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11 dez 2019

DÍVIDA BRUTA COMEÇA A RECUAR


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RECUPERAÇÃO DA CONFIANÇA

O ano vai chegando ao fim e a cada dia que passa o nível de CONFIANÇA em praticamente todas as atividades dá sinais de crescimento. É sempre importante lembrar que este sentimento deixou de ser exercitado a partir, principalmente, do momento em que Dilma Bolivariana Rousseff assumiu a presidência e, com exímia e calculada precisão, jogou o nosso empobrecido Brasil numa profunda desgraça econômica.


PERCEPÇÃO

Se a CONFIANÇA começou  a dar um tímido ar de sua graça a partir do impeachment do poste do declarado  bandido Lula, este sentimento começou a crescer, e aí de forma muito perceptível, a partir da posse do governo Bolsonaro, quando boas medidas econômicas começaram a ser tomadas com reflexos positivos. 


DÍVIDA BRUTA

Ontem, por exemplo, com enorme satisfação, li no site da Agência de Notícias Reuters  que o Tesouro Nacional reduziu nesta sua projeção  o nível da dívida bruta do setor público de 2019 para 77,3% do PIB. Vejam que no final do mês de outubro a estimativa do Tesouro dava conta que a dívida bruta fecharia o ano em torno de 80,8%.


REFORMA DA PREVIDÊNCIA E JUROS EM QUEDA

Para 2020, segundo prevê o Tesouro Nacional, a relação - DÍVIDA/PIB - ficará em torno de 78,2%. A partir daí, por força, principalmente,  da REFORMA DA PREVIDÊNCIA e da REDUÇÃO DOS JUROS, este percentual passa a recuar sintomaticamente, chegando a 67,3% do PIB no final de 2028. 


FERMENTO

Junte-se aí tudo aquilo que deverá acontecer a partir de 2020, quando mais de uma centena de leilões de concessões e autorizações na área de infraestrutura serão realizadas, além das inúmeras privatizações que já estão agendadas. Pronto, com este poderoso fermento a CONFIANÇA tem tudo para tirar  o nosso Brasil do FUNDO DO POÇO.