MOTE
Quando o nosso empobrecido Brasil foi entregue ao comando da presidente Dilma Petista, ela declarou alto e bom som aos quatro cantos do universo, se referindo obviamente aos desastres e déficits que pretendia emplacar: - Nós não vamos colocar uma meta. Nós vamos deixar uma meta aberta. Quando a gente atingir a meta, nós dobramos a meta.
SEM PARAR
Com base naquela premissa da petista, que foi interrompida em 2016 por conta do impeachment, o firme propósito retornou com força mais do que dobrada a partir de 2023, quando Lula assumiu a presidência. De lá para cá, mais do que sabido, as estatais brasileiras engrenaram uma marcha -SEM PARAR-, de prejuízos fantásticos.
DÉFICIT RECORDE
Pois, ontem, 01, como foi amplamente noticiado, até o mês de abril o ROMBO das estatais federais atingiu um déficit recorde de R$ 5,9 bilhões, SUPERANDO o resultado negativo de todo o ano anterior. Que tal?
SEM AMBIÇÃO
Como a meta foi mais do que dobrada, isto significa que LULA deu um recado a Dilma, mostrando que ela foi pouco ou nada ambiciosa na ARTE DE PRODUZIR ROMBOS. VIVA!