RESPONSABILIDADENunca se usou tanto, nestes últimos tempos, a palavra - responsabilidade ?. A cada dia cresce mais ainda o uso dela pelos brasileiros. E sempre através de uma forma muito envolvente, como se todos nós fossemos culpados de alguma coisa. Por isso, talvez, a palavra está sempre acompanhada de algum tipo, que pode ser: a responsabilidade social, a fiscal, a eleitoral, a civil, a empresarial, a ambiental, etc, etc...
COMPULSÓRIAGente, chega a ser fantástica a forma compulsória que ela já adquiriu. Promovendo, inclusive, uma confusão propositada, já que não se sabe ao certo se estamos tratando de uma situação, afirmação, solicitação ou conselho. O fato é que parece sempre funcionar como uma exigência para que só os outros tenham a tal de responsabilidade, não que todos tenham.
RESPONSABILIDADE INDIVIDUALDiante de tanta safadeza que está sendo denunciada, o que todos estamos precisamos, no entanto, é de um verdadeiro choque de responsabilidade individual. Isto bastaria para que todos mostrassem o quanto ela precisa ser preservada. Aí, o resultado coletivo seria tão forte, que até dispensaria todas as formas com que vêm sendo apregoadas. Vejam, por exemplo, a falta de responsabilidade existente pela exigência que alguns fazem em ganhar dinheiro às custas dos demais seres humanos.
FALTA O PROCEDIMENTOAlguns exemplos: as ONGs não param de pipocar. Falam muito, mas, com grande oportunismo, vivem exclusivamente da responsabilidade social; os governos, que deveriam ter além da responsabilidade fiscal, também a responsabilidade tributária; os servidores públicos precisam da responsabilidade para impedir seus ganhos tão maiores de quem lhes paga; os eleitores deveriam ter uma mínima responsabilidade ao votar, pois deveriam procurar eleger somente quem tivesse sólidos conhecimentos gerenciais. Afinal, para poder gerir os recursos da sociedade é preciso conhecimento e responsabilidade. Isto sim é a real responsabilidade, coisa que não se colhe usando a palavra, mas com o procedimento.
INDEXAÇÃO DOS SALÁRIOSInfelizmente, os sindicatos pressionam para que os salários das categorias que representam sejam corrigidos por índices inflacionários. Chamam isto de reposição. Se houvesse um mínimo de responsabilidade entre as partes envolvidas, este assunto só poderia ser resolvido pelo mercado ou pelo crescimento econômico.
NEGOCIAÇÃOPelo mercado, tomando por base o número de pessoas interessadas e o volume da demanda, pela mão de obra ofertada. E pelo crescimento econômico, identificado pelo PIB setorial, para reajuste dos então empregados. E de forma flexível para que houvesse compensação quando a economia é recessiva. Isto é coisa de pessoas e países inteligentes. Tudo está identificado com a negociação, não com a legislação.
PARA EMPREGADOSA falta desta consciência, aliada aos custos fantásticos das contribuições sociais, explica, de forma muito transparente, o número de trabalhadores informais no Brasil. É por isto que só existe sindicato de trabalhadores empregados, quando a força maior seria dos não empregados, que certamente preferem viver na informalidade para ganhar mais e custar menos para quem os contrata.
O MERCOSUL NO FOCO DA INTERNACIONALIZAÇÃO DA REGIÃO DO VÊNETOEste é o tema do seminário que acontece no dia 27 de junho, na sede da FIERGS. É organizado pela Fiergs, através da Veneto House juntamente com a Câmara de Comércio Italiana do Rio Grande do Sul. Informações pelo fone: (51) 3347- 8675 site: www.cinrs.org.br e e-mail: venetohouse@fiergs.org.br
FESTIVAL DO FOLCLORENova Petrópolis, Jardim da Serra Gaúcha, está nos últimos preparativos para a 33ª edição do Festival do Folclore, nos finais de semana de 09 a 25 de julho. A festa terá diversas atrações como corais, bandinhas, danças folclóricas alemãs, grupo de tradição gauchesca e grupos de teatro de amadores.
IEESegunda-feira, dia 27, toma posse a nova diretoria, gestão 2005/2006, do IEE - Instituto de Estudos Empresariais. Lars Knorr passa a presidência para Leandro Gostisa.
!MIRABOLANTE MIRÓDia 28, terça, das 19h ás 21h, lançamento do livro !Mirabolante Miró no Santander Cultural com a presença dos autores Fábio Magalhães e Leonel Kaz.
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