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6º COLÓQUIO PENSAR+

ANO XIV - Nº 007/14 -

BLOCKCHAIN E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Desde sexta-feira, 13, até ontem, domingo, 15, junto com mais 21 pensadores, participei do 6ª Colóquio Pensar+, que acontece anualmente em Flores da Cunha, RS, mais precisamente nas dependências da Fábrica de Móveis Florense, em ambiente cuidadosamente preparado pelos incansáveis diretores -Gelson Castellan e Mateus Corradi-. 

 

PREPAREM-SE

O tema deste encontro tratou de -BIG DATA, BLOCKCHAIN e INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL-, tecnologias que vieram para revolucionar o mundo. Por tudo que li, assisti e aprendi ao longo do evento, ainda que de forma introdutória, já fiquei muito espantado com o que vem por aí. Gostem ou não, dentro de dois a três anos o uso destas inevitáveis tecnologias será inevitável.

 

QUEM NÃO INOVA TENDE A DESAPARECER

Confirmando tudo o que Roberto Dagnoni, da Money Exchange, já havia dito em março deste ano, no Encontro de Líderes do Mercado Segurador, os painelistas -Igor Morais, Rudá Pellini, Ronald Hillbrecht e Gustavo Sander- também disseram, alto e bom tom, que QUEM NÃO INOVA VAI, INEVITAVELMENTE, DESAPARECER.

 

BLOCKCHAIN: DESREGULAÇÃO PLENA SEM INTERMEDIÁRIOS

O BLOCKCHAIN, para que todos comecem a se interessar, é a tecnologia utilizada para o registro de transações, muito utilizado pelas moedas digitais (bitcoin e outras mais de 1500 criptomoedas já existentes), e promete uma DESREGULAÇÃO PLENA, SEM INTERMEDIÁRIOS.

BIG DATA

O BIG DATA, por sua vez, é a tecnologia que PERMITE O ARMAZENAMENTO e o TRATAMENTO de uma enorme quantidade de informações. Detalhe: ainda que a quantidade de dados disponíveis venha a ser muito grande, o que realmente importa é o que as organizações podem fazer com eles.

 

INTELIGÊNCIA ARTIFICAL

Estas novas ferramentas tecnológicas, que prometem mudar para melhor a vida dos cidadãos, proporcionam a tomada de decisões melhores e, consequentemente, melhores ações estratégicas de negócio. Tomem nota: o uso do Big Data, potencializado pela utilização da Inteligência Artificial, ou IA, permite uma análise muito mais profunda e rápida de todos os dados.

Além de muito grato a Florense, pelo apoio de sempre, envio os meus cumprimentos aos devotados palestrantes. Show!

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MARKET PLACE

  • IBC-Br

    O IBC-Br, indicador de atividade econômica do Banco Central considerado proxy do PIB em base mensal, contraiu 3,3% em maio na comparação mensal dessazonalizada, resultado melhor que nossa estimativa e próxima a previsão do mercado (em -3,7% e -3,2%, respectivamente). O resultado mostra claramente os efeitos da greve dos caminhoneiros, efeito que esperamos que seja revertido nos dados de junho.

    O IGP-10 desacelerou para +0,93% em julho, ficando acima da nossa expectativa e a do mercado (ambos com +0,81%), após variação de +1,86% no mês anterior. O destaque da desaceleração ficou por conta dos preços ao produtor (IPA), que passaram de +2,50% em junho para +0,99% em julho. Tal movimento foi principalmente motivado pelo recuo dos produtos agropecuários (de +2,78% para -0,83%). Na mesma direção, os preços de produtos industriais desaceleraram de +2,41% para +1,61% no período. O IPC, índice de preços ao consumidor, por sua vez, subiu para +0,78% em julho, após ter apresentado alta de +0,74% em junho, com quatro dos oito grupos componentes apresentando taxas maiores que na leitura anterior, com destaque para Habitação (de +1,04% para +1,63%) e Educação, Leitura e Recreação (de -0,30% para +0,86%). Em contrapartida, o grupo Alimentação desacelerou de +0,98% para +0,51%. Por fim, o INCC, que mede os preços da construção civil, registrou variação de +0,92% em julho, ante alta de +0,36% no mês anterior. Com isso, a variação acumulada do IGP-10 no ano está em 6,07% (+8,06% em doze meses).

     

  • FOCUS

    Na pesquisa Focus de hoje:

    1- a projeção para o IPCA ao final de 2018 recuou de 4,17% na semana anterior para 4,15%, enquanto a projeção para o final de 2019 continuou em 4,10%. Para 2020 e 2021, as estimativas do IPCA seguiram em 4,00%. 

    2- a estimativa para a taxa de câmbio ao final de 2018 continuou em R$ 3,70/US$, e subiu de R$ 3,60/US$ para R$ 3,68/US$ ao final de 2019. 

    3- a projeção para a taxa de crescimento do PIB em 2018 recuou de 1,53% para 1,50%, enquanto a estimativa para o ano que vem ficou estável em 2,50%. 

    4- a projeção para a taxa Selic, por sua vez, continuou em 6,50% ao final de 2018, bem como permaneceu inalterada em 8,00% ao final de 2019.

  • CHINA

    A economia da China expandiu a um ritmo mais lento no segundo trimestre uma vez que os esforços de Pequim para conter a dívida afetaram a atividade, enquanto o crescimento da produção industrial em junho enfraqueceu para a mínima de dois anos em um sinal preocupante para os investimentos e os investidores no momento em que se intensifica a disputa comercial com os Estados Unidos.

     

  • O FIM DO RS ESTÁ CADA DIA MAIS PRÓXIMO

    Santa Catarina é o único Estado do Sul 100% coberto por fibra ótica. Paraná tem 99,7% das cidades atendidas, bem à frente do Rio Grande do Sul que oferece o serviço em apenas 67,4% dos municípios. Pode?

FRASE DO DIA

Daqui alguns anos a tecnologia de hoje será uma bobagem aos olhos do amanhã.

Marta Felipe