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TEM GENTE QUE GOSTA

ANO XIV - Nº 007/14 -

CONTRARIADOS

Depois que publiquei o artigo, nesta semana, sobre as tímidas manifestações dos brasileiros em geral contra a CPMF, à exceção dos paulistas comandados pela FIESP, alguns leitores enviaram e-mails se dizendo contrariados com o texto afirmando que gostam e pagam com prazer a CPMF. Pode?

AMOR À CAUSA

A partir daí já sugiro que, com tanto amor demonstrado à causa tributária, eu e muitos outros estamos prontos para enviar, aos apaixonados pela CPMF, as cotas-parte que nos é cobrada. Se entendem bom e justo o tributo, que tratem de assumir a parte de quem repudia tal imposto.

DE NOVO

Não sei se conseguirei mudar a cabeça dos convencidos de que a CPMF é muito, mas muito ruim. De qualquer forma tento mais uma vez, embora admitisse que o imposto (ou contribuição disfarçada) já se explicasse por si só:

SÓ A ALÍQUOTA FOI PROVISÓRIA

Quando imaginada, 11 anos atrás, de forma estúpida pelo então ministro Jatene, e ainda assim com uma alíquota de 0,20%, já se imaginava que dificilmente a CPMF deixaria de ser cobrada. Mesmo que na composição do nome estivesse inserida a palavra -

provisória

-, a única coisa que aconteceu neste longo período foi o aumento da alíquota para 0,38%. Ficou evidente que a única coisa provisória, na CPMF, foi a alíquota inicial.

CLÁUSULA PÉTREA

Ora, se o tamanho da arrecadação obtida impõe enorme dificuldade para acabar de vez com o tributo, o que não se justifica, ao menos deveria ser proposta uma CLÁUSULA PÉTREA, impossível de ser modificada, que definisse a redução da alíquota, até a extinção, para um prazo de dois anos.

PROVISORIEDADE

Agindo assim, o governo não ficaria sem recursos atuais alocados ao orçamento. Mas saberia, por antecipação, do quanto poderia dispor no prazo definido para a última existência da CPMF. Isto definiria a contribuição, de uma vez por todas, como realmente provisória.

PARA QUÊ?

Embora tenha mais de mil razões para mostrar que a CPMF é muito perniciosa, fico com mais uma para encerrar esta exposição de motivos: os impostos pagos pelos cidadãos brasileiros têm servido muito mais para encher os bolsos de políticos safados. E para aumentar, constantemente, a folha de salários de muita gente incompetente. Chega!

COLETIVA

O Presidente da CNI, Armando Monteiro Neto, concede coletiva sobre as questões econômicas que estão impactando no setor industrial e na economia nacional e perspectivas para o segundo semestre. Na segunda-feira (dia 13), às 11h30min, na sede da FIERGS, Porto Alegre.

MANIFESTAÇÃO

Neste sábado, 11.08, produtores estarão presentes na manifestação organizada pela Farsul e Sindicato Rural de Triunfo, em Nova Santa Rita. Os produtores farão carreata, a partir das 10 horas da manhã até a Granja Nenê, onde permanecerão até o início da tarde. \"Na Granja Nenê há graves problemas devido aos constantes ataques do MST, por isso, os produtores farão um comprometimento na defesa da propriedade que tem como forte o plantio de arroz\", ressaltou Gedeão. Segundo ele, se for necessário, os produtores ficarão no local para evitar ação abusiva do MST.

HAPPY HOUR

Empresários de bares e restaurantes do Rio Grande do Sul estarão reunidos, no dia 13 de agosto, às 19h, em happy hour no Restaurante Takê (Rua Carvalho Monteiro, 397). O evento, promovido pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes do Rio Grande do Sul (Abrasel RS), tem como objetivo discutir os últimos acontecimentos do mercado e promover a aproximação entre os estabelecimentos da área.

VAMOS VAIAR?

O diretor-presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), Milton Sérgio Silveira Zuanazzi, estará presente no VI Congresso Internacional das Rotas de Integração da América do Sul. O evento, promovido pelo Comitê das Rotas de Integração ? CRIAS, acontece nos dias 16 e 17 de agosto na FIERGS, em Porto Alegre. Zuanazzi participa do primeiro painel de debates do evento, intitulado Modal aéreo: As companhias aéreas, a infra-estrutura aeroportuária, a política do setor e a integração da América do Sul pelo modal aéreo. Vamos às vaias?

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FRASE DO DIA

OS CRIMES COLETIVOS NÃO TEM RESPONSABILIDADE.

N. Bonaparte