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A INCRÍVEL SEMELHANÇA ENTRE O PORCO NAPOLEÃO E DIAS TOFFOLI

ANO XIV - Nº 007/14 -

ANIMAL FARM

Ontem à tarde, na medida em que lia as mensagens enviadas por leitores indignados com a estúpida, embora nada surpreendente, reação do péssimo presidente do STF, Dias Toffoli, a respeito da declaração feita pelo ótimo ministro Paulo Guedes, que teve como único propósito -DEFENDER A NOSSA SEMPRE AMEAÇADA DEMOCRACIA, me veio à lembrança a magnífica obra do George Orwell - ANIMAL FARM-, ou  -A REVOLUÇÃO DOS BICHOS-, publicada em 1945.

NAPOLEÃO

Para quem leu o livro, ou assistiu ao filme, certamente vai perceber, com absoluta nitidez, o quanto o presidente do STF se identifica com a figura de Napoleão, o PORCO TRIUNFANTE do imperdível romance satírico de Orwell. Com total isenção, a cada palavra que sai da boca suja de Dias Toffoli, mais o dito cujo se parece com o suíno. 

FRASE FAMOSA

Aliás, se vivo fosse e resolvesse atualizar a sua obra dando novos nomes aos animais, não tenho dúvida de que Orwell acertaria em cheio dando o nome -DIAS TOFFOLI- ao suíno conhecido por –NAPOLEÃO-. Principalmente, por força da famosa frase dita pelo Porco Triunfante: –TODOS OS ANIMAIS SÃO IGUAIS, MAS ALGUNS SÃO MAIS IGUAIS QUE OS OUTROS-.

TOFFOLI É UM PERSONAGEM REAL

O que mais preocupa é que enquanto Napoleão, na obra de Orwell, é apenas um animal da fictícia fazenda chamada Manor Farm, na cidade de Willingdon na Inglaterra, Dias Toffoli é um personagem real que preside o STF, ou seja a instituição que tem o incrível PODER MÁXIMO DE MANDAR E DESMANDAR no nosso empobrecido Brasil.

REGIME AUTORITÁRIO

Quando se torna líder da Fazenda dos Bichos, Napoleão, a exemplo de Dias Toffoli, dá início a um regime autoritário de pseudoliberdade. Com o passar do tempo os males do regime imposto por Napoleão, que guarda enorme semelhança com as atitudes do líder do STF, foram se tornando presentes e com ela os animais começaram a minguar. 

Fica aí a notável semelhança, para que ninguém venha a se surpreender com a manutenção dos malvados SEIS MINISTROS DO STF, que querem porque querem que o povo brasileiro se ferre.

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MARKET PLACE

  • FINANCIAL TIMES

    O jornal britânico Financial Times defendeu, no seu editorial de 2ª feira, 25, que o Brasil mantenha seu ritmo de reformas e previu que, se o País deixar a oportunidade passar agora, a janela para mudanças será fechada "talvez por anos".

    A publicação cita que a libertação do ex-presidente Lula da prisão pode ter sido um fato para o adiamento das reformas e o temor de protestos como os que ocorrem na América Latina. Lula, diz o artigo, não perdeu tempo em rotular Guedes como "destruidor de empregos" e em mobilizar a oposição.

    O jornal ainda defende a política de Guedes. "O gigante da América Latina já esperou demais para colocar as finanças do governo em uma base sustentável e tornar o País um lugar mais atraente para fazer negócios. Se perder a oportunidade agora, a janela para mudanças será fechada, talvez por anos, e os investidores internacionais voltarão para outro lugar. Bolsonaro deve manter a calma e aproveitar a chance de o Brasil mudar." (Gazeta do Povo)

  • PARA O UBS O -ESPÍRITO ANIMAL- ESTÁ DE VOLTA!

    Em seu último relatório (21/11), o banco de investimentos UBS observou que, após 5 anos entre recessão (2015-2016) e crescimento perto de 1% (2017, 2018, 2019), as recentes reformas e as condições macroeconômicas (juros e inflação baixa) estão tornando "o solo do País mais fértil" para uma expansão sustentável do Produto Interno Bruto (PIB) nos anos de 2020 (+2,5%), 2021 (+2,5%) e 2022 (+3,0%).

    Segundo o banco, a retomada da atividade deve ocorrer tanto pela via da demanda, como pela via dos investimentos.

    No lado da DEMANDA, a expansão mais forte do PIB deve ajudar a criação de postos de trabalho a ganhar tração, promovendo uma queda mais acelerada da taxa de desemprego. Já as taxas de juros reais mais baixas, somadas a uma maior competição entre os bancos digitais e tradicionais, tende a reduzir os custos dos empréstimos e aumentar as carteiras disponíveis.

    Do lado dos INVESTIMENTOS o UBS destaca que as reformas fiscais e a maior estabilidade política e econômica devem elevar a confiança das empresas na economia. “Diversos setores já veem as suas vendas aumentarem em dois dígitos. Com isso, as empresas estão revisando para cima os seus gastos de capital para o próximo ano”, diz a UBS.

    Apesar de avaliar que as reformas têm andado mais devagar do que o desejado, a UBS avalia que diversas medidas avançaram desde 2016, como o teto de gastos públicos, mudanças nas taxas do BNDES, Cadastro Positivo, novas regras para a exploração de óleo e gás, reforma da Previdência Social, entre outras.
    “Todas essas reformas terão impacto positivo sobre a produtividade, embora exista uma defasagem entre a aprovação das reformas e os efeitos produtivos. “Contudo, os mercados têm antecipado esses efeitos positivos nas contas do governo. Como resultado, títulos do governo de longo prazo estão sendo negociados com uma rentabilidade historicamente mais baixa, ao passo que o prêmio de risco país está próximo do grau de investimento soberano”, diz a UBS. O banco destaca ainda a importância das concessões na área de infraestrutura para aumentar produtividade.

    Por outro lado, os RISCOS de um cenário mais positivo se concretizar está em:
    1- Em um crescimento da agitação social no Brasil, caso a taxa de desemprego não ceda como o esperado. Soma-se a isso, a possibilidade de contágio de outras manifestações na América do Sul
    2- Diante dessa agitação, o Congresso pode propor medidas mais populistas, especialmente por conta das eleições municipais em 2020
    3- Decisões do STF com relação à corrupção.

FRASE DO DIA

Tranque as bibliotecas, se quiser, mas não há fechaduras nem cadeados com os quais você conseguirá trancar a liberdade do meu pensamento.

Virginia Woolf