Frase do dia

  Ser inteligente é uma maldição: você entende o jogo, observa as mentiras e reconhece os padrões, mas ainda precisa se fazer de idiota para sobreviver.  

- Albert Einstein

Artigos


12 mai 2026

UMA NOVA POSTURA TIRÂNICA


COERENTES

Mais do que sabido, os -COERENTES- são aqueles cujas AÇÕES, PALAVRAS, DECISÕES PENSAMENTOS E VALORES ESTÃO SEMPRE EM CONSTANTE HARMONIA. Como tal são AUTÊNTICOS, AGEM DE FORMA ALINHADA COM SEUS PRINCÍPIOS E PRATICAM O QUE PREGAM, MANTENDO ASSIM UMA CONDUTA CONSISTENTE COM AQUILO QUE SEGUEM E/OU ACREDITAM. 


ABANDONO DA COERÊNCIA

Pois, até sábado último, 09/05, um dia após o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, ter PROMULGADO A LEI DA DOSIMETRIA, que reduz penas dos condenados por -TENTATIVA DE GOLPE-, o até então sempre muito -COERENTE- MINISTRO DO STF, ALEXANDRE DE MORAES, abandonou a sua corriqueira LÓGICA que consiste em -TOMAR DECISÕES MONOCRÁTICAS DEFINITIVAS- E ACHOU POR BEM -SUSPENDER A LEI -DEVIDAMENTE APROVADA PELO PODER LEGISLATIVO-, afirmando que, por -SEGURANÇA JURÍDICA, o PLENÁRIO DA SUPREMA CORTE DEVE JULGAR AÇÕES QUE QUESTIONAM A LEI ANTES QUE ELA POSSA SER APLICADA. 


MORAES O ILÓGICO

Como se vê, nitidamente, o ministro Alexandre de Moraes, até então sempre firme e COERENTE COM A SUA FORMA TIRÂNICA DE DECIDIR SOZINHO, MONOCRATICAMENTE, assumiu a postura totalmente INCOERENTE, comportamento típico daqueles que agem de -FORMA ILÓGICA OU CONTRADITÓRIA-, cujas AÇÕES, DECLARAÇÕES E AFIRMAÇÕES NÃO SE ENCAIXAM, INDICANDO ENORME DESARMONIA OU INCONSISTÊNCIA. 


O DIREITO DE LEGISLAR

De qualquer forma, o fato é que desta vez o agora INCOERENTE ALEXANDRE DE MORAES preferiu jogar no colo do PLENÁRIO DO STF a DECISÃO de CONCEDER AO PODER LEGISLATIVO O DIREITO DE LEGISLAR. Ou seja, quer ver se seus pares são COERENTES NA TIRANIA OU NÃO. A ver...



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11 mai 2026

CERTEZA ABSOLUTA


REPASSE DE CUSTO INEVITÁVEL

Antes de tudo, para que não paire mínima dúvida, caso venha a ser aprovado o estúpido Projeto de Lei que acaba com a ESCALA 6 X 1- SEM REDUÇÃO PROPORCIONAL DE SALÁRIO-, uma coisa é mais do que CERTA: todos os empresários que pretendem manter em curso suas ATIVIDADES DE MANEIRA -FORMAL- serão OBRIGADOS A REPASSAR O AUMENTO DO CUSTO SALARIAL para os produtos e serviços que normalmente colocam em OFERTA NO MERCADO. 


CERTEZAS EVIDENTES

Faço este alerta porque vários meios de comunicação apontam que o FIM DA ESCALA 6 X 1 SEM REDUÇÃO DE SALÁRIOS -PODE- GERAR IMPACTOS DIRETOS (custo) PARA TRABALHADORES E EMPREGADORES. Ora, pelo andar da tramitação na Câmara e no Senado não cabe minimamente o uso do verbo -PODE-. A rigor estamos diante de CERTEZAS EVIDENTES, que vão desde o AUMENTO DE PREÇOS DOS PRODUTOS E SERVIÇOS, AUMENTO DO DESEMPREGO FORMAL, FECHAMENTO DE EMPRESAS e/ou DESISTÊNCIA DE CONSUMO.  


PALAVRA MÁGICA

Mais: volto a AFIRMAR, COM ABSOLUTA CONVICÇÃO, que TEMAS QUE ENVOLVEM -CONTRATOS DE TRABALHO- DEVEM SER ALVOS DE -NEGOCIAÇÃO- ENTRE AS PARTES ENVOLVIDAS-, QUER SEJA em âmbito INDIVIDUAL ou COLETIVO, VIA SINDICATOS. ESTA É A PALAVRA MÁGICA QUE PRECISA SE EXERCITADA. Portanto, de novo e para todo o sempre: ACEITAR A -LEGISLAÇÃO- É COISA DE POVO FRACO QUE DEPENDE DO GOVERNO -BENFEITOR-. 


ESPAÇO PENSAR+

No ESPAÇO PENSAR+ de hoje: A IDEOLOGIA DO MEDO, por Percival Puggina. Confira: https://www.pontocritico.com/espaco-pensar



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08 mai 2026

ESPAÇO PENSAR +


PENSAR+

Como integrante do PENSAR+, sociedade constituída por AUTODECLARADOS DEFENSORES DA LIVRE INICIATIVA E DO LIVRE MERCADO dispostos a PRODUZIR, DIVULGAR e COMPARTILHAR CONTEÚDOS sobre temas econômicos, políticos, culturais e sociais, faço muita questão de replicar artigos daqueles que comungam dos mesmos e claros princípios. Principalmente, quando os CONTEÚDOS se voltam para o esclarecimento da relação -CAUSA / EFEITO- quanto às propostas, sugestões e decisões governamentais, em todos os níveis. 


A ECONOMIA DA MATURIDADE

No editorial de hoje, por exemplo, achei por bem replicar o seguinte CONTEÚDO, produzido pelo pensador Alex Pipkin, com o título -A ECONOMIA DA IMATURIDADE. Eis:


- Venderam-nos a tese sedutora de que a incerteza do mundo funciona como um salvo-conduto para a irresponsabilidade individual. 
Sob o pretexto de um ambiente desigual e arriscado, consolidou-se uma visão na qual disciplina soa autoritária, mérito passou a carregar um constrangimento quase indecente e autonomia individual começou a ser tratada como sintoma de insensibilidade social. Conveniente, mas devastador.


CIDADÃO TUTELADO

O vocabulário foi sequestrado para acomodar a ineficiência. Trabalhar com afinco se transformou em “toxicidade”; competir passou a ser “agressividade”; e a ambição, esse motor silencioso de quase todo avanço civilizatório, agora parece exigir pedido formal de desculpas. Criamos uma gramática emocional que premia a fragilidade e pune o esforço, transformando resiliência em peça de museu.
O resultado é a substituição do adulto funcional pelo cidadão tutelado. Surge o “adulto-pet”, alguém que deve ser permanentemente protegido da frustração, da concorrência e do peso inevitável das próprias escolhas. Para administrar esse jardim de infância coletivo, expandiu-se o Estado terapêutico, cercado por burocratas, especialistas e pedagogos do coitadismo empenhados em convencer o indivíduo de que ele é incapaz de conduzir a própria vida sem supervisão emocional, tutela institucional e validação permanente.


O PROGRESSO

O detalhe mais curioso dessa engenharia moral é que seus maiores defensores costumam ser pessoas extremamente autônomas. Protegem ferozmente a própria liberdade enquanto vendem dependência alheia como virtude cívica. É a elite do freio ditando o ritmo para quem ainda tenta acelerar.
Ocorre que a realidade permanece indiferente às narrativas. O mercado não se comove com manifestos de autocomiseração enquanto empresas quebram, investimentos fracassam, escolhas produzem consequências financeiras e existenciais duras e a conta da irresponsabilidade silenciosamente vence, sem que nenhum eufemismo sociológico consiga renegociar os termos com a realidade.
Nenhuma sociedade prosperou ensinando seus cidadãos a terceirizar a responsabilidade pela própria existência. O progresso continua sendo filho do risco, do esforço e da capacidade de suportar o desconforto da incerteza. O resto costuma ser apenas retórica sofisticada para transformar dependência em virtude moral. 
Não há uma brecha de dúvida. A conta dessa infantilização já começou a vencer há algum tempo.



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07 mai 2026

EMPRESARIANDO A SAFADEZA


TERRABRAS

Obedecendo piamente o que determina a CARTILHA DA ESTUPIDEZ E DA SAFADEZA, o GOVERNO LULA-PETISTA ESTÁ USANDO A ENORME RESERVA DE -MINERAIS CRÍTICOS- existentes no imenso solo do nosso Brasil para PROPOR E DEFENDER A CRIAÇÃO DE UMA ESTATAL, já apelidada de TERRABRAS. Que tal? 


OBEDIENTE À TRADIÇÃO

Na real, por tudo que a história conta -em prosa e verso- o verdadeiro e único PROPÓSITO PETISTA para criar mais uma ESTATAL é torná-la -o quanto antes- numa EMPRESA INEFICIENTE, DEFICITÁRIA E PRONTA PARA SURFAR NA GRANDE ONDA DA DESMEDIDA CORRUPÇÃO. Algo, enfim, do tipo que consiga colocar os CORREIOS num patamar que produz ROMBOS classificados como JUVENIS. 


ESTADO EMPRESÁRIO

O fato é que nem mesmo os ROMBOS e a MÁ ADMINISTRAÇÃO DAS ESTATAIS tem se mostrado suficientes para fazer com que o povo brasileiro se dê conta -definitiva- de que o ESTADO EMPRESÁRIO é sinônimo de INEFICIENTE por conta de GESTÃO FEITA POR -POLÍTICOS- DESTITUÍDOS DE EXPERIÊNCIA EMPRESARIAL. Totalmente diferente das EMPRESAS PRIVADAS que BUSCAM O LUCRO E A EFICIÊNCIA PARA SOBREVIVER E ATRAIR INVESTIMENTOS.


EDITORIAL DO BRAZIL JOURNAL

A propósito, eis o que diz o editorial de ontem do BRAZIL JOURNAL sobre o projeto - MINERAIS CRÍTICOS- aprovado na Câmara dos Deputados: 

O pensador inglês Samuel Johnson declarou no século 18 que “o patriotismo é o último refúgio do canalha.” Para Johnson, atores políticos frequentemente invocam este sentimento nobre para chegar ao poder, esconder seus verdadeiros interesses ou disfarçar sua incompetência. 

Da mesma forma, o projeto de lei 2780/2024, que tenta regular a exploração de minerais críticos no Brasil é o último refúgio de um nacionalismo que sempre apela à “soberania nacional” para criar barreiras, escolher vencedores e fazer fortunas discricionárias. Reconheça-se que o pensamento de esquerda brasileiro é um monumento à consistência – até porque nada mudou nele desde a presidência de Getúlio Vargas.


INDÚSTRIA DA INFORMÁTICA

A cada década, o país do “O petróleo é nosso” inventa uma nova reserva de mercado embrulhada na bandeira nacional e consegue produzir mediocridade e incompetência, aí sim, em escala industrial. Foi em nome desta soberania nacional, por exemplo, que protegemos a “indústria de informática”. Orgulho nacional: até hoje não temos sequer um player doméstico competitivo e importamos MacBooks pelo dobro do preço. 

Enquanto o mundo despeja trilhões de dólares de capex em LLMs, data centers e propriedade intelectual de ponta, o Brasil – essa grande fazenda “soberana” – impõe um ônus à modernização de nossas empresas e cidadãos.


SOBERANIA FALSA

O projeto de marco legal dos minerais críticos vai nessa linha, dando ao Governo do dia um enorme poder para interferir de forma discricionária em decisões empresariais no setor, gerando incertezas que afugentariam os investimentos estrangeiros. Ainda que não contemple a criação da TERRABRAS, a estatal para gerenciar as reservas sugerida pelo PT, o texto levado ao Congresso não deixa de ser praticamente uma estatização de fato do setor.

Do jeito como foi aprovada, a regulamentação corre sério risco de deixar o Brasil com toda sua SOBERANIA, mas sem a almejada indústria de minerais críticos.


ESPAÇO PENSAR +

No ESPAÇO PENSAR+ de hoje: A MÁGICA DO GOVERNO LULA, por Caio Coppolla. Confira: https://www.pontocritico.com/espaco-pensar



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GILBERTO SIMÕES PIRES

Formado em Administração, o comunicador de PENSAMENTO LIBERAL, nome de grande credibilidade na comunidade gaúcha, com ideias próprias e firmes, é defensor da economia de mercado e do fim de qualquer subsídio por parte do governo.

 

Gilberto Simões Pires iniciou sua carreira na área de comunicação em 1986, no Rádio. A seguir atuou como comentarista econômico na TVE (Mercado em Ação); na TV Guaíba (Câmera 2); no Grupo RBS (Rádio Gaúcha, RBS TV e Jornal Zero Hora); na TV Pampa (Pampa Boa Noite).
Após, na Rede Bandeirantes Porto Alegre, ancorou os programas -PRIMEIRO PLANO- na Band AM, e CONTROLE REMOTO na Band TV.
Por oito anos ancorou Programa -PONTOCRITICO.COM- no canal 20 da NET e, desde 2009, escreve diariamente a E-OPINION LIBERAL - PONTOCRITICO.COM- .


Em ambientes associativos é membro efetivo do Clube de Editores e Jornalistas de Opinião e coordenador da Sociedade Pensar+.

 

EQUIPE EDITORIAL

 

Editor: Gilberto Simões Pires
Assinaturas: Lúcia Pedroso
Para Anunciar: Cristina Sacks

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