mais NEUTRALIDADE, é visto pelos eleitores como uma necessidade de eleger Bolsonaro.

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MARKET PLACE

  • COMPARATIVO OPORTUNO

    Eis aí, para aqueles que se dizem indecisos,  um importante comparativo dos PLANOS DE GOVERNO - BOLSONARO (http://divulgacandcontas.tse.jus.br/candidaturas/oficial/2018/BR/BR/2022802018/280000614517//proposta_1534284632231.pdf);  e

    HADDAD (http://divulgacandcontas.tse.jus.br/candidaturas/oficial/2018/BR/BR/2022802018/280000629808//proposta_1536702143353.pdf)

    IMPOSTOS

    - Bolsonaro: Redução da carga tributária e aumento da receita destinada aos municípios (pág 58)

    - Haddad: Criar imposto sobre a exportação (pág 41), criar imposto sobre lucros e dividendos (pág 42) e aumentar o imposto territorial rural ITR para grandes propriedades (pág 56)

    IMPRENSA

    - Bolsonaro: contrariedade a qualquer regulação ou controle social de mídia (pág 7)

    - Haddad: implantar mecanismos de regulação da imprensa e criar uma empresa pública de comunicação para expor o posicionamento do governo (pág 16)

    LAVA JATO

    - Bolsonaro: a justiça deverá seguir seu rumo sem interferências políticas (pág 15)

    - Haddad: promover uma reforma do sistema de justiça para reduzir o poder de investigação do ministério público federal (pág 6, 15)

    SEGURANÇA

    - Bolsonaro: tolerância zero com o crime (pág 10) e redução da maioridade penal (pág 32)

    - Haddad: desmilitarização das polícias (pág 31) e iluminação com led nas ruas (pág 54)

    MINISTÉRIOS

    - Bolsonaro: reduzir os 29 ministérios existentes atualmente (pág 17)

    - Haddad: Criar 6 novos ministérios (pág 19, 20 e 55)

    DITADURAS SOCIALISTAS

    - Bolsonaro: deixar de louvar ditaduras assassinas socialistas (pág 79)

    - Haddad: desenvolvimento da infraestrutura de países do Mercosul (Venezuela) (pág 11)

    AGRONEGÓCIO

    - Bolsonaro: Segurança no campo, políticas para consolidar mercado interno, abrir novos mercados externos, melhoria da logística de distribuição (pág 69)

    - Haddad: regulação do agronegócio para evitar ampliação de grandes latifundiários. Implantar reforma agrária e distribuir terras ao MST e indígenas (pág 56)

    CONSTITUIÇÃO

    - Bolsonaro: respeito e obediência à constituição (pág 6)

    - Haddad: Estabelecer um novo processo constituinte para aumentar o poder do estado (pág 6)

    PRESÍDIOS

    - Bolsonaro: Prender e deixar na cadeia quem tiver cometido crimes (pág 30) e acabar com a progressão de pena e saída temporária (pág 32)

    - Haddad: Reduzir a massa carcerária do Brasil através da liberação de presidiários (pág 33)

    SINDICATOS

    - Bolsonaro: o sindicato deve ser voluntário, contra a obrigatoriedade do imposto sindical (pág 64)

    - Haddad: valorização de sindicatos e associações de trabalhadores (pág 40)

    DROGAS

    - Bolsonaro: Combate à ideologia de liberação irrestrita de drogas ilícitas (pág 26)

    - Haddad: Promover a descriminalização das drogas (pág 32)

  • POSICIONAMENTO DE MATEUS BANDEIRA

    Eis o que declarou ontem o pensador Mateus Bandeira, candidato a governador do RS, pelo NOVO:

    Desde que decidi ser candidato a governador, assumi o compromisso de falar a verdade. De forma aberta e transparente, manifestei posições firmes – muitas delas consideradas antipáticas e impopulares. Eu e meu vice, Bruno Miragem, pautamos questões que eram vistas como tabus. Tenho convicção de que elevamos a discussão política e trouxemos luz a temas urgentes que sequer eram tratados em outras eleições.

    Apesar da pouca estrutura partidária, do exíguo tempo de TV e de não contar com recursos do fundo partidário e eleitoral, levamos a nossa mensagem adiante e conquistamos a confiança de 200.877 eleitores. Os critérios utilizados pela Globo, reproduzidos pela sua afiliada no RS, prejudicaram nossa candidatura: não tivemos chance de participar de um programa de grande audiência, pois a emissora baseou-se em pesquisa eleitoral que retratava o quinto candidato com 4% das intenções, quando o mesmo atingiu apenas 0,15% dos votos. Na mesma linha, não pudemos participar do debate decisivo, com maior repercussão.

    Dentro de nossas limitações, fizemos parte do início de um processo para melhorar a forma como se faz política, investindo nosso tempo e nossos recursos. Participando ativamente do processo eleitoral, oferecemos a nossa contribuição para um Rio Grande melhor. Por tudo isso, agradecemos a confiança e o empenho de todos que acreditaram nos nossos propósitos e, com coragem, escreveram esta nova página na história da democracia.

    A receptividade às ideias do Novo foi comprovada pela eleição de Marcel van Hattem, o deputado federal mais votado no Estado. Também elegemos dois deputados estaduais: Fábio Ostermann e Giuseppe Riesgo. Contrariando as pesquisas e enfrentando a velha política, Romeu Zema ficou em primeiro lugar na disputa ao governo de Minas Gerais e desponta agora como favorito. E, nacionalmente, João Amoêdo superou a casa dos 2,6 milhões de votos. O Partido NOVO já é um projeto vitorioso.

    Da mesma forma como sempre me posicionei no primeiro turno, não teria como ficar em cima do muro no segundo. Sempre tive lado. Até aqui, sustentamos as candidaturas que eram as ideais, mas no dia 28 de outubro teremos de escolher as melhores disponíveis. As diferenças entre os candidatos são grandes e, portanto, representarão caminhos bem distintos para o Brasil e o Rio Grande do Sul.

    Liderando as mudanças necessárias para o Estado do RS sair da crise, José Ivo Sartori é o nome mais qualificado para o governo do Estado nessa disputa final. Demonstrou em seu primeiro mandato que tem experiência e responsabilidade como gestor. Em seu governo, sancionou a Lei de Responsabilidade Fiscal Estadual – medida de extrema necessidade para o saneamento das contas e da qual participei de sua concepção, lá atrás, como secretário de Planejamento, quando não tivemos êxito em aprová-la. Propôs o plebiscito sobre a possibilidade de privatização ou federalização de estatais, mas foi traído por aliados recentes que preferiram o oportunismo eleitoral ao enfrentamento dos problemas reais. A continuidade de Sartori é uma garantia de que o caminho para equilíbrio financeiro do RS avançará e, com isso, a possibilidade de recuperar investimentos em áreas prioritárias como segurança, saúde e educação.

    No plano nacional, Jair Bolsonaro será o voto de todos os brasileiros que querem evitar o evidente retrocesso caso o PT retorne ao poder. Um verdadeiro deboche à Justiça e às instituições. Assim como eu, Bolsonaro e Mourão propõem prioridade absoluta para a segurança pública e a restauração da ordem no país. Defendem o direito de legítima defesa, com a revogação do Estatuto do Desarmamento, e a necessária segurança jurídica para o agronegócio. Assim como eu, Jair Bolsonaro defende os valores da família.

    Por fim, votar em Sartori e Bolsonaro no segundo turno representará um firme posicionamento dos gaúchos contra a esquerda – seja ela autêntica ou maquiada.

    Ambos podem contar com o meu engajamento e apoio entusiasmado nessa reta final.

  • ESPAÇO PENSAR+

    Eis aí o bom texto do pensador (judeu) Roberto Rachewsky: , com o título- NAZISTA?-:

    Aos judeus que me conhecem e aos que sequer sabem que eu existo, eu digo que pior que mostrar indignação sobre algo não comprovado, como dizer que Bolsonaro é nazista, algo que eu duvido que ele seja, é apoiar o Partido dos Trabalhadores, essa sim uma evidente organização criminosa com ramificações internacionais, que se orgulha de ser membro-fundador do Foro de São Paulo, associação declaradamente anti-sionista, anti-Israel, anti-Estados Unidos, anti-capitalista, anti-mundo livre e anti-tudo aquilo que cria uma sociedade civilizada.

    Os petistas, diretamente e através desta instituição, têm suas digitais espalhadas pelos projetos de poder em curso em países governados por tiranos, seja na América Latina ou no resto do mundo.

    Os petistas e seus cúmplices apoiam organizações terroristas que matam judeus mundo afora, que querem acabar com o Estado de Israel, empurrando sua população para o mar ou aniquilando-a com o terror ou com ogivas nucleares.

    Ninguém pode negar a amizade e o recebimento de apoio que ligavam Lula a amigos carniceiros como Muammar Kaddafi, ditador líbio que morreu trucidado pelo próprio povo e Mahmud Ahmadinejad, tirano, chefe do governo iraniano que assassinou dezenas de inocentes, entre eles jovens, homens e mulheres de seu próprio povo, apenas por protestarem contra a opressão.

    Cabe lembrar do caso Amia, atentado terrorista ocorrido em Buenos Aires, cuja participação do governo iraniano foi ocultada pelo governo argentino de Cristina Kirchner, amiguinha do Lula e da Dilma.

    O PT apoiou Chávez que perseguiu judeus na Venezuela, apoiou o Hamas e o Hezbollah, organizações terroristas. O PT sempre se posicionou contra Israel na ONU, principalmente, na época da Dilma e no período onde os famigerados Marco Aurélio Garcia e Celso Amorim davam as cartas no Itamaraty, que fizeram o Brasil ser conhecido como anão diplomático.

    Esses que querem taxar o Bolsonaro como nazista, inclusive os membros da comunidade judaica que vivem no Brasil ou em Israel, são marxistas empedernidos, tão ou mais truculentos, tão ou mais antidemocráticos, tão ou mais antiliberais do que os próprios fascistas. Por sinal a diferença entre o fascismo e o socialismo que essa gente prega como se fosse algo virtuoso, é tênue; e ambas ideologias são dogmáticas, desumanas e violentas.

    Gente assim costuma pregar tolerância sendo intolerante, costuma defender a paz sendo violento, costuma falar em nome das minorias, mas despreza a menor minoria que há, o indivíduo. Esse turma não passa de relativistas contumazes, pervertem a linguagem, exaltam o feio e o errado.

    Não se furtam de condenar o capitalismo chamando-o de selvagem mesmo sabendo que foi ele que tirou da miséria e da morte as vítimas da barbárie promovida pelos seguidores de Marx e Engels, de Lênin e Mao, cujas ideias e ações associadas produziram dor e mortos às centenas de milhões.

    Fazem vista grossa para a realidade histórica que expõe o desprezo que fanáticos, materialistas, têm pela vida. Evadem-se sobre o que ocorreu na China, no Cambodja, na União Soviética, na Coréia do Norte, em Cuba, na Venezuela e em outros lugares onde o coletivismo estatista que tanto defendem como se fosse um maná, produz nada mais e sem limites só desgraça.

    Ser judeu é entender a necessidade que a liberdade e a propriedade têm para a vida. É ver valor nas trocas espontâneas, na cooperação voluntária. Quem despreza a liberdade, quem despreza a propriedade, despreza a vida alheia e o direito individual que cada um tem de buscar a sua felicidade.

    Socialistas, fascistas e nazistas possuem meios próprios para alcançar os mesmos fins partindo dos mesmos princípios, querem acabar com a privacidade, com a liberdade e com a independência do indivíduo.

    Se Bolsonaro é nazista ninguém pode provar, mas que os petistas são bandidos, as evidências estão aí para quem quiser enxergar.

    Shalom para os homens de boa vontade, para os demais, que a justiça se encarregue de suas almas.

FRASE DO DIA

Os comunistas sempre souberam chacoalhar as árvores para apanhar no chão os frutos. O que não sabem é plantá-las...

Roberto Campos