FALECIMENTO DE EDUARDO CAMPOS
O editorial de hoje já estava praticamente concluído e pronto para ser publicado quando recebi a notícia do trágico falecimento do candidato Eduardo Campos, em acidente aéreo nesta manhã.
A ESPERANÇA MORRE CEDO
Abalado com a notícia, a primeira sensação, ou impressão, no filme que passou rapidamente na minha cabeça, é que no Brasil, infelizmente, a esperança não é a última que morre. Ou seja, além de falecer, o que já contraria o ditado, ainda morre cedo.
EXCELENTE ADMINISTRADOR
Nas poucas vezes que tive contato pessoal com Eduardo Campos, todas em entrevistas coletivas de imprensa, o candidato sempre me deu provas de que estava diante de um excelente administrador público.
SEGUNDA OPÇÃO ELEITORAL
Entretanto, só pelo fato de Campos aparecer sempre em terceiro lugar nas pesquisas de intenção de voto, atrás de Aécio Neves, coloquei o candidato Eduardo Campos como segunda opção na minha preferência eleitoral.
MANIPULAÇÃO
Ainda que as mais diversas especulações estejam sendo colocadas no tabuleiro eleitoral do país, neste momento triste prefiro ficar calado. Uma coisa, porém, me deixa preocupado: o povo brasileiro, por absoluta falta de discernimento, fruto do baixíssimo nível intelectual, é facilmente manipulado.
CONSEQUÊNCIAS COM A PERDA DE CAMPOS
Como sinal de respeito, que o momento exige mais do que qualquer outro, deixo as minhas considerações, sobre o quanto a perda de Campos vai interferir no resultado das eleições presidenciais, para outro momento.
PÊSAMES
Resta, pois, enviar os meus sinceros sentimentos de pesar, à família e a todos os seus apoiadores, pelo falecimento do ex-governador de Pernambuco, que pela avaliação comparativa era aquele que tinha a melhor avaliação entre os demais governadores dos estados do país. Só por aí se vê que a perda foi grande.