ARTE DO CONVENCIMENTO
Nesta semana, a penúltima antes das importantíssimas ELEIÇÕES 2026, os editoriais serão ocupados por conteúdos produzidos por pensadores -INCANSÁVEIS-, do tipo que se dedicam à ARTE DO CONVENCIMENTO dos eleitores que apresentam maior dificuldade para perceber o quanto é CRÍTICA a SITUAÇÃO DO NOSSO EMPOBRECIDO BRASIL. Como tal eis aí o ótimo texto -BANALIDADE DO MAL-, do jornalista de economia Silvio Lopes. Eis:
BANALIDADE DO MAL
A expressão "BANALIDADE DO MAL" foi criada pelo filósofa Hannah Arendt para explicar as atrocidades massivas que podem ser cometidas por pessoas comuns, e que justificam-se dizendo cumprir ordens, sem, porém, fazer uso de seu espírito crítico para a recusa. Ela referia- se ao oficial nazista Adolf Eichmann, responsável pela logística do Holocausto que alegou, em seu julgamento " apenas obedecer a ORDENS SUPERIORES".
Vivemos hoje, no Brasil, uma situação muito semelhante ao Holocausto, disfarçado pela justificativa da "defesa da democracia", em nome do que se destroem reputações e vidas, sem dó e sem piedade. O espírito de Eichmann parece ter-se incorporado no de Moraes, o "Supremo" assassino de nossa paz e verdadeiro destruidor de nossa incipiente democracia.
EiCHMANN / MORAES
Questiono- me, sem obter resposta: "Como podemos ter chegado a uma situação tal de deixarmos se criar um monstro tão cruel e impiedoso, e ainda por cima, exercendo papel primordial numa instituição justamente erigida para fazer justiça e pautar-se pelo equilíbrio e bom senso em suas ações? A verdade é que não é só o Eichmann/Moraes o culpado por termos chegado a essa barbárie civilizacional em pleno século XXI. Há dezenas, centenas e, quem sabe, até milhares de canalhas incrustados nas instituições deste país que, um dia, precisam "prestar contas" de sua traição ao povo brasileiro e à nossa busca pela felicidade neste abençoado país.
TRIBUNAL DE NUREMBERG
Tal qual se fez ao final da Segunda Guerra Mundial, é imperioso que se instale neste país um JULGAMENTO JUSTO PARA ESSES CRETINOS, IMPATRIOTAS E ASSASSINOS . Por que não reeditarmos por aqui algo semelhante a um TRIBUNAL DE NUREMBERG verde-amarelo? Nada mais justo que isso! Se como dizia Sérgio Buarque de Holanda em seu histórico "RAÍZES DO BRASIL", o brasileiro é um homem "cordial", não podemos deixar que isso tenha o significado literal de boçal: tosco, estúpido e ignorante.