SALVAR A PETROBRÁS
Dentre as importantes e necessárias iniciativas que o atual governo tomou para colocar a Petrobrás a salvo, uma delas, talvez a mais importante, foi dar liberdade total para que a estatal pudesse, enfim, praticar os preços de derivados do petróleo, como a gasolina e o óleo diesel, de acordo com a cotação internacional da commodity.
MAIOR DO QUE OS SAQUES
É importante que fique bem claro que esta absurda falta de liberdade, marca registrada dos governos populistas, foi responsável por prejuízos muito maiores do que a soma dos saques que a estatal sofreu, de forma pra lá de criminosa, ao longo dos corruptos governos anteriores, chefiados por Lula e Dilma Petistas.
VOLTA DO POPULISMO
Pois, na medida em que a Petrobrás começa a sair da UTI, eis que um orquestrado movimento promovido por caminhoneiros resolve bloquear as estradas do Brasil todo para exigir que o governo, e não o mercado, volte a definir o preço do diesel. Ou seja, os caminhoneiros exigem, simplesmente, a volta do POPULISMO. Pode?
CARGA TRIBUTÁRIA
O mais curioso, ainda que não produza perplexidade, é que poucos conseguem entender que aquilo que mais engrossa os preços de todos os produtos e serviços vendidos aos consumidores, é a carga tributária. Principalmente os combustíveis, que carregam mais de 50% em termos de impostos federais, estaduais e municipais.
IMPOSTOS CONGELADOS
Mais: os governos, em todos os níveis, se beneficiam a cada aumento do preço internacional do petróleo, pois os impostos incidem de forma proporcional. Melhor seria, ainda que a indecência tributária não deixasse de existir, que no caso de forte elevação do preço do petróleo no mercado internacional, os impostos fossem congelados.
FECHAR O CAPITAL DA PETROBRÁS
Volto a afirmar: a pretensão de querer transferir o risco da alta de preços para a Petrobrás soa como um retorno à prática do CRIME que mais prejuízo deu à estatal desde a sua existência. Caso seja esta a vontade da maioria, a medida correta e decente que o governo precisaria tomar seria o imediato FECHAMENTO DE CAPITAL DA PETROBRÁS.
Tal medida, se implementada, produziria a necessária justiça aos acionistas minoritários, que não podem ser prejudicados por medidas populistas.